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  • Jeová
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • 1:6-9) Isto estava em harmonia com os ensinos do Filho de Deus, que não deixou nenhuma margem de dúvida quanto à determinação intransigente de seu Pai de acabar forçosamente com toda a iniqüidade e com os que a praticam. (Mat. 13:30, 38-42; 21:42-44; 23:33; Luc. 17:26-30; 19:27) Conforme se pode observar, o livro de Revelação (Apocalipse) acha-se repleto de descrições de medidas guerreiras divinamente autorizadas. Tudo isto, contudo, pela sabedoria de Jeová, conduz, em última análise, ao estabelecimento de uma paz duradoura e universal, solidamente alicerçada na retidão e na justiça. — Isa. 9:6, 7; 2 Ped. 3:13.

      Jesus Cristo evidentemente se referiu a Jeová ‘trazer punição aos descendentes posteriores dos ofensores’ quando disse aos escribas e fariseus hipócritas: “Dizeis: ‘Se nós estivéssemos nos dias de nossos antepassados, não seríamos parceiros deles no sangue dos profetas.’ Portanto dais testemunho contra vós mesmos de que sois filhos daqueles que assassinaram os profetas. Pois bem, enchei a medida de vossos antepassados.” (Mat. 23:29-32) Apesar de suas pretensões, tais pessoas demonstravam pelo seu proceder que aprovavam as ações erradas de seus antepassados, e provavam que elas mesmas continuavam entre ‘os que odiavam a Jeová’. (Êxo. 20:5; Mat. 23:33-36; João 15:23, 24) Assim, elas, diferente dos judeus que se arrependeram e acataram as palavras do Filho de Deus, sofreram o efeito cumulativo do julgamento de Deus quando, anos depois, Jerusalém foi cercada e destruída e a maior parte de sua população morreu. Poderiam ter escapado, mas preferiram não se valer da misericórdia de Jeová. — Luc. 21:20-24; compare com Daniel 9:10, 13-15.

      Sua personalidade é refletida no seu Filho

      Em todo o sentido, Jesus Cristo era um fiel reflexo da belíssima personalidade de seu Pai, Jeová Deus, em nome de quem ele veio. (João 1:18; Mat. 21:9; João 12:12, 13; compare com Salmo 118:26.) Jesus disse: “O Filho não pode fazer nem uma única coisa de sua própria iniciativa, mas somente o que ele observa o Pai fazer. Porque as coisas que Este faz, estas o Filho faz também da mesma maneira.” (João 5:19) Segue-se, portanto, que a bondade e a compaixão, a brandura e a cordialidade, bem como o forte amor à justiça e o ódio à iniqüidade que Jesus demonstrou (Heb. 1:8, 9), são todas qualidades que o Filho observara no seu Pai, Jeová Deus. — Compare Mateus 9:35, 36 com Salmo 23:1-6 e Isaias 40:10, 11; Mateus 11:27-30 com Isaias 40:28-31 e 57:15, 6; Lucas 15:11-24 com Salmo 103:8-14; Lucas 19:41-44 com Ezequiel 18:31, 32; 33:11.

      Todo aquele que ama a justiça e que lê as inspiradas Escrituras, e que verdadeiramente chega a “conhecer” com entendimento o pleno significado do nome de Jeová (Sal. 9:9, 10; 91:14; Jer. 16:21), tem todo motivo, portanto, para amar e abençoar tal nome (Sal. 72:18-20; 119:132; Heb. 6:10), para louvá-lo e exaltá-lo (Sal. 7:17; Isa. 25:1; Heb. 13:15), para temê-lo e santificá-lo (Nee. 1:11; Mal. 2:4-6; 3:16-18; Mat. 6:9), para confiar nele (Sal. 33:21; Pro. 18:10), dizendo, junto com o salmista: “Vou cantar a Jeová durante [toda] a minha vida; vou entoar melodias ao meu Deus enquanto eu existir. Seja prazenteira a minha reflexão sobre ele. Eu, da minha parte, me alegrarei em Jeová. Dar-se-á cabo dos pecadores de cima da terra; e quanto aos iníquos, não mais existirão. Bendize a Jeová, ó minha alma. Louvai a Já!” — Sal. 104:33-35.

  • Jeová, Dia De
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    • JEOVÁ, DIA DE

      Veja DIA DE JEOVÁ.

  • Jeová Dos Exércitos
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    • JEOVÁ DOS EXÉRCITOS

      Esta expressão, encontrada mais de 280 vezes nas Escrituras, traduz a expressão hebraica Yehowáh tseva’óhth. Os livros proféticos, especialmente Isaias, Jeremias e Zacarias, abrangem, sem comparação, a maioria de suas ocorrências. Paulo e Tiago, ao citarem as profecias, ou fazerem alusão a elas, empregaram tal expressão (transliterada para o grego) em seus escritos. — Rom. 9:29; Tia. 5:4; compare com Isaías 1:9.

      O vocábulo hebraico tsavá’ (singular; plural: tseva’óhth) significa basicamente um exército literal de soldados ou de forças combatentes, como em Gênesis 21:22; Deuteronômio 20:9, e muitos outros textos. No entanto, o termo também é usado em sentido figurado, como em “os céus, e a terra, e todo o seu exército”, ou “o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus”. (Gên. 2:1; Deut. 4:19) A forma plural (tseva’óhth) é utilizada várias vezes como se aplicando às forças israelitas, como em Êxodo 6:26; 7:4; Números 33:1; Salmos 44:9; 60:10. Alguns peritos crêem que os “exércitos” na expressão “Jeová dos exércitos” incluem, não só as forças angélicas, mas também o exército israelita e os corpos celestes inanimados. No entanto, parece que os “exércitos” que se tem presente são, primariamente, se não de forma exclusiva, as forças angélicas.

      Quando Josué viu um visitante angélico perto de Jerico e lhe perguntou se era a favor de Israel ou do lado inimigo, sua resposta foi: “Não, mas eu — eu vim agora como príncipe do exército de Jeová.” (Jos. 5:13-15) O profeta Micaías disse aos reis Acabe e Jeosafá: “Deveras vejo a Jeová sentado no seu trono e todo o exército dos céus em pé junto a ele, à sua direita e à sua esquerda”, referindo-se claramente aos filhos espirituais de Jeová. (1 Reis 22:19-21) O uso da forma plural em “Jeová dos exércitos” é apropriado, uma vez que as forças angélicas são descritas, não apenas em divisões de querubins, serafins e anjos (Isa. 6:2, 3; Gên. 3:24; Rev. 5:11), mas também como formando grupos organizados, de modo que Jesus Cristo podia falar de ter ao seu dispor “mais de doze legiões de anjos”. (Mat. 26:53) Na súplica de ajuda feita por Ezequias a Jeová, ele o chamou de “Jeová dos exércitos, o Deus de Israel, sentado sobre os querubins”, fazendo evidentemente alusão à Arca do pacto, e às figuras de querubins sobre sua tampa, que simbolizavam o trono celeste de Jeová. (Isa. 37:16; compare com 1 Samuel 4:4; 2 Sam. 6:2.) O temeroso servo de Eliseu foi reconfortado por uma visão miraculosa em que viu os montes ao redor da cidade sitiada em que Eliseu morava ‘cheios de cavalos e de carros de guerra, de fogo’, parte das hostes angélicas de Jeová. — 2 Reis 6:15-17.

      A expressão “Jeová dos exércitos” transmite assim o sentido de poder, o poder que tem o Governante Soberano do universo, que dispõe às suas ordens de amplas forças de criaturas espirituais. (Sal. 103:20, 21; 148:1, 2; Isa. 1:24; Jer. 32:17, 18) Isto inspira, portanto, profundo respeito e temor reverente, ao passo que, ao mesmo tempo, é uma fonte de conforto e de encorajamento para os servos de Jeová. Davi, só e sem ser ajudado por qualquer força militar terrestre, desafiou o formidável filisteu, Golias, em “nome de Jeová dos exércitos, o Deus das fileiras combatentes de Israel”. (1 Sam. 17:45) Não só em tempos de batalhas literais, mas também em todas as outras situações provadoras ou em ocasiões importantes, o povo de Deus, como um todo e como indivíduos, podia sentir-se corajoso e esperançoso ao reconhecer a majestade da posição Soberana de Jeová, refletida em seu controle de poderosas forças que servem desde suas cortes celestes. (1 Sam. 1:9-11; 2 Sam. 6:18; 7:25-29) O emprego da expressão “Jeová dos exércitos” pelos profetas fornecia um motivo adicional para que aqueles que ouviam tais profecias ficassem seguros do seu cumprimento.

