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  • Ano Sabático
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    • mas a observância plena desse pacto resultaria em grandes bênçãos. (Lev. 26:3-13) Deus prometera fazer bastantes provisões na colheita do sexto ano, a fim de suprir alimentos para dois anos, desde o sexto até a colheita do oitavo, porque não se podiam realizar culturas no sétimo; portanto, não haveria colheita senão no oitavo ano. (Lev. 25:20-22) Quando Israel entrou na Terra Prometida, sob Josué, seis anos foram empregados em subjugar as nações de Canaã e na distribuição das heranças de terra. Naturalmente, durante esse tempo, Israel só pôde empreender algumas culturas, se é que o pôde, mas havia alguns alimentos provenientes das safras cananéias. (Deut. 6:10, 11) O sétimo ano foi um sábado, de modo que tiveram de demonstrar fé e obediência por esperar até a colheita do oitavo ano, e, com a bênção de Deus, sobreviveram.

      A cada ano de livramento, durante a Festividade das Barracas, todo o povo deveria reunir-se, homens e mulheres, pequeninos e residentes forasteiros, para ouvir a leitura da Lei. — Deut. 31:10-13.

      A terra teria gozado 121 anos sabáticos, além de 17 Jubileus, antes do cativeiro, caso Israel tivesse guardado devidamente a Lei. Mas os anos sabáticos só foram parcialmente observados. Quando o povo foi para o exílio em Babilônia, a terra permaneceu desolada por setenta anos, “até que a terra tivesse saldado os seus sábados”. — 2 Crô. 36:20, 21; Lev. 26:34, 35, 43.

  • Anrão
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    • ANRÃO

      [povo exaltado]. Neto de Levi mediante Coate. (Êxo. 6:16, 18; Núm. 3:19; 26:58; 1 Crô. 6:18) Declara-se que casou com ‘a irmã de seu pai’, Joquebede, um proceder então permitido, mas posteriormente proibido na Lei mosaica. (Lev. 18:12) Algumas traduções, contudo, empenham-se em mostrá-la como prima dele. (Veja JOQUEBEDE.) Seus filhos foram Arão, Miriã e Moisés. — Êxo. 6:20; Núm. 26:59; 1 Crô. 6:2, 3; 23:12, 13.

  • Anticristo
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    • ANTICRISTO

      (Gr., antíkhristos) [contra ou ao invés de Cristo]. Esta expressão, no singular e no plural, ocorre cinco vezes, todas elas em duas das epístolas de João.

      O assunto não era novo entre os cristãos quando João escreveu suas cartas (por volta de 98 E.C.). 1 João 2:18 declara: “Criancinhas, é a última hora, e, assim como ouvistes que vem o anticristo, já está havendo agora muitos anticristos; sendo que deste fato obtemos o conhecimento de que é a última hora.” A declaração de João mostra que há muitos anticristos de per si, embora todos juntos talvez formem uma pessoa composta denominada “o anticristo”. (2 João 7) O uso da expressão “hora” como se referindo a um período de tempo, quer relativamente breve quer de duração indeterminada, é exemplificado em outros escritos de João. (Veja João 2:4; 4:21-23; 5:25, 28; 7:30; 8:20; 12:23, 27.) Ele não restringe assim o aparecimento, a existência e a atividade de tal anticristo a apenas algum tempo futuro, mas mostra-o como já estando presente, e devendo continuar a estar. — 1 João 4:3.

      IDENTIFICAÇÃO

      Embora tenha havido muitos esforços no passado de identificar o “anticristo” com uma pessoa, tal como Pompeu, Nero ou Maomé (esta última pessoa sendo sugerida pelo Papa Inocêncio III, em 1213 E.C.), ou com uma organização específica, como, segundo o conceito protestante do “anticristo”, este se aplicaria ao papado, as declarações inspiradas de João mostram que o termo é amplo em sua aplicação, abrangendo todos aqueles que negam que “Jesus é o Cristo”, e que negam que Jesus é o Filho de Deus que veio “na carne.”— 1 João 2:22; 4:2, 3; 2 João 7; compare João 8:42, 48, 49; 9:22.

