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  • Faz muita diferença a que Deus adora
    A Sentinela — 1966 | 15 de maio
    • Durante o reinado do rei parto, Artabano III, de 16 a 42 E. C., ocorreu ali terrível massacre de mais de cinquenta mil colonos judeus da Mesopotâmia, conforme relatado pelo historiador judeu, Josefo, em sua obra Antiquities of the Jews, Livro 18, capítulo 9, parágrafos 7-9. Segundo Atos 2:5-11, havia presentes na celebração da festa de Pentecostes, no ano 33 E. C., judeus e prosélitos dentre os “partos, e medos, e elamitas, e os habitantes da Mesopotâmia”. Estes adoradores procedentes do Império Parto ouviram a Pedro e a outros apóstolos cristãos pregarem, e alguns deles foram batizados quais conversos ao Cristianismo. Foram responsáveis de levar a mensagem cristã com eles, quando retornaram à Mesopotâmia e a outras partes do Império Parto.

      20, 21. (a) Por quanto tempo continuou Babilônia a existir? (b) Por quanto tempo mostra Josefo que Babilônia continuou a existir?

      20 Babilônia continuou existindo de algum jeito até a era do Cristianismo. Josefo descreve algumas das ações de Herodes, o Grande que reinou em Jerusalém de 37 A. E. até pouco depois de Jesus Cristo nascer em Belém. Diz Josefo, em sua obra Antiquities of the Jews, Livro 15, capítulo 2, parágrafo 2:

      21 Mas, quando Hircano [sacerdote judeu capturado pelos partos] foi levado para a Pártia, o rei Fraates o tratou de maneira mui gentil, já tendo tomado conhecimento de a que família ilustre ele pertencia. Por causa disso, livrou-o das algemas; e lhe deu uma habitação em Babilônia, onde havia judeus em grandes números. Os judeus honraram a Hircano como o seu sumo sacerdote, e rei; como fez toda a nação judaica que habitava até ao Eufrates.

      22. (a) A quem foi que Herodes, o Grande, fez sumo sacerdote? (b) (nota ao pé da página) O que revela The Westminster Historical Atlas of the Bible quanto à existência de Babilônia na Era Comum? (c) (nota ao pé da página) Pelo menos, até quando continuou a existir em Babilônia o templo de Bel?

      22 O Rei Herodes fez arranjos com êxito para que o rei da Pártia mandasse Hircano de volta para a Judéia, domínio de Herodes. No entanto, não concedeu o sumo sacerdócio a Hircano. “Pois”, conforme nos conta o parágrafo 4, “sendo cauteloso quanto a como ele fazia de qualquer pessoa ilustre o suíno sacerdote de Deus, mandou buscar um sacerdote obscuro em Babilônia, cujo nome era Ananelo, e concedeu-lhe o sumo sacerdócio”.b Posteriormente, o Rei Herodes retirou este cargo de Ananelo de Babilônia e o deu a Aristóbulo, jovem sacerdote.

      23. Que evidência há de que vários povoados judeus floresceram em Babilônia, até mesmo depois da queda de Jerusalém diante dos romanos em 70 E. C.?

      23 Depois de os romanos destruírem Jerusalém, em 70 E. C., os povoados babilônicos se tornaram influentes entre a Diaspora, os judeus dispersos fora da Palestina. Os rabinos judeus em Babilônia se tornaram mais famosos que os da Terra Santa, mais do que até mesmo os de Jerusalém. Os judeus babilônios se consideravam de raça mais pura que os judeus da Palestina, especialmente depois da queda de Babilônia. Escolas que ficaram famosas foram estabelecidas em Babilônia, e houve muito lançamento de publicações rabínicas que partiam dali. Como consequência, dois Talmudes judaicos foram criados, o babilônico e o de Jerusalém, ou palestino.

      BABILÔNIA POR FIM SE TORNA COMPLETA RUÍNA

      24, 25. (a) O que relatou Eusébio Jerônimo como sendo a condição de Babilônia em 386 E. C.? (b) Quão completa se tornara a destruição de Babilônia, como foi vista por Claudius J. Rich em 1811?

