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  • Generosidade gera generosidade
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1972
w72 15/11 pp. 696-698

Generosidade gera generosidade

O ESPÍRITO de generosidade permeia todos os tratos de Deus com suas criaturas terrestres. Há uns três mil anos atrás, um homem de discernimento observou: “Jeová sustenta a todos os que estão caindo e ergue a todos os encurvados. Os olhos de todos se fixam esperançosos em ti [Jeová], e tu lhes dás o seu alimento a seu tempo. Abres a tua mão e satisfazes o desejo de toda coisa vivente.” (Sal. 145:14-16) Concorda com esta admissão inspirada?

Há os que não concordam com ela. Praticamente toda a família humana se esqueceu de Deus. Pelo menos deixa de tomar a ele e seus princípios de justiça em conta na sua vida. Multidões de pessoas negam a própria existência de Jeová e recusam-se a dar seria consideração à sua Palavra, a Bíblia Sagrada. Não obstante, sua atitude não nega que Deus é generoso. Revela realmente a profundeza de sua generosidade, porque até mesmo os que não a apreciam tiram proveito dela. Jeová Deus “faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons, e faz chover sobre justos e sobre injustos”. — Mat. 5:45.

E há mais. Deus recomenda aos seus adoradores e incute neles o mesmo bom espírito — o da generosidade e liberalidade. As seguintes palavras são típicas de seu ensino aos seus servos terrestres: “Far-se-á que a própria alma generosa engorde [seja próspera], e aquele que rega liberalmente os outros também será regado liberalmente.” (Pro. 11:25) E na lei que Deus deu por intermédio de Moisés, como mediador, incluiu-se este conselho: “Deves terminantemente dar-lhe [ao teu irmão empobrecido] e teu coração não deve ser mesquinho ao lhe dares, porque é por esta razão que Jeová, teu Deus, te abençoará em todo ato teu e em todo empreendimento teu.” — Deu. 15:10.

Daí, ao enviar seu próprio Filho ao mundo, para dar aos homens pecadores a oportunidade de viver, Jeová Deus continuou a incutir a necessidade de bondade e liberalidade. O Filho de Deus, Jesus Cristo, exortou seus discípulos: “Praticai o dar, e dar-vos-ão. Derramarão em vosso regaço uma medida excelente, recalcada, sacudida e trasbordante. Pois, com a medida com que medis, medirão a vós em troca.” (Luc. 6:38) Além de Jesus transmitir o ensino sobre a generosidade, que lhe fora dado pelo seu Pai, ele demonstrou a sua própria aderência firme a ela. Deu liberalmente de si mesmo na obra de atrair homens a Deus, sacrificando por fim sua vida humana a favor de todos os homens.

Eram as pessoas que então viviam insensíveis à mensagem no sentido de se dar com generosidade? A grande maioria delas, sim. Mas os apóstolos e discípulos de Jesus aceitaram de bom grado seu convite de seguir seu exemplo, sim, de imitar sua generosidade. Como sabemos isso? Por causa daquilo que aconteceu em Jerusalém depois do derramamento do espírito santo de Deus no dia de Pentecostes, no ano 33 E. C. Uma multidão de judeus e prosélitos em visita a Jerusalém, procedentes de terras distantes, tornaram-se crentes em Cristo Jesus. Quando decidiram permanecer na cidade o mais que possível para obter um entendimento mais completo do verdadeiro Caminho cristão, surgiu entre eles falta das necessidades da vida. Não tinham fundos suficientes para prolongar sua estada ali. Mas, conseguiram permanecer em Jerusalém por causa da generosidade dos concrentes residentes ali e na Judéia. Aqueles cristãos de Jerusalém e da Judéia ofereceram de bom grado o que puderam ceder em benefício de seus irmãos e de suas irmãs em Cristo. — Atos 4:32-35.

Tratava-se apenas de se darem maquinalmente esmolas? Não; tratava-se duma ação generosa nos interesses da divulgação das “boas novas” do Reino, que Cristo comissionara seus seguidores a levar a todas as nações. (Mat. 24:14; 28:19, 20) Esta expressão de generosidade serviu bem para o fim intencionado. Milhares deles voltaram por fim às suas terras nativas com suficiente conhecimento e entendimento para transmitir as “boas novas” a outros. Quão felizes ficaram por terem recebido liberalmente e poderem dar liberalmente!

Mas, que dizer da situação atual? No meio duma população mundial na maior parte motivada pelo espírito de independência, há pessoas que procuram ser como seu Deus generoso? Sim, muitos têm notado este espírito de generosidade entre as testemunhas cristãs de Jeová. Espanta-os ver as testemunhas de Jeová doarem seu tempo e seus recursos para que outros possam obter conhecimento bíblico.

Por causa de sua atividade, os últimos trinta anos presenciaram um grande aumento da proclamação da mensagem do Reino. Lá em 1941 E. C., 106.137 participavam nesta obra. Mas em 1971 foram 1.510.245 que o fizeram. Neste número estão incluídos milhares de missionários, treinados e ensinados a falar outro idioma e designados a novos campos, para iniciar a obra do Reino. Esta expansão tem significado obter e manter milhares de locais de reunião ou Salões do Reino em toda a terra. Foi necessário estabelecer em muitas terras filiais adicionais da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados (instrumento jurídico das testemunhas de Jeová). Construíram-se e ainda se providenciam edifícios e gráficas novas e maiores em filiais.

Toda esta expansão tem significado muitas despesas. Foram estes fundos obtidos por algum método contrário ao ensino de Jesus, de que não se devia fazer doações ‘para se ser observado pelos homens’? (Mat. 6:1-4) Não, eles vieram dos pequenos donativos particulares das pessoas, na maior parte de poucos meios. Estes donativos foram colocados anonimamente nas caixas de contribuições nos Salões do Reino ou em outros locais de reunião das testemunhas de Jeová. Provieram também de donativos enviados diretamente à Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, Correio de Vila Mariana, 04010 São Paulo, SP, Brasil, ou a qualquer filial desta Sociedade em outros países. Todas estas contribuições são voluntárias. São feitas por pessoas que sentem a necessidade de participar generosamente em arcar com as despesas de se iniciar a obra do Reino e manter esta atividade em novas terras, em todo o globo.

Terem sido sempre adequadas estas contribuições, certamente deve ser atribuído a Jeová Deus. Ele tem enchido seus servos do espírito de generosidade.

As testemunhas de Jeová têm a certeza de que a pregação da mensagem do Reino é uma obra dirigida por Deus. Reconhecem que Jeová poderia fazê-la de modo milagroso. Contudo, ele favoreceu generosamente homens imperfeitos com a oportunidade de participarem nela como seus “colaboradores”. (1 Cor. 3:9) Por isso, as testemunhas de Jeová têm bom motivos para acharem ser privilégio contribuir seu tempo, sua energia e seus meios financeiros para a obra da divulgação das “boas novas” do reino de Deus, levando consolo aos milhares que suspiram por causa dos sofrimentos, das injustiças e da opressão sentidos por muitos dos habitantes da terra.

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