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  • O nome de quem respeita mais — o seu próprio ou o de Deus?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de julho
    • século, quando disse: “Digo-vos: Não vos metais com estes homens, mas deixai-os em paz; (porque, se este desígnio ou esta obra for de homens, será derrubada; mas, se for de Deus, não podereis derrubá-los;) senão podereis talvez ser realmente achados como lutadores contra Deus.” — Atos 5:34-39.

      “POVO PARA O SEU NOME”

      34. O que aconteceu no primeiro século E. C. com os que se meteram com o cristianismo apostólico, e por que suscitou isso uma questão quanto à existência de Jeová?

      34 Que aconteceu com os que se meteram com aqueles apóstolos cristãos e concrentes no primeiro século? No ano 70 de nossa Era Comum, em vez de terem derrubado o cristianismo apostólico, seu próprio sistema religioso foi derrubado, quando a antiga Jerusalém murada e seu templo foram destruídos, nunca mais sendo reconstruídos por mãos judaicas. O sacerdócio deles deixou de existir ou manter a sua identidade. Que os fatos indiquem se aqueles interventores religiosos, intolerantes, foram “realmente . . . lutadores contra Deus”. Aquele evento trágico do ano 70 E. C. de modo algum significa que Jeová deixou de existir, como se ele fosse apenas Deus dos israelitas, um Deus nacional que existia apenas enquanto existia a sua nação histórica. O imortal Jeová, que é Deus sem princípio nem fim, tem continuado a viver e ainda vive, apesar das negações de todos os ateus. Mas, em vista do que aconteceu no ano 70, tem, ficado sem nação desde então?

      35. Por que era a antiga nação de Israel um “povo para o seu nome” e por que existe um problema quanto a ela ser hoje o “povo para o . . . nome” de Jeová?

      35 É um fato que, no ano 1473 A. E. C., quando o profeta Moisés deu as suas instruções de despedida à nação de Israel, antes de esta cruzar o rio Jordão para a Terra da Promessa, ele lhe disse: ‘Jeová te estabelecerá para si como povo santo, assim como te jurou, por continuares a guardar os mandamentos de Jeová, teu Deus, e teres andado nos seus caminhos. E todos os povos da terra terão de ver que o nome de Jeová foi invocado sobre ti e hão de ficar com medo de ti.” (Deu. 28:9, 10) Conforme Jeová lhes dissera, tornaram-se “minha propriedade especial dentre todos os outros povos”. (Êxo. 19:3-5) Visto que o Seu nome se invocava sobre eles, eram “um povo para o seu nome”. (Jer. 14:9; Dan. 9:19) Mas continuou o povo de Israel a ser um “povo para o seu nome” até o dia de hoje? Confirmou-os o estabelecimento da República de Israel, independente e não teocrática, em 1948 E. C., como “povo para o seu nome”, embora não guardem a lei de Moisés e não tenham templo em Jerusalém, que seja chamado pelo nome de Jeová? É importante que saibamos isso.

      36. Era Jesus membro do “povo para o . . . nome” de Jeová? Como mostrou Jeová sua decisão quanto a se o Seu nome devia ser retirado do Israel natural?

      36 O primeiro século de nossa Era Comum foi um tempo crítico para se decidir esta questão. Por certo, Jesus Cristo, nascido em Belém-Judá, na linhagem do Rei Davi, era de nascença membro do ‘povo para o . . . nome” de Jeová. Seu próprio nome Jesus incluía o nome divino, porque significa “Jeová É Salvação”. Mas a própria nação de Jesus o repudiou. Quanto aos seus seguidores, que eram um pequeno restante dos israelitas, vieram a separar-se da nação de Israel e se tornaram uma nação espiritual. Nestas circunstâncias, continuou a nação do Israel natural, circunciso, a ser um “povo para o seu nome” (o nome de Jeová), ou foi o nome de Jeová transferido e invocado sobre a nação espiritual dos seguidores de Jesus? O próprio Deus decidiu responder a este problema. No dia de Pentecostes do ano 33 E. C., ele derramou seu espírito santo em cumprimento de Sua profecia em Joel 2:28-32. Sobre quem? Não sobre os judeus não-cristãos, no então existente templo em Jerusalém, mas sobre os doze apóstolos e outros discípulos de Jesus. Estes, cheios do espírito, proclamaram o nome de Deus. — Atos 2:1-36.

      37, 38. (a) Quantos judeus se tornaram parte do novo “povo para o . . . nome” de Jeová? (b) Quando abriu Jeová a porta para se acrescentarem não-judeus a este “povo para o seu nome”?

