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    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • Jesus sofreria por parte de um associado íntimo (Sal. 41:9; João 13:18), o qual, segundo predito, seria substituído. (Sal. 69:25; 109:8; Atos 1:20) Até mesmo fora predita a tomada de posição contra Jesus, por parte dos governantes (Herodes e Pôncio Pilatos), junto com homens das nações (tais como os soldados romanos) e com povos de Israel (Sal. 2:1, 2; Atos 4:24-28), assim como o fora sua rejeição pelos edificadores religiosos judeus. (Sal. 118:22, 23; Mat. 21:42; Mar. 12:10, 11; Atos 4:11) E falsas testemunhas testificaram contra ele, conforme escrito de antemão no Salmo 27:12. — Mat. 26:59-61.

      Ao chegar ao local em que seria pregado na estaca, ofereceu-se a Jesus vinho misturado com fel. (Sal. 69:21; Mat. 27:34) Fazendo uma alusão profética ao próprio ato de pregar na estaca, escreveu o salmista: “Cercaram-me cães; rodeou-me a assembléia dos próprios malfeitores. Iguais a um leão atacam as minhas mãos e os meus pés.” (Sal. 22:16) Os soldados romanos distribuíram as roupas de Jesus por lançarem sortes. (Sal. 22:18; Mat. 27:35; Luc. 23:34; João 19:24) Seus inimigos religiosos zombaram dele, utilizando as palavras registradas pelo salmista. (Sal. 22:8; Mat. 27:41-43) Sofrendo intensa sede, Jesus solicitou algo para beber. (Sal. 22:15; João 19:28) Novamente lhe ofereceram vinho acre. (Sal. 69:21; Mat. 27:48; João 19:29, 30) Pouco antes de morrer, Jesus, citando o Salmo 22:1, bradou: “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” (Mat. 27:46; Mar. 15:34) Exalando seu último suspiro, baseou-se no Salmo 31:5 ao dizer: “Pai, às tuas mãos confio o meu espírito.” (Luc. 23:46) Como o salmista dissera mais adiante, nenhum dos seus ossos fora quebrado. — Sal. 34:20; João 19:33, 36.

      Embora colocado num túmulo, Jesus não foi abandonado no Hades, nem a sua carne viu a corrupção, mas foi ressuscitado dentre os mortos. (Sal. 16:8-10; Atos 2:25-31; 13:35-37) Uma vez tendo ascendido ao céu, sentou-se à direita de Deus, aguardando até que seus inimigos fossem colocados como escabelo de seus pés. (Sal. 110:1; Atos 2:34, 35) Ele também se tornou sacerdote segundo a maneira de Melquisedeque (Sal. 110:4; Heb. 5:6, 10; 6:20; 7:17, 21) e deu dádivas em forma de homens. (Sal. 68:18; Efé. 4:8-11) Todos estes pormenores foram profetizados nos Salmos. A vinda de Jesus no papel de executor de Deus para despedaçar as nações é ainda futura. (Sal. 2:9; Rev. 2:27; 19:14, 15) Depois disso, Cristo, qual Rei, trará bênçãos duradouras a seus súditos leais. Embora escrita originalmente com respeito a Salomão, a descrição de seu governo, no Salmo 72, aplica-se em grau ainda maior ao Messias. A profecia de Zacarias (9:9, 10) testifica este fato, ecoando o Salmo 72:8, e é aplicada a Cristo Jesus. — Mat. 21:5.

      Quanto a outros cumprimentos do livro de Salmos, compare o Salmo 45 com Hebreus 1:8, 9; Revelação 19:7-9, 11-15; 21:2, 9-11.

      MAIS DO QUE LINDA POESIA

      Além de apontar para eventos futuros, os salmos contêm muita coisa da qual se pode derivar encorajamento e que nos pode servir de guia. Os salmos são mais do que linda poesia. Apresentam a vida como ela realmente é  — as alegrias, as tristezas, os temores e os desapontamentos. Por todos os salmos, há evidência do relacionamento íntimo dos salmistas com Jeová Deus. E as atividades e as qualidades de Deus são nitidamente colocadas em foco, motivando expressões de louvor e de agradecimento.

      Mostra-se que a verdadeira felicidade provém de se evitar a associação com os iníquos, de deleitar-se na lei de Jeová (1:1, 2), de refugiar-se em seu ungido (2:11, 12), de confiar em Jeová (40:4), de agir em consideração para com os humildes (41:1, 2), de receber a correção de Jeová (94:12, 13), de se obedecer a Seus mandamentos (112:1; 119:1, 2) e de tê-lo como Deus e Ajudador. — 146:5, 6.

      Admoesta-se-nos a ter confiança em Jeová. “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová, e ele mesmo te susterá. Nunca permitirá que o justo seja abalado.” (55:22; 37:5) Tal confiança elimina o temor dos homens. —  56:4,  11.

      Para se obter a aprovação divina, incentivam-se a espera em Deus (42:5,  11; 43:5), e a linguagem e a ação corretas. (1:1-6; 15:1-5; 24:3-5; 34:13, 14; 37:3, 4, 8,  27; 39:1; 100:2) Dá-se ênfase ao valor das boas associações. (18:25, 26; 26:4, 5) E se dão conselhos para não se invejar a prosperidade ou o êxito das pessoas iníquas, pois elas perecerão. —  37:1, 2,   7-11.

      Os salmos indicam que os servos de Deus podem orar corretamente pedindo coisas, tais como a salvação ou a libertação (3:7, 8; 6:4; 35:1-8; 71:1-6), o favor (4:1; 9:13), a orientação (5:8; 19:12-14; 25:4, 5; 27:11; 43:3), a proteção (17:8), o perdão de pecados (25:7,  11, 18; 32:5, 6; 41:4; 51:1-9), para se ser examinado, refinado (26:2) e julgado (35:24; 43:1), para que lhe sejam ensinados a bondade, a sensatez, o conhecimento e os regulamentos de Deus (119:66, 68, 73, 124, 125, 135), para se ter um coração puro e um espírito novo e firme (51:10), e para que Deus glorifique Seu nome. — 115:1.

      Sublinha as atividades e as qualidades de Deus

      Os salmos realçam o apreço por Jeová Deus, cuja existência somente o insensato negaria. (14:1; 19:7-11; 53:1) Revelam a Jeová como sendo alguém que “ama a justiça e o juízo” (33:5), como sendo um “refúgio e força, uma ajuda encontrada prontamente durante aflições”. (46:1) Ele é um Juiz justo (7:11; 9:4,  8), o Criador (8:3; 19:1; 33:6), Rei (10:16; 24:8-10), Pastor (23:1-6) e Instrutor (25:9,  12), o Provisor tanto dos homens como dos animais (34:10; 147:9), o Salvador ou Libertador (35:10; 37:39, 40; 40:17; 54:7), e a Fonte da vida (36:9) e do conforto (86:17), da bênção e da força. — 29:11.

      Jeová ‘não se esquece do clamor dos atribulados’ (9:12; 10:14), mas responde às orações de seus servos (3:4; 30:1, 2; 34:4, 6,  17, 8), recompensando-os e protegendo-os. (3:3, 5, 6; 4:3, 8; 9:9, 10; 10:17, 18; 18:2, 20-24; 33:18-20; 34:22; veja 34:7 a respeito da proteção angélica.) Ele odeia a iniqüidade e age contra os malfeitores. — 5:4-6,  9, 10; 9:5, 6, 17, 18; 21:8-12; 99:8.

      Mostra-se Jeová como sendo atemorizante (76:7) e grande (77:13), todavia humilde (18:35); ele é santo (99:5) e viceja em bondade (31:19) e poder. (147:5) Ele é “misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e veracidade”. (86:15) É impossível narrar-se o Seu entendimento (147:5) e suas obras criativas revelam sua sabedoria. (104:24) Ele conta o número de estrelas e chama a todas pelos seus nomes. (147:4) Ele consegue ver até mesmo o embrião humano. (139:16) Pode curar todas as enfermidades. (103:3) Pode fazer cessar as guerras, por destroçar o equipamento bélico do inimigo. (46:9) Ele tem atuado em muitos acontecimentos da História, na promoção de seu propósito justo. (44:1-3; 78:1-72; 81:5-7; 105:8-45; 106:7-46; 114:1-8; 135:8-12; 136:4-26) Na verdade, tal Deus merece louvores e agradecimentos. (92:1; 96:1-4; 146 a 150) Seria tolice confiar nos homens (60:11; 62:9), nas riquezas (49:6-12,  17) ou nos ídolos. — 115:4-8; 135:15-18.

