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  • A segurança que nem o dinheiro pode comprar
    A Sentinela — 1968 | 15 de julho
    • deixando um rastro de edifícios destruídos e enchentes. Naquele tempo, os ministros-presidentes das congregações das testemunhas de Jeová ali organizaram imediatamente uma “contagem por cabeça” para ver quem precisava de ajuda. Ainda que 80 por cento dos telefones não funcionassem, e tivessem de passar pela água e destroços que amiúde continham cobras, chegaram a incluir cada um de seus irmãos espirituais na contagem!

      Nessa ocasião, milhares de pessoas necessitadas de ajuda foram recebidas nos lares de co-Testemunhas. E, de todo o país seus irmãos espirituais enviaram ajuda na forma de milhares de dólares, alimento, roupa e outros itens necessários. Um dos que receberam tal ajuda disse: “O que me impressionou foi o amor que os irmãos demonstraram em juntar todas essas coisas para ajudar a todos nós. Foi certamente uma demonstração de verdadeiro amor.” Sim, tais cristãos em Nova Orleães e na vizinhança sentiam profundíssima apreciação do privilégio de ajudar seus irmãos no Texas e no México que foram afetados pelo “Beulá”!

      Daí, também, quando os motins irromperam no verão setentrional passado nas cidades estadunidenses, nos casos em que isto foi necessário, os ministros das testemunhas de Jeová entraram em contato cora seus irmãos espirituais e lhes disseram que permanecessem em casa. Foram feitos arranjos para que alimentos e outros itens fossem levados a eles, de modo que a maioria evitasse expor-se ao perigo. E, em Detroit, quando uma das testemunhas de Jeová viu sua casa ser destruída pelo fogo, foi prontamente mudada para outro lugar e os irmãos cristãos dela contribuíram alimento, roupa e dinheiro até que ela pôde cuidar de suas necessidades.

      JEOVÁ SEMPRE PROVÊ

      No entanto, até mesmo quando concristãos não estão disponíveis para prestar ajuda, Deus cumpre sua promessa de prover segurança para seus servos. Pode abrir o coração de qualquer pessoa quando surge a necessidade. É por isso que o salmista pôde observar: “Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão.” — Sal. 37:25, Al.

      Jeová se deleita de forma especial em prover as necessidades daqueles que são pregadores de tempo integral de Seu reino. Ao devotarem a vida à obra de Deus, voltam-se para Deus para prover as coisas, conforme prometeu. Jamais ficam desapontados. É por isso que Jesus disse: “Buscai continuamente o . . . Reino [de Deus], e estas coisas vos serão acrescentadas.” — Luc. 12:31.

      Portanto, quando a pessoa busca a Deus e o serve, Deus promete cuidar dessa pessoa, prover-lhe as coisas. Não que proverá riquezas materiais agora, pois não prometeu isso. Jesus não incentivou seus discípulos a orar pedindo uma grande conta bancária. Ensinou-lhes a orar a Deus: “Dá-nos hoje o nosso pão para este dia.” (Mat. 6:11) É no novo sistema de Deus que Ele derramará uma chuva de prosperidade material. Então, todos os habitantes da terra usufruirão as boas coisas que Deus tem em reserva para aqueles que o amam.

      Até que venha esse tempo, a atitude correta é a que possuía o apóstolo Paulo ao declarar: “Tendo sustento e com que nos cobrir, estaremos contentes com estas coisas.” (1 Tim. 6:8) Mas, também disse: “É meio de grande ganho, esta devoção piedosa junto com a auto-suficiência.” (1 Tim. 6:6) Sim, assimilar conhecimento de Deus, e, daí, servir a Ele, traz o maior lucro possível. Traz muitos irmãos espirituais que realmente se preocupam com o leitor, e profundamente o fazem. E traz a amizade e o cuidado de Deus. Essa é a segurança que o dinheiro não pode comprar, a segurança que somente Deus pode dar.

      Tal segurança tampouco é temporária. Continuará para sempre. Aqueles que servem a Deus agora terão a aprovação de Deus e serão preservados vivos para a Sua nova ordem em que, em toda a terra, promete Jeová, “da terra tirarei o arco, e a espada, e a guerra, e os farei deitar em segurança”. — Osé. 2:18, Al.

  • As igrejas representam mal a Deus!
    A Sentinela — 1968 | 15 de julho
    • As igrejas representam mal a Deus!

      SE FOR uma das 960 milhões de pessoas que consideram as igrejas da cristandade como representantes de Deus, talvez fique abalado com a declaração intrépida de que o representam mal. Por sua experiência pessoal, talvez não entenda como isso poderia acontecer, mas, permita-nos apresentar alguns fatos. Se não estiver temeroso da verdade, o leitor os considerará.

      O nome pessoal de Deus aparece como quatro letras no trecho da Bíblia que foi escrito originalmente em hebraico. As igrejas sabem o que estas quatro letras representam. Até mesmo as colocaram em muitos de seus edifícios por todo o mundo, como a Capela de São Paulo na cidade de Nova Iorque, na Basílica de S. Vítor em Varese, Itália, e na igreja mais antiga de Paris, Saint Germain des Près, para mencionar alguns. Embora conhecendo o nome pessoal de Deus, as igrejas o mantiveram afastado do povo por suprimi-lo. Até mesmo fizeram isto em suas traduções da Bíblia.

      TÍTULOS SUBSTITUTOS

      Sempre que as quatro letras hebraicas para o nome de Deus aparecem nos manuscritos hebraicos da Bíblia, as igrejas quase que invariavelmente o substituíram pelo título “Senhor” em suas traduções. Em português, as letras para o seu nome são JHVH ou IHVH. Como se pode obter disso a palavra Senhor? Nem mesmo tem a aparência remota do nome pessoal de Deus, que, com o acréscimo das vogais, é Jeová, ou, como alguns preferem, Iavé ou Javé.

      As organizações eclesiásticas produziram a Versão Rei Jaime da Bíblia (em inglês) e a Versão Soares, católica. A Versão Rei Jaime traduz o nome de Deus como Jeová apenas quatro vezes por si mesmo e apenas três vezes em combinação com o nome de um lugar ou altar, dentre as mais de 6.800 vezes que as letras para o Seu nome aparecem no hebraico. (Êxo. 6:3; Sal. 83:18; Isa. 12:2; 26:4; Gên. 22:14; Êxo. 17:15; Juí. 6:24) A Versão Soares não o traduz como Jeová nem sequer uma vez. Ambas usam o título indistinto “Senhor” ou “Deus” em lugar do seu nome, assim mudando o que a Bíblia realmente diz em seus idiomas originais. Ao passo que mantém o povo ignorante do nome de Deus, a igreja católica reconhece o nome em The Catholic Encyclopedia. Sua edição de 1910, no Volume 8, na página 329, afirma: “Jeová, o nome próprio de Deus no Velho Testamento.”

      Muito embora “Jeová” talvez não seja a forma em que os hebreus originalmente pronunciavam o nome, isso não é argumento válido para não o usar. O nome “Jeová” preserva as quatro letras que representam o nome de Deus em hebraico e há muito tem sido reconhecido como seu nome pessoal. Distingue-o dos milhões de deuses feitos pelo homem, tais como os 330 milhões de deuses da Índia, o que não se pode dizer do título comum “Senhor”. Ao passo que rejeitam o nome Jeová, afirmando que não é a pronúncia exata hebraica do nome de Deus, as igrejas incoerentemente usam o nome próprio Jesus, embora essa não seja a exata

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