      37 Ali, há mais de dezenove séculos, Deus começou a tirar um novo povo sobre o qual o seu nome seria invocado ou que seria chamado pelo seu nome. (1 Ped. 2:9) Milhares de judeus naturais, circuncisos, aceitaram a Jesus como Messias e tornaram-se parte deste “povo para o . . . nome” de Jeová. Um pouco menos de três anos e meio depois, Jeová Deus abriu a oportunidade às nações não-judaicas ou gentias. Enviou o apóstolo Pedro para entrar num lar gentio em Cesaréia e proclamar as boas novas sobre Jesus, o Messias, a Cornélio e os amigos dele. Em vista da crença destes, Jeová derramou sobre eles seu espírito santo. Deste modo constituiu estes gentios crentes como parte do “povo para o seu nome”. Depois disso, tornar-se membro deste espiritual “povo para o seu nome” estava franqueado a todas as nações não-israelitas ou gentias. (Atos 10:1 a 11:18) Isto é assim, não porque nós o dizemos, mas porque foi dito pelo inspirado discípulo Tiago, meio-irmão de Jesus Cristo. Foi cerca de treze anos depois da conversão do gentio Cornélio e de seus amigos. Falando numa conferência em Jerusalém, Tiago disse:

      38 “Simeão [Pedro] tem relatado cabalmente como Deus, pela primeira vez, voltou a sua atenção para as nações, a fim de tirar delas um povo para o seu nome. E com isso concordam as palavras dos Profetas, assim como está escrito: ‘Depois destas coisas voltarei e reconstruirei a barraca de Davi, . . . a fim de que os remanescentes dos homens possam buscar seriamente a Jeová, junto com pessoas de todas as nações, pessoas chamadas por meu nome, diz Jeová, que está fazendo estas coisas.’” — Atos 15:12-18; Amós 9:12.

      39. (a) Por que não deixou de ter Jeová um “povo para o seu nome” desde a destruição de Jerusalém em 70 E. C.? (b) O que completa Jeová hoje, iniciado por ele há dezenove séculos atrás, e que prova temos disso?

      39 Por conseguinte, Jeová não deixou de ter um “povo para o seu nome”, depois da destruição da antiga Jerusalém murada e de seu templo, no ano 70 E. C., e da dispersão dos judeus naturais, circuncisos. Ele possuía o recém-formado “povo para o seu nome”, cristão. O que Jeová iniciou lá no primeiro século, ele está terminando hoje neste século vinte. Agora, antes do irrompimento da maior tribulação de toda a história humana neste sistema de coisas, ele está completando este espiritual “povo para o seu nome”, e hoje existe ainda um restante deste na terra. Se não fosse assim, como poderíamos explicar o que agora está acontecendo em todos os continentes habitados e nas ilhas dos sete mares? O quê? O nome de Jeová é divulgado e enaltecido numa escala nunca antes alcançada, desde que se lançou enorme vitupério sobre o nome divino por causa da destruição de Jerusalém e de seu famoso templo no ano 70 E. C. Que não haja engano nisso: Jeová tem hoje seu “povo para o seu nome” na terra, e este prova que é exatamente assim, embora seja apenas um restante dele.

  • O povo que respeita o nome de Deus mais do que o seu próprio
    A Sentinela — 1972 | 1.° de julho
    • O povo que respeita o nome de Deus mais do que o seu próprio

      1, 2. (a) Estes são dias de que libertação religiosa? (b) O que diz Isaías 12:3-5, e quem toma estas palavras a peito, para cumpri-las?

      O QUE se pode esperar, o que devemos esperar de um “povo para o seu nome”? Ora, o seguinte: Que consideraria ser uma honra levar este nome, que não se envergonharia deste nome, que proclamaria os louvores deste nome em toda a terra, tanto dentro da cristandade como fora dela. Nestes “últimos dias” deste sistema mundial, quando é possível livrar-se da cristandade e de todo o resto do império mundial da religião falsa, em sentido religioso, o restante liberto toma a peito a obrigação de cumprir as palavras proféticas de Isaías 12:3-5:

      2 “Com exultação haveis de tirar água dos mananciais de salvação. E naquele dia certamente direis: ‘Agradecei a Jeová! Invocai o seu nome. Tornai conhecidas entre os povos as suas ações. Fazei menção de que seu nome deve ser sublimado. Entoai melodias a Jeová, porque agiu magnificamente. Isto se deve dar a conhecer em toda a terra.’”

      3, 4. (a) Desde que os do restante ungido começaram a tomar parte no cumprimento desta profecia, como tem procedido Jeová? (b) De que modo tem sido o resultado exatamente assim como Davi mencionou como motivo para ele elogiar a Jeová, no Salmo 138:1, 2?

