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  • Madagáscar nega a liberdade de adoração
    A Sentinela — 1971 | 1.° de agosto
    • a recuperar seus “direitos fundamentais” de adorar a Deus segundo os ditames de sua consciência, convidamo-lo a escrever respeitosamente ao embaixador da República Malgaxe em seu país e às autoridades governamentais em Madagáscar.

      Pode-se pedir que as autoridades governamentais investiguem os fatos: Que as testemunhas de Jeová são conhecidas em toda a terra como cristãos que não se metem na política; que em toda a parte respeitam o país em que vivem e que elas provam isso. Como? Por não defraudarem o governo nos impostos, por não tramarem contra os governantes, nem se empenharem nas lutas políticas, e por edificarem a comunidade pelo ensino dos elevados princípios de moral da Bíblia.

      Talvez queira rogar as autoridades a dar ouvidos à advertência feita aos perseguidores religiosos dos apóstolos de Jesus Cristo: “Não vos metais com estes homens, mas deixai-os em paz; (porque, se este desígnio ou esta obra for de homens, será derrubada; mas, se for de Deus, não podereis derrubá-los;) senão podereis talvez ser realmente achados como lutadores contra Deus.” — Atos 5:38, 39.

      A Constituição da República Malgaxe fala em ‘afirmar sua crença em Deus’. No seu apelo, talvez queira instar com elas, se realmente for o caso, de deixarem de travar uma luta perdida contra Jeová Deus. Seu apelo escrito poderá pedir que o mais brevemente possível se dê a notícia no mundo inteiro de que a República Malgaxe revogou sua proscrição das testemunhas cristãs de Jeová e se dignificou novamente por conceder a estes cristãos pacíficos a liberdade religiosa ‘garantida’ pela Constituição malgaxe.

      Os amantes da liberdade de adoração, depois deste apelo, aguardarão ansiosamente a resposta das autoridades governamentais, não apenas pela palavra escrita, mas principalmente pela ação favorável do governo da República Malgaxe perante o tribunal do Deus Todo-poderoso.

  • Espere a recompensa da parte de Deus
    A Sentinela — 1971 | 1.° de agosto
    • Espere a recompensa da parte de Deus

      FAZER o que é direito e servir a Deus com a esperança de receber uma recompensa não é absolutamente egoísta. Não priva nem a Deus nem a qualquer outra criatura humana daquilo que lhe cabe de direito. De fato, Jeová Deus, como Deus de justiça e amor, obriga-se a recompensar os que o servem. — Heb. 6:10.

      Requer fé servir a Jeová Deus com a esperança de uma recompensa da parte dele. Este é o motivo por que poucos hoje professam servir a Deus. Tal fé é em si mesma uma virtude. Longe de ser egoísta, é apenas uma questão de se ser grato, de se reconhecerem as bênçãos que Deus oferece sob a condição de se ser obediente e de se fazer o que é direito. — Luc. 18:8; 2 Tes. 3:2.

      Por isso, a Palavra de Deus incentiva muito a que se faça o que é direito, com a esperança de uma recompensa da parte de Jeová. Típico neste respeito é o que ela conta sobre certa jovem viúva moabita, Rute. Por ela ter tomado sua posição ao lado de Jeová Deus, o Deus de sua sogra Noemi, e por ter cuidado bem de Noemi, um parente de sua sogra lhe disse: “Jeová recompense teu modo de agir e haja para ti um salário perfeito da parte de Jeová, o Deus de Israel, debaixo de cujas asas vieste refugiar-te.” — Rute 2:12.

      Que esta oração (que de fato era) mostrou ser apropriada no caso de Rute se pode ver do afeto e da determinação que ela expressou para com sua sogra: “Não instes comigo para te abandonar, para recuar de te acompanhar; pois, aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pernoitares, pernoitarei eu. Teu povo será o meu povo, e teu Deus, o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e ali serei enterrada. Assim me faça Jeová e assim lhe acrescente mais, se outra coisa se não a morte fizer separação entre mim e ti.” E Rute foi recompensada ricamente pelo seu nobre proceder. Tornou-se a esposa feliz de Boaz, homem temente a Deus e próspero, e também antepassada do Rei Davi e de Jesus Cristo. Até mesmo um dos livros da Bíblia leva o seu nome! — Rute 1:16, 17.

      ‘Jeová o recompensará.’ Que idéia feliz, que idéia fortalecedora da fé! E quem pode esperar receber tal recompensa? Não os que praticam a iniqüidade. Deus recompensa apenas os que o reconhecem como seu Deus e se esforçam a agradar a ele. Rute tinha esta disposição mental, conforme mostram claramente as suas palavras a Noemi. Em que sentido seria isso egoísta, quando a Palavra de Deus nos diz que para agradarmos a Jeová Deus temos de crer não só que ele existe, mas que também é “recompensador dos que seriamente o buscam”? — Heb. 11:6.

      Pais e filhos, maridos e esposas, empregados e patrões, superintendentes, servos ministeriais e membros individuais da congregação cristã precisam todos desincumbir-se de certas obrigações. Às vezes talvez pensem que não estão sendo apreciados e que estão sendo explorados. Por outro lado, pode parecer que suas tarefas são tediosas, monótonas, frustradoras e com pouca ou nenhuma esperança de melhora. Ao passo que os que não têm fé em Deus amiúde se sentem tão frustrados e ressentidos que causam distúrbios e se empenham em outros atos de violência, os cristãos não têm motivos para isso. Antes, se não puderem mudar a situação, se não puderem melhorar a sua sorte de modo honroso, por apelos à razão e de modo pacífico, ainda se podem consolar. Consolar com quê? Com a idéia de que, por fazerem o que é direito, estão agradando a Jeová Deus e serão recompensados por ele tanto agora, como no futuro.

      Recompensados já agora? Como? talvez pergunte. Um dos modos em que Deus recompensa quando se faz o que é direito é por meio dos seus anjos. Os que servem a Jeová Deus têm sido vez após vez recebedores de bênçãos que só podem ser explicadas como sendo uma resposta às suas orações e como procedendo diretamente de Jeová Deus, mediante seus anjos. Por outro lado, o espírito santo de Jeová Deus é o instrumento usado por ele para recompensar seus servos fiéis. E amiúde Deus põe na mente e no coração de alguns dos seus fiéis servos terrestres mostrarem bondade com outros servos, como que recompensando-os assim. A recompensa de Rute, da parte de Jeová, veio por intermédio dum agente humano, do parente de sua sogra Noemi, a saber, Boaz. — Rute 4:9-17.

      Que os servos de Jeová podem deveras esperar tais bênçãos de seu Deus é evidente da promessa encontrada em Provérbios 10:22: “A bênção de Jeová — esta é o que enriquece, e ele não lhe acrescenta dor alguma.” Ademais, não disse Jesus que, se seus seguidores buscassem primeiro o reino de Deus e a Sua justiça, todas as outras coisas necessárias lhes seriam acrescentadas? De fato, disse isso! — Mat. 6:33.

      Ainda outra recompensa de que se pode dizer que Jeová Deus a dá atualmente àqueles dos seus servos que deveras procuram agradá-lo é a paz mental, com contentamento e felicidade, que certamente não são “salário” mesquinho. Sim, a “devoção piedosa junto com a auto-suficiência” é grande ganho. (1 Tim. 6:6) É deveras um estado mental feliz poder-se dizer assim como o apóstolo Paulo: “Aprendi a ser auto-suficiente em qualquer circunstância em que esteja”, quer dizer, a estar contente. Lemos, pois, a respeito do patriarca Abraão, que serviu a Jeová Deus até à idade de 175 anos, que ele morreu “idoso e satisfeito”. — Fil. 4:11; Gên. 25:8.

