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  • Soltar papagaio pode ser divertido
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • ser soltos em dias de trovoada ou perto de postes telefônicos, torres de transmissão de energia ou cabos de alta voltagem. Uma linha molhada ou feita de arame pode causar a morte súbita.

      Com um pouco de precaução, se morar num local em que os papagaios não são tidos como algo religioso, poderá descobrir por si mesmo que soltar papagaio pode ser divertido.

  • “Javé” ou “Jeová”?
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • “A Tua Palavra É a Verdade”

      “Javé” ou “Jeová”?

      OS NOMES são importantes. Pesquisadores da Universidade de Harvard verificaram que não só as pessoas eram influenciadas pelos primeiros nomes que outros tinham, mas também que os nomes que os pais davam aos filhos influíam sobre eles quer favorável quer desfavoravelmente.

      Um estudo da Bíblia mostra que seu Autor apreciava o valor de seu nome. Entre seus muitos títulos se acham “o verdadeiro Deus”, “o Altíssimo”, “Soberano Senhor”, “Grandioso Criador”, e “Rei da eternidade”. Em adição a tais títulos, ele possui um nome distintivo, às vezes mencionado como o Tetragrama. É assim denominado por causa de suas quatro letras hebraicas que correspondem às letras em português IHVH (em português antigo, YHWH) ou JHVH, consoantes que formam a base do nome “Jeová”. — Gên. 5:22; Sal. 83:18; 69:6; Ecl. 12:1; 1 Tim. 1:17

      Mas, como deve ser pronunciado este Tetragrama? Perdeu-se a exata pronúncia hebraica do mesmo, visto que, nos tempos antigos, o hebraico não continha vogais, e a pronúncia era transmitida pela palavra oral. De modo geral, há duas formas em uso: “Iavé” ou “Javé”, e “Jeová”. Concernente à forma “Jeová”, certo escritor jesuíta diz: “É desconcertante ver o nome divino escrito como Jeová, um erro do século 16 . . . em lugar de Javé.” — America, 27 de nov. de 1971, p. 460.

      No mesmo teor, a New Catholic Encyclopedia afirma: “JEOVÁ, forma falsa do nome divino, Javé. O nome Jeová apareceu pela primeira vez em manuscritos no século 13 A. D., mas provavelmente já estava em uso por algum tempo”. (Vol. 7, p. 863) Semelhantemente, os tradutores da Revised Standard Version (V. Normal Revisada) objetaram à forma “Jeová”, declarando que “a palavra ‘Jeová’ não representa de forma exata qualquer forma do Nome já usada em hebraico”, e que “é quase, se não for bem certo, que o Nome era originalmente pronunciado ‘Javé’.” (P. vi.) Também, a moderna versão católico-romana conhecida como The Jerusalem Bible usa a forma “Javé”, como o faz a Emphasised Bible (Bíblia Enfática) de Rotherham.

      Em vista destas opiniões, por que as testemunhas de Jeová preferem usar “Jeová” ao invés de “Javé”? Por um lado, ninguém pode estar exatamente seguro de qual era a pronúncia original, assim como é admitido até pelos que preferem “Javé”. E, além disso, a forma “Jeová” goza de aceitação e familiaridade que “Javé” não tem. “Javé” é obviamente uma transliteração, ao passo que “Jeová” é uma tradução, e os nomes bíblicos em geral foram traduzidos, ao invés de transliterados. Uma transliteração usualmente soa estranha aos ouvidos dos que falam a língua para a qual o nome próprio foi transliterado.

      Que há razões válidas para se usar a forma “Jeová” pode ser depreendido de que, ao passo que tanto na Revised, Standard Version, protestante, como na New American Bible (Nova Bíblia Americana), católico-romana, o nome “Jeová” não aparece, os tradutores da New English Bible (Nova Bíblia Inglesa) não deixaram completamente de usá-lo. Assim, sua tradução em Êxodo 3:15, 16, e 6:3 reza:

      “Isto é o que tens de dizer aos israelitas, que é JEOVÁ:, o Deus de seus antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó, quem te enviou a eles. . . . Vai e reúne os anciãos de Israel e dize-lhes que JEOVÁ, o Deus de seus antepassados, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, te apareceu.” “Eu apareci a Abraão, Isaque e Jacó como Deus Todo-poderoso. Mas não me dei a conhecer a eles pelo meu nome JEOVÁ.” Interessante é que os tradutores, numa nota marginal, tecem a seguinte observação: “As consoantes hebraicas são IHVH (JHVH), provavelmente pronunciadas Javé, mas tradicionalmente lidas Jeová.”