      3 Visto que os do restante ungido das testemunhas cristãs de Jeová se empenharam em ter parte no cumprimento desta profecia, Jeová “agiu magnificamente”, agiu de modo esplêndido e triunfou! Fez que se escrevesse em seu próprio nome a sua palavra de promessa, a sua palavra profética. Ele apóia as Escrituras Sagradas com o seu próprio nome. Garante a Bíblia Sagrada com o seu próprio nome. Ou a Bíblia é verdadeira, ou então o seu nome não significa nada! Mas a sua palavra de promessa e de profecia foi provada veraz e é vindicada! O cumprimento fiel de sua palavra prova que ele agiu à altura do seu nome, para a glória do mesmo. Além disso, na execução real de sua palavra, ele excedeu o que esperávamos do seu nome, com que ele empenhou a sua palavra. O resultado tem sido exatamente assim como o Rei Davi, de Jerusalém, mencionou como motivo para ele elogiar a Jeová, dizendo:

      4 “Eu te elogiarei de todo o meu coração. Entoar-te-ei melodias na frente de outros deuses. Curvar-me-ei em direção ao teu santo templo e elogiarei o teu nome, por causa da tua benevolência e por causa da tua veracidade. Pois magnificaste a tua declaração [a tua palavra falada] até mesmo acima de todo o teu nome.” — Sal. 138:1, 2.

      5, 6. (a) De que modo magnifica Jeová a sua declaração acima de todo o seu nome? (b) Como podemos ilustrar isso no caso da profecia e no caso de se prover o Messias?

      5 O que é que Davi está dizendo? É a palavra falada ou a declaração de Deus ainda maior do que o seu nome? Não! Pois bem, então como magnifica ele a sua declaração acima do seu nome? Do seguinte modo: Seu nome significativo, por ter sido vinculado à sua “declaração” ou palavra de promessa e de profecia, induziu-nos a esperar muito quanto ao cumprimento. Mas ele realmente cumpre a sua “declaração” de modo magnificado, num modo mais grandioso do que a garantia do seu nome nos levava a esperar. Ele não precisava fazer tanto para provar a nós que seu nome é fidedigno como garantia de cumprimento.

      6 Por isso ele magnifica a sua “declaração” por fazer com que o cumprimento dela produza mais do que o esperado. Ele age magnificamente! Por exemplo, em muitos casos vitais, sua “declaração” profética mostrou que não tem apenas um cumprimento literal, primário, mas também um cumprimento espiritual em miniatura e até mesmo um cumprimento espiritual completo, maior. Note também que ele deu a sua “declaração” ou palavra de promessa de produzir o Messias na linhagem do Rei Davi. Mas, na realidade, ele magnificou esta “declaração” de promessa. Como? Por dar mais do que um mero Messias humano na família real de Davi. Jeová produziu um Messias espiritual, gerado pelo espírito de Jeová, ressuscitado dentre os mortos e enaltecido à vida imortal e à glória real no céu, à destra de Deus. Assim como Jeová livrou a Davi dos seus inimigos, assim livrou a Jesus Cristo dos seus inimigos terrestres, que o haviam matado, por ressuscitá-lo dentre os mortos para a glória celestial. — Sal. 138:3-7.

      7. Como completou Jeová aquilo que era para Davi e como faz Ele isso com respeito ao descendente de Davi, Jesus?

      7 Jeová não deixou nada que Davi ainda tivesse de aguardar com respeito ao cumprimento da palavra divina de promessa. Davi podia muito bem dizer em confiança, no mesmo salmo: “O próprio Jeová completará o que é a meu favor.” (Sal. 138:8) O mesmo pode dizer Jesus Cristo, o descendente messiânico do Rei Davi, a seu próprio respeito. Jeová cumprirá plenamente seu propósito para com Jesus, o Messias. Não deixará sem cumprimento nenhuma parte de sua palavra de promessa e de profecia a respeito dele. Não é de se admirar que Davi ficasse induzido a dizer ao seu Libertador celestial, Jeová: “Entoar-te-ei melodias na frente de outros deuses. . . . Pois magnificaste a tua declaração até mesmo acima de todo o teu nome.” — Sal. 138:1, 2.

      MAGNIFICA SUA “DECLARAÇÃO” SOBRE A “GRANDE MULTIDÃO”

      8. Como se sentem os do restante ungido induzidos a elogiar a Jeová pelo mesmo motivo declarado por Davi, em vista do que tem acontecido desde 1914 E.C.?