      A negação de Jesus como o Cristo e como o Filho de Deus necessariamente abrange a negação de qualquer ou de todos os ensinos bíblicos a respeito dele: sua origem, seu lugar no arranjo de Deus, seu cumprimento das profecias das Escrituras Hebraicas como o Messias prometido, seu ministério, seus ensinos e suas profecias, bem como qualquer oposição ou esforços de substituí-lo em sua posição qual Sumo Sacerdote e Rei designado por Deus. Isto se evidencia de outros textos que, ao passo que não usam o termo “anticristo”, expressam essencialmente a mesma idéia. Assim, Jesus declarou: “Quem não está do meu lado é contra mim, e quem comigo não ajunta, espalha.” (Luc. 11:23) Mostra 2 João 7 que tais poderíam agir como enganadores, e, por isso, o “anticristo” incluiría aqueles que são “falsos Cristos” e “falsos profetas”, bem como aqueles que realizam obras poderosas em nome de Jesus e, todavia, foram classificados por ele como “obreiros do que é contra a lei.”— Mat. 24:24; 7:15, 22, 23.

      João menciona especificamente os apóstatas como estando entre o anticristo, por referir-se aos que “saíram do nosso meio”, abandonando a congregação cristã. (1 João 2:18, 19) Por conseguinte, inclui o “homem que é contra a lei”, ou “filho da destruição”, descrito por Paulo, bem como os “falsos instrutores” que Pedro denuncia por formarem seitas destrutivas e que “repudiarão até mesmo o dono que os comprou.”— 2 Tes. 2:3-5; 2 Ped. 2:1.

  • Antigo De Dias
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    • ANTIGO DE DIAS

      Tradução da expressão aramaica ‘attíq yohmin, que significa literalmente “alguém avançado ou idoso em dias”. Este título de Jeová só aparece em Daniel 7:9, 13 e 22, e se alterna com o título “O Supremo” (Vv. 18, 22, 25, 27). O cenário é um tribunal em que o Antigo de Dias se senta para julgar as potências mundiais, descritas sob o simbolismo de enormes animais. A licença delas para a regência sobre a terra é retirada e o “domínio, e dignidade, e um reino” são concedidos a alguém “semelhante a um filho de homem”, a quem se ordena que todos os povos rendam obediência.

      O título “Antigo de Dias” contrasta apropriadamente o Deus Eterno com as sucessivas potências mundiais que ascendem e caem, e representa Jeová em seu papel de Juiz Majestoso e Venerável de todos. — Sal. 90:2; 75:7.

  • Antilíbano
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    • ANTILÍBANO

      A mais oriental das duas cordilheiras que formam o sistema montanhoso do Líbano. A cordilheira do Antilíbano é paralela à cordilheira do Líbano por cerca de 104 km, estendendo-se do planalto de Basã, a E de Dã, até a grande planície de Emesa, não muito longe do sítio de Ribla. Entre as duas cordilheiras situa-se longo vale formado pelos rios Orontes e Litani (Leontes), sendo chamado Coele-Síria (“Síria Oca”) ou El Bicá. — Jos. 11:17.

      Ao N, a serra se estreita e é interrompida por uma série de picos destacados. A massa central é mais ampla, mais elevada e mais acidentada, ao passo que a zona meridional é cortada pelos longos vales de torrente que levam para o E e o S. A E da cordilheira principal há uma série de platôs descendentes que gradualmente se abaixam ao nível das planícies de Damasco. A zona meridional inclui o monte Hermom, que atinge 2.814 m. A geologia destas montanhas é similar à da cordilheira do Líbano, e compõe-se mormente de pedra calcárea, apresentando penhascos cinzentos e picos redondos, cinzentos.