      Ainda mais pertinente é o que o famoso perito bíblico inglês, J. B. Rotherham, tem a dizer sobre este assunto. Em especial, isto é de interesse em vista de que se poderia dizer ter sido ele um dos pioneiros a usar a forma “Javé” (ou “Iavé”) em transliterar o Tetragrama. Sua Emphasised Bible foi publicada em 1897, ao passo que seus Studies in the Psalms (Estudos dos Salmos) não foram publicados senão em 1911, depois de ele morrer. Nesta última obra, Rotherham voltou a usar “Jeová”, o que se torna ainda mais notável em vista de quão fortemente objetou ao uso da forma “Jeová” na introdução de sua Emphasised Bible. Ao explicar as razões de voltar à forma “Jeová”, ele diz na introdução de seus Studies:

      “Jeová — O emprego desta forma inglesa do nome Memorial [Êxo. 3:18] na presente versão do Saltério não provém de qualquer dúvida quanto à pronúncia mais correta como sendo Javé; mas unicamente da evidência prática pessoalmente selecionada, do desejo de se manter em contato com o ouvido e o olho públicos numa questão desta espécie, em que a coisa principal é o fácil reconhecimento do nome Divino tencionado. . . . Visto que a principal evidência do significado do nome consiste, não tanto na sua pronúncia, como na maneira completa em que satisfaz a todos os requisitos — em especial quanto a explicar como o nome Memorial se enquadrou para se tornar tal, e, para ser o proeminente nome pactuado que admitidamente é, julgou-se desejável retroceder à forma do nome mais familiar (conquanto perfeitamente aceitável) ao público geral que lê a Bíblia.”

      Rotherham compreendia que o que era importante não era a pronúncia mais exata, mas o “fácil reconhecimento do nome Divino tencionado”, destarte mantendo-se melhor em contato com o “público geral que lê a Bíblia”, por meio dum nome “perfeitamente aceitável” e que “satisfaz todos os requisitos” de ser ímpar. Em sentido similar, S. T. Byington, em seu Prefácio de The Bible in Living English (A Bíblia em Inglês Vivo) observa que “a soletração e a pronúncia não são de alta relevância. O que é de alta relevância é deixar claro que este é um nome pessoal. Há vários textos que não podem ser corretamente entendidos se traduzirmos este nome por um substantivo comum como ‘Senhor’”.

      Aqueles que objetam ao uso de “Jeová”, poder-se-ia dizer, ‘coam o mosquito, mas engolem o camelo!’ (Mat. 23:24) Como assim? No sentido de que fazem tanta questão da pronúncia correta do nome de Deus, e, ainda assim, raramente o usam, se é que chegam a usá-lo, mas preferem chamá-lo de “Deus” ou “Senhor”, que são meros títulos, havendo muitos chamados “senhores” e “deuses”. — 1 Cor. 8:5, 6.

      Quão grande é o valor que o Autor da Bíblia dá a seu nome ímpar é evidente de que sua Palavra o usa para referir-se a Ele mesmo mais do que todos os seus títulos colocados juntos, num total de 6.961 vezes nas Escrituras Hebraicas. Sua preocupação também se evidencia de que a expressão “terão de saber que eu sou Jeová” ocorre para mais de setenta e cinco vezes em tais escritos.

      O nome Jeová foi escolhido por Ele com grande propósito, pois literalmente significa “Ele Causa que Venha a Ser.” O nome distintivo de Jeová mostra que Ele é um Deus de propósito. Seja o que for que Ele proponha vem a realizar-se. — Isa. 55:11.

