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Agradeça a Jeová a sua benevolênciaA Sentinela — 1977 | 15 de agosto
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Agradeça a Jeová a sua benevolência
“Oh! agradeça-se a Jeová a sua benevolência e as suas obras maravilhosas.” — Sal. 107:8.
1, 2. (a) De que precisamos urgentemente em tempos de aflição? (b) O que falta muitas vezes neste respeito, no mundo atual? (2 Tim. 3:1, 2)
QUÃO bom é ter alguém que lhe permanece leal em tempos de dificuldade! Sem dúvida, já passou por situações em que, talvez por causa de seus próprios erros ou fraquezas, ficou em circunstâncias que o deixaram deprimido ou que lhe causaram sofrimento. Quanto apreciou então, quando alguém, por devoção abnegada a você, leitor, bondosamente desculpou a sua falta no assunto e veio em seu auxílio, tirando-o da sua aflição.
2 Conforme o expressa o provérbio bíblico: “O verdadeiro companheiro está amando todo o tempo e é um irmão nascido para quando há aflição.” (Pro. 17:17) Tais exemplos de benignidade gerada pela devoção altruísta, lamentavelmente, não são hoje muito comuns. Às vezes, as próprias pessoas que se considera como amigos podem causar a mais profunda mágoa. (Pro. 18:24) E, por outro lado, há muitos que nem o reconhecem quando são alvo de tal benignidade devota. Muitos maridos, com esposa lealmente devotada, nem dão valor a ela, raras vezes expressando gratidão pelo amoroso interesse dela, e isto se dá também com muitas esposas na sua atitude para com seu marido devotado. Mas, quanta alegria dá quando essa benignidade devotada é demonstrada e aceita com gratidão!
3. Como nos indica o salmista o maior amigo que podemos ter?
3 Todos os exemplos de benevolência expressos pelos homens são deveras pequenos em comparação com o Daquele cuja amizade deve ser buscada e prezada acima de todas as outras. O salmista cantou para Aquele: “Agradecei a Jeová, porque ele é bom; pois a sua benevolência é por tempo indefinido.” — Sal. 107:1.
QUALIDADE PRECIOSA
4, 5. (a) O que subentende a expressão “benevolência”? (b) De que modo é a benevolência algo que distingue a Jeová? (Sal. 86:15)
4 O que é esta “benevolência” de Jeová, de que fala o Salmo 107? Esta qualidade envolve um amor que toma interesse ativo nos outros. “Benevolência” traduz a palavra hebraica hhésedh, que contém a idéia de benignidade ou querença motivada pelo amor. No entanto, há mais envolvido. O Professor R. E. Perry observou que hhésedh “significa uma atitude, quer de Deus, quer do homem, gerada pela relação mútua”, e “denota ‘benignidade’ ou ‘ajuda’ recebida de alguém superior. . . . A principal conotação de [hhésedh] é de ‘amor leal’”. De modo que há fidelidade envolvida na benevolência de Deus. Assim, a Versão Normal Americana, em inglês, apresenta Salomão como dizendo que Deus havia “mostrado grande e constante amor [ou: “benevolência”] para com Davi, meu pai”. — 2 Crô. 1:8; veja 2 Samuel 9:1-7.
5 A benevolência de Jeová, portanto, não é algo casual, assim como talvez o favor dum inconstante rei humano. Antes, ela tem solidariedade e lealdade inerentes. Esta qualidade é preciosa para Jeová, algo que se agrada em demonstrar, em especial para com pessoas fiéis. Deve também ser preciosa para os que são beneficiados por ela. Davi bem que podia escrever: “Quão preciosa é a tua benevolência, ó Deus! E os próprios filhos dos homens se refugiam na sombra das tuas asas.” — Sal. 36:7.
6. Por que precisamos examinar a nós mesmos em relação à benevolência de Jeová?
6 Uma lei fundamental do universo físico é que para cada ação há uma reação igual e oposta. Todavia, isto não se dá automaticamente em assuntos espirituais. Cada um de nós pode perguntar-se: Qual é a minha reação diante da demonstração de benevolência por Deus? Muitos talvez achem difícil de responder a esta pergunta, porque a expressão “benevolência” pode parecer meio abstrata. Já pensou, porém, em exemplos concretos de como foi afetado pela benevolência de Deus? Isto poderá aumentar grandemente seu apreço por esta benevolência, fazendo-o achegar-se mais a ele.
