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  • Desconsiderar os avisos de Deus traz calamidade
    A Sentinela — 1977 | 15 de dezembro
    • Desconsiderar os avisos de Deus traz calamidade

      QUANDO Deus dá aviso, não faz isso sem motivo, nem o faz apenas para mostrar sua autoridade. Sempre é em benefício pessoal de todos os que ouvem. Salva-os da sepultura e de erros dispendiosos. Antes de a nação de Israel entrar na Terra da Promessa, Deus avisou-a sobre o perigo de desconsiderar a lei dele, e acrescentou: “Pois, não é para vós uma palavra sem valor, mas significa a vossa vida.” — Deu. 32:46, 47

      Além disso, por escutarmos os avisos de Jeová, aprendemos o que ele pensa sobre certos assuntos, como os encara, e chegamos a conhecer seus modos de proceder. E esta é a coisa mais importante de todas: conhecer intimamente a Jeová Deus, entrando assim numa relação mais achegada com ele. Diz-nos que não nos devemos gabar das riquezas, da sabedoria ou da potência que talvez tenhamos, “mas quem se jacta, jacte-se da seguinte coisa: de ter perspicácia e de ter conhecimento de mim, que eu sou Jeová, Aquele que usa de misericórdia, de juízo e de justiça na terra; porque é destas coisas que me agrado”. — Jer. 9:23, 24; João 17:3.

      Os avisos dados por Deus muitas vezes eram na forma de profecias ou de ordens que, na realidade, eram proféticas. Um exemplo disso é a declaração feita concernente a Jericó por Josué, sucessor de Moisés e comandante dos exércitos de Israel. Josué tinha ordens de Deus, de derrotar os habitantes cananeus na Terra da Promessa, porque praticavam uma adoração sexual extremamente degradada e ritos idólatras, demoníacos, poluindo a terra com imoralidade, doenças e derramamento de sangue. (Deu. 20:15-18; Lev. 18:24-30) Jericó foi a primeira cidade que o exército de Israel encontrou no país. Como tal, constituía as “primícias” da conquista de Canaã. Assim como as primícias de todos os produtos dos israelitas — cereais, gado, e assim por diante — eram consideradas sagradas, ‘devotadas’, o mesmo se devia dar com Jericó. (Lev. 23:10-14; Jos. 6:17) E assim como as primícias eram ‘devotadas’, a serem oferecidas a Jeová antes de quaisquer safras poderem ser consumidas pelo lavrador, assim Jericó devia ser completamente “devotada”, não se tirando da cidade nada para uso pessoal. Por isso, Josué destruiu e incendiou totalmente a cidade, entregando seus metais ao templo (tabernáculo) de Jeová.

      Este requisito de Deus era como uma lei, aplicando-se mais tarde a respeito duma cidade de Israel que apostatasse para a idolatria. Tal cidade devia ser constituída em “coisa feita sagrada pela proscrição”. Seus habitantes deviam ser mortos e a cidade incendiada, para nunca mais ser reconstruída. Ninguém devia apropriar-se de algo daquela cidade para uso pessoal. Devia ser encarado por Israel como totalmente detestável. Não deviam nem mesmo entreter a idéia de usar tais coisas. — Deu. 13:12-17.

      Por conseguinte, quando Josué destruiu a cidade de Jericó proferiu um juramento, dizendo: “Maldito seja diante do Senhor quem tentar reconstruir esta cidade de Jericó! Será ao preço do seu primogênito que lhe lançará os primeiros fundamentos, e será à custa do último de seus filhos, que lhe porá as portas!” — Jos. 6:26, Centro Bíblico Católico.

      O que queria dizer Josué? Suas palavras, evidentemente, não queriam dizer que o lugar de Jericó a “cidade das palmeiras”, nunca seria habitado, porque o próprio Josué aquinhoou o lugar da cidade de Jericó aos benjamitas, e mais tarde é mencionado como lugar habitado. (Juí. 3:13; 2 Sam. 10:5) A ênfase recai sobre uma “cidade” murada. As palavras de Josué mostram que ele se referia à reconstrução da cidade. Esta incluía uma muralha. O lançamento dos alicerces seria a fundação da cidade murada. A colocação de suas portas não se referia às portas nas casas, mas à colocação dos portões da cidade, que não poderiam ser colocados sem muralhas. O homem que fizesse isso, desconsiderando o juramento profético de Josué, pagaria com a perda de seu filho mais velho e de seu filho mais novo. Esta expressão pode também significar ‘todos os seus filhos’, de modo que não teria ninguém para perpetuar seu nome em Israel.

      Este foi um forte aviso, porém, foi desconsiderado depois de Israel cair em grave idolatria. Debaixo do reinado de Acabe sobre o reino setentrional de Israel, de dez tribos, introduziu-se a adoração de Baal. Um indício da baixeza a que Israel tinha decaído era a ação tomada por Hiel, o betelita. A narrativa reza: “Nos seus dias [de Acabe], Hiel, o betelita, construiu Jericó. Lançou os alicerces dela com a perda de Abirão, seu primogênito, e com a perda de Segube, seu mais moço, pôs-lhe as portas, segundo a palavra de Jeová, que este havia falado por intermédio de Josué, filho de Num.” — 1 Reis 16:34.

      Não se declara se os rapazes morreram em acidentes relacionados com a construção das fortificações, ou de outro modo. Não obstante, a declaração de Josué mostrou ter sido profética.