      Hoje também é verdade que Jeová Deus recompensa os seus servos fiéis. De fato, centenas de milhares de fiéis testemunhas cristãs de Jeová podem atestar isso. Uma prova disso se pode ver nas histórias de sua vida, publicadas na revista A Sentinela. E também se pode ver uma prova disso nos seus grandes congressos, onde a sua felicidade é tão notável, por causa de seu grande número.

      E depois, naturalmente, há também a esperança de uma recompensa futura, recompensa repetidas vezes oferecida nas Escrituras. Jesus assegurou aos seus seguidores que se lhes “pagará de volta na ressurreição dos justos”. E o apóstolo Paulo assegurou isto aos cristãos na conclusão de sua forte exposição da ressurreição, dizendo: “Conseqüentemente, meus amados irmãos, tornai-vos constantes, inabaláveis, tendo sempre bastante para fazer na obra do Senhor, sabendo que o vosso labor não é em vão em conexão com o Senhor.” De modo similar, ele disse aos escravos cristãos nos seus dias: “O que for que fizerdes, trabalhai nisso de toda a alma como para Jeová, e não como para homens, pois sabeis que é de Jeová que recebereis a devida recompensa da herança.” — Luc. 14:14; 1 Cor. 15:58; Col. 3:23, 24.

      Não há dúvida de que Jeová Deus recompensa os que se apegam aos seus princípios e que fazem o que lhe agrada. Eles têm recompensas atuais e podem esperar recompensas futuras, no seu tempo devido. Isto não é ser egoísta, mas apenas se acredita na palavra de Jeová Deus, assim como Josué lembrou aos israelitas: “Não falhou nem uma única de todas as boas palavras que Jeová, vosso Deus, vos falou. Todas elas se cumpriram para convosco.” (Jos. 23:14) Portanto, espere com fé pela sua recompensa da parte de Jeová Deus!

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1971 | 1.° de agosto
    • Perguntas dos Leitores

      ● Ezequiel 29:1-16 indica que o Egito ficaria desolado por quarenta anos. Aconteceu isso realmente? — E. U. A.

      Esta desolação do Egito talvez tenha ocorrido após a conquista do Egito por Nabucodonosor. A queda do Egito já fora declarada pelo profeta de Jeová, Jeremias. (Jer. 25:17-19) Ela começou com a derrota decisiva do Egito em Carquemis, junto ao rio Eufrates, infligida pelos babilônios sob Nabucodonosor, na primeira parte de 625 A. E. C. Este acontecimento é descrito em Jeremias 46:2-10, bem como nas Crônicas Babilônicas.

      Nabucodonosor se apossou a seguir da Síria e da Palestina, e Judá se tornou estado vassalo de Babilônia. (2 Reis 24:1) O Egito fez pelo menos uma última tentativa de continuar como potência na Ásia. O faraó governante (que se acredita ter sido Hofra) veio a Canaã em resposta ao pedido de apoio militar, feito pelo rei judeu Zedequias, na sua revolta contra Babilônia, em 609-607 A. E. C. Conseguindo apenas um levantamento temporário do sítio babilônico, as tropas egípcias se viram obrigadas a retirar-se, e Jerusalém ficou entregue à sua destruição. — Jer. 37:5-7; Eze. 17:15-18.

      Apesar dos fortes avisos de Jeremias (Jer. 42:7-22), o restante da população de Judá fugiu mais tarde para o Egito em busca de santuário. (Jer. 24:1, 8-10) Mas o cumprimento das profecias de Jeová apanhou os refugiados israelitas quando Nabucodonosor marchou contra o Egito e conquistou o país.

      Sobre isso, as palavras proféticas de Jeová declararam: “E ele [Nabucodonosor] terá de entrar e golpear a terra do Egito. Quem estiver destinado para a praga mortífera, ficará para a praga mortífera,

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