UM DEUS QUE É BENIGNO PARA COM TODOS
7. Limita Deus as suas benignidades àqueles que estão numa relação aprovada com ele?
7 Embora o amor leal ou a “benevolência” de Jeová seja expresso para com os que entraram numa relação aprovada com ele, isto, certamente, não significa que ele não é benigno para com os de fora desta relação. Quando o Filho de Deus esteve na terra, ele disse: “O Altíssimo . . . é benigno para com os ingratos e os iníquos. Continuai a tornar-vos misericordiosos, assim como vosso Pai é misericordioso.” (Luc. 6:35, 36) O apóstolo Paulo podia dizer aos idólatras, em Listra, que Deus “não se deixou sem testemunho, por fazer o bem, dando-vos chuvas do céu e estações frutíferas, enchendo os vossos corações plenamente de alimento e de bom ânimo”. (Atos 14:17) Tudo isso é benignidade imerecida da parte de Deus, uma expressão de sua grande misericórdia para com toda a humanidade em geral.
8. (a) Que motivo nos oferece a criação para agradecer-mos a Jeová? (Sal. 33:5) (b) Que motivos mais fortes temos?
8 Quão fácil é não dar valor ao que temos. Pergunte-se: Como descreveria a cor do céu ou a beleza duma flor a alguém que nasceu cego? Se alguém nunca teve a faculdade da audição, poderia explicar-lhe a sensação dela, poder ouvir os pássaros, poder conversar e ouvir música agradável? Poder ver e ouvir, faculdades que quase todos nós temos, é deveras uma bênção, não é? No entanto, quantas vezes expressamos nossa gratidão por isso a Deus, o Criador? (Pro. 20:12; Êxo. 4:11) Não obstante, há motivos muito mais fortes para se agradecer e louvar a Jeová. Estes motivos são encontrados nas suas maravilhosas obras, que nos possibilitam entrar numa relação aprovada com ele. Deste modo, não só podemos ser alvo de sua benignidade geral para com toda a humanidade, mas podemos tornar-nos alvo de seu amor leal, de sua benevolência, demonstrada àqueles dos “filhos dos homens” que aceitaram sua provisão misericordiosa e que o servem com gratidão. — Sal. 107:8.
9. Qual havia sido a situação dos gentios em Éfeso, e como se tornaram alguns deles cristãos?
9 O apóstolo Paulo escreveu que os cristãos gentios, na antiga Éfeso, anteriormente estavam “sem Cristo, apartados do estado de Israel e estranhos aos pactos da promessa, e não [tinham] esperança e [estavam] sem Deus no mundo”. (Efé. 2:11, 12) Visto que era da vontade de Deus que tanto judeus como gentios tivessem a oportunidade de aceitar a Cristo, a mensagem da reconciliação foi levada àqueles gentios. (Efé. 2:16; Col. 1:21, 22; 2 Cor. 5:18-21) Este foi um motivo destacado para agradecerem a Deus sua misericórdia.
10. De modo similar, por que pode você agradecer a benignidade imerecida de Deus?
10 É menos motivo para você, leitor? Pense em todos os milhões de pessoas na terra, que ainda estão sendo cegados pelos errôneos ensinos religiosos. (2 Cor. 4:3, 4; Mat. 15:8, 9, 14) Embora você também possa ‘não ter tido esperança e estado sem Deus no mundo’, conhece agora a verdade da Palavra de Deus e pode servir a ele. Agradece regularmente a Deus, que ele lhe permitiu aprender a verdade e tornar-se seu amigo?
11. Como demonstrou Jeová grande benignidade para com gentios individuais na antiga Éfeso?
11 Tornemos este assunto ainda mais pessoal. Quando a verdade chegou àqueles efésios, muitos deles provavelmente eram como algumas pessoas na antiga Corinto, ‘fornicadores, idólatras, adúlteros, homens mantidos para propósitos desnaturais, ladrões, gananciosos, beberrões, injuriadores e extorsores’. (1 Cor. 6:9-11) Mas, podia-se ter misericórdia com eles, porque Jeová enviara seu Filho para prover a base sacrificial para o perdão de pecados. De modo que Paulo fez lembrar aos efésios “o perdão de nossas falhas, segundo as riquezas de sua benignidade imerecida”. (Efé. 1:7) Não foi a disposição de Deus, de perdoar seus pecados, uma demonstração maravilhosa de benignidade imerecida? Que dizer de nós?
12, 13. (a) Cada um de nós sabe o que sobre o seu próprio passado, conforme sugere Tito 3:3-5? (b) Que motivo pessoal temos, então, para agradecer a Jeová?
12 Cada um de nós se apercebe de seu próprio passado. É bem provável que saibamos de muitos pecados que cometemos, pelos quais precisamos de perdão, sem se mencionarem os numerosos pecados de que nem nos lembramos. Isto deve induzir nosso coração para pensarmos: Deus, na sua misericórdia e amor, está disposto a perdoar-nos. Esta é uma demonstração de sua benignidade para conosco, em resultado de termos aceito o sacrifício de Cristo e exercermos fé. Imagine que você tenha um novo terno de que especialmente gosta, mas logo da primeira vez que o usa derrama algo sobre ele. Ansioso você o leva ao tintureiro, na esperança de que se possa tirar a mancha. Depois volta para apanhar o terno. E veja! A mancha desapareceu! Não se sente então feliz, e até mesmo grato? Como nos devemos sentir, então, em resposta a Jeová nos perdoar os pecados que nos mancharam no passado — uma demonstração maravilhosa da benignidade imerecida de Deus? — Sal. 103:3, 12-14; Núm. 14:19.
13 Não há dúvida de que temos motivos para agradecer e louvar a Deus por tal benignidade imerecida. No entanto, visto que nos tornamos parte do seu povo, seus adoradores cristãos, há muitas maneiras em que nos tem demonstrado lealdade, vindo em nosso auxílio com a sua maravilhosa benevolência.
PARA COM SEU POVO, COMO GRUPO
14. De que outro modo podemos achar motivos para agradecer a Jeová?
14 Os adoradores de Jeová já têm reconhecido por muito tempo as manifestações do amor leal de Deus nos seus tratos com eles. Pelo exame de alguns casos bíblicos disso, você, leitor, será provavelmente ajudado a discernir motivos adicionais para lhe agradecer.
15. Como libertou Jeová os israelitas da escravidão egípcia?
15 O livro de Êxodo relata como Jeová levou seu povo para fora da servidão egípcia para a margem ocidental do Mar Vermelho. Daí, ele partiu milagrosamente as águas, para que milhões de israelitas e seus associados pudessem atravessá-lo a salvo. Quando os egípcios tentaram frustrar a libertação provida por Jeová, ele usou as mesmas águas para destruir a todos eles, inclusive o poderoso Faraó. (Êxo. 14:21-30; Sal. 136:1, 10-15) Como teria reagido você, se tivesse sido parte do povo de Deus?
16. De que maneira apropriada reagiu Israel?
16 Salvos na outra margem, Moisés e os filhos de Israel agradeceram a Jeová com um cântico, dizendo: “Quem é semelhante a ti, mostrando-se poderoso em santidade? . . . Tu, na tua benevolência, guiaste o povo que recuperaste; tu, na tua força, certamente os conduzirás ao teu santo lugar de permanência.” (Êxo. 15:11-13) Serem guiados e libertados por Deus deu-lhes confiança em que ele continuaria a fazer isso até na Terra da Promessa. (Êxo. 15:17) O ato de Deus não era apenas uma demonstração de seu poder, mas também de sua benevolência, pela qual lhe agradeceram e o louvaram.
17. Que paralelos encontramos nos tratos modernos de Deus com seu povo?
17 Reage você de modo similar? Pode ser, porém, que ache que Deus não interveio especificamente neste tempo com tais libertações. Mas, que dizer dos casos hodiernos, em que verdadeiros adoradores foram libertos das restrições ou aliviados da perseguição? Ao saber de tais relatos, tende a mostrar apenas leve interesse, antes de se ocupar de novo com os afazeres da vida diária? Por exemplo, depois de as Testemunhas de Jeová terem ensinado e se reunido por muitos anos às ocultas, por causa duma proscrição governamental, elas estão agora livres para realizarem sua obra educativa, bíblica, na Espanha, em Portugal e na Grécia. Não é este um motivo para se regozijar? Não é evidência da benevolência de Jeová? Deus podia ter deixado que as condições continuassem assim como estavam. Em vez disso, foi da sua vontade que houvesse essas mudanças. Reage você assim como os israelitas, agradecendo e louvando a Jeová por tal demonstração de sua benevolência? Mencionou especificamente tais libertações a outros, como que cantando louvores por causa da benevolência de Deus? — Col. 3:16.
18. Como sentiram muitos de nós, individualmente, demonstrações similares de benevolência? (Sal. 22:4, 7, 8)
18 Além disso, talvez tenha tido pessoalmente experiências que de modo similar são motivo para agradecer a Jeová a sua benevolência. Por exemplo, já foi alguma vez alvo de escárnio, por defender princípios cristãos? Talvez fosse por se abster de práticas desonestas no seu trabalho, por se negar a colar na escola ou por se recusar a participar na tagarelice entre vizinhos. (Efé. 6:5-8; Heb. 13:18; 1 Tim. 5:13) Ou pode ter sofrido também pressão para obrigá-lo a transigir na sua adoração. (Dan. 3:16-18; Rev. 18:4, 5) Tal ultraje ou oposição não era agradável, não é verdade? Contudo, com o tempo, talvez tenha parado. Os opositores talvez se tenham cansado ou passado a respeitar que você se apega aos princípios da Bíblia. Mas, o ponto é que defendeu a questão da soberania de Deus por fazer o que é direito aos olhos de Jeová, e ele o ajudou a permanecer firme, até chegar o alívio. Não é isto uma manifestação de Sua benevolência, pela qual deve receber agradecimento e louvor? — Sal. 22:22, 25; 23:6.
