BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Por que confiar em Deus?
    A Sentinela — 1973 | 1.° de agosto
    • prostituta. (Rev. 17:3-6) Sobre o que os ex-amantes políticos de “Babilônia, a Grande”, farão, diz Revelação 17:16: “Estes odiarão a meretriz e a farão devastada e nua, e comerão as suas carnes e a queimarão completamente no fogo.”

      Se quiser escapar de sofrer junto com “Babilônia, a Grande”, então confie em Jeová Deus e dê-lhe devoção exclusiva. Não poderá fazer isso por permanecer em qualquer uma das organizações religiosas da cristandade, que constitui a parte dominante de “Babilônia, a Grande”. A Palavra de Deus ordena: “Saí dela, povo meu, se não quiserdes compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber parte das suas pragas.” (Rev. 18:4) Depois de se separar dela, associe-se com os que realmente confiam em Deus e permaneça fiel a Ele.

  • Assembléia Internacional “Vitória Divina”
    A Sentinela — 1973 | 1.° de agosto
    • Assembléia Internacional “Vitória Divina”

      “VITÓRIA DIVINA” será o tema da Assembléia Internacional das Testemunhas de Jeová a realizar-se em São Paulo, Brasil, de 26 a 30 de dezembro de 1973, no Estádio Municipal do Pacaembu. Em vista dos tempos em que vivemos, tão próximos da “grande tribulação”, o tema “Vitória Divina” é deveras emocionante! A assembléia promete ser um notável banquete espiritual. Estará presente?

      Se estiver interessado na vitória divina e nas bênçãos que esta poderá significar para sua pessoa, animamo-lo a fazer desde já os preparativos para assistir a cada sessão da assembléia. Sem dúvida, isto significará planejar desde já seu período de férias.

      A assembléia será de cinco dias. Os programas diários começarão às 10 horas da manhã e continuarão por três horas. A partir das 13 horas, haverá um intervalo de duas horas para um lanche ou uma refeição. A última sessão de cada dia começará às 15 horas e durará até as 17,30 horas. Não se realizarão sessões noturnas.

      Os congressistas poderão assim voltar cedo para casa, para uma boa noite de descanso, e estar prontos para a sessão na manhã seguinte. Ninguém terá de se preocupar com viajar à noite especialmente em lugares onde não é aconselhável. Haverá à noitinha tempo para se recapitularem os pontos destacados da assembléia e palestrar com outros no local da acomodação. Embora não se realizem sessões especiais para o serviço de campo na cidade da assembléia nestes dias, muitos congressistas desejarão participar à noitinha em distribuir convites ao público para assistir à assembléia. Outros talvez queiram fazer isso de manhã, em caminho para a assembléia. Para os visitantes de outros países, haverá sessões das 8 às 9,30 da manhã, em inglês.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1973 | 1.° de agosto
    • Perguntas dos Leitores

      ● Pode-se prestar um ‘juramento de lealdade’ sem se transigir na posição como cristão?

      Se o cristão pode ou não prestar de boa consciência um juramento determinado depende principalmente do objetivo, do teor ou da natureza do juramento.

      Lá no primeiro século E. C., Jesus Cristo corrigiu os judeus por fazerem pouco caso dos juramentos ou por fazerem juramentos vagos e indiscriminados. Juravam pelo céu, pela terra, por Jerusalém e até mesmo pela sua própria cabeça. Mas, Jesus repreendeu-os, dizendo: “Deixai simplesmente que a vossa palavra Sim signifique Sim, e o vosso Não, Não; pois tudo o que for além disso é do iníquo.” (Mat. 5:33-37) O adorador de Deus não deve precisar apoiar cada declaração com um juramento para torná-la mais crível.

      Em certas circunstâncias, porém, a lei mosaica exigia juramentos. (Êxo. 22:10, 11; Núm. 5:21, 22; Deu. 21:1-9) E o próprio Jesus não objetou a ser posto sob juramento pelo sumo sacerdote judaico. (Mat. 26:63, 64) Portanto, a declaração de Jesus a respeito de se jurar não pode ser usada como base para se condenar todos os juramentos. Mas, que espécie de juramento pode o cristão prestar sem ferir a sua consciência?

      Isto ele terá de decidir por si mesmo, comparando o juramento em questão com os princípios bíblicos. Jesus Cristo declarou: “Pagai de volta a césar as coisas de César, mas a Deus as coisas de Deus.” (Mat. 22:21) Portanto, o cristão não poderia jurar algumas coisa que exigiria dele fazer coisas contrárias à lei de Deus. Mas, não haveria objeção a ele prestar um juramento de ‘apoiar ou defender’ as provisões da lei que não estão em oposição à lei de Deus. O cristão reconhece que defender e apoiar ele a lei de César precisa estar dentro das limitações impostas pela Palavra de Deus. Ele pode ‘defender’ a lei por palavra, por sua conduta diária, e, em questões jurídicas, pelo seu testemunho no tribunal. Os cristãos são informados: “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores.” (Rom. 13:1) De modo que não haveria objeção a se fazer algo que já se tem a obrigação de fazer perante Deus.

      Muitos países esclarecidos, porém, reconhecem a razoabilidade da outra obrigação do cristão, de ‘dar a Deus o que é de Deus’. Neste respeito, a Constituição dos Estados Unidos bem como de muitas outras nações garante a liberdade de religião. Entende-se, assim, que não se exigirá do cristão fazer algo contrário às suas crenças religiosas e às suas obrigações para com Deus. Esta provisão não constitui perigo para o país, visto que os verdadeiros cristãos não se empenham em subversão; antes, esforçam-se a ser cidadãos exemplares e acatadores da lei.

