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  • Em que depositará a sua confiança?
    A Sentinela — 1976 | 15 de março
    • não prova que confia no que eles dizem, será que prova? No entanto, quando aplicamos na nossa vida aquilo que lemos, mostramos que cremos e confiamos nesta fonte.

      Provam as suas ações que confia em Deus? Harmoniza sua vida com o conselho da Palavra dele, a Bíblia? Neste caso, não depositará sua confiança em líderes humanos, para solucionarem os problemas do mundo. Antes, depositará sua confiança em Jeová Deus e nas suas promessas seguras, de eliminar este sistema injusto de coisas e estabelecer condições boas em toda a terra, por meio do governo do seu Reino.

      As testemunhas de Jeová terão prazer em ajudá-lo a obter a informação bíblica necessária para obter uma confiança bem fundada nas promessas de Deus. Entre em contato com elas na sua localidade ou escreva à editora desta revista, e providenciar-se-á que alguém o visite, sem qualquer despesa da sua parte.

  • O “lugar santo” da cristandade em breve será desolado
    A Sentinela — 1976 | 15 de março
    • O “lugar santo” da cristandade em breve será desolado

      A DESTRUIÇÃO de edifícios religiosos em guerras, terremotos, temporais ou coisas semelhantes, causa um grande choque a muitas pessoas religiosas. E até mesmo aqueles que não consideram tais prédios arruinados como sagrados ficam tristes por serem destruídas impressionantes obras de arte. Quão grande, então, seria o choque se todos os edifícios sagrados da cristandade de repente fossem reduzidos a nada! Surpreendente como isso possa parecer, a Bíblia indica que acontecerá em breve.

      Este evento futuro teve um paralelo histórico no primeiro século E. C. Naquele tempo, Jerusalém e seu glorioso templo foram completamente destruídos. O sacerdócio arônico não mais podia oferecer sacrifícios no altar. Desapareceram também os registros que constituíam a base para alguém poder verificar sua descendência de Arão e reivindicar o direito legítimo de servir qual sacerdote. Terminou o sistema judaico de coisas, que havia existido durante séculos. Desde a destruição de Jerusalém no primeiro século E. C., os judeus não mais puderam realizar sua adoração da maneira especificada na lei mosaica.

      Jesus Cristo, o maior profeta que já andou na terra, predisse este acontecimento surpreendente Disse a respeito do que sobreviria a Jerusalém: “Não deixarão em ti pedra sobre pedra.” (Luc. 19:44) Em outra ocasião, com respeito ao templo, Jesus observou: “De modo algum ficará aqui pedra sobre pedra sem ser derrubada.” — Mat. 24:2.

      A fim de que seus discípulos escapassem dessa calamidade terrível, Jesus deu a seguinte admoestação: “Quando avistardes a coisa repugnante que causa desolação, conforme falado por intermédio de Daniel, o profeta, estar em pé num lugar santo, (que o leitor use de discernimento,) então, os que estiverem na Judéia comecem a fugir para os montes.” — Mat. 24:15, 16.

      Foi só em 66 E.C. que as palavras de Jesus puderam ser acatadas. Naquele ano, os exércitos romanos debaixo de Céstio Galo estavam no “lugar santo”, quer dizer, em Jerusalém e nos arrabaldes dela. (Veja Mateus 4:5; 27:53.) Os exércitos romanos penetraram na própria cidade e até mesmo começaram a minar a muralha do templo — ato que significava um ataque contra o que os judeus consideravam como muitíssimo “santo”. Na realidade, Jerusalém e seu templo já haviam perdido a santidade perante Deus. Conforme Jesus Cristo dissera anteriormente: “Jerusalém, Jerusalém, matadora dos profetas e apedrejadora dos que lhe são enviados — quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, da maneira em que a galinha ajunta a sua ninhada de pintinhos debaixo de suas asas, mas vos não quisestes isso! Eis que a vossa casa vos fica abandonada.” — Luc. 13:34, 35.

      Contudo, para os judeus, Jerusalém ainda era o “lugar santo”. A presença dos exércitos romanos neste “lugar santo”, portanto, era repugnante. Além disso, os exércitos romanos não agiam por amor ao verdadeiro Deus, ao atacarem Jerusalém. Era, portanto, correto que os exércitos romanos fossem profeticamente chamados de “coisa repugnante”.

      CUMPRIMENTO FUTURO EM NOSSOS DIAS

      A profecia que envolvia a antiga Jerusalém não se limitava ao tempo em que os exércitos romanos atacaram a cidade e depois se retiraram, habilitando os judeus cristianizados a fugir para os montes, antes de o ‘desolador repugnante’ voltar e destruir a cidade em 70 E. C. A consideração das restantes palavras de Jesus (em Mateus, capítulo 24) revela que elas têm aplicação futura, porque ele falou sobre a sua vinda “com poder e grande glória”. O efeito desta vinda seria o de fazer com que “todas as tribos da terra,’ batessem em si mesmas em lamentação amarga, por causa do resultado calamitoso de terem deixado de se sujeitar a ele qual Rei. (Mat. 24:30) Isso foi algo que não aconteceu relacionado com a destruição de Jerusalém no ano 70 E. C.

      Portanto, o que sobreveio a antiga Jerusalém deve ter sido profético duma tribulação muito maior que sobreviria ao inteiro sistema humano de coisas, que fizesse com que os adversamente afetados por ela se entregassem ao lamento amargo. Esta vindoura tribulação, no sentido mais pleno, ajustar-se-á à descrição de Jesus: “Haverá grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo.” — Mat. 24:21.

      Por conseguinte, a antiga Jerusalém deve ter um equivalente moderno. Qual é? A cidade de Jerusalém possuía uma condição sagrada por ser o centro religioso dum povo que afirmava estar numa relação pactuada com Deus. De modo que o equivalente moderno também deve estar afirmando usufruir uma relação pactuada com o Altíssimo. Não afirmam

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