19. Quando o Rei Davi finalmente conseguiu levar a Arca do Pacto para Jerusalém que expressões de louvor suscitou isso?
19 A Bíblia contém muitos outros exemplos históricos da benevolência de Deus. Muitas vezes são casos em que ele causou ou promoveu progressos na verdadeira adoração. Um incidente envolveu a caixa sagrada chamada de Arca do Pacto, que representava a presença de Jeová em Israel. (Êxo. 25:10-22) Depois de os israelitas terem entrado na Terra da Promessa, a Arca permaneceu por muitos anos, não na sua tenda em Silo, mas em Quiriate-Jearim. Davi quis trazê-la a Jerusalém, onde ele se assentava no trono de Jeová. Sua primeira tentativa neste sentido fracassou. (1 Crô. 13:1-14) Por fim, ele levou a Arca a Jerusalém, corretamente carregada por levitas. (1 Crô. 15:1-28) Esta grande ocasião levou à seguinte expressão de louvor: “Agradecei a Jeová, porque ele é bom, pois a sua benevolência é por tempo indefinido.” — 1 Crô. 16:1, 8, 34-36.
20. O que se pode reconhecer hoje como evidência similar de benevolência?
20 É sua reação igual a esta, quando se dá um passo progressivo que enaltece a verdadeira adoração? (Isa. 2:2, 3) Talvez se faça uma nova provisão, para que mais pessoas possam saber de Jeová. Pode ser um novo livro usado no ensino das verdades da Bíblia. Ou pode ser um número especial de A Sentinela ou Despertai!, destinado a convencer certo tipo de pessoas da necessidade de servirem a Deus. Ou pode ser um arranjo melhorado, envolvendo os anciãos espirituais na congregação. Verifica que reage assim como Davi, agradecendo a Jeová a benevolência de tais passos progressivos na verdadeira adoração? Certamente, há amplos motivos para isso.
21. Em 536 A. E. C., os verdadeiros adoradores reconheceram que construção como exemplo da benevolência de Deus?
21 Pensando na sua própria situação, considere mais um exemplo bíblico. Lá no segundo mês lunar (abril-maio) de 536 A. E. C., os judeus que haviam retornado do exílio em Babilônia começaram a reconstruir o templo de Jeová em Jerusalém. Não foram eles pessoalmente que se haviam liberto de Babilônia, nem haviam dado origem à idéia da reconstrução do templo. O crédito por isso cabia a Jeová. (Esd. 1:1, 5) Devia-se encarar levianamente este programa de construção? Lemos: “Os construtores lançaram o alicerce do templo. . . . E [os sacerdotes e levitas que presenciaram isso] começaram a responder, louvando e agradecendo a Jeová, ‘porque ele é bom, pois a sua benevolência para com Israel é por tempo indefinido.’ Quanto a todo o povo, eles deram um alto grito em louvor a Jeová por causa do lançamento do alicerce da casa de Jeová.” — Esd. 3:10, 11.
22. Que similaridades podemos encontrar em nossas próprias experiências, levando a que reação? (Esd. 3:1: Sal. 149:1)
22 Então, que dizer de hoje? Sua congregação talvez tenha antes alugado um salão para suas reuniões, mas agora já construiu um Salão do Reino. Ou a sua congregação talvez recentemente se tenha expandido ou remobiliado o Salão do Reino. Ou pode ser que a assistência às suas reuniões tenha aumentado, aparecendo novas famílias de interessados no seu salão. Ou muitos na congregação talvez se tenham sentido movidos a participar no serviço de pioneiro auxiliar. Neste respeito, sente a mão de Jeová no assunto, reconhecendo que é ele que promove isso e quem derrama seu espírito e sua bênção? Sim, dá-se conta de que tais realizações são uma demonstração da abundante benevolência de Jeová? Sente-se também induzido a se regozijar?
23. O que podemos concluir sobre os tratos de Deus conosco? Mas, que aspecto deste assunto merece ainda ser considerado?
23 Sem dúvida, os cristãos têm muitos motivos para agradecer e louvar a Jeová por sua benevolência: Pelas expressões dela, em conexão com seu propósito declarado, que beneficiam todos os homens que vivem no meio de suas obras criativas. Pelas demonstrações dela, que envolvem a nós, individualmente. E pela benevolência que sentimos como parte do povo de Deus. Todavia, em termos práticos, exatamente o que fará você para agradecer a Jeová sua benevolência? Este aspecto será considerado no artigo que segue.
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Como lhe agradecerá a sua benevolência?A Sentinela — 1977 | 15 de agosto
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Como lhe agradecerá a sua benevolência?
1, 2. (a) Quão valiosa é nossa vida? Mas o que disse Davi sobre a vida, no Salmo 63:3? (b) Em que sentido era assim? (Jó 14:1, 2; Tia. 4:14)
O QUE poderia ser mais precioso do que a sua vida? Sem ela, não poderia usufruir nenhuns bens, nem tirar proveito deles. Pensando nisso, note que o salmista Davi disse em melodia a Jeová Deus: “A tua benevolência é melhor do que a vida.” — Sal. 63:3.
