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  • Quem louvará o rei?
    A Sentinela — 1981 | 15 de março
    • desafio. Revelou também como se resolveria a questão. — Gên. 3:15.

      A GRANDIOSIDADE DE JEOVÁ PRODUZ LOUVOR

      7. (a) Que papel desempenhava o espírito de Jeová na vida de Davi? (b) Em que se destaca o Salmo 145?

      7 Foi Samuel quem, sob a direção de Jeová, ungiu a Davi. “E o espírito de Jeová começou a tornar-se ativo em Davi daquele dia em diante.” (1 Sam. 16:12, 13) Davi foi um belo exemplo de como o espírito de Jeová opera sobre os que lhe são leais. Foi o espírito de Deus que impeliu Davi a escrever tantos dos salmos em que louvou a Jeová. (2 Sam. 23:2) Uma das suas mais belas expressões de louvor é o Salmo 145. Este salmo bendiz, louva, elogia e magnifica a bondade, a grandeza, a potência, a justiça, a eternidade, a inescrutabilidade e a misericórdia de Jeová. Um indício da estima que os eruditos judaicos têm por este salmo é que aparece três vezes na sua liturgia diária. No hebraico, o livro dos Salmos é chamado de Tehillim, significando “Louvores”. O Salmo 145 é o único salmo que tem por cabeçalho “Um louvor”, termo que se encontra no singular.

      8. O que é implícito na resolução de louvar o nome de Jeová para sempre?

      8 Logo os versículos iniciais deste salmo transbordam de alegria e apreço:

      “Vou exaltar-te, ó meu Deus, o Rei, e vou bendizer o teu nome por tempo indefinido, para todo o sempre. Vou bendizer-te o dia inteiro e vou louvar teu nome por tempo indefinido, para todo o sempre.” (Sal. 145:1, 2)

      Os comentaristas bíblicos, em geral, interpretam a resolução de Davi, de louvar o nome de Deus “por tempo indefinido, para todo o sempre”, como significando enquanto Davi vivesse. Mas, será que não há outro significado implícito na resolução de Davi? Para louvar o nome de Deus para sempre seria preciso viver para sempre. Não tinha Davi a esperança futura de vida eterna? Hoje, certamente, os da “grande multidão” das “outras ovelhas”, como classe, têm esta mesmíssima esperança, de poderem bendizer e louvar o nome de Jeová para sempre por nunca se extinguirem da superfície da terra. — Sof. 2:3; João 11:26; Rev. 7:14-17; 21:4.

      9. O que se pode dizer sobre a plena compreensão das obras de Jeová?

      9 O peã de louvor, de Davi, prossegue:

      “Jeová é grande e para ser louvado muito, e sua grandeza é inescrutável.” (Sal. 145:3)

      A evidência da grandeza de Jeová tem sido visível a toda a humanidade desde a criação. (Rom. 1:20) Todavia, comparativamente poucas pessoas têm sido louvadores de Jeová, em veracidade, apesar da grandeza e das obras criativas dele, que beneficiam a todos. De fato, tão grandes são Jeová e as obras que tem feito, que mesmo até o dia de hoje a humanidade só conseguiu começar a vislumbrar as complexidades de umas poucas das coisas que ele criou. O patriarca Jó tinha apreço semelhante ao de Davi, porque falou sobre Deus como sendo “Aquele que faz grandes coisas inescrutáveis, inúmeras coisas maravilhosas”. (Jó 5:9; 9:10; 26:14) E o apóstolo Paulo, depois de considerar os grandiosos propósitos de Deus, sentiu-se impelido a exclamar: “Ó profundidade das riquezas, e da sabedoria, e do conhecimento de Deus! Quão inescrutáveis são os seus julgamentos e além de pesquisa são os seus caminhos!” — Rom. 11:33, 34.

      10. Como é que uma “geração” falou a outra “geração”?

      10 “Geração após geração gabará os teus trabalhos, e contarão os teus potentes atos.” (Sal. 145:4)

      Sim, gerações vieram e se foram, e dentre elas alguns falaram sobre a potência de Jeová. Mas, não se pode também dizer que os do restante ungido constituem uma “geração” que tem gabado os trabalhos de Jeová perante outra “geração”, os da “grande multidão” das “outras ovelhas”, para que esses, por sua vez, pudessem falar a mais outros sobre os potentes atos de Jeová? Certamente que sim! Nós, quer da “geração” espiritual, quer da terrestre, temos chegado a conhecer estes grandes trabalhos e potentes atos de Jeová. Que privilégio é falarmos a outros sobre estas coisas! (Veja o exemplo de Davi ao falar ele sobre os potentes atos de Jeová, no Salmo 68.)