      8 Sentimo-nos hoje induzidos a dizer algo parecido a isso ao único Deus vivente e verdadeiro? Os do restante ungido das testemunhas cristãs de Jeová se sentem induzidos a isso, como “povo para o seu nome”. Por meio dos seus próprios tratos com eles e do cumprimento maravilhoso da profecia bíblica nos acontecimentos mundiais desde 1914 E. C., vêem o cumprimento da declaração de Jeová, de sua palavra de promessa e de profecia, dum modo como nunca esperavam. Vêem as evidências multiplicar-se para provar que, no fim dos Tempos dos Gentios, em 1914 E. C., este Deus de benevolência e veracidade cumpriu a sua “declaração” e estabeleceu o reino celestial do Filho de Davi, Jesus Cristo. Vêem que este reino messiânico avança irresistivelmente para a vindicação da soberania universal e do santo nome de Jeová na vindoura “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”. Desde 1914 E. C., tiveram de suportar muita perseguição, sim, muitas ameaças contra a sua própria existência como “povo para o seu nome”, mas, visto que Jeová os livrou e preservou até agora, tornam conhecido o nome dele em toda a parte.

      9. Conforme representado em Revelação, capítulo quinze, que cântico entoam os do restante ungido, com que palavras?

      9 Conforme representado no último livro da Palavra Sagrada de Deus, os deste restante ungido entoam o “cântico de Moisés, o escravo de Deus, e o cântico do Cordeiro [Jesus Cristo]” e dizem: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Jeová Deus, o Todo-poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, Rei da eternidade. Quem realmente não te temerá, Jeová, e glorificará o teu nome, porque só tu és leal? Pois virão todas as nações e adorarão perante ti, porque os teus justos decretos foram manifestos.” — Rev. 15:2-4.

      10. Quem entre os inúmeros ouvintes deste cântico responde afirmativamente à pergunta quanto a temer a Jeová e glorificar seu nome, e com que determinação?

      10 Inúmeras pessoas ouvem hoje os do restante do “povo para o seu nome” entoar estas palavras: ‘Quem realmente não te temerá, Jeová, e glorificará o teu nome?” Centenas de milhares de pessoas que ouvem esta pergunta desafiadora demonstram que pensam o mesmo que os do restante ungido sobre isso, a saber, que Jeová merece ser temido e que seu nome merece ser glorificado. Dizem abertamente, perante todos os deuses falsos deste mundo: A maioria da humanidade talvez não tema hoje a Jeová, nem glorifique seu nome; mas, quanto a nós, temeremos a Jeová como o único Deus vivente e verdadeiro e respeitaremos o seu nome mais do que o nosso próprio, e glorificaremos o seu nome. Como fazem isso?

      11. O que fazem estes?

      11 Fazem isso por aceitarem a Bíblia Sagrada, não como a palavra de homens falíveis, mas, como o que realmente é, a palavra de Deus. Acreditam que as profecias dela a respeito do reino messiânico atingem agora o auge de seu cumprimento glorioso. Dirigem-se a Deus por intermédio do seu sacrificado Cordeiro Jesus Cristo e se dedicam inteiramente a ele. Imitando a Jesus Cristo, são batizados em água, “em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo”, tornando-se assim plenos discípulos de Jesus Cristo. (Mat. 28:19, 20) Reconhecendo que Jeová tem hoje um “povo para o seu nome” na terra, associam-se lealmente com este povo, embora seja apenas um pequeno restante. Participam com estes na proclamação do nome de Jeová e na glorificação dele. Por darem assim testemunho Dele, provam que não se envergonham de ser testemunhas cristãs de Jeová.

      12. (a) Portanto, que parte das palavras do “cântico” já vêem cumprir-se nos do restante ungido? (b) Que espécie de pessoas ainda tomará seu lugar entre os da “grande multidão”, e que esperança poderá partilhar?

      12 Esta “grande multidão” de pessoas tementes a Deus procede de todas as nações. (Rev. 7:9, 10) Os do restante ungido dos cantores já vêem nisso o cumprimento das palavras de seu cântico profético: “Virão todas as nações e adorarão perante ti, porque os teus justos decretos foram manifestos.” (Rev. 15:4) Ainda não acabou o ajuntamento de toda esta “grande multidão” sem número. A questão é: Quem tomará ainda o seu lugar entre esta “grande multidão”, antes de Jeová manifestar plenamente os seus decretos justos por destruir todos os ímpios na vindoura “grande tribulação”, tal como nunca ocorreu antes? Todos os que fizerem isso serão pessoas que respeitam o nome de Deus mais do que o seu próprio. Farão de bom grado o que diz o Salmo 96:8: “Atribuí a Jeová a glória pertencente ao seu nome.” Poderão participar junto com os da “grande multidão” na esperança de sobreviver à “grande tribulação” e entrar no novo sistema justo de coisas, onde “toda coisa que respira” louvará a Jeová. — Rev. 7:13-15; Sal. 150:6; 29:2;

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