      Considera o valor da palavra de Deus

      Os salmos também ensinam a se ter apreço pela palavra de Deus. Mostra-se que as declarações de Jeová são puras (12:6) e refinadas. (18:30) Sua lei é preciosa (119:72) e é a verdade. (119:142) Benefícios duradouros resultam de se observar sua lei perfeita, suas advertências fidedignas, suas ordens retas, seus mandamentos puros e suas justas decisões judiciais. (19:7-11) A palavra de Deus serve para iluminar a vereda da pessoa (119:105), e Seus mandamentos tornam a pessoa sábia e lhe dão perspicácia e entendimento. — 119:98-100, 104.

      Esclarece e suplementa outros textos

      Às vezes, o livro de Salmos esclarece ou suplementa outras partes da Bíblia. Mostra que o ‘atribular uma pessoa a sua alma’, conforme era feito pelos israelitas no Dia da Expiação (Lev. 16:29; 23:27; Núm. 29:7), dizia respeito ao jejum. (Sal. 35:13) Apenas o salmista fala do grave tratamento dispensado, pelo menos inicialmente, a José, enquanto estava preso no Egito: “Atribularam-lhe os pés com grilhetas, sua alma entrou em ferros.” (105:18) Aprendemos, dos salmos, que “delegações de anjos” estavam envolvidas em trazer as pragas sobre o Egito (78:44-51), e que, no deserto, as águas miraculosamente providas “foram através das regiões áridas como um rio” (105:41), assim fornecendo-se um suprimento de água amplo e facilmente acessível à nação de Israel e aos seus muitos animais domésticos. Os salmos fornecem evidência de que o próprio Faraó morreu no mar Vermelho. — 136:15.

      O Salmo 60 (epígrafe, Vv. 1, 3,  9) indica que os israelitas provaram reveses e grandes dificuldades antes de derrotarem os edomitas, no vale do Sal. Isto sugere que os edomitas invadiram Judá enquanto a nação guerreava, no N, contra as forças de Arã-Naaraim e Arã-Zobá.

      O Salmo 101 revela o modo como Davi administrava os assuntos de Estado. Para serem seus servos, Davi apenas escolhia pessoas fiéis. Ele não conseguia suportar indivíduos arrogantes e não tolerava a calúnia. Diariamente se preocupava em levar os iníquos às barras da justiça.

      Para obter informações adicionais, examine o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 97-102.

  • Salomão
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SALOMÃO

      [pacífico].

      Filho do Rei Davi, da linhagem de Judá. Rei de Israel de 1037 a 997 AEC. O registro bíblico, depois de narrar a morte do filho que nascera a Davi, por meio de suas relações ilícitas com Bate-Seba, continua: “E Davi começou a consolar Bate-Seba, sua esposa. Além disso, entrou a ela e deitou-se com ela. Com o tempo ela lhe deu à luz um filho, e ele veio a ser chamado pelo nome de Salomão. E o próprio Jeová o amava. De modo que, por meio de Natã, o profeta, mandou chamá-lo pelo nome de Jedidias, por causa de Jeová.” (2 Sam. 12:24, 25) Salomão posteriormente veio a ter três irmãos bilaterais, filhos de Davi e Bate-Seba: Siméia, Sobabe e Natã. — 1 Crô. 3:5.

      A PROMESSA DE JEOVÁ A DAVI

      Jeová havia declarado a Davi, antes do nascimento de Salomão, que lhe nasceria um filho e que seu nome seria Salomão, e que este edificaria uma casa para o Seu nome. O nome Jedidias (“amado de Jah [Jeová]”) parece ter sido dado como indicação a Davi de que Jeová tinha então abençoado seu casamento com Bate-Seba, e que Ele aprovava os frutos desse casamento. Mas este não era o nome pelo qual o menino era comumente conhecido. Sem dúvida, o nome Salomão (“pacífico”) aplicava-se em relação ao pacto que Jeová fez com Davi, e no qual ele disse que Davi, sendo um homem que derramara muito sangue em guerras, não construiria a casa para Jeová, como Davi tinha fixado o seu coração em fazer. (1 Crô. 22:6-10) Não que as guerras travadas por Davi fossem erradas. Mas, o reino típico de Jeová era essencialmente de natureza e de objetivo pacíficos; suas guerras visavam eliminar a iniqüidade e os que se opunham à soberania de Jeová, estender o domínio de Israel até os limites fixados por Deus, e estabelecer a justiça e a paz. As guerras de Davi atingiram estes objetivos quanto a Israel. A

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