      Visto que o verdadeiro cristão toma muito a sério sua adoração e sua relação com Deus, ele precisa exercer cuidado quanto a qualquer juramento que se requeira dele. Deve estar convencido na sua própria mente de que o juramento não constitui violação de sua consciência ou transigência na sua atitude neutra para com as nações políticas e suas controvérsias. (Veja Romanos 14:5.) Se, depois de pensar no assunto, achar que pode prestar determinado juramento, terá de arcar com a sua própria responsabilidade. Deve sempre lembrar-se da sua obrigação primária para com o Soberano Supremo, Jeová Deus, antes de se submeter a qualquer outra obrigação.

  • Uma carta da Nicarágua
    A Sentinela — 1973 | 1.° de agosto
    • Uma carta da Nicarágua

      POUCO depois do terremoto que devastou Manágua em fins do dezembro passado, recebeu-se a seguinte carta do irmão Witherspoon, superintendente da filial da Sociedade Torre de Vigia ali. Muitos dos leitores da Sentinela ficaram profundamente preocupados com o bem-estar de seus irmãos cristãos em Manágua, de modo que acharão de muito interesse o seguinte relatório datado de 25 de dezembro. Foi dirigido a N. H. Knorr, presidente da Sociedade Torre de Vigia (nos E. U. A.):

      “Eu pude ouvi-lo de modo bem claro na nossa conversa telefônica hoje de manhã. Muito obrigado, irmão Knorr, pelo seu amor e pela sua preocupação conosco, e agradecemos a Jeová a formação de tal organização de amor, desenvolvida por Ele neste período crítico do tempo. Foi rápida a ajuda que recebemos após o terremoto.

      “O primeiro e mais severo abalo sísmico que atingiu Manágua ocorreu por volta de 0,40 horas da madrugada do novo dia 23 de dezembro. Todos os missionários estavam dormindo. Quando parou, fomos rapidamente para o centro da rua lá fora. Mais dois abalos ocorreram pouco tempo depois. Em volta de nós caíam casas. Mas nós nem mesmo sofremos algum corte na pele. A cidade ficou coberta duma espessa nuvem de pó. Depois de esta se abater um pouco para deixar aparecer a lua minguando, obtivemos os primeiros vislumbres de nosso bairro. Não sabíamos então que em toda a Manágua a devastação era a mesma.

      “Nossos vizinhos estavam atordoados e calados. Daí, após um pouco de tempo, ouviram-se gritos de desespero e clamores. Meio quarteirão mais adiante, doze pessoas haviam ficado enterradas vivas numa colônia. O trabalho de socorro ficou dificultado por falta de ferramentas. Nos quarteirões vizinhos, a história era a mesma: Três pessoas enterradas aqui, uma ali, vinte mais a três quarteirões de distância. Estávamos cercados pela morte. Um clarão vermelho sobre a parte central da cidade dizia-nos que o terremoto fora seguido por incêndios. No frio amanhecer na cidade devastada, começamos a ver os horrores produzidos.

      “Nós nos preocupávamos com nossos irmãos cristãos, e, eles se preocupavam também conosco. Os missionários que eram superintendentes puseram-se a visitar os irmãos. Eu permaneci na filial, esperando relatórios e vendo o que seria necessário fazer. Os momentos ansiosos pareciam horas, ao passo que os relatórios chegavam aos pousos. Mas, o que parecia quase incrível, não se relatou a morte de nenhum dos irmãos. Entretanto, alguns de seus pais ou parentes perderam a vida, e uma pessoa que iria ser batizada na nossa assembléia de distrito esta semana perdeu quatro de seus filhos.

      “Em caso após caso, a história dos irmãos era a mesma. A casa simplesmente caiu por cima deles e eles tiveram de cavar para sair de lá do melhor modo possível. Muitos sofreram cortes e ferimentos, mas até agora não se relatou de ninguém que tivesse algum osso fraturado. O que ocupava mais a mente destes irmãos?

      “Bem, depois de perguntarem primeiro tudo a nosso respeito e a respeito dos outros irmãos, perguntavam desalentados como isto iria afetar a próxima assembléia de distrito, temendo que fosse cancelada — para eles esta era a maior tragédia, perder a assembléia. Nem pensavam na perda de seus lares ou dos bens materiais. Pode acreditar-me, irmão Knorr, isto deixa um nó na garganta.

      “Às dez horas da noite daquele mesmo dia do terremoto, menos de vinte e duas horas depois dele, chegou a primeira ajuda material dos irmãos de Honduras. Isto foi sábado à noite. Todos nos passamos a noite na rua, de fato, todos fizeram isso em Manágua. Os abalos continuaram durante toda a noite, alguns fortes, outros leves, mas nada se comparou em duração ou em força com o primeiro sismo na madrugada de sábado. Passamos uma noite muito desassossegada. Às 7 horas da manhã de domingo chegou o irmão Shepp (superintendente de filial) de Costa Rica com mais ajuda. Ele queria também saber de que se precisava, para poder voltar imediatamente e providenciar ajuda adicional. Depois de decidirmos quais as necessidades básicas, percorremos a cidade por duas horas e meia. Ficamos chocados com e que vimos. Manágua havia sido destruída. Na minha opinião, a filial da Sociedade era o prédio menos danificado em toda a cidade.

      “Antes do meio-dia de domingo, chegaram mais suprimentos de El Salvador. Lá também estavam ansiosos de saber de que precisavam, de modo que se

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar