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  • O sinal do reino em poder

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  • O sinal do reino em poder
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1965
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1965
w65 1/6 pp. 325-327

O sinal do reino em poder

Será que podemos vê-lo atualmente? Será inequívoco?

OS SINAIS do tempo são observados atentamente cada dia por multidões de pessoas por toda a volta do mundo. O conforto, a subsistência e até a própria vida bem que podem depender de fazerem isso. Todavia, estas mesmas multidões pouca atenção prestam aos sinais dos tempos em que vivemos, sinais que indicam grande tempestade de tribulação à frente. Se, ao invés de adotarem a posição de que o futuro é um livro selado que ninguém nem sequer deve tentar entender, as pessoas buscassem informações fidedignas a respeito do mesmo e sobre como ler os sinais destes tempos com precisão, estariam perguntando, como os discípulos de Jesus: “Instrutor, quando serão realmente estas coisas e qual será o sinal quando estas coisas estão destinadas a ocorrer?” — Luc. 21:7.

Quais eram “estas coisas” a respeito das quais inquiriram os discípulos? No versículo seis deste mesmo capítulo do Evangelho de Lucas, registra-se o aviso de Jesus sobre a vindoura destruição do templo em Jerusalém. Nos versículos vinte ao vinte e quatro, profetizou também que Jerusalém ficaria desolada e seus habitantes ‘cairiam pelo fio da espada e seriam levados cativos para todas as nações; e Jerusalém seria pisada pelas nações, até se cumprirem os tempos designados das nações’. Um dos quatro discípulos que faziam a pergunta (João) sobreviveu ao ano 70 E. C., quando mais de um milhão de judeus pereceram, a maioria pela espada, e quando o General Tito embarcou quase 100.000 para a escravidão em diversas partes do Império Romano. A cidade e seu templo foram incendiados e arrasados por completo. Os eventos provaram assim a exatidão da profecia de Jesus.

GUERRAS E DESORDENS

Num relato paralelo, deve-se notar que os discípulos também perguntaram a respeito de algo mais: “Dize-nos: Quando sucederão estas coisas e qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?” (Mat. 24:3) Note agora a resposta de Jesus a esta pergunta. Depois de indicar que muitos viriam e pretenderiam falsamente ser o Senhor que voltara e indevidamente deixariam o povo excitado a respeito da iminência do fim do sistema de coisas, declarou: “Além disso, quando ouvirdes de guerras e desordens, não fiqueis apavorados. Porque estas coisas têm de ocorrer primeiro, mas o fim não ocorre imediatamente.” (Luc. 21:9) Isto, então, é indício de que considerável período de tempo deveria decorrer antes que fosse observado o sinal de sua segunda presença.

As “guerras e desordens” ouvidas por aquela geração e pelas sucessivas gerações de cristãos sem dúvida incluíam as rebeliões dos judeus contra Roma, uma em 66 E. C. e outra em 132 E. C., a longa luta entre as partes oriental e ocidental do Império em busca da supremacia, as invasões dos bárbaros setentrionais, as numerosas guerras entre os estilhaços do desintegrante Império, as Cruzadas, a Guerra dos Trinta Anos, a Guerra napoleônica e muitas outras. Por que devemos assim entender o assunto? Porque Jesus informara aos discípulos que “Jerusalém será pisada pelas nações, até se cumprirem os tempos designados das nações”. (Luc. 21:24) No decorrer de toda essa história turbulenta até o fim do século dezenove, não viram nenhuma emancipação para Jerusalém.

Não foi senão na última metade do século dezenove que cristãos vigilantes começaram a entender, por meio do estudo da cronologia bíblica, junto com orações, que “os tempos designados das nações”, período de 2.520 anos durante os quais os domínios humanos ímpios gozariam de autoridade sobre os habitantes da terra, sem interferência celestial, deveriam esgotar-se no ano de 1914.a Não antes dessa data, então, poderia cumprir-se a profecia: “Quando o Filho do homem chegar na sua glória, e com ele todos os anjos, então se assentará no seu trono glorioso. E diante dele serão ajuntadas todas as nações” para julgamento. (Mat. 25:31-33) Portanto, aguardava-se com grande expectativa o ano de 1914. Quando irrompeu naquele ano a Primeira Guerra Mundial, envolvendo todas as principais nações da terra, e quando condições de doenças, epidemias e fome sem precedentes se seguiram, os estudantes da Bíblia discerniram ràpidamente o cumprimento das palavras de Jesus: “Nação se levantará contra nação e reino contra reino; e haverá grandes terremotos, e, num lugar após outro, pestilências e escassez de víveres; e haverá vistas aterrorizantes e grandes sinais do céu.” — Luc. 21:10, 11.

O “SINAL” DA PRESENÇA DE CRISTO

Diferençando tal guerra das “guerras e desordens” que a precederam, há que notarmos que as economias nacionais de todas as nações combatentes ficaram tão engrenadas que todo homem, toda mulher e criança foi obrigada a contribuir para o esforço de guerra. O custo de tal guerra em termos de baixas humanas apenas em combate — quase 13.000.000 de pessoas — foi mais que o dobro do custo de todas as guerras combinadas dos anteriores 125 anos. Em valor financeiro, o custo ultrapassou de muito a seiscentos trilhões de cruzeiros, deveras um total desconcertante. Ao aproximar-se o fim da guerra, a epidemia de “gripe espanhola” se espalhou por toda a terra, grandemente debilitando as mais de 500.000.000 de pessoas assoladas por ela, e deixando no seu rastro 20.000.000 de mortos. A escassez de víveres, ocasionada em parte pela concentração do poderio humano na guerra, cobrou seu tenebroso preço de vidas também. Somente na Rússia Soviética diversos milhões de pessoas morreram de fome entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial.

Depois de 1914, especialmente desde 1948, grandes forças subterrâneas parecem estar em operação, convulsionando nosso planeta, devastando a sua superfície com tremores e quase que anualmente produzindo um ou mais terremotos desastrosos. Em 1960, o Peru, o Marrocos, a Argélia, o Japão e o Chile foram assolados, com mais de 26.500 mortes. Somente no Chile, os estragos foram calculados em mais de 500 bilhões de cruzeiros. Em 1962, o Irã e a Colômbia sofreram grandes levantamentos de terra, relatando o Irã cerca de 12.400 mortes. Em 1963, a Líbia, a Iugoslávia e Kashmir, na Índia, foram duramente atingidas, com um total de 1.390 mortes e cerca de 16.000 pessoas desabrigadas. Bem, no início do ano passado, 1964, o Alasca enrolou-se literalmente, e os danos causados pelo terremoto e pela subseqüente onda sísmica do mar, segundo se relatou, atingiram perto de um trilhão e trezentos bilhões de cruzeiros. Por certo, a predição de Jesus, de que “haverá grandes terremotos” tem tido surpreendente cumprimento em nossos tempos.

Jesus também predisse “vistas aterrorizantes e grandes sinais do céu”. Se estivéssemos no raio de um quilômetro de Hiroxima, Japão, naquele dia fatídico de 1945 quando a explosão atômica tomou a forma dum cogumelo nos céus e choveu morte viva sobre qualquer vida restante na área próxima, deveríamos ter sentido calafrios de medo. Desde então, ao notarmos que meros humanos têm o poder de fazer explodir bombas de muito maior potência destrutiva, o futuro da humanidade parece mui limitado. Ao pesquisarem os homens, com seus instrumentos científicos grandemente aperfeiçoados, os mistérios do sol, da lua e das estrelas, fazendo isso com objetivos militares como sua principal preocupação, o temor e a ansiedade sobre o futuro aumentam grandemente. Conjecturas de alguns cientistas a respeito do futuro do sol e da lua e de nosso planeta são muitíssimo inquietantes para muitas pessoas. Alguns prevêem que o sol esgotará sua energia, deixando a nossa terra em frio congelante, ao passo que outros vêem o fulgor do sol se intensificar ao ponto em que a terra e seu conteúdo ficarão tostados e se enrolarão. O espectro do medo atualmente ronda toda a humanidade.

ESTARÁ JERUSALÉM AINDA SENDO PISADA PELAS NAÇÕES?

Por certo, todas as modalidades que compõem o “sinal” da segunda presença de Cristo em poder do Reino são agora observáveis! Mas, o que dizer da Jerusalém terrestre? Seria agora emancipada? Não; antes, as contendas e a partilha têm-se apossado daquela cidade da Palestina, onde os árabes e os judeus disputam terreno. Mas, os estudantes reverentes da Palavra de Deus entendem que não era a essa Jerusalém e a esse Israel que viria o alívio prometido. Não declarara expressamente Jesus que “o reino de Deus vos será tirado [do Israel carnal] e será dado a uma nação que produza os seus frutos”? (Mat. 21:43) Que nação é essa? Paulo mostra que todas as promessas que o Israel carnal deixou de obter seriam agora cumpridas nos descendentes espirituais de Abraão, pois declara: “Além disso, se pertenceis a Cristo, sois realmente descendente de Abraão, herdeiros com referência a uma promessa.” (Gál. 3:29) Quanto ao Israel espiritual, o mesmo apóstolo escreve que “nossa cidadania existe nos céus”, enquanto João testifica que a cidade santa, a Nova Jerusalém, se localiza no céu. — Fil. 3:20; Heb. 12:22.

Em 1914, os “tempos designados das nações [gentias]” findaram e a Jerusalém celeste deu à luz o reino de Deus que tem de dominar todas essas nações gentias com vara de ferro, para reduzi-las a pedaços. (Rev. 12:1-5) Então, essas nações gentias têm de ser pisadas no lagar da ira de Deus. (Rev. 19:15, 16) O fim delas se aproxima!

No ano de 1919, israelitas espirituais ainda na terra, que sofriam duma mutilação em sua obra de pregação, dada por Deus, causada pelas nações da terra, viram-se livres dum estado de temor, inatividade e desorganização. Desde então, sua destemida pregação das boas novas do Reino em toda a terra, em tempo de paz e de guerra, não importa que pressões nacionais e internacionais sejam exercidas contra eles, somente pode ser explicada por ter o invisível domínio do Reino de Cristo emancipado estes cidadãos da Nova Jerusalém para a própria obra predita por Jesus: “E estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” (Mat. 24:14) Só depois do tempo devido para a intervenção celestial, quando os “tempos designados das nações” terminaram em 1914, poderia tal mensagem ser proclamada apropriadamente por toda a terra.

Quão inconfundível, então, é o “sinal” da poderosa presença invisível do Reino! Prevenidos com tal informação, podemos e devemos dar os passos que nos tragam proteção da vindoura e maior tempestade de todos os tempos, a da ira de Jeová e de sua execução de todas as nações e seu sistema de coisas. “Buscai a mansidão. Provavelmente sereis escondidos no dia da ira de Jeová”, é o conselho do profeta de Deus. Ser escondido significará vida sob o domínio justo e eterno do reino pacífico de Cristo. — Sof. 2:3.

[Nota(s) de rodapé]

a Para consideração pormenorizada deste ponto, veja-se o livro “Babylon the Great Has Fallen!” God’s Kingdom Bules!, páginas 174-181.

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