      Todas as outras declarações de Deus, na sua Palavra, têm igualmente assegurado seu cumprimento. Portanto, devemos cuidadosamente evitar aquilo que Deus declara ser perigoso. Podemos saber o que Deus considera bom e o que ele encara como detestável, por examinarmos de perto a Bíblia. Devemos pensar assim como ele pensa a respeito do que condena; devemos educar nosso coração e nossa consciência, para que não tenhamos nenhuma inclinação para com aquilo contra que ele adverte e devemos ficar completamente afastados disso, para nossa segurança. Não devemos demorar, mas devemos tomar ação imediata para nos livrar de qualquer relação ou associação com as coisas desaprovadas por Deus. Jesus Cristo estava profundamente cônscio do que agradava e do que desagradava a seu Pai. (Heb. 1:9) Ele disse: “Faço sempre as coisas que lhe agradam.” (João 8:29) Note como ele rejeitou prontamente o conselho errado de Pedro, não o cogitando nem por um segundo. (Mat. 16:21-23) Mostrou como verazes as palavras de Jeová: “O homem não vive somente de pão, mas . . . o homem vive de toda expressão da boca de Jeová.” (Deu. 8:3; Mat. 4:4) A triste calamidade que sobreveio a Hiel, o betelita, é um dos muitos exemplos bíblicos que enfatizam o perigo de se desconsiderarem os avisos de Deus.

  • Por dentro das notícias
    A Sentinela — 1977 | 15 de dezembro
    • Por dentro das notícias

      Financiamento de Sua “Diversão”?

      ● O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu recentemente que os estados não precisam financiar abortos gratuitos para os pobres. O Presidente Carter, apesar dos muitos clamores de “injustiça”, apoiou a decisão do tribunal, dizendo que “há muitas coisas na vida que não são justas . . . Mas, eu não acho que o Governo Federal deva agir para tentar fazer estas oportunidades exatamente iguais, especialmente quando está envolvido um fator moral”.

      Este “fator moral’ é esquecido por muitos, na sua precipitação de serem o que chamam de “justos”. Colocando o assunto na sua devida perspectiva: Acha que os governos, só para serem “justos”, devam financiar as contas médicas pelos olhos que foram cegados ou pelos dedos arrancados de pessoas pobres, que brincam temerariamente com fogos de artifício? Não seria mais sábio desestimular a brincadeira com fogos de artifício?

      No entanto, quanto maior é o erro moral e o perigo quando as pessoas “brincam” com a fornicação, a principal causa dos abortos. Os governos pagarem pelas conseqüências de tal “brincadeira” em nome da “justiça” equivale a dizer que, porque os ricos podem dar-se ao luxo de brincar com o proceder errado, os governos devem ajudar os pobres a fazer o mesmo! Quanto mais sábio é que os solteiros, ricos ou pobres, se refreiem de tal “brincadeira”, e que os casados assumam a responsabilidade pelas suas próprias ações.

      O Natal É de Origem Pagã

      ● A origem pagã do Natal está sendo cada vez mais amplamente reconhecida. O jornal “Star” de Auckland, na Nova Zelândia, dizia sobre o feriado de 25 de dezembro: “A festa romana ao deus Saturno — as saturnais — bem como a festividade persa do nascimento do deus Mitra, também eram celebradas neste dia.”

      Como veio o Natal incidir neste mesmo dia? Um motivo, segundo observava o “Star”, é que alguns séculos depois da morte de Cristo, certos cristãos apóstatas, “querendo antes transformar as festividades pagãs, em vez de aboli-las, marcaram o 25 de dezembro para celebrar o nascimento de Cristo”.

      Um editorial no jornal “Daily Times”, de Mount Pleasant, Michigan, EUA, dizia sobre o Natal: “Sua celebração no 25 de dezembro de modo algum representa a data exata do nascimento de Jesus.” Observava que esta data era “para os romanos a Festividade do ‘Sol Invicto’ — o Sol Invencível — um conceito que foi herdado da cultura grega, a qual o havia adotado do Oriente Próximo. . . . Até mesmo hoje, muitos dos antigos costumes pagãos, não somente da própria antiga Roma, mas de toda a Europa ocidental, introduziram-se na nossa celebração da Festividade do Natal, inclusive o azevinho, o visco, as árvores de Natal, os presentes, bebedeiras e banquetes, e a própria observância secular do Natal, pelo menos na América, não são dessemelhantes da antiga celebração romana da Festividade do Sol Invicto pelos romanos.”

      Por isso, os cristãos que não celebram o Natal encontram firme apoio para isso na história.

      Menores Diruptivos

      ● O Juiz Thomas Gill, do Juizado de Menores, em vias de aposentar-se, disse que, nos últimos vinte anos de trabalho nos tribunais de Connecticut, E. U. A., ele observou a emergência dum grupo mais perigoso de menores. Ele disse que o comportamento anti-social deles é tal, que agora constituem um “grupo extremamente diruptivo”, que causa “um impacto arrepiador nas pessoas”.

      Por causa de sua ferocidade, esses jovens têm ido além do que antes costumava ser considerado como delinqüência juvenil. O Juiz Gill observou que, num período anterior de treze anos, seu tribunal tratou de apenas uma acusação de homicídio contra um menor em uns 55.000 casos tratados. Mas, num período recente de apenas um ano, tratou de três de tais casos. E o mesmo aumento nos crimes praticados por jovens é observado em quase que todas as outras partes.

      A profecia bíblica predisse que, em nossos tempos, os filhos, de fato, seriam “desobedientes aos pais”, e que as pessoas, em geral, teriam cada vez maior falta de autodomínio, tornando-se ferozes e sem amor à bondade.

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