BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Qual é o nome?
    A Sentinela — 1965 | 15 de janeiro
    • “É quase que certo, senão inteiramente, que o Nome era originalmente pronunciado ‘Yahweh’. “O artigo do Evening Star disse: “Se o nome fosse soletrado, seria mais correto soletrá-lo ‘Yahweh’.”

      Sim, muitos eruditos bíblicos reconhecem que “Yahweh” ou “Javé” representa mais de perto a pronúncia hebraica do Nome Divino. Mas, isto também indica que é indesculpável tirarem as religiões da cristandade o Nome Divino das traduções da Bíblia e da adoração cotidiana! Se a pronúncia “Javé” ou até outra, é mencionada como sendo mais correta, então, por que não usá-la? Que sentido faz admitir uma pronúncia mais correta e, daí, eliminá-la completamente do uso? Na verdade, é declarada hipocrisia defender uma pronúncia como melhor do que outra e, daí, jamais usá-la também!

      USE A SUA LÍNGUA

      Que pronúncia consideram as testemunhas de Jeová como sendo a mais correta? Na página 25 do prefácio da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, publicada em inglês, em 1950, pela Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados dos E. U. A., os tradutores declararam que inclinavam-se a “considerar a pronúncia ‘Yah.weh’” como sendo o modo mais correto”.

      Se a editora das testemunhas de Jeová reconhece que “Yahweh” (ou Javé) é a mais correta, por que usam “Jeová” em sua tradução, seus escritos e sua adoração, em vez dela? Porque a forma “Jeová” tem sido familiar ao povo durante muitos séculos, e essa forma de O Nome, tão fielmente quanto as demais formas, preserva os sons das quatro consoantes do tetragrama. Ademais, não falamos atualmente o hebraico! Falamos outras línguas. Quando falamos português, por exemplo, usamos a pronúncia portuguesa do Nome Divino, que é “Jeová”. Em outras línguas, o nome divino é pronunciado de modo diferente, embora de forma bem similar na maioria dos casos.

      Os que rejeitam a forma portuguesa “Jeová” e insistem em que se use a pronúncia hebraica, fariam bem em perguntar-se por que dizem “Jesus Cristo”, quando essa não era a maneira de se pronunciar o seu nome em hebraico. Essa é a maneira em português, derivada da língua grega. Em hebraico, Jesus seria mais como “Ieóxua” e Cristo como “Maxía”. Portanto, assim como dizemos “Jesus Cristo” na língua portuguesa, também dizemos “Jeová”, ambos estando certos quando falarmos português.

      The Catholic Encyclopedia, Volume 8, edição de 1910, página 329, nota que é correto usar-se “Jehovah” em inglês, quando declara: “Jehovah, o correto nome de Deus no Velho Testamento.” De modo interessante, acrescenta: “Alguns eruditos modernos sustentam que a palavra Jehovah data só do ano 1520. . . . Mas, os escritores do século dezesseis, católicos e protestantes, estão perfeitamente familiarizados com a palavra. . . . Ademais, Drusius a descobriu em Prochetus, teólogo do século quatorze. Finalmente, a palavra é encontrada até na ‘Pugio fidei’ de Raymund Martin, obra escrita por volta de 1270. Provavelmente, a introdução do nome Jehovah anteceda até R. Martin.”

      Por isso, é perfeitamente correto a Versão Almeida dizer, no Salmo 83:18: “Para que saibam que tu, a quem só pertence o nome de JEOVÁ, és o Altíssimo sobre toda a terra.” É também correto que outras traduções, como a Tradução Brasileira, a Versão Soares, em nota ao pé da página, a Tradução do Centro Bíblico Católico, que usa Javé, e a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, usem “Jeová”. As traduções em muitas outras línguas usam o Nome Divino em seus próprios idiomas.