  • Itens Noticiosos
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • Itens Noticiosos

      Mais Prisões na Turquia

      ◆ Segundo certo comunicado feito na Turquia outro grupo de onze testemunhas de Jeová foram presas em 8 de abril de 1973, em Ancara, quando se ajuntavam para uma reunião. No entanto, os fatos são que as onze Testemunhas não estavam reunidas quando foram detidas. Eram 11 horas da noite. Estavam em diferentes apartamentos e casas. Uma senhora idosa já estava deitada. Outras pessoas que simplesmente estavam na rua foram reconhecidas por um oficial de polícia, por acaso, como sendo Testemunhas, e o oficial então as levou para a delegacia. “Por fazerem propaganda cristã, com o objetivo de romper a unidade da nação”, asseverava o comunicado, as Onze Testemunhas foram acusadas de violar o código criminal.

      Castidade dos Jovens

      ◆ O Dr. L. Bogdanovich, num artigo de revista indica que o senso natural de vergonha dos jovens deve ser ressaltado, a fim de ajudá-los a controlar suas emoções. O médico notou que a vergonha está intimamente ligada à castidade e ajuda a preservá-la. Outras autoridades citadas no artigo comprovam isto. O psiquiatra suíço, August Forel, que pesquisou assuntos sexuais, declarou que a castidade é um dos alicerces para o verdadeiro amor que é estável, duradouro e que traz felicidade. Também o Dr. V. M. Bekhterev, da Academia de Ciências da URSS, observou certa feita que a castidade ajuda a preservar a saúde moral e física. Declarou o psiquiatra A. I. Sikorsky: “A prática da sensualidade numa tenra idade é quase fatal em suas conseqüências físicas e morais. É fatal para a saúde física e para moldar o caráter.” O artigo destacava que o autodomínio em evitar a imoralidade não prejudica a saúde, mas apresenta importantes vantagens para os jovens.

      Mantido o Aborto

      ◆ O Supremo Tribunal dos EUA anunciou um acórdão que permite o aborto nos primeiros três meses de gravidez. A votação, de 7 votos a favor e 2 contra, invalidou estritas leis contra o aborto em 31 estados. E um segundo acórdão anunciado pelo tribunal tornará necessária a revisão de leis mais liberais em 15 outros estados. Os estados podem legislar quanto a abortos desde o terceiro até o nono mês de gestação. Diz-se que a decisão poderá aumentar os abortos naquele país em um milhão ou mais por ano.

      Redundantes Igrejas Inglesas

      ◆ A lista de igrejas na Grã-Bretanha que são consideradas redundantes e são postas à venda ou oferecidas a instituições de caridade aumenta diariamente. As razões para isso são a cada vez mais decrescente assistência às igrejas e aguda escassez de clérigos. Tem-se relatado que a antiga igreja de S. João, em Edimburgo, é agora um cassino de jogos de azar. Uma igreja metodista perto de Liverpool foi transformada num clube autorizado só para homens. Uma igreja fundamentalista em Cambridge se tornou um centro de danças para adolescentes rodopiantes. A igreja episcopal que o famoso autor Sir Walter Scott costumava freqüentar serve agora como local de exibição de vasos sanitários e outras peças sanitárias. Um grande prédio duma igreja em Manchester é usado correntemente como local de exibição de carros estrangeiros. Outras foram transformadas em casas. E uma delas é uma subestação de energia. Desde 1969, a Igreja Anglicana declarou que 154 igrejas eram redundantes; outras 150 são consideradas candidatas a tal categoria. Certa autoridade eclesiástica declarou que há um potencial de cerca de 3.000 delas

      A Pessoa por Nascer

      ◆ Alguns que atualmente defendem o aborto afirmam que um bebê nascituro não é realmente uma “pessoa”. Mas, o Dr. U. L. Herschensohn, escrevendo para o Times de Los Angeles, EUA, discorda disso: “O feto não é um simples parasito no corpo da mãe, como tantas pessoas gostariam de crer. O bebe nascituro é, em grande parte, uma personalidade em seus próprios méritos. Como qualquer outra pessoa, tem períodos de atividade e períodos de descanso e de sono. Decide que posição deve assumir, que seja mais confortável para ele dentro do útero. . . . Pode ouvir . . . Até barulhos fora do corpo podem influir no feto. Um barulho súbito num quarto quieto o perturba. Se se colocar potente refletor encostado no abdômen da mãe, haverá uma flutuação das batidas cardíacas do feto. . . . Ele não existe como se estivesse num estado de letargia mas se acha num estado alerta, ativo e que apresenta reações.”

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