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Dias marcados durante o “Tempo do Fim”O Reino de Deus — Nosso iminente governo mundial
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Outrossim, já se aproxima o tempo devido de Deus em que não só Daniel, mas também Abraão, Isaque, Jacó, Moisés e todos os outros profetas fiéis da antiguidade se erguerão para sua “sorte”, acordando do sono da morte “para a vida de duração indefinida” e para a oportunidade de servirem quais “príncipes em toda a terra” sob o nosso iminente governo mundial. — Salmo 45:16; Daniel 12:2.
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O “sinal” da iminência do governo mundialO Reino de Deus — Nosso iminente governo mundial
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toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim. Portanto, quando avistardes a coisa repugnante que causa desolação, conforme falado por intermédio de Daniel, o profeta, estar em pé num lugar santo, (que o leitor use de discernimento,) então, os que estiverem na Judéia comecem a fugir para os montes. O homem estiver no alto da casa não desça para tirar de sua casa seus bens; e o homem que estiver no campo não volte para casa para apanhar a sua roupa exterior. Ai das mulheres grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Persisti em orar que a vossa fuga não ocorra no tempo do inverno, nem no dia de sábado; pois então haverá grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo. De fato, se não se abreviassem aqueles dias, nenhuma carne seria salva; mas, por causa dos escolhidos, aqueles dias serão abreviados.” — Mateus 24:14-22; Marcos 13:14-20.
3. Quando fugiram os judeus cristianizados daquele “lugar santo”? Por quê?
3 Lá nos dias dos apóstolos de Jesus Cristo, o “lugar santo” era a cidade de Jerusalém, com seu suntuoso templo da adoração de Jeová como Deus. A Judéia era província romana, da qual Jerusalém era a capital religiosa. A “coisa repugnante que causa desolação”, mencionada em Daniel 12:11, eram as legiões militares do Império Romano, a Sexta Potência Mundial da profecia bíblica. Por meio dum ataque militar, violento, a “coisa repugnante” daqueles dias passou a “estar em pé” no “lugar santo”, por algum tempo, no outono (setentrional) do ano 66 E.C. Este foi um sinal de aviso para os judeus cristianizados que ainda moravam em Jerusalém. Portanto, assim que a “coisa repugnante” se retirou temporariamente de Jerusalém os cristãos, então devidamente avisados, fugiram, em obediência, daquele “lugar santo” condenado. Muitos destes fugitivos foram para os “montes” na província romana da Peréia, além do rio Jordão.
4. O que sobreveio àquela geração judaica, conforme predito?
4 Foi bom que aqueles judeus cristianizados fizeram isso, porque, quatro anos mais tarde a “coisa repugnante” voltou. Desolou toda a província da Judéia e culminou a desolação por destruir tanto Jerusalém como seu santo templo numa “grande tribulação”, que chocou os judeus dentro e fora do Império Romano. Os judeus cristianizados, em lugares seguros, fora da Judéia, sobreviverão à destruição de Jerusalém, em 70 E.C. Alguma “carne” judaica, que havia permanecido dentro da cidade rebelde, também sobreviveu, mas apenas para ser levada cativa pelos romanos. De modo que aquela geração de judeus não-cristianizados não agiu em harmonia com o “sinal” que Jesus Cristo predissera. Para aquela geração, ele havia predito guerras, fome, pestilências, terremotos, perseguição de cristãos, violação da lei, a pregação mundial do Reino e que a “coisa repugnante” estaria em pé no “lugar santo”. Todas estas coisas sobrevieram àquela geração de judeus como “sinal” da grande iminência da destruição do sistema judaico de coisas. — Mateus 24:3-22; Lucas 21:10-23.
IMINENTE O CLIMAX DO HODIERNO “SINAL”
5. Por que não se seguiu o governo mundial de Deus à ruina de Jerusalém?
5 Mas, foi a destruição de Jerusalém, em 70 E.C., seguida pelo governo mundial de Deus, nas mãos de Jesus Cristo, o Descendente meritório do Rei
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