      11. Como mostramos nossa preocupação com a dignidade de Jeová e suas obras?

      11 “O esplendor glorioso da tua dignidade e os assuntos das tuas obras maravilhosas eu vou fazer a minha preocupação.” (Sal. 145:5)

      Se havemos de louvar corretamente nosso Criador, temos de pensar na sua gloriosa pessoa e nas suas obras maravilhosas, e preocupar-nos de coração com isso. (Mat. 12:34) Como mostra sua preocupação com isso? Toma pessoalmente tempo para estudar as coisas que Deus transmitiu na sua Palavra? Fazendo isso, medita no significado e deixa que penetre fundo no seu íntimo, para causar uma impressão duradoura? Como podemos falar bem de Jeová Deus ou bendizê-lo, a menos que tenhamos nós mesmos uma profunda convicção e realmente tenhamos amor a Jeová? O apreço pelo esplendor e pela dignidade de Jeová ajuda-nos a falar com entusiasmo, determinação e de modo positivo sobre o grande Rei.

      12. Por que é bom pensar e falar sobre as coisas atemorizantes de Jeová?

      12 “E palestrarão sobre a força das tuas próprias coisas atemorizantes; e quanto à tua grandeza, vou declará-la eu.” (Sal. 145:6)

      Ora, temos muito mais a contar. Pelas páginas das Escrituras revelam-se muitas coisas atemorizantes, mostrando o poder de Jeová demonstrado a favor de seus servos fiéis e contra os que se tornam inimigos de Deus. Muitos desses potentes atos, no passado, serviram como quadros proféticos e constituem instrução de que esta geração da humanidade precisa. Sim, “todas as coisas escritas outrora foram escritas para a nossa instrução, para que, por intermédio da nossa perseverança e por intermédio do consolo das Escrituras, tivéssemos esperança”. (Rom. 15:4) Falar sobre essas coisas em público é um serviço e um ato de amor prestado a outros. Serve para adverti-los sobre os propósitos de Jeová nos dias à frente. Os que falam assim beneficiam a si mesmos do mesmo modo que o vigia descrito em Ezequiel 3:17-19. A iminente “grande tribulação” demonstrará adicionalmente a grandiosidade de Jeová na execução de seu propósito declarado. Portanto, proclamamo-lo enquanto Jeová mantém o caminho aberto, neste sistema de coisas. Podemos imitar a maneira de Jesus Cristo transmitir o aviso de julgamento de Deus. — Mat. 10:28-30; Luc. 19:41-44.

      13, 14. (a) Por que se deve mencionar a bondade de Jeová? (b) Que motivos temos para clamar alegremente?

      13 “Transbordarão com a menção da abundância da tua bondade, e gritarão de júbilo por causa da tua justiça.” (Sal. 145:7)

      Temos de falar ao mundo não somente sobre a potência de Jeová, mas também sobre a sua bondade e justiça. Em toda a história, Jeová Deus tem demonstrado bondade para com os seus servos. Sempre que lhe serviam fielmente, recebiam bênçãos em grande abundância. Até o presente, a bondade de Jeová para com os que o amam tem sido notável, induzindo-os a se tornarem como um grande manancial que borbulha continuamente com expressões de apreço. Tais expressões de louvor forçosamente atraem muitos outros a querer sentir a abundante bondade de Jeová. A repetição de idéias serve para retê-las na memória. Isto é uma verdadeira bênção, ajudando-nos a nunca perdermos o apreço pela maneira em que Jeová lida com o seu povo. É deveras proveitoso recapitular publicamente a bondade que Jeová tem para conosco.

      14 Não temos motivos para clamar alegremente agora? Por causa de Adão, todos passamos a ser pecadores e fomos condenados a morrer. (Rom. 5:12) Mas, em conexão com a Sua justiça e eqüidade, Jeová mostrou grande amor em prover o meio de saída da dificuldade da humanidade. Este é por intermédio do sacrifício resgatador de Jesus Cristo. Pela Palavra escrita de Jeová viemos a conhecer Seus modos e tratos justos com os seus filhos terrestres. Dá muito prazer observar essas coisas e provê verdadeiro motivo para clamar alegremente a respeito de Jeová. Temos bons motivos para seguir o exemplo do Rei Davi, que clamou: “Quanto a mim, confiei na tua benevolência; jubile meu coração na tua salvação. Vou cantar a Jeová, pois lidou comigo de modo recompensador.” — Sal. 13:5, 6.