2 Davi estava dizendo que preferia perder a vida a perder o favor de Jeová. Tudo o que Davi poderia possuir ou usufruir no futuro eterno dependia de Deus. Davi sabia também dos muitos casos em que Jeová lhe havia demonstrado compaixão e apoio leal. Tudo isso evidenciava a benevolência de Deus. Portanto, para Davi, a benevolência era mais importante do que a presente vida temporal, como homem. (1 Crô. 29:14, 15) É assim que pensa também? Não é a benevolência, ou o amor leal, Daquele que lhe pode dar vida eterna mais preciosa do que a vida mortal, que significa que ‘hoje somos, amanhã não’?
3. Que ação tomou Davi em resposta à benevolência de Jeová, e o que podemos perguntar-nos apropriadamente?
3 Todavia, Davi não apenas sentiu o valor da benevolência de Jeová, deixando-o ficar nisso. Note como ele respondeu: “Porque a tua benevolência é melhor do que a vida, gabar-te-ão os meus próprios lábios. Assim te bendirei durante a minha vida.” (Sal. 63:3, 4) Sim, a sua profunda gratidão pela benevolência o induziu a expressar louvor e agradecimentos a Deus. Conforme consideramos no artigo precedente, nós, pessoalmente, temos muitos motivos para agradecer a Jeová sua benevolência. Portanto, agradecer-lhe e louvá-lo deve fazer parte integrante de nossa vida. Dá-se isso no seu caso? Será que passa um dia inteiro, ou mais, sem que pense em Deus ou o mencione em conversação? Ou fala muitas vezes sobre Jeová, louvando-o espontaneamente pelo que ele é e pelo que faz? Acha que está refletindo diariamente o sentimento expresso no Salmo 107:21, 22?
4. Neste respeito, quão necessária é nossa proclamação das boas novas?
4 Sem dúvida, um modo de agradecer a Jeová sua benevolência é falar a outros que ainda não o adoram. (Atos 14:1-3; 20:24) A mensagem das boas novas pode salvar-lhes à vida. Portanto, é correto que tenhamos prazer em pregar amplamente as boas novas. — Rom. 10:9-15.
5. (a) Por que talvez estejamos testemunhando a respeito de assuntos negativos? (b) No entanto, por que é apropriada alguma informação assim?
5 Os verdadeiros cristãos sabem que aquilo que a maioria das pessoas aprendeu sobre Deus e sobre a Bíblia consiste em doutrinas falsas e em deturpações dos ensinos bíblicos. Portanto, sem o saber, poderíamos deixar nosso testemunho ser dominado por coisas negativas. Pergunte-se sobre quão freqüente é, no seu testemunho, demorar-se no que a Bíblia não ensina — que ela não ensina um Deus trino, nem um inferno ardente, nem que o homem tenha uma alma imortal e que a terra seja queimada. (João 14:28; Eze. 18:4; Ecl. 9:5, 10; 1:4) De fato, aqueles a quem damos testemunho precisam de ajuda em corrigir suas crenças erradas. E por indicarmos o erro talvez os possamos ajudar a distinguir qual é a religião verdadeira e qual é a falsa. Mas, precisamos tomar cuidado de que não falemos quase que só de pontos negativos.
6. Por que deve nossa declaração pública incluir muitos pontos positivos?
6 Nossa “declaração pública” deve incluir muitas coisas positivas sobre Jeová, pois oferecemos um “sacrifício de louvor”. (Heb. 13:15; veja o Salmo 107:21, 22.) Por exemplo, podemos enfatizar o que Jeová É. Podemos mostrar que ‘somente ele é o Altíssimo’. (Sal. 83:18) Podemos explicar que realmente conhecê-lo, bem como a seu Filho, resulta em vida eterna. (João 17:3) E podemos destacar algumas das suas sublimes qualidades, que podem atrair as pessoas a ele — sua misericórdia, sua insuperável sabedoria, entendimento, generosidade, fidelidade, e, por certo, sua benevolência. — Deu. 32:4; Tia. 1:17; Sal. 84:11.
7. Como podemos destacar a benevolência de Deus, e com que, resultado?
7 Cada um de nós deve examinar a sua própria “declaração pública”, para ver como poderia dar maior destaque a estes aspectos positivos. Por exemplo, quando dirige um estudo bíblico regular com sua família ou com outros, será possível destacar de algum modo a benevolência de Deus? Ao considerar algum incidente bíblico ou um aspecto do propósito de Deus, poderá explicar apenas brevemente o que isso ilustra a respeito de nosso Deus. Ou poderá perguntar ao estudante o que o ponto considerado lhe ajudou entender sobre Jeová. Isto achegará o estudante mais a Jeová, tornando-lhe Deus mais real e pessoal, e estimulando-o a aprender mais sobre este maravilhoso Deus e a louvá-lo. — Sal. 147:1, 11.