      Que o Nome Divino deva ser usado foi bem expresso por Johann David Michaelis, em sua tradução para o alemão do Velho Testamento, no século dezoito. Ao comentar Gênesis, disse em parte: “Por outro lado, o nome Jeová [Jehova em alemão] é usado em igualmente longos trechos [da Bíblia] e o Ser Supremo é continuamente chamado Jeová Deus, com aparente intenção de transmitir ao leitor que o Deus de quem Moisés fala é o mesmo Deus que se tornou conhecido pelo nome Jeová, e que se diferençou de todos os outros deuses por meio deste nome particular. . . . de modo que considerei questão de integridade na tradução identificá-lo, muito embora não seja sempre agradável ao ouvido alemão.”

      Nos comentários de Michaelis sobre o livro de Jó, disse: “Nada tem suscitado dúvidas com mais freqüência, da minha parte, na tradução, do que o nome de Deus, Jeová, que ocorre tão freqüentemente nas hebraicas [escrituras]. Diversos amigos meus insistiram que eu não incluísse de forma alguma esta palavra estrangeira. . . . Jeová é Nomen Proprium, e, assim como retive devidamente outros nomina propria, [tais como] Abraão, Isaque, Jacó, ou nomes fascinantes de outros deuses, como por exemplo, Baal, Astarote, Dagão — talvez sejam tão estrangeiros quanto queiram — isso bem pode ocorrer no caso de Jeová. Na tradução de um autor clássico, a pessoa não teria a mínima hesitação de usar os nomes Júpiter, Apolo [e] Diana; e por que, então, deve o nome do Único Deus Verdadeiro parecer mais ofensivo Por conseguinte, não vejo razão para não usar o nome Jeová na Bíblia em alemão.”

      Conforme este tradutor esclarece tão bem, o nome de Deus, Jeová, ocorre tantas vezes na Bíblia que os homens tementes a Deus, de integridade, sentem-se obrigados pela consciência a traduzir o Nome Divino em suas traduções e na adoração, seja qual for a língua que usarem.

      Não deve parecer tão estranho ser correto usar o Nome Divino na língua que falamos. Dá-se o mesmo que com os outros nomes. É o seu nome João, em português? Bem, não o é em espanhol, pois em espanhol seria “Juan”. Em francês esse mesmo nome seria “Jean”. Em alemão é “Johannes”. Em hebraico é “Ioanán”. Em outros idiomas este mesmo nome é pronunciado de modo diferente. Mas, só porque o seu nome é pronunciado de modo diferente em diversos idiomas, será que deixaria de usá-lo completamente em seu próprio idioma? De jeito nenhum! Nem deve o nome de Deus ser deixado de lado só porque é pronunciado de modo diferente em diferentes línguas!

      O PONTO VITAL

      O ponto vital não é se “Javé” ou alguma outra forma do Nome Divino é mais correta, em hebraico. O ponto vital é se usa ou não a pronúncia comum à sua língua. Qualquer religião que abandona o uso dele não pode ser a religião verdadeira, pois Deus disse: “Meu povo vai saber meu nome.” Não só sabe qual é O Nome, mas, para ele, é nome exaltado e tratado com respeito. — Isa. 52:6, CBC.

      Os que desejam servir a Deus fielmente, e receber suas bênçãos, usam o seu nome. Usam o Nome Divino em sua própria língua e se esforçam de magnificá-lo no máximo possível. Estão bem a par de que Deus “voltou a sua atenção para as nações, a fim de tirar delas um povo para o seu nome”, e desejam associar-se com tal povo. — Atos 15:14.

      De maneira que, então, qual é o nome de Deus? Em português, conforme traduzido fielmente das Escrituras Hebraicas, a Bíblia responde: “Eu sou Jeová. Este é meu nome.” — Isa. 42:8.

  • Cartão de lapela traz resultados
    A Sentinela — 1965 | 15 de janeiro
    • Cartão de lapela traz resultados

      Certo membro da Congregação Cristã do Brasil viajava ao lado dum congressista do Paraná que tinha um cartão de lapela com o título do discurso da assembléia: “Quando Deus For Rei Sobre Toda a Terra.” “Então, Deus já não é rei?”, perguntou. A Testemunha disse: “Se já fosse, como se explicaria a injustiça e a perversidade na terra?” O cartão de lapela serviu para se iniciar um testemunho.”

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar