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  • De que significado lhe é o nome de Deus?
    A Sentinela — 1973 | 1.° de novembro
    • Jeová, à Pessoa representada pelo nome divino, induz o cristão a oferecer “sempre a Deus um sacrifício de louvor, isto é, o fruto de lábios que fazem declaração pública do seu nome.” — Heb. 13:15.

      Declara ‘publicamente’ sua fé no nome de Deus? Paulo refere-se ao “fruto de lábios”, mas evidentemente refere-se a mais do que apenas serviço prestado ‘da boca para fora’. O “sacrifício de louvor” que procede da boca precisa ser sentido no coração, ser genuíno. Portanto, manter o nome de Deus santo pela pregação e pelo ensino envolve mais do que apenas usar palavras impressionantes. Note como isto é salientado em Romanos 2:21-24:

      “Tu, pois, que ensinas outro, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas: ‘Não furtes’, furtas? Tu, que dizes: ‘Não cometas adultério’, cometes adultério? Tu, que expressas a tua abominação dos ídolos, roubas templos? Tu, que te orgulhas da lei, desonras a Deus pela tua transgressão da Lei? Pois ‘o nome de Deus está sendo blasfemado entre as nações por causa de vós’.”

      Ensinar em nome de Deus exige que o instrutor leve uma vida coerente com a sua “declaração pública”. Suponhamos que o pai ensine ao filho: “Não deves furtar.” O que se dá, porém, quando o próprio pai age de modo contrário a isso, sonegando o imposto de renda ou furtando de seu vizinho? Não é provável que o ensino oral deste homem convença seu filho. Ainda mais importante, este homem dá motivos para que “o nome de Deus” seja “blasfemado”. Portanto, o verdadeiro amor ao nome de Deus, bem como o ensino eficiente, tornam obrigatório que o cristão pratique o que prega’. Faz isso?

      MANTER O NOME DE DEUS SANTO COM RELAÇÃO AO EMPREGO

      Além disso, sabia que suas ações no seu lugar de trabalho refletem sobre o nome de Deus? Paulo mostra isso em 1 Timóteo 6:1:

      “Tantos quantos forem escravos debaixo dum jugo estejam considerando os seus donos dignos de plena honra, para que nunca se fale de modo ultrajante do nome de Deus e do ensino”.

      No primeiro século, os escravos cristãos deviam dar a qualquer amo “plena honra” ou “maior respeito”. (An American Translation) Agir de outro modo daria a entender que a verdade de Deus não causou nenhuma mudança real no escravo. O ensino cristão pareceria não ter poder para afetar a vida. Falar-se-ia “de modo ultrajante” do nome de Deus, sim do próprio Deus. — Veja 1 Pedro 2:18.

      Poucos vivem hoje em escravidão mesmo. Mas os princípios que governam o empregador e o empregado são similares aos que governavam escravo e amo. Como cristão, dão os seus hábitos de trabalho motivo para alguém ‘falar de modo ultrajante do nome de Deus’? Por exemplo, chega freqüentemente atrasado ao trabalho? Dá ao seu patrão “plena honra”, mesmo quando ele não está presente? Faz isso embora ele seja um patrão exigente? Se tiver um patrão “crente”, um concristão, aproveita-se indevidamente de sua bondade? Se o nome de Jeová lhe for realmente santo, mostrará isso até mesmo nas suas relações comerciais.

      AMAR O NOME DE DEUS POR MINISTRAR A OUTROS

      Mostra-se também amor ao nome de Deus pelo modo de se lidar com concristãos. Veja o seguinte, em Hebreus 6:10: “Pois Deus não é injusto, para se esquecer de vossa obra e do amor que mostrastes ao seu nome, por terdes ministrado aos santos.”

      Quando Paulo escreveu estas palavras, as boas ‘obras’ sem dúvida incluíam prestar ajuda material a concristãos necessitados ou perseguidos. (Heb. 10:32-34) Pratica a hospitalidade cristã

      Em vista do que consideramos, é evidente que a pergunta: “De que significado lhe é o nome de Deus”, envolve muito mais do que apenas saber pronunciar o nome pessoal de Deus. Ele representa o próprio Deus. Portanto, Suas qualidades admiráveis devem evidenciar-se em todos os tratos cristãos.

      É alguém que ainda não conhece a Jeová? As testemunhas Dele terão prazer em instruí-lo a respeito dele. Poderá entrar em contato com elas por escrever à editora desta revista. Aprenda agora como a sua vida poderá ser verdadeiro motivo de honra para o ‘nome de Deus’.

  • O papel superlativo de Cristo Jesus nos propósitos de Deus
    A Sentinela — 1973 | 1.° de novembro
    • O papel superlativo de Cristo Jesus nos propósitos de Deus

      O INSPIRADO apóstolo Paulo escreveu aos cristãos do primeiro século, em Corinto, na Grécia: “Pois, não importa quantas sejam as promessas de Deus, elas se tornaram Sim por meio dele [Cristo Jesus]. Portanto, também por intermédio dele se diz o Amém a Deus.” — 2 Cor. 1:20.

      Como se dá que todas as promessas de Deus se tornam “Sim” por meio de Cristo Jesus e que “por intermédio dele se diz o Amém a Deus”? A resposta a estas perguntas ajuda-nos a apreciar o lugar vital que Cristo Jesus ocupa no exercício da soberania por Deus.

      Jeová Deus achou apropriado tornar seu Filho primogênito a figura central ou principal na realização de todos os Seus propósitos. Todas as promessas de Deus, registradas nas Escrituras Sagradas, tornam-se “Sim” por meio de Cristo Jesus, porque é por meio dele — pelo que ele foi como pessoa e pelo que ele fez — que todas estas promessas têm cumprimento. Romanos 15:8 nos diz que, para a nação de Israel, “Cristo se tornou realmente ministro . . . em favor da veracidade de Deus, a fim de confirmar as promessas que Ele [Deus] fez aos antepassados deles”. Por meio de seu Filho, Deus eliminou quaisquer possíveis motivos de dúvida, incerteza ou ambigüidade

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