DEMOS GRAÇAS NA NOSSA CONVERSAÇÃO
8. Em que outras ocasiões podemos agradecer a Jeová a sua benevolência?
8 Falar sobre Jeová e sua benevolência não é reservado apenas às ocasiões em que procuramos ensinar aos outros as verdades bíblicas. Que dizer da conversação diária? Jesus disse: “É da abundância do coração que a boca, fala” (Mat. 12:34) Se realmente apreciarmos a benevolência de Deus, então isso se deveria manifestar na nossa conversa diária. Aconteceu assim com o salmista, que escreveu: “É bom dar graças a Jeová e entoar melodias ao teu nome, ó Altíssimo; contar de manhã a tua benevolência e durante as noites a tua fidelidade.” — Sal. 92:1, 2.
9. (a) Qual é o conceito comum quanto a se mencionar a Deus? (b) Como se contrasta isso com a nossa atitude? (Sal. 107:31, 32)
9 Deve ter notado que a maioria das pessoas, mesmo as que vão à igreja e afirmam adorar a Deus, não estão inclinadas a falar sobre ele e seus propósitos. E estão especialmente relutantes quanto a expressar qualquer envolvimento pessoal com Deus; isto é encarado como não sendo sofisticado ou como embaraçoso. Em parte, esta tendência talvez se deva a que, na realidade, não estão pessoalmente envolvidos com Deus. Contudo, em vista da amplitude desta desinclinação, podemos perguntar-nos: ‘Será que eu fui influenciado pela relutância do mundo em falar sobre o envolvimento com Deus ou em mostrar na conversação que ele faz parte da minha vida e dos meus pensamentos?’ Jeová certamente faz parte de nossa vida e deve estar nos nossos pensamentos. Buscamos regularmente a sua bênção e orientação. Por isso, não devemos hesitar em falar sobre ele, mencionando-o em nossa conversação e indicando nosso interesse nos seus atos e propósitos.
10. Que conselho bíblico relaciona-se com falarmos regularmente sobre Deus?
10 Naturalmente, queremos evitar criar uma impressão de farisaísmo. Lembre-se de que não é difícil para os outros sentirem a religiosidade artificial ou afetada. Jesus condenou os líderes religiosos, judaicos, hipócritas, por exibirem a piedade apenas para ser vistos e ouvidos. (Mat. 6:1-5) Contudo, a Bíblia exorta-nos a louvarmos e agradecermos a Jeová constantemente. Assim, ao passo que acatamos o conselho de Mateus 6:1-5 e tomamos cuidado para não parecer farisaicos, nós falamos sobre ele. Com modéstia e convicção, podemos mencionar seus tratos e modos, os quais incluem a maneira em que ele lidou conosco e como estamos envolvidos com ele.
11. Que oportunidades temos para introduzir Deus na nossa conversa, em harmonia com o Salmo 34:1?
11 Durante o dia, é provável que fale sobre muitos assuntos com sua família, com amigos cristãos e outros, quer na escola, quer no trabalho ou na vizinhança. Talvez a situação se preste a falar sobre Deus de modo sincero e natural. Fala sobre alguma viagem de recreio para a beira do mar ou para as montanhas, a fim de se deliciar com a criação de Jeová? Você aprecia a beleza natural e a serenidade do que ele fez, então, por que não mencionar isso?
12. Como podemos falar sobre Deus quando conversamos com aqueles que não são verdadeiros adoradores?
12 Mesmo que esteja falando com alguém que não crê, talvez, com discrição, possa falar sobre Deus, por exemplo, mencionando brevemente o prazer que deriva das coisas que seu Criador fez. (Atos 4:24; 14:15) Ninguém deve ficar surpreso de que Deus surja na sua conversação geral, pois, não está ele na sua mente, quanto ao que você faz ou deixa de fazer? Alguém talvez lhe fale sobre o modo em que cria seus filhos, observando seu bom êxito. Poderia sua resposta incluir uma breve expressão de agradecimento a Deus pelo conselho dele, que habilita a ser sábio neste respeito? (Sal. 19:7) Talvez um colega de trabalho comente que você gasta tempo das férias para assistir a um congresso cristão, em vez de usá-lo todo para “prazeres”. Poderia responder-lhe sinceramente que gosta de aprender mais sobre a benevolência e a vontade de seu Criador. (Sal. 100:3-5) Nunca sabemos que bom efeito tais observações breves podem ter, talvez fazendo alguém pensar em Deus. Mas, não mencionamos Deus apenas porque um ouvinte pode ser ajudado por isso. Falamos sobre Deus e seus atos porque isso está no nosso coração, e, assim, na nossa língua. — Sal. 45:1.
13. (a) Por que deve a menção de Deus ser ainda mais natural quando conversamos com concrentes? (b) Quais são algumas maneiras de fazer isso?
13 Se mencionarmos Deus muitas vezes na conversa com incrédulos, conforme o bom gosto e a modéstia permitirem, quão compreensível é, então, que o façamos freqüentemente quando conversamos com aqueles que servem a Deus. Sentimos maior facilidade de falar a concristãos sobre nossas atividades, planos, impressões, e assim por diante. Portanto, em tais palestras, não deveríamos estar inclinados a mencionar Deus e seus tratos, assim como diz o Salmo 92:1? Pode ser que se faça algum trabalho no Salão do Reino. Você poderia expressar seu apreço pela bênção de Deus sobre a congregação. Recebemos um novo compêndio bíblico. Se você o encarar sinceramente como evidência da benevolência de Jeová, por que não mencionar isso em conversação. Que dizer das novas explicações interessantes nele? Fale animadamente sobre estas coisas a seus irmãos, fazendo-o com modéstia, para evitar uma impressão farisaica. Intercalar assuntos espirituais na sua conversação edificará a todos.
ESTEJA ATENTO A VER MOTIVOS PARA GRATIDÃO
14. Que conceito precisamos cultivar quanto à bondade de Deus?
14 O que diria se alguém lhe desse um prato de areia, com pequeníssimas partículas de ferro misturadas nela? Seria difícil de retirar as partículas de ferro. Mas, poderia facilmente retirá-las com um ímã. O coração cheio de gratidão a Jeová é semelhante a um ímã. Com tal coração, podemos facilmente, cada dia, apanhar numerosos exemplos de sua benignidade e generosidade, mais valiosas do que o ferro e mais preciosas do que o ouro. Estar atento às evidências da bondade de Deus tornará fácil e natural louvá-lo e expressar agradecimento por elas. — Pro. 3:3, 4, 13-18.
15. Quais são alguns exemplos de coisas que podemos agradecer a Jeová? (Efé. 5:20)
15 A criação de Jeová, que observamos diariamente, simplesmente está cheia de coisas que nos podem lembrar as suas provisões bondosas para a humanidade em geral. Você talvez veja dois gatinhos brincando na grama. Não pode deixar de se divertir com as brincadeiras deles. Não o leva isso a pensar em Jeová e no prazer que ele deve ter na sua criação? A Bíblia diz que ele é “Deus feliz”. (1 Tim. 1:11) Portanto, quando observa gatinhos, lontras ou outros animais brincando, trará isso à sua mente o senso de prazer e humor que Deus tem? Que dizer do sabor refrescante duma maçã ou duma melancia deliciosa num dia quente? (Sal. 145:8, 15-17) Quanto aos olores agradáveis, lembra-se da fragrância de certas flores ou do cheiro de grama ou trevo recém-cortados? Ao apreciarmos essas coisas, não é apropriado que expressemos agradecimentos a Jeová por sua consideração em prover-nos os sentidos e tais coisas maravilhosas para usufruir?
16. Estar atento à bondade de Deus e mencioná-la pode ter que efeito sobre os outros?
16 Uma família, na parte setentrional do Estado de Nova Iorque, estava no meio duma refeição, quando o filho de quatro anos falou de iniciativa própria, dizendo: “Mamãe, como é bom que Jeová pôs o nosso rosto na frente, para podermos comer!” Embora o menino falasse na sua inocência juvenil, certamente estava dando valor às coisas. Seu comentário franco e sincero ajudou a todos em volta dele a pensar em Jeová e a apreciar mais ainda o que ele tem feito. Nossos comentários sobre a benevolência de Deus, que fazemos enquanto o servimos, podem fazer o mesmo.
EXPANSÃO EM CÂNTICO E ORAÇÃO
17, 18. (a) Como usavam os israelitas o canto para dar graças? (b) O que indica Marcos 14:26 sobre o que Jesus e os apóstolos fizeram? (Atos 16:25)
17 Outra maneira de se dar graças a Jeová pela sua benevolência é a do canto. Cantar tem sido por muito tempo um aspecto da verdadeira adoração. (Êxo. 15:1-21; Sal. 1-150; 2 Crô. 29:27; Rev. 15:3, 4) No templo, em Jerusalém, certos levitas tinham o privilégio de tocar música, enquanto outros cantavam. O sentido e o objetivo de seus esforços são dignos de nota. A Bíblia diz que isso era “tanto para fazer lembrar como para agradecer e louvar a Jeová, o Deus de Israel”. Por quê? “Porque ‘a sua benevolência é por tempo indefinido’.” — 1 Crô. 16:4, 41, 42; 9:33.
18 Neste respeito, já pensou em Jesus e nos apóstolos como cantores? Eles os eram, e gostavam de cantar. Marcos 14:26 nos diz que, na última noite que passaram juntos, na terra, eles cantaram. Os judeus costumavam cantar os Salmos 113 até 118 durante a refeição pascoal. De modo que é provável que Jesus e os onze apóstolos fiéis encerrassem aquela refeição por cantarem o Salmo 118, que tanto começa como termina por dizer: “Agradecei a Jeová, porque ele é bom; pois a sua benevolência é por tempo indefinido.”