      A cordilheira do Antilíbano é evidentemente mencionada no hebraico pelo nome “Amana” em O Cântico de Salomão 4:8 (Al), onde é mencionada em conexão com o monte Hermom. Ao passo que alguns consideram o Amana como sendo determinado pico montanhoso, parece, ao invés, referir-se quer à inteira cordilheira do Antilíbano quer a alguma parte dela. As cordilheiras de “Libana” e “Ammanana” são mencionadas em conjunto nas inscrições dos monarcas assírios, Tiglate-Pileser III e Senaqueribe. O rio Abana (moderno Barada) é também chamado “Amana” em 2 Reis 5:12, em alguns textos, e tal rio, o principal de Damasco, tem sua nascente na parte sul das montanhas do Antilíbano. Por isso, o nome pode referir-se quer àquela parte da cordilheira, quer à cordilheira como um todo.

      Visto que a parte principal da cordilheira do Antilíbano não é recoberta de neve, possui poucos rios ou riachos. Nela cresce pouca vegetação, mas bosques esparsos do carvalho-anão (ou carvalhiça) e de juníperos são vistos em várias partes das encostas. Restam atualmente poucos cedros. As encostas mais baixas ainda mantêm vinhedos, olivais e pomares, como o faziam nos tempos bíblicos.

  • Antílope
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    • ANTÍLOPE

      [Heb., dishón, de uma raiz que significa “saltar, pular”]. Um animal ruminante incluído na lista dos animais permitidos como alimento para os israelitas. (Deut. 14:5) Existe incerteza quanto ao animal a que se quer referir pela palavra hebraica dishón.

      O antílope adax, nativo das regiões desérticas da África do Norte e do Sudão, é com freqüência sugerido como correspondendo ao dishón das Escrituras Hebraicas. Este antílope mede cerca de um metro de altura nos ombros. Seus cascos fendidos, que se abrem em leque, o equipam admiravelmente para percorrer as areias soltas do deserto, onde consegue sobreviver sem água por períodos extremamente longos. Os chifres amplamente espalhados deste animal são contorcidos como um parafuso, dando de uma e meia a quase três voltas, e medem cerca de um metro ao longo da curvatura. Excetuando-se as marcas do abdome, da cauda, do traseiro e da face, que sempre permanecem brancas, a cor do antílope adax se torna mais escura no inverno, passando da cor de areia para uma cor acastanhada.

      Outra possibilidade é o órix da Arábia, também um antílope do deserto. Diferente do antílope adax, o órix da Arábia possui cornos ligeiramente curvados para trás. Além das pernas e das marcas faciais marrom-escuras, seu pêlo é de cor branca.

  • Antioquia
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    • ANTIOQUIA

      1. A cidade de Antioquia, na Síria, foi fundada por Seleuco Nicátor pouco depois de ele e os generais Cassandro e Lisímaco ganharem a batalha decisiva de Ipsus, na Frígia, Ásia Menor, em 301 A.E.C. Ele escolheu esse local devido às suas vantagens militares e a chamou assim em honra a seu pai ou a seu filho, ambos chamados Antíoco. No local do que hoje é chamado de Antáquia, na Turquia, Antioquia foi fundada do lado S do navegável rio Orontes, numa curva a cerca de 32 km do mar Mediterrâneo. Estava localizada de tal modo, geograficamente, que podia com facilidade dominar o comércio de todo o NO da Síria, que percorria os caminhos entre o rio Eufrates e o mar Mediterrâneo. Logo se tornou um centro comercial, e suas manufaturas de itens luxuosos trouxeram prosperidade e riqueza à cidade cosmopolita. Para servir de porto de Antioquia, Seleuco também fundou a cidade costeira de Selêucia, assim chamada em honra a si mesmo. Antes de ser assassinado, em 281 A.E.C., transferiu a sede de seu governo de Babilônia para sua nova capital síria, Antioquia, onde a dinastia selêucida de reis continuou no poder até 64 A.E.C., quando o general Pompeu, romano, fez da Síria uma província romana. Antioquia não só se tornou a capital da província romana da Síria, mas também se tornou a terceira maior cidade do império, depois de Roma e Alexandria.

      A estrutura física da cidade fora disposta segundo o projeto de Alexandria, com grandes ruas, cheias de colunas, que se cruzavam, dando impressionante beleza ao esplendor dos prédios vizinhos. Era chamada “A Rainha do Oriente”, “Antioquia, a Bela”, “A Terceira

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