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  • Jericó
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    • Jericó. (Esd. 2:1, 2, 34; Nee. 7:36) Mais tarde, alguns dos homens de Jericó ajudaram a reconstruir os muros de Jerusalém. — Nee. 3:2.

      Perto do fim do ano 32, e o começo de 33 EC, Jericó figurou no ministério de Jesus. Perto desta cidade, Jesus Cristo curou a vista do cego Bartimeu e de seu companheiro. (Mar. 10:46; Mat. 20:29; Luc. 18:35; veja BARTIMEU ). Em Jericó, Jesus também conheceu Zaqueu e, depois disso, tornou-se seu hóspede. (Luc. 19:1-7) Anteriormente, na Judéia, quando proferia sua ilustração sobre o prestimoso samaritano, Jesus fez alusão à estrada que ia de Jerusalém a Jericó. (Luc. 10:30) Esta estrada, segundo antigo testemunho histórico, vivia sob o terror dos assaltantes.

  • Jeroboão
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    • JEROBOÃO

      [(que) o povo se torne numeroso]. Dois reis de Israel, cujos reinados distanciavam-se em uns 130 anos.

      1. Primeiro rei do reino de Israel, de dez tribos. Filho de Nebate, um dos oficiais de Salomão no povoado de Zereda; da tribo de Efraim. Pelo que consta, Jeroboão perdeu o pai em tenra idade, sendo criado por Zerua, sua mãe enviuvada. — 1 Reis 11:26.

      Quando Salomão observou que Jeroboão não era somente um homem valente e poderoso, mas era também um trabalhador árduo, este foi colocado como encarregado da força de trabalho compulsório da casa de José. (1 Reis 11:28) Subseqüentemente, Aijá, profeta de Deus, chegou-se a ele com notícias surpreendentes. Depois de rasgar sua roupa nova em doze pedaços, o profeta disse a Jeroboão que tomasse dez deles em símbolo de como Jeová rasgaria em duas partes o reino de Salomão e faria de Jeroboão o rei sobre dez tribos. Esta, contudo, devia ser somente uma divisão governamental e não também um afastamento da adoração verdadeira, centralizada no templo em Jerusalém, a capital do reino meridional. Assim, Jeová garantiu a Jeroboão que Ele abençoaria e faria prosperar o reinado dele, e edificaria para ele uma casa duradoura de sucessores, caso ele guardasse as leis e os mandamentos de Deus. — 1 Reis 11:29-38.

      Foi possivelmente ao tomar conhecimento destes eventos que Salomão tentou matar Jeroboão. No entanto, Jeroboão fugiu para o Egito, e ali, sob a guarida do faraó Sisaque, permaneceu até a morte de Salomão. — 1 Reis 11:40.

      As notícias da morte de Salomão, em 997 AEC, fizeram Jeroboão retornar prontamente à sua terra natal, onde juntou-se ao seu povo em exigir que Roboão, filho de Salomão, amainasse suas cargas, caso desejasse ter o apoio deles para sua nova realeza. Roboão, porém, rejeitou as boas recomendações dos conselheiros mais velhos em favor das oferecidas pelos seus companheiros mais jovens, que lhe disseram que devia aumentar a carga de trabalho do povo. As dez tribos responderam a tal dureza por fazerem de Jeroboão o rei delas. Em realidade, este “desenvolvimento se deu da parte de Jeová, a fim de que pudesse deveras executar a sua palavra, que Jeová falara por intermédio de Aijá”. — 1 Reis 12:1-20; 2 Crô. 10:1-19.

      O Rei Jeroboão, recém-empossado, imediatamente passou a realizar muitas construções em Siquém, como sua capital real, e, a E de Siquém, do outro lado do Jordão, fortificou o povoado de Penuel (Peniel), local em que Jacó havia lutado com um anjo. (1 Reis 12:25; Gên. 32:30, 31) Ao ver seus súditos afluir ao templo de Jerusalém, para adoração, Jeroboão imaginou que, com o tempo, poderiam transferir sua lealdade para Roboão, e daí o matariam. Assim, decidiu pôr um fim a isto por estabelecer uma religião centralizada em dois bezerros de ouro, que ele colocou, um em Betei, ao S, e o outro em Dã, ao N. Também estabeleceu seu próprio sacerdócio não-arônico, composto daqueles que, dentre o povo em geral, dispunham-se a alcançar tal cargo por oferecer um touro e sete cordeiros. Estes então serviam “para os altos, e para os demônios caprinos, e para os bezerros que tinha feito”. Jeroboão também inventou ‘dias santos’ especiais, e, pessoalmente, liderou o povo em sacrificar a seus deuses recém-criados. — 1 Reis 12:26-33; 2 Reis 23:15; 2 Crô. 11: 13-17; 13:9.

      Em uma de tais ocasiões, quando Jeroboão estava prestes a oferecer fumaça de incenso sacrificial em seu altar em Betel, o espírito de Jeová fez com que certo homem de Deus censurasse o rei por sua detestável idolatria, e, quando o rei ordenou que agarrassem a este servo de Deus, o altar rompeu-se em dois, espalhando suas cinzas, e a mão do rei se secou. Não foi senão depois que o homem de Deus aplacou a ira de Jeová que a mão do rei foi restaurada, mas mesmo depois disso Jeroboão continuou em seu desafio blasfemo a Jeová. (1 Reis 13:1-6,  33, 34) A introdução da adoração do bezerro, por ele promovida, constituía os “pecados de Jeroboão”, pecados dos quais outros reis israelitas se tornaram também culpados por perpetuarem esta adoração apóstata. — 1 Reis 14:16; 15:30, 34; 16:2, 19, 26,  31; 22:52; 2 Reis 3:3; 10:29, 31; 13:2, 6, 11; 14:24; 15:9, 18, 24, 28; 17:21-23.

      No décimo oitavo ano do reinado de Jeroboão, morreu Roboão, mas a guerra que tinha começado entre essas duas nações prosseguiu durante o reinado de três anos do filho de Roboão, Abijão (Abias), que o sucedeu. (1 Reis 15:1, 2, 6; 2 Crô. 12:15) Em certa ocasião, Abias juntou 400.000 homens para batalhar contra as forças de Jeroboão, que tinham o dobro do seu tamanho. Apesar das forças superiores de Jeroboão, e de sua astuta estratégia de emboscadas, foi fragorosamente derrotado. Perdeu 500.000 homens e

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