      24 Apesar destas atividades contínuas em Babilônia, e por volta dela, a Palavra de Deus tinha de cumprir-se, de que se tornaria ruína, desabitada e evitada pelos supersticiosos. Eusébio Jerônimo, famoso tradutor da Bíblia para o latim, foi à Palestina no ano 386 E. C. para trabalhar e morrer ali. Dá testemunho da certeza da profecia de Deus contra a Babilônia, relatando em seus dias que Babilônia estava bem em ruínas, e suas muralhas serviam apenas para englobar um parque ou uma floresta na qual o monarca persa podia caçar. Mas, estas muralhas eventualmente entraram em colapso, e, em 1811, Claudius J. Rich, o viajante inglês, não encontrou vestígios das vastas muralhas de Babilônia.c Diz a Cyclopedia de M’Clintock e Strong, Volume I (publicada no ano 1891), página 596a:

      25 Não se pode conceber destruição mais cabal do que a que ocorreu com Babilônia. Rich não pôde descobrir nenhum vestígio de suas vastas muralhas, e até mesmo a sua localização tem sido assunto disputado. “Sobre as suas ruínas”, afirma, “não há nem sequer uma árvore crescendo, exceto uma velha”, que apenas serve para tornar mais patente a desolação. As ruínas como as de Babilônia, compostas de destroços impregnados de salitre, não podem ser cultivadas.

      26. O que resta atualmente de Babilônia, e o que assinala o local desta cidade outrora grandiosa?

      26 Somente ruínas são deixadas atualmente em Babilônia e estas são ruínas que foram escavadas pelos arqueólogos a partir de 1899. No tempo atual, a estrada de ferro que vai de Bagdá a Basra passa a apenas alguns metros da colina chamada Babil. Uma placa de madeira mostra as palavras em inglês e em árabe: “Parada de Babilônia. Os trens param aqui para apanhar passageiros.” Ninguém mora ali; nem sequer é um lugar para o árabe fincar sua tenda, conforme predisse a Bíblia. — Isa. 13:20.

      27. (a) Como é Babilônia prova de que faz muita diferença a que Deus adora? (b) De que é portento o mergulho de Babilônia no esquecimento? (c) Em que condição se acha no tempo atual a Babilônia, a Grande, e o que aguarda? (d) Que oportunidade se provê agora para aqueles que foram mantidos em cativeiro por ela?

      27 Babilônia é prova irrefutável de que realmente faz muita diferença a que Deus adora. Não importa quão grande ou poderosa seja a pessoa, não pode agir com êxito contra os princípios e os decretos do Soberano do universo, Jeová Deus. Assim como Babilônia mergulhou no esquecimento como uma pedra de moinho que é lançada ao mar, assim, a Babilônia, a Grande, dos dias modernos, o império mundial da religião falsa, está destinada a ter a mesma sorte. Babilônia tem, pelas suas falsas doutrinas religiosas e sua oposição a Deus e à sua Palavra, mantido muitas pessoas em ignorância e ainda mantém muitos cativos. Em 1914 E. C., o reino de Deus foi estabelecido nos céus, às mãos de seu Filho, Jesus Cristo. Em 1919, Babilônia, a Grande, caiu, e seu controle sobre os que queriam ser libertos foi então desfeito. Desde aquela data, muitos abandonaram seus falsos sistemas religiosos. Visto que ela agora é amaldiçoada por Deus e está devotada à destruição, qualquer pessoa que tentar apegar-se a ela ou salvá-la, ou recuperar qualquer coisa dela, sofrerá sorte idêntica à dela. Babilônia, a Grande, está em declínio e em breve sofrerá destruição completa. Fuja para a adoração do verdadeiro Deus, Jeová, e venha a situar-se sob o domínio do reino estabelecido de Jesus Cristo, para as bênçãos da vida interminável.

  • Relatório do Brasil para 1965
    A Sentinela — 1966 | 15 de maio
    • Relatório do Brasil para 1965

      Auge de Publicadores: 58.325

      População: 79.924.000

      Proporção: 1 para 2.200

      Os ministros no Brasil têm boa razão de se regozijar, porque observam a prosperidade espiritual da organização de Jeová. Mês após mês, ao lhes chegar o seu Ministério do Reino, os publicadores podiam observar o aumento contínuo de publicadores e sentiam-se felizes de partilhar das bênçãos prometidas em Provérbios 15:30: “Um relatório que é bom torna gordos os ossos.” As testemunhas de Jeová tiveram um aumento de 12 por cento em novos ministros no Brasil, durante o ano de serviço de 1965, e o servo de filial enviou

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