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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1961 | 15 de agosto
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processo de divórcio, quando o instaurador do processo fixou os termos da ação de divórcio com o consentimento ou a anuência da parte divorciada. Este novo fator foi acrescentado desde o divórcio para validar a decisão do divórcio, não para cancelá-la. Isto é assim mesmo que seja o próprio que instaurou o divórcio quem comete o adultério depois do divórcio.
O adultério antes do divórcio não dissolve em si mesmo o laço marital. As relações sexuais podem continuar entre os legalmente casados, mesmo depois de tal adultério pré-divórcio. Até se decidir o divórcio e se instaurar o processo, todas as relações sexuais entre os legalmente casados, depois do adultério do marido infiel, anulam o adultério como sendo base para a ação de divórcio contra o cônjuge adúltero.
Entretanto, aquele que instaurou o processo de divórcio introduz pelo seu adultério depois do divórcio um elemento efetivo na situação, um elemento em que ele, mesmo não se estribou antes ao pedir divórcio de sua esposa inculpe. Ele introduz agora o adultério no assunto, embora este adultério seja o seu próprio. Por meio deste seu adultério depois do divórcio, ele coloca na mão da esposa inculpe, divorciada, algo biblicamente válido, que ela pode usar e aplicar contra o que iniciou o divórcio. Em tais circunstâncias, ela não precisa instaurar processo de divórcio, visto que o divórcio legal já está em vigor, separando-os segundo a lei. Mas o adultério faz então que a separação seja bíblica, e afeta realmente a dissolução de todos os laços maritais, e isto tanto perante Deus e a sua congregação cristã, como perante a lei do país. Com respeito ao divórcio não-bíblico, este efeito não existia antes de tal divórcio, visto que a mulher ainda era a esposa do cônjuge adúltero em razão do casamento legal então ainda existente.
Neste caso, se a congregação cristã não foi avisada em particular, de antemão, de que havia outra base para o divórcio, uma base realmente bíblica para o processo do divórcio, então o divórcio precisa ser considerado nos termos do processo de divórcio instaurado. O divórcio é válido em sua própria base, não numa possibilidade imaginária do que se poderia ter feito em caso de melhor conhecimento. Por isso, não é admissível nenhuma ação retroativa, além da base do divórcio realmente estipulada, que tenha por objetivo reajustar o alcance e o efeito do divórcio, para se harmonizar com o conhecimento adicional ou com a descoberta de evidência incriminatória. Este reconhecimento estrito dos termos do divórcio impede qualquer conluio entre os divorciados, que talvez concordem em falsificar algo como válido, que os livrasse das restrições impostas pelo fato de seu divórcio não ter sido bíblico.
As duras conseqüências do divórcio não-biblico recaem com o mesmo vigor sobre ambas as partes divorciadas. Portanto, as duras conseqüências dum divórcio não-bíblico devem erguer-se como aviso a qualquer prospectivo divorciado; no sentido de que considere primeiro as limitações e restrições, bem como os perigos resultantes de seu proceder não-bíblico, para ele próprio bem como para ó seu cônjuge inculpe. Não é a prerrogativa nem a obrigação da congregação cristã aliviar os divorciados das duras conseqüências do seu divórcio antibíblico. A congregação cristã, na sua tendência para a. misericórdia, não pode ir além do que está escrito na Palavra de Deus, e assim não pode tentar Inverter a situação, por fazer algo que ela não está autorizada a fazer. O homem que consegue um divórcio não-bíblico torna-se muito responsável para com o cônjuge inculpe, que não merece isso, visto que dificulta muito a sua vida e seu proceder quanto à moralidade, depois do divórcio. Se a mulher divorciada, inculpe, adota o proceder errado, a congregação cristã não é primariamente responsável por isso, por não ter sancionado seu fosse casamento antes da morte ou o adultério pós-divórcio de seu ex-marido. O egotista que iniciou o divórcio é o responsável, segundo as Escrituras. Tudo o que a congregação cristã pode fazer legitimamente é ajudar-lhe a endireitar-se moralmente, como cristã, para lhe fornecer toda a ajuda espiritual possível.
O marido infiel, por causa do seu adultério e pela falta de arrependimento antes do divórcio, poderia ser desassociado pela congregação cristã da qual pode ser membro batizado. Por ocultar da esposa e da congregação o seu próprio adultério, talvez adie apenas a desassociação por algum tempo. Se, em adição ao seu adultério oculto, ele instaura um processo de divórcio contra sua esposa inculpe, então ele mostra que não se arrependeu de seu adultério. Nem tem o perdão de sua esposa. Por isso precisa ser desassociado da congregação, quando os fatos se tornam conhecidos. Ao mal que praticou contra a sua esposa pelo adultério que ocultou dela, ele acrescenta empedernidamente o insulto de se divorciar dela quando ela não tem culpa. Por causa de sua impureza moral, da qual não está arrependido, segundo mostra seu proceder hipócrita, desamoroso, ele precisa ser desassociado da congregação cristã na base da evidência apresentada à comissão judicial da congregação.
● Por que permitiu Jeová que os israelitas sofressem duas vezes derrota diante da tribo de Benjamim antes de lhes permitir que aplicassem a punição a esta tribo, por causa do crime dela em Gibeá? (Juízes 20) — P. G., Escócia.
Juízes, capítulo 19, conta como certos patifes de Gibeá abusaram duma mulher a noite inteira, de modo que na manhã seguinte ela estava morta. O povo de Gibeá cometeu então o crime atroz de tolerar este pecado dos habitantes da sua cidade. A tribo de Benjamim foi também culpada neste respeito; ela recusou dar ouvidos às exigências do resto das tribos, no sentido de que os patifes fossem mortos. Esta condição imoral punha em dúvida a fidelidade do resto das tribos do povo escolhido de Deus.
A matança de tantos deles, no princípio, impôs uma grande prova às tribos fiéis, especialmente com respeito à justeza de sua causa. Ao permitir que as tribos fiéis sofressem tais perdas, quarenta mil homens em dois dias, Jeová as estava experimentando para ver se persistiriam neste esforço decidido de desarraigar de Israel esse grande mal, visto que lhes causou perdas tão grandes.
Os milhares de fiéis que morreram por causa da campanha punitiva morreram numa causa justa. Os sobreviventes que ganharam a vitória vindicaram-se perante Jeová Deus e perante todos os leitores de sua Palavra. Esta vindicação valia o custo, e a nação de Israel foi expurgada duma maldade moral muito degradante.
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24 de setembro: Encontrando Alegria Para a Vida Eterna. Página 485.
1.° de outubro: Apegue-se à Sua Alegria? Página 493.
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