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  • Persistência na oração é recompensada
    A Sentinela — 1979 | 15 de dezembro
    • JEOVÁ — O “OUVINTE DE ORAÇÃO”

      7. (a) Quem é o “ouvinte de oração”, e por que estava Davi muitas vezes em necessidade neste respeito? (b) Que boa orientação se provê para os que se sentem indignos? (Sal. 103:8-14)

      7 Jeová inspirou seu servo Davi a escrever: “Ó Ouvinte de oração, sim, a ti chegarão pessoas de toda carne.” (Sal. 65:2) O próprio Davi sentia muitas vezes a necessidade de persistir em oração, conforme expressou em muitos dos salmos que escreveu. Às vezes, a necessidade era urgente, por causa da implacável pressão dos seus inimigos, conforme mostra o Salmo 70:1-5. Em outras ocasiões, surgiu a necessidade por causa das fraquezas e dos erros dele mesmo, alguns dos quais eram sérios. Se você mesmo, porventura, se sentir indigno de se dirigir a Deus em oração, por causa disso, pensando que ele não o ouvirá, recomendamos que leia e releia o Salmo 51:1-12. As palavras registradas nos Sal 51 versículos 9 a 11 podem constituir muito bem a base para a sua própria oração.

      “Esconde a tua face dos meus pecados e extingue até mesmo todos os meus erros. Cria em mim um coração puro, ó Deus, e põe dentro de mim um espírito novo, firme. Não me lances fora de diante da tua face; e não tires de mim o teu espírito santo.”

      8. Na questão de se chegar a Jeová, a quem cabe realmente a escolha, e sob que condições?

      8 Será que a expressão a respeito da vinda de “pessoas de toda carne” ao “Ouvinte de oração” significa que qualquer pessoa pode fazer isso sempre que quiser? Não. Na realidade, funciona ao contrário. Conforme declarado mais adiante, nesse mesmo salmo: “Feliz aquele a quem tu [isto é, Jeová] escolhes e fazes chegar perto para que resida nos teus pátios.” (Sal. 65:4) Embora o convite seja feito a todos, chegar-se a ele precisa ser feito em toda a sinceridade. Embora sua fé, no começo, não seja tão forte, precisa ser verdadeira. “Jeová está perto . . . de todos os que o invocam em veracidade.” — Sal. 145:18.

      9. Por que devem nossas orações a Jeová sempre ser feitas em nome de Jesus?

      9 Adicionalmente, nossas orações a Jeová sempre precisam ser feitas em nome de Cristo Jesus, único canal designado por Deus. (João 14:13, 14) Reconhecemos com gratidão a obra redentora de Cristo a favor de toda a humanidade, e que ele serve agora como sumo sacerdote de Deus, por meio de quem podemos aproximar-nos “com franqueza no falar, do trono de benignidade imerecida, para obtermos misericórdia e acharmos benignidade imerecida para ajuda no tempo certo”. — 1 Tim. 2:4-6; Heb. 2:9; 4:14-16.

      10. De que modo provê o Salmo 15 adicionalmente orientação útil neste respeito?

      10 Para que obtenha informação adicional sobre a espécie de pessoa que Deus escolhe, sugerimos que leia, no Salmo 15, a resposta inspirada à pergunta: “Ó Jeová, quem será hóspede na tua tenda? Quem residirá no teu santo monte?” Precisamos reconhecer como justos os princípios delineados ali; e temos de tomá-los por alvo, embora às vezes falhemos no próprio acatamento deles.

      11. (a) Em benefício de quem foram principalmente registradas as Escrituras Sagradas? (b) Que incentivo pode ser encontrado na oração de Salomão, em 1 Reis 8:41-43?

      11 Talvez diga, e com toda a razão, que as Escrituras Sagradas, inclusive os textos já mencionados, giram em torno do povo de Deus e se aplicam a este, especialmente à congregação cristã, que constitui o Israel espiritual, “o Israel de Deus”. (Rom. 15:4; 1 Cor. 10:11; Gál. 6:16) Em comparação com ele, você talvez se considere como que estranho ou estrangeiro, por causa de seu anterior modo de vida e da sua total falta de interesse na religião. Muitos estão hoje nesta situação. Mas, não desista logo. Lembre-se de que entre as muitas petições apresentadas por Salomão a Jeová, por ocasião da dedicação do templo, ele orou a favor do “estrangeiro que não faz parte do teu povo Israel e que realmente vem duma terra distante por causa do teu nome”. Orou para que “tu [Jeová] . . . terás de fazer segundo tudo aquilo pelo qual o estrangeiro te invocar; para que todos os povos da terra conheçam o teu nome para te temer assim como teu povo Israel faz”. — 1 Reis 8:41-43.

      12, 13. (a) O que foi Isaías inspirado a escrever sobre “estrangeiros”? (b) Em benefício de quem e de que modo podem ser aplicadas estas expressões?

      12 Compreensão e encorajamento adicionais são dados a estes “estrangeiros” em Isaías 56:6-8:

      “E os estrangeiros que se juntaram a Jeová para ministrar-lhe e para amar o nome de Jeová, a fim de se tornarem servos seus, todos os que guardam o sábado para não o profanarem e que se agarram ao meu pacto, eu também vou trazer ao meu santo monte e fazê-los alegrar-se dentro da minha casa de oração. Seus holocaustos e seus sacrifícios serão para aceitação sobre o meu altar. Pois a minha própria casa será chamada mesmo de casa de oração para todos os povos.”

      13 Que descrição convidativa! Estes “estrangeiros” não são regimentados, mas juntam-se de bom grado a Jeová, por amor ao seu nome e a tudo o que ele representa. Toda a sua vida (não apenas um dia em sete) torna-se uma de ‘guarda de sábado’, estando dedicada a Jeová; entram assim no descanso Dele, conforme Paulo explica em Hebreus 4:1-10. O apóstolo Paulo mostra também que os ‘holocaustos e os sacrifícios’ têm aplicação prática para os cristãos dedicados, escrevendo:

      “Por intermédio dele, ofereçamos sempre a Deus um sacrifício de louvor, isto é, o fruto de lábios que fazem declaração pública do seu nome. Além disso, não vos esqueçais de fazer o bem e de partilhar as coisas com outros, porque Deus se agrada bem de tais sacrifícios.” — Heb. 13:15, 16.

      14. Qual era a “casa de oração” nos dias de Isaías, e o que simbolizava?

      14 Nos dias de Isaías, a “casa de oração” de Jeová, naturalmente, era o templo construído por Salomão. Este templo era símbolo do grande templo espiritual de Deus. A presença pessoal de Deus estava lá no Santíssimo celestial deste templo espiritual. Os seguidores de Jesus Cristo, ungidos pelo espírito, ainda na terra, encontram-se no compartimento santo deste templo. São também representados como estando no pátio terreno, reservado para os sacerdotes neste templo espiritual.

      15. (a) Como se identifica a “grande multidão” em Revelação 7:9-17? (b) Como se aplica isso hoje às Testemunhas de Jeová?

      15 Em boa harmonia com o precedente, e depois de termos lido em Revelação 7:1-8 sobre a congregação cristã constituir o Israel espiritual, no total de 144.000, lemos a seguir sobre uma “grande multidão” que também usufrui o favor de Deus; e em prova de sua dedicação a Ele, “prestam-lhe serviço sagrado, dia e noite, no seu templo”. (Rev. 7:15) Esta bela visão apresenta a “grande multidão” internacional como servindo a Jeová no seu templo, quer dizer, nos pátios terrenos reservados para aqueles que não são israelitas espirituais, como que no “pátio dos gentios”. Hoje em dia, a grande maioria das Testemunhas de Jeová identifica-se como sendo da “grande multidão”, com esperança de vida eterna no reino de Deus, na terra paradísica. Jesus falou destes últimos como sendo suas “outras ovelhas, que não são deste aprisco”. Conforme Jesus prosseguiu, todas as suas verdadeiras ovelhas, hoje, tornam-se “um só rebanho, [debaixo de] um só pastor”. — Luc. 12:32; João 10:16.a

      16. Que perspectiva recompensadora se apresenta aos que buscam seriamente a Jeová?

      16 Você é bem-vindo para se associar com este grupo bem unido de verdadeiros adoradores de Jeová. Verificará que é uma experiência muito feliz. Mostrará ser de ajuda prática para você e de grande incentivo no seu desenvolvimento de persistência na oração, em verdadeira fé. Isto produz resultados, porque Jeová “se torna o recompensador dos que seriamente o buscam”. (Heb. 11:6) Este assunto da persistência na oração, conjugada com a fé, é salientado de maneira muito interessante no Evangelho de Lucas.

      17. Que belo exemplo de persistência provê a experiência de Jacó com o anjo?

      17 Neste ponto, queremos lembrar-lhe um exemplo extraordinário de persistência e como ela foi recompensada ricamente. Referimo-nos ao tempo em que Jacó passou a engalfinhar-se a noite inteira com um anjo que se havia materializado. Embora a concavidade da articulação da coxa de Jacó fosse deslocada pelo anjo, Jacó não quis largá-lo, a menos que, conforme disse, “primeiro me abençoes”. O anjo disse então algo que teria significado duradouro: “Não serás mais chamado pelo nome de Jacó mas, sim, Israel, pois contendeste com Deus e com homens, de modo que por fim prevaleceste.” Finalmente também abençoou a Jacó. Jacó certamente, foi muito além de seguir certo proceder com firmeza e constância. Ele teve de engalfinhar-se literalmente e persistir nisso, numa condição aleijada, até conseguir o que procurava. Foi maravilhosamente abençoado, conforme disse: “Tenho visto a Deus face a face e ainda assim foi livrada a minha alma.” Que belo exemplo de persistência em oração! — Gên. 32:24-30.

  • A oração nestes “últimos dias”
    A Sentinela — 1979 | 15 de dezembro
    • A oração nestes “últimos dias”

      “Portanto, mantende-vos despertos, fazendo todo o tempo súplica.” — Luc. 21:36.

      1. (a) Onde faz Lucas a primeira menção de oração ou “súplica”? (b) Como respondeu Jesus ao pedido: “Senhor, ensina-nos a orar”?

      EMBORA a oração seja mencionada logo no início do Evangelho de Lucas, com respeito à “súplica” de Zacarias a Deus (no Lu capítulo 1, versículo 13), é no Lu capítulo 11 que Jesus trata deste assunto de forma mais extensa. Para começar, Jesus respondeu à solicitação feita por um de seus discípulos: “Senhor, ensina-nos a orar, assim

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