  • Jeová É Nossa Justiça
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    • JEOVÁ É NOSSA JUSTIÇA

      Esta expressão traduz as duas palavras Yehowáh Tsidhqénu, encontradas em Jeremias 23:6 e 33:16. Outras traduções são: “JAVÊ — nossa justiça” (CBC, 5.a edição); “O SENHOR é nosso vindicador” (An American Translation); “Iaweh-nossa-integridade” (The Jerusalém Bible).

      Jeremias 23:5, 6 é uma profecia messiânica que descreve o futuro rei que surgiria da linhagem de Davi para “executar o juízo e a justiça na terra”. Visto que ele governa como representante de Deus (assim como Davi, e outros, sentavam-se “no trono de Jeová” como reis ungidos de Deus; 1 Crônicas 29:23), a profecia diz: “Este é o nome pelo qual será chamado: Jeová É Nossa Justiça.” Não existe nenhuma base para se afirmar, como alguns o fazem, que isto significa que Jesus, o Messias, e Jeová, são a mesma pessoa, formando um só Deus. Pode-se depreender isto da profecia messiânica similar em Jeremias 33:14-16, a qual aplica idêntica expressão a Jerusalém, afirmando: “E isto é o que ela será chamada: Jeová É Nossa Justiça.” Em ambos os casos, tal expressão mostra que o nome de Deus, Jeová, colocado tanto sobre o seu rei prometido como sobre sua capital escolhida, é uma garantia da justiça deles. Ademais, a justiça e a retidão que emanavam de tais fontes, ou eram expressas por elas, eram produto da plena devoção a Jeová e à sua vontade divina, resultando na bênção e na orientação de Jeová.

  • Jeová Esta Ali, O Próprio
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    • JEOVÁ ESTA ALI, O PRÓPRIO

      A expressão “Jeová-shámmah”, aplicada à cidade vista pelo profeta Ezequiel em sua visão registrada nos capítulos 40 a 48 de Ezequiel é traduzida “O Próprio Jeová Está Ali”. (Eze. 48:35) A cidade visionária é representada como sendo quadrangular (4.500 côvados longos de cada lado, ou c. 2.332 m), e como tendo doze portas, cada uma trazendo o nome de uma das tribos de Israel. (48:15, 16, 31-34) Até certo ponto, é similar à cidade santa, a Nova Jerusalém, conforme foi vista numa visão pelo apóstolo João. (Rev. 21:2, 10-16) A cidade visionária da profecia de Ezequiel deveria pertencer a “toda a casa de Israel”. (Eze. 45:6) O nome “Jeová-shámmah” (“Jeová-Samá”, IBB; “Javé-Chammá”, CBC) ou “O Próprio Jeová Está Ali”, significaria uma presença representativa de Deus como a expressa em outros textos, tais como Salmos 46:5; 132:13, 14; Isaías 24:23; Joel 3:21 e Zacarias 2:10, 11, onde Jeová, a quem o ‘céu dos céus não pode conter’, é mencionado como que residindo numa cidade ou lugar terrestre. — 1 Reis 8:27.

  • Jeremias
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    • JEREMIAS

      ([Jeová solta (a madre ou útero), ou, Jeová exalta].

      1.Um dos “profetas maiores”, filho de Hilquias, sacerdote de Anatote, cidade dos sacerdotes, situada no território de Benjamim, c. 5 km a N-NE de Jerusalém. (Jer. 1:1; Jos. 21:13, 17, 18) O pai de Jeremias, Hilquias, não era o sumo sacerdote que também tinha esse nome e que era da linhagem de Eleazar. O pai de Jeremias era, mui provavelmente, da linhagem de Itamar, e, com toda a possibilidade, descendia de Abiatar, o sacerdote a quem o Rei Salomão despediu do serviço sacerdotal. — 1 Reis 2:26, 27.

      Comissionado como profeta

      Jeremias foi chamado para ser profeta quando era rapazinho, em 647 AEC, no décimo terceiro ano do reinado do Rei Josias, de Judá (659-628 AEC). Jeová lhe disse: “Antes de formar-te no ventre, eu te conheci, e antes de saíres da madre, eu te santifiquei. Eu te constituí profeta para as nações.” (Jer. 1: 2-5) Assim sendo, era um dos poucos homens por cujo nascimento Jeová assumiu a responsabilidade, intervindo por meio dum milagre ou por uma providência orientadora, para que fossem seus servos especiais. Entre tais homens acham-se Isaque, Sansão, Samuel, João, o Batizador, e Jesus. — Veja PRESCIÊNCIA, PREDETERMINAÇÃO.

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