19. Qual deve ser nossa atitude para com os cânticos na congregação? (Efé. 5:18, 19)
19 Hoje em dia, os cristãos também têm a oportunidade de expressarem por meio de cânticos seu louvor e seus agradecimentos a Jeová, pela sua benevolência. É assim que você encara os cânticos baseados em temas bíblicos, que canta nas reuniões locais das Testemunhas de Jeová? Ou verifica que durante o cântico está fazendo outra coisa? Ou será que seus lábios proferem as palavras, enquanto sua mente está fixa em outros assuntos? É fácil isso ocorrer. Mas, quão excelente é, em vez disso, se encaramos estes cânticos cristãos como meio de dar graças a Jeová pela sua benevolência!
20. (a) Que papel deve a oração desempenhar em se agradecer a Jeová a sua benevolência? (Col. 1:9-12) (b) De acordo com Daniel 6:10, de que modo é Daniel neste respeito um bom exemplo para nós?
20 A oração é outro modo em que podemos agradecer a Jeová a sua benevolência. É provável que ore regularmente. Mas, poderia estender-se neste respeito, quanto a agradecer e louvar a Deus em oração? É muito fácil entrar na rotina de apenas pedir-lhe algo, para nós mesmos, para nossa família, nossa congregação e outros. Se você for pai, ou mãe, sem dúvida se agrada quando seus filhos lhe pedem conselho e ajuda. No entanto, como se sentiria se seu filho dissesse: “Papai, quero dizer-lhe quanto nós, filhos, o amamos. O senhor é firme, e nós o respeitamos por isso, mas é também amoroso. É nosso melhor amigo.” Sabendo quão agradável seria ouvir tal expressão sincera, como acha que Deus se sente, quando incluímos nas nossas orações agradecimentos e louvor? O profeta Daniel nos deu nisso um excelente exemplo. A Bíblia diz incisivamente que ele louvou a Deus em oração. — Dan. 6:10.
21. Como podem nossas orações expressar mais do que apenas generalidades?
21 Nas nossas orações, convém que sejamos específicos quanto à bondade de Deus para conosco. Já escutou uma criança orar e a ouviu agradecer a Deus o sorvete de chocolate, o passeio de barco de que gostou ou as suas férias escolares? Não podemos nós também ser específicos, em vez de agradecermos a Deus simplesmente de modo geral? Se você tiver tido uma boa experiência na obra de pregação, agradeça-a a Deus especificamente. Se tiver recebido um presente, é provável que tenha agradecido à pessoa que lhe deu. Mas, que dizer de agradecer Àquele que fez todas as coisas? Chegou a discernir o conselho bíblico sobre algum problema sério? Expresse seus agradecimentos em oração. E quando tem o privilégio de representar outros em oração, por que não menciona exemplos definidos e específicos de bênçãos de Deus, pelos quais todos somos muito gratos. — Sal. 42:8.
22. Em resumo, de que maneiras podemos agradecer a Jeová a sua benevolência, refletindo que sentimentos?
22 É inegável que há muitas evidências da benevolência que Deus teve conosco, como seus servos aprovados. Poderemos observá-las diariamente, se estivermos atentos. (Sal. 107:43) E cada um de nós pode expressar gratidão por falar sobre nosso Deus. Como? Quando? Na nossa obra de pregação e de ensino. Na conversação geral com concristãos e outros. E em cântico e oração. Sim, embora ainda estejamos aguardando o tempo em que toda a criação unidamente louvará a Jeová, assim como descrito no Salmo 150, podemos pessoalmente ter participação mais plena em fazer isso desde já. Assim refletiremos os sentimentos que Davi expressou no Salmo 59:16, 17: “Eu, porém, cantarei a respeito da tua força, e de manhã proclamarei com júbilo a tua benevolência. . . . Ó minha Força, a ti vou entoar melodias, porque Deus é minha altura protetora, o Deus de benevolência para comigo.”
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O que o sábio queria dizer?A Sentinela — 1977 | 15 de agosto
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O que o sábio queria dizer?
Deus Dá ao Justo e ao Iníquo
Sobre o que Deus dá ao justo e ao iníquo, Eclesiastes 2:26 diz: “Ao homem que é bom diante dele, ele tem dado sabedoria, e conhecimento, e alegria, mas ao pecador tem dado a ocupação de ajuntar e de recolher, apenas para dar àquele que é bom diante do verdadeiro Deus.”
O homem bom, por causa da aplicação da orientação provida pelo Criador, torna-se sábio e entendido. Fica habilitado a usar seus recursos e sua capacidade em harmonia com a sabedoria e o conhecimento, e isto contribui para a sua felicidade. Se não fosse pela sua relação com Deus, não teria esta genuína sabedoria, conhecimento e alegria. De modo que se pode mesmo dizer que Jeová Deus lhe
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