      15. Que exemplos temos da misericórdia, da paciência e do amor de Jeová?

      15 “Jeová é clemente e misericordioso, vagaroso em irar-se e grande em benevolência. Jeová é bom para com todos, e suas misericórdias estão sobre todos os seus trabalhos.” (Sal. 145:8, 9)

      Desde os primórdios da história humana, as qualidades maravilhosas de Jeová foram demonstradas para com a família humana, ao passo que ele levava avante seu propósito de salvar alguns da humanidade. O modo de proceder de Jeová foi demonstrado no tempo do Dilúvio. (1 Ped. 3:20) Davi certamente foi beneficiário das misericórdias de Jeová e tinha todos os motivos para louvar a Jeová. Quão bem Jesus nos faz lembrar do amor de Jeová, conforme visto nas suas palavras registradas em João 3:16, 17! O apreço dele deve induzir-nos a falar em louvor de Jeová, e também deve induzir-nos a amar os outros. O apóstolo João raciocinou sobre isso do seguinte modo: “Por meio disso é que se manifestou o amor de Deus em nosso caso, porque Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo, para que ganhássemos a vida por intermédio dele. O amor é neste sentido, não que nós tenhamos amado a Deus, mas que ele nos amou e enviou seu Filho como sacrifício propiciatório pelos nossos pecados. Amados, se é assim que Deus nos amou, então nós mesmos temos a obrigação de nos amarmos uns aos outros.” — 1 João 4:9-11.

      16-18. (a) Todos são exortados a adotar que proceder enquanto o tempo permitir? (b) O que significa para nós a misericórdia de Jeová? (c) Que sentimentos apreciativos de Paulo faremos bem em expressar?

      16 Vendo como esta atual geração da humanidade age para com Jeová, e lendo sobre a iniqüidade e a violência dos homens no decorrer dos séculos, podemos deveras dizer que Jeová é vagaroso em irar-se. Quão gratos devemos ser de que pudemos chegar a este tempo, em que ainda se exerce a paciência de Jeová! O apreço pelas palavras de Pedro em 2 Pedro 3:9 e 15 deve induzir-nos a formar um bom conceito sobre a grande misericórdia e benevolência de Jeová: “Jeová . . . é paciente convosco, porque não deseja que alguém seja destruído, mas deseja que todos alcancem o arrependimento. Além disso, considerai a paciência de nosso Senhor como salvação.”

      17 Sabemos que o sistema de coisas sob as ordens de Satanás está condenado à destruição, e por isso queremos exortar a todos a encararem seriamente a paciência de Deus e a tomarem as medidas necessárias para obter a salvação, antes que seja tarde demais. (Sof 2:3; Rev. 18:4) Quão felizes somos que temos tomado essas medidas salvadores da vida! Contudo, como descendentes carnais de Adão, estamos sujeitos às fraquezas da carne, e cometemos erros, assim como Davi e outros. Por causa disso, Jesus ensinou-nos a orar: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores. E não nos leves à tentação, mas livra-nos do iníquo.” — Mat. 6:12, 13

      18 A provisão feita por Jeová por intermédio de Jesus Cristo significa muito para todos nós. Tenhamos sempre apreço pela benevolência e pelas misericórdias de Jeová, e por tudo o que tem feito por nós. O apóstolo Paulo teve tal apreço, pois disse: “Sou grato a Cristo Jesus, nosso Senhor, que me conferiu poder, porque ele me considerou fiel por designar-me para um ministério. . . . Fiel e merecedora de plena aceitação é a palavra de que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar pecadores. Destes eu sou o principal. Não obstante, a razão pela qual me foi concedida misericórdia era que, por meio de mim, como o principal caso, Cristo Jesus demonstrasse toda a sua longanimidade, como amostra dos que irão descansar a sua fé nele para a vida eterna. Ora, ao Rei da eternidade, incorruptível, invisível, o único Deus, seja honra e glória para todo o sempre. Amém.” (1 Tim. 1:12, 15-17) Nossa gratidão deve induzir-nos a louvar a Jeová ainda muito mais, falando continuamente sobre o seu reinado.

  • É proclamador leal do reinado de Deus?
    A Sentinela — 1981 | 15 de março
    • É proclamador leal do reinado de Deus?

      “Todos os teus trabalhos te elogiarão, ó Jeová, e os que te são leais te bendirão. Palestrarão sobre a glória do teu reinado e falarão sobre a tua potência. — Sal. 145:10, 11.

      1. Até que ponto proclamou Jesus o reino de Deus?

      DESDE o tempo de Abel, Jeová Deus sempre teve alguns servos leais na terra para louvá-lo. A pessoa destacadamente leal a Jeová, seu Filho unigênito, Jesus Cristo, tomou a dianteira em palestrar sobre a potência e o reino de Jeová, que será em benefício de toda a humanidade. Jesus veio como o Enviado, o predito descendente de Jessé e Davi, o Rei designado, e ele tornou o reino de Deus a doutrina principal do seu ensino. (Isa. 11:1, 10; Mat. 21:1-17) Ele trouxe as boas novas do Reino. Por estar presente entre o povo, pôde falar-lhe sobre a proximidade do Reino conforme representado por ele, o Rei

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