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  • Algo novo sobre o nome de Deus?
    A Sentinela — 1978 | 1.° de novembro
    • edição em inglês da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs dizia sobre Mateus: “Onde estas citações incluíam o nome divino, ele se via obrigado a incluir fielmente o tetragrama.”

      Esta tradução, em 1950, chegou à mesma conclusão básica exposta mais tarde no Journal of Biblical Literature, em 1977. Em vista da evidência de que os escritores do “Novo Testamento” encontraram o tetragrama, quer fizessem citações do texto hebraico, quer da Septuaginta grega, o Prefácio da Tradução do Novo Mundo, em inglês, dizia:

      “O tradutor moderno é justificado em usar o nome divino como equivalente de [palavras gregas para “Senhor” e “Deus”] nos lugares em que Mateus, etc., citaram versículos, passagens e expressões das Escrituras Hebraicas, ou da LXX onde havia o nome divino.”

      Assim, a posição apresentada pelo Professor Howard, em 1977, não é totalmente nova. Mas, ela traz à luz uma excelente evidência nova que não estava disponível quando a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, em 1950 (em português, em 1963), usou “Jeová” 237 vezes no “Novo Testamento”.

      Portanto, é certo que o nome de Deus tem lugar nas traduções da Bíblia. Deve constar nelas, para ser usado e apreciado por todos os verdadeiros adoradores, que desejam fazer o que Jesus fez — glorificar o nome de seu Pai — e que oram: “Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome.” — Mat. 6:9, Almeida.

  • Criticaram cedo demais!
    A Sentinela — 1978 | 1.° de novembro
    • Criticaram cedo demais!

      JÁ EM 1950, a Tradução do Novo mundo das Escrituras Gregas Cristãs apresentou evidência em apoio de seu uso do nome divino. Não obstante, certos escritores religiosos criticaram a colocação de “Jeová” no “Novo Testamento”. Tornaram assim público que divergiam de Davi, que cantou: “Magnificai comigo a Jeová, exaltemos juntos o seu nome.” — Sal. 34:3; veja o Salmo 74:10, 18.

      Um folheto publicado pelos Cavaleiros de Colombo, católicos romanos, acusava:

      “Os primitivos cristãos que escreveram o Novo Testamento não usavam [Jeová], mas, em vez disso, a palavra ‘Senhor’, que também aplicavam a Cristo. Portanto, temos aqui um exemplo patético de pseudo-erudição tentando defender o indefensível.”

      Também o erudito presbiteriano Bruce M. Metzger afirmou que era “indefensível”, e acrescentou:

      “A introdução da palavra ‘Jeová’ no texto do Novo Testamento, . . . é um exemplo claro de arrazoado especial.”

      Jack P. Lewis, professor duma faculdade da Igreja de Cristo, escreveu sobre o uso de “Jeová”:

      “Sendo já bastante duvidoso no Antigo Testamento, e inteiramente injustificável no Novo Testamento.”

      E o ministro batista Walter R Martin fez crítica da

      “inadequada erudição das Testemunhas de Jeová, cuja arrogante pretensão, de que tinham base sólida para restaurar o nome divino (Jeová) nas Escrituras, . . . é revelada como vã fraude de erudição.”

      Como eram atrevidas, dogmáticas e imodestas essas críticas! Contudo, conforme mostram os artigos aqui acompanhantes, essas críticas eram inteiramente infundadas. Até mesmo a comunidade erudita admite agora que os apóstolos de Jesus usavam o nome divino, de fato, o incluíam no “Novo Testamento”.

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