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  • A brandura é um requisito cristão
    A Sentinela — 1967 | 15 de novembro
    • quase habitual para os fisicamente maduros.

      27. Que ricas recompensas traz a brandura?

      27 Não há dúvida de que cultivar a brandura traz ricas recompensas. Resulta numa vida muito mais feliz para o leitor, muito embora esteja cercado de condições angustiantes, porque mantém seu equilíbrio e não fica angustiado nem endurecido por elas. Outra recompensa que a brandura traz é que o torna mais receptivo à verdade. À medida que Jeová lhe continua a revelar progressivamente Sua vontade, ficará muito mais inclinado a aceitar tais novas verdades e a harmonizar sua vida segundo elas. Que resultado isto lhe trará? Tiago 1:21 responde: “Aceitai com brandura a implantação da palavra que é capaz de salvar as vossas almas. “ Sim, a sua salvação está envolvida! Portanto, tenha um temperamento brando e assim se coloque em linha para o cumprimento da promessa de Deus registrada no Salmo 37:11: “Os próprios mansos possuirão a terra e acharão requintado deleite na abundância de paz.”

  • Instruir com brandura
    A Sentinela — 1967 | 15 de novembro
    • Instruir com brandura

      1, 2. Por que os cristãos precisam de brandura em nosso tempo?

      HÁ OUTRA razão pela qual o cristão precisa cultivar a brandura. Na verdade, isso o torna mais feliz, torna-se mais fácil se lidar com ele, isso o habilita a ser mais receptivo às verdades de Deus e, assim, o coloca na vereda da vida interminável; mas, há ainda outra coisa. A brandura também é necessária quando se faz a grande obra de pregação que os cristãos foram comissionados a fazer nestes críticos últimos dias.

      2 As verdades de Deus têm de ser dispensadas à humanidade. É preciso que se dê um testemunho por toda a terra, antes do fim deste presente sistema de coisas iníquo. Além disso, os que já se dedicaram a Deus têm de alimentar-se continuamente das verdades da Palavra de Deus. Tudo isto exige muita instrução, e a brandura desempenha importante papel em sua execução. Talvez haja varias maneiras de ensinar que são empregadas neste mundo, mas, no que diz respeito à Palavra de Deus, o conhecimento contido nela deve ser transmitido a outros com brandura.

      3-5. (a) Como sabemos que instruir com brandura é a maneira correta? (b) Por que as pessoas que nem ovelhas se sentiam atraídas a Jesus?

      3 Instruir com brandura é o modo correto, o modo bíblico, o modo que resulta na maior acolhida por parte dos que buscam a verdade. Sabemos que isto é verdade porque o maior instrutor que já viveu, Jesus Cristo, usou a brandura ao ensinar a verdade a outros. Esta notável qualidade, a brandura, era parte de sua personalidade, e a usava com notável efeito quando instruía os que tinham fome e sede de justiça.

      4 Que Jesus tinha disposição branda, ele mesmo deixa claro: “Vinde a mim, todos vós que estais labutando e que estais sobrecarregados, e eu vos reanimarei. Tomai sobre vós o meu jugo e tornai-vos meus discípