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  • Voe a Lião sobre rodas!
    Despertai! — 1983 | 22 de junho
    • surgiram com um trem inclinante, que se inclina como uma motocicleta nas curvas, destarte aumentando em 20 a 40 por cento a velocidade máxima em comparação com os trens mais rápidos que atualmente usam essas linhas.

      Os japoneses de modo algum ficaram para trás, pois planejam ampliar sua rede de trens de alta velocidade Shinkansen, que já correm a 210 quilômetros por hora. Enfrentando problemas climáticos nas regiões mais frias, até mesmo imaginaram um sistema de borrifar os trilhos com água quente a fim de manter serviços ininterruptos.

      Mas, no presente, é a França a detentora do troféu de possuir o mais rápido serviço de trens de passageiros. Assim, se vier a França algum dia e desejar ir ao sul, quer a negócios, quer a passeio, não se esqueça de que você pode voar a Lião — sobre rodas!

  • Fascinante relacionamento
    Despertai! — 1983 | 22 de junho
    • Fascinante relacionamento

      Existe certo tipo de borboleta que tem um fascinante relacionamento com formigas vermelhas. Como assim?

      No início do verão (setentrional) a fêmea da grande borboleta azul européia (Maculinea arion) põe seus ovos nas flores de tomiIho silvestre. No decurso de duas mudanças de pele, a lagarta saída do ovo alimenta-se principalmente dessas flores. Depois, desce ao chão para procurar algo diferente.

      Ao ser localizada por uma formiga vermelha, essas duas criaturas agem como se já se conhecessem. Com suas antenas e patas a formiga passa a afagar a lagarta. Em resultado é segregada uma gota de uma substância doce (maná) de um poro no décimo segmento da lagarta. A formiga suga-a avidamente, e por fim outras formigas participam na festa.

      Quando os segmentos do tórax da lagarta ficam estufados, a formiga original considera isso como senha de que deve transportar sua nova conhecida ao ninho das formigas. Ela segura a lagarta com as suas garras, logo atrás dos segmentos dilatados. Daí, por um bom tempo, a habitação da lagarta é um compartimento ocupado por jovens larvas de formiga, seu novo alimento. Por sua vez, as formigas obtêm o desejado maná.

      O período de pupa da lagarta começa na primavera do ano seguinte, e três semanas depois uma borboleta adulta com asas flácidas e enrugadas, sai rastejando pelas galerias do ninho de formiga. Nenhuma formiga interfere. Fora, à luz do sol, o processo de firmar as asas da borboleta para vôo é completado.

      O extraordinário relacionamento entre formigas e essa variedade específica de borboleta suscita perguntas difíceis para os que aceitam a teoria da evolução. Como poderia a formiga saber a respeito do poro no décimo segmento da lagarta, e o que levaria este a segregar maná? Como poderia a lagarta saber o que seria necessário para se preparar para ser carregada por uma formiga? Por que permitiriam as formigas que a borboleta adulta saísse rastejando livremente de seu ninho? Essas perguntas têm respostas quando se aceita a veracidade das palavras: “Deus passou a criar . . . toda criatura voadora alada . . . e todo animal movente do solo segundo a sua espécie.” (Gênesis 1:20-25) Sim, está envolvido não o acaso cego, mas projeto intencional.

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