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  • Por que o “amor ao dinheiro” é destrutivo
    A Sentinela — 1977 | 1.° de setembro
    • Além disso, não há maneira de se saber o que acontecerá com a herança após a morte da pessoa. Os herdeiros, por não terem trabalhado arduamente por aquilo que recebem, talvez nem apreciem a herança e logo a desperdicem. Caso se saiam bem, ainda assim não há garantia de que algum desastre não resulte por fim na perda de tudo. Então, se ninguém, na realidade, tirou algum proveito dos frutos do trabalho árduo, de que benefício foi este?

      Reconhecer que a vida está cheia de muitas incertezas pode ajudar a reconhecer que o empenho pelas riquezas não dá satisfação. Isto pode refrear o desejo indevido pelo dinheiro. Ao mesmo tempo, a pessoa evita a armadilha duma vida desnecessariamente austera. Pode usufruir os frutos de seu trabalho de maneira sadia, com proveito para si mesma e para outros. Assim escapa ao dano que o amor ao dinheiro pode causar.

  • Um homem com a coragem de falar com franqueza
    A Sentinela — 1977 | 1.° de setembro
    • Um homem com a coragem de falar com franqueza

      QUANTOS têm a coragem de falar com franqueza a favor do que é direito, quando todos em volta deles fazem o que é errado? Tem você tal coragem? Suponhamos que a questão seja religiosa ou espiritual. Há qualquer proveito em se falar com franqueza?

      Logo cedo na história humana, vivia um homem com a coragem de falar com franqueza sobre assuntos espirituais. Era Enoque, filho de Jarede. Enoque era o sétimo homem na linhagem genealógica de Adão, que foi o pai da raça humana. — Gên. 5:18; Jud. 14.

      ‘ENOQUE ANDOU COM DEUS’

      Que espécie de pessoa era Enoque? Embora imperfeito como todos nós, “Enoque andou com o verdadeiro Deus”. (Gên. 5:24) Ele seguia um proceder justo, em harmonia com a verdade revelada de Deus. Sua vida se ajustava à vontade e ao propósito de Jeová Deus. E Enoque, por certo, tinha fé em que grandes bênçãos adviriam por meio do descendente da “mulher” de Deus. (Gên. 3:15) Não há indício declarado de que qualquer outro homem ‘andasse com Deus’ nos dias de Enoque. Pelo menos parece que ele foi destacado como extraordinário neste respeito.

      O AMBIENTE RELIGIOSO DAQUELES DIAS

      A situação espiritual entre a humanidade havia degenerado num grau acentuado até o tempo do nascimento de Enoque, no ano 3404 antes da Era Comum. Com o passar dos anos, os atos ímpios haviam ficado cada vez mais numerosos. Abel, filho de Adão, como testemunha de Deus, havia invocado o nome de Jeová e havia sofrido o martírio por sua fidelidade. (Gên. 4:4-8; Heb. 11:4) Mais de um século depois, Sete, outro filho de Adão, gerou um menino chamado Enos. O que aconteceu nos dias de Enos? As Escrituras nos informam: “Naquele tempo se principiou a invocar o nome de Jeová.” (Gên. 4:25, 26; 5:3, 6) Tratava-se dum reavivamento da verdadeira adoração?

      Não, não se tratava disso. Os eruditos hebraicos acham que este texto devia rezar “começou profanamente” a invocação do nome de Deus, ou, “então começou a profanação”. O Targum da Palestina declara: “Esta foi a geração em cujos dias começaram a errar e a fazer para si ídolos, e apelidaram seus ídolos com o nome da palavra do Senhor.” Pelo visto, tratava-se de mau uso do nome de Jeová. É possível que homens o aplicassem a si mesmos ou a certas pessoas, por meio das quais pretendiam chegar-se a Jeová em adoração. Ou podem ter aplicado o nome divino a ídolos.

      De qualquer modo, esta blasfema ‘invocação do nome de Jeová’ certamente não resultou num retorno à adoração pura do verdadeiro Deus. Aquelas pessoas não andavam com Deus. Não há registro de outro homem andar com Deus, até que nasceu Enoque, 387 anos após o nascimento de Enos. Por volta dos dias de Enoque, já eram comuns os impiedosos atos chocantes e prevalecia a adoração falsa. Apesar da corrução espiritual que o cercava, porém, Enoque “prosseguiu andando com o verdadeiro Deus”. — Gên. 5:22.

      ENOQUE SERVE COMO PROFETA DE DEUS

      O fiel Enoque não ficou calado a respeito do erro religioso e das práticas impiedosas. Como homem de notável fé, foi um daqueles que constituíram “uma tão grande nuvem de testemunhas” de Jeová. (Heb. 11:5; 12:1) Enoque — mero homem imperfeito, destacando-se como testemunha isolada entre transgressores — teve a coragem de falar com franqueza.

      “Eis que Jeová vem com as suas santas miríades”, declarou Enoque, “para executar o julgamento contra todos e para declarar todos os ímpios culpados de todas as suas ações ímpias que fizeram de modo ímpio, e de todas as coisas chocantes que os pecadores ímpios falaram contra ele”. (Judas 14, 15) Sim, Enoque falou corajosamente como fiel profeta humano de Deus. De fato, a profecia de Enoque provavelmente foi divulgada pela pregação, assim como Noé, mais tarde, era “pregador”. (2 Ped. 2:5) Entretanto, Enoque não fazia campanha por iniciativa própria. Falava conforme era motivado pelo espírito santo ou a força ativa de Jeová. Assim, embora Enoque tivesse coragem de falar com franqueza, fazia isso na força que Deus lhe concedia. — Fil. 4:13.

      Não se revela como o discípulo Judas, que registrou as palavras de Enoque, no primeiro século E. C., veio a saber desta profecia. Ela não se encontra nos escritos de Moisés, quem compilou a narrativa de Gênesis. Não obstante, Judas escreveu sob inspiração divina, e, portanto, a inclusão da profecia de Enoque, na sua carta, firma a genuinidade dessas palavras.

      Judas estava tratando de certos “homens ímpios”, que se haviam introduzido sorrateiramente na congregação cristã. (Judas 4) Com referência a eles, citou a profecia de Enoque, sobre a vinda de Jeová para executar julgamento contra os ímpios. Estas palavras, certamente, tiveram um efeito marcante no primeiro século.

      Mas, pense no efeito das palavras proféticas de Enoque sobre os homens ímpios que viviam nos seus próprios dias! Agradavam-se tais transgressores em ouvir que ‘Jeová viria com as suas santas miríades, para executar o julgamento contra os ímpios’? Obviamente que não! Por certo, exigiu coragem e o apoio de Jeová para falar francamente no meio daqueles praticantes injustos da religião falsa. Quanto estes devem ter desejado calar a boca de Enoque!

      DEUS INTERVÉM

      Aqueles ímpios devem ter querido matar aquele a quem Deus usava para denunciar sua adoração falsa e suas “ações

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