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  • Em que depositará a sua confiança?
    A Sentinela — 1976 | 15 de março
    • É isso o que também acha? Em que depositará a sua confiança?

      Em vista da evidência, não concorda que a Bíblia provê conselho bom, ao dizer: “Não confieis nos nobres, nem no filho do homem terreno”? (Sal. 146:3) Certamente, deve ser evidente que precisamos de orientação superior àquela que os próprios homens são capazes de dar. Mas, onde se pode encontrar tal orientação?

      FONTE FIDEDIGNA EM QUE CONFIAR

      Ora, considere o seguinte: Não é razoável recorrer ao Criador, Aquele que fez os homens e originalmente os colocou na terra? Não é Ele o melhor preparado para solucionar os problemas do mundo para o nosso bem? A confiança Nele não é imerecida, assim como a Bíblia diz: “Feliz aquele . . . cuja esperança é em Jeová, seu Deus, Aquele que fez o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, Aquele que mantém a veracidade por tempo indefinido.” — Sal. 146:5, 6.

      Talvez se pergunte: Se Deus está realmente interessado em nós, por que ainda não trouxe alívio do sofrimento humano? Deus mostra por que, na sua Palavra, a Bíblia.

      Quando o primeiro casal humano se rebelou contra Deus, a Bíblia revela que se suscitaram questões importantes, inclusive a de se os homens, independentes de Deus, podem governar seus próprios assuntos para lhes resultarem benefícios duradouros. Deus permitiu uma medida plena de tempo para resolver esta questão — cerca de 6.000 anos. E não se tornou bem evidente a resposta? Não é agora óbvio que os homens são incapazes de se governar de modo correto, independentes de Deus?

      Deveras, os homens precisam de orientação divina! E a Bíblia fala das bênçãos que podemos ter por aceitarmos a orientação de Deus. Agora mesmo, podemos usufruir a paz mental que resulta do entendimento dos propósitos de Deus, e em breve teremos na realidade o cumprimento de suas promessas do Reino. Sim, sob o governo de Seu reino, a Bíblia prediz que a paz substituirá a rivalidade e a guerra; a abundância substituirá a pobreza e a fome; e a segurança substituirá o crime e a violência. As causas do pesar, da dor e da morte serão completamente eliminadas. — Sal. 37:10, 11; 72:7, 16; Rev. 21:1-5.

      Na realidade, não há motivo válido para se descrer destas promessas de Deus, porque possuímos evidência concreta de sua fidedignidade. Josué, membro da nação de Israel, com a qual Deus teve tratos, fez lembrar ao povo: “Vós bem sabeis, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma, que não falhou nem uma única de todas as boas palavras que Jeová, vosso Deus, vos falou. Todas elas se cumpriram para convosco.” — Jos. 23:14.

      Certamente, temos todos os motivos para depositar nossa confiança em tal Deus fidedigno. Faz isso?

      PROVA DE SUA CONFIANÇA

      Apenas dizer que confia em Deus não prova que realmente o faz. No primeiro século, os judeus e seus sacerdotes afirmavam confiar em Deus, mas, quando tinham a oportunidade de demonstrar sua confiança no Rei designado deles, Jesus Cristo, os sacerdotes disseram: “Não temos rei senão César.” (João 19:13-15) Esta escolha mostrou-se desastrosa, pois, em resultado, mais de um milhão daquelas pessoas e de seus sacerdotes morreram na destruição de Jerusalém, em 70 E. C. Mas os cristãos, que depositaram sua confiança em Deus e que obedeceram ao aviso divino, de fugir de Jerusalém, sobreviveram. — Luc. 21:20, 21.

      O que faz hoje para provar que deposita sua confiança em Deus? Apenas ler a Palavra dele, a Bíblia — embora isso seja excelente — não prova que o faz. Pois, sem dúvida, lê também jornais ou outras publicações, mas isso, em si mesmo, não prova que confia no que eles dizem, será que prova? No entanto, quando aplicamos na nossa vida aquilo que lemos, mostramos que cremos e confiamos nesta fonte.

      Provam as suas ações que confia em Deus? Harmoniza sua vida com o conselho da Palavra dele, a Bíblia? Neste caso, não depositará sua confiança em líderes humanos, para solucionarem os problemas do mundo. Antes, depositará sua confiança em Jeová Deus e nas suas promessas seguras, de eliminar este sistema injusto de coisas e estabelecer condições boas em toda a terra, por meio do governo do seu Reino.

      As testemunhas de Jeová terão prazer em ajudá-lo a obter a informação bíblica necessária para obter uma confiança bem fundada nas promessas de Deus. Entre em contato com elas na sua localidade ou escreva à editora desta revista, e providenciar-se-á que alguém o visite, sem qualquer despesa da sua parte.

  • O “lugar santo” da cristandade em breve será desolado
    A Sentinela — 1976 | 15 de março
    • O “lugar santo” da cristandade em breve será desolado

      A DESTRUIÇÃO de edifícios religiosos em guerras, terremotos, temporais ou coisas semelhantes, causa um grande choque a muitas pessoas religiosas. E até mesmo aqueles que não consideram tais prédios arruinados como sagrados ficam tristes por serem destruídas impressionantes obras de arte. Quão grande, então, seria o choque se todos os edifícios sagrados da cristandade de repente fossem reduzidos a nada! Surpreendente como isso possa parecer, a Bíblia indica que acontecerá em breve.

      Este evento futuro teve um paralelo histórico no primeiro século E. C. Naquele tempo, Jerusalém e seu glorioso templo foram completamente destruídos. O sacerdócio arônico não mais podia oferecer sacrifícios no altar. Desapareceram também os registros que constituíam a base para alguém poder verificar sua descendência de Arão e reivindicar o direito legítimo de servir qual sacerdote. Terminou o sistema judaico de coisas, que havia existido durante séculos. Desde a destruição de Jerusalém no primeiro século E. C., os judeus não mais puderam realizar sua adoração da maneira especificada na lei mosaica.

      Jesus Cristo, o maior profeta que já andou na terra, predisse este acontecimento surpreendente Disse a respeito do que sobreviria a Jerusalém: “Não deixarão em ti pedra sobre pedra.” (Luc. 19:44) Em outra ocasião, com respeito ao templo, Jesus observou: “De modo algum ficará aqui pedra sobre pedra sem ser derrubada.” — Mat. 24:2.

      A fim de que seus discípulos escapassem dessa calamidade terrível, Jesus deu a seguinte admoestação: “Quando avistardes a coisa repugnante que causa desolação, conforme falado por intermédio de Daniel, o profeta, estar em pé num lugar santo, (que o leitor use de discernimento,) então, os que estiverem na Judéia comecem a fugir para os montes.” — Mat. 24:15, 16.

      Foi só em 66 E.C. que as palavras de

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