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  • Houve realmente um nascimento virginal?
    A Sentinela — 1976 | 1.° de novembro
    • por espírito santo, seu noivo José ficou num dilema quanto a que devia fazer. Isto se deu porque ainda não havia tido relações sexuais com ela. Sua preocupação com a gravidez de Maria foi acalmada quando o anjo de Jeová lhe revelou os fatos, dizendo: “José, filho de Davi, não tenhas medo de levar para casa Maria, tua esposa, pois aquilo que tem sido gerado nela é por espírito santo. Ela dará à luz um filho, e terás de dar-lhe o nome de Jesus.” (Mat. 1:18-21) Depois disso, José e Maria foram unidos em casamento. “Mas”, diz a Bíblia, ele “não teve relações com ela até ela ter dado à luz um filho; e deu-lhe o nome de Jesus”. — Mat. 1:25.

      Jesus, portanto, de modo algum pode ser chamado de filho natural de José. Nasceu deveras duma virgem. Mas, por que era isso necessário?

      A Bíblia nos informa de que o primeiro homem Adão, pela desobediência, perdeu a vida humana perfeita para todos os seus descendentes. Lemos: “Por intermédio de um só homem entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado.” (Rom. 5:12) Sim, Adão, na realidade, vendeu toda a raça humana ao pecado e à morte. (Veja Romanos 7:14.) Portanto, precisava-se dum preço de resgate para conseguir o livramento dos descendentes de Adão. Segundo as normas de perfeita justiça, de Deus, conforme reveladas na lei mosaica, este preço tinha de corresponder exatamente ao que se perdeu. A lei mosaica declarava: “Terás de dar alma por alma.” (Êxo. 21:23) Visto que Jesus foi concebido por espírito santo, sem ajuda dum pai humano, imperfeito, ele possuía exatamente aquilo que Adão perdera — uma vida humana inteiramente livre de todas as fraquezas e imperfeições. Por isso Jesus pôde entregar-se como “resgate correspondente por todos”. — 1 Tim. 2:6.

      A evidência bíblica indica assim apenas uma conclusão: Que realmente houve um nascimento virginal. Somente por meio deste milagre podia nascer alguém que seria filho humano perfeito de Deus, sem os mínimos traços de imperfeição. Damos graças a Deus por este milagre, que preparou o caminho para os homens ficarem livres do pecado e da morte!

  • Abra generosamente a mão para com os necessitados
    A Sentinela — 1976 | 1.° de novembro
    • Abra generosamente a mão para com os necessitados

      NOSSO Deus Jeová está na dianteira no que se refere a ser generoso. E isso não se dá só porque ele é o Dono de todas as coisas e assim tem os meios para ser generoso. Dá-se porque ele é a própria personificação do amor e de todo sentimento generoso. Conforme declarou o meigo cantor de Israel: “Abres a tua mão [Jeová] e satisfazes o desejo de toda coisa vivente.” (Sal. 145:16) Ele faz a chuva cair e o sol brilhar mesmo sobre os que menos os merecem. (Mat. 5:45) Quanta atenção e consideração ele tem com todos nós, criaturas ínfimas, neste pequeníssimo planeta!

      Quanto aos que se aproximam dele para adorá-lo, ensina-lhes a esforçar-se a ser semelhantes a ele nos seus tratos com os outros. Lá naquele tempo, numa era que alguns, supostamente sábios, classificaram de “primitiva”, este Deus generoso instruiu seus adoradores a fazer o seguinte: “Deves abrir generosamente tua mão para com teu irmão atribulado e pobre no teu país.” (Deu. 15:11) Com tal ensino inculcado, não haveria necessidade de grandes campanhas de caridade, nem seria preciso pagar grandes ordenados aos angariadores profissionais de fundos. As pessoas corresponderiam ao ensino e ao exemplo Daquele que “dá generosamente a todos, e sem censurar”. — Tia. 1:5.

      Os hodiernos adoradores de Jeová também aprenderam esta lição de generosidade. Ficam profundamente impressionados com as palavras de seu Senhor e Amo, Cristo Jesus: “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” (Atos 20:35) Sentem também a veracidade destas palavras, porque notam quem é necessitado na sua vizinhança e, sem dar na vista, compartilham generosamente seus bens materiais com eles. Também, quando ficam sabendo que co-adoradores de Jeová, em outras partes da terra, foram apanhados por alguma calamidade, quão rápidos são em se apresentar e em insistir em participar nas medidas especiais de socorros! Abrem generosamente a mão para com os necessitados.

      COMPARTILHAR UMA DÁDIVA AINDA MAIS PRECIOSA

      Há, porém, uma necessidade maior de que os do povo de Jeová ficaram sabendo, a necessidade de multidões, em toda a terra, a qual Cristo Jesus trouxe à atenção durante seu ministério especial aqui na terra. Falando em certa ocasião a uma grande multidão de necessitados, aconselhou: “Trabalhai, não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece para a vida eterna, que o Filho do homem vos dará.” (João 6:27) Declarou, outra vez: “Está escrito: ‘O homem tem de viver, não somente de pão, mas de cada pronunciação procedente da boca de Jeová.’” — Mat. 4:4.

      Portanto, há algo muito mais valioso do que essas coisas materiais, vitais, o pão e a água. Os apóstolos de Jesus aperceberam-se disso muito bem. Quando certo mendigo aleijado lhes rogou, por exemplo, Pedro disse ao homem: “Não possuo prata nem ouro, mas o que tenho é o que te dou: Em nome de Jesus Cristo, o nazareno, anda!” O que lhe deram eles? Não só a cura, embora esta já fosse bastante maravilhosa. É evidente que suscitaram no homem profundo apreço por aquele em cujo nome se fez a cura, Jesus de Nazaré, e por Aquele que enviou Jesus ao mundo, Jeová Deus. A narrativa prossegue, dizendo que o homem estava “andando, e pulando, e louvando a Deus” ao entrar no templo. — Atos 3:6-8.

      Hoje em dia, as Testemunhas de Jeová não possuem tal poder milagroso de curar pessoas de suas doenças físicas, mas têm prazer e estão dispostas a compartilhar com outros aquilo que possuem. E o que é isso? O apreço por Jeová Deus e o conhecimento dos propósitos dele para com a humanidade e esta terra, conforme apresentados nas Escrituras Sagradas. A fim de transmitir tal conhecimento a outros, saem pelas mas da cidade e à zona rural, para achar pessoas dispostas a ouvir a informação que lhes podem transmitir. É informação vitalizadora, pois Jesus disse em oração ao seu Pai no céu: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” — João 17:3.

      As testemunhas cristãs gastam muitas horas neste serviço, às suas próprias custas, só para poderem de mãos abertas compartilhar com outros as boas coisas que receberam de Deus. Mesmo que muitos daqueles a quem se dirigem não apreciem sua motivação ou até mesmo questionem a pureza de sua motivação, essas Testemunhas prosseguem com a sua obra de buscar os merecedores, gente que possa aprender a apreciar a mensagem da Bíblia.

      E outra coisa digna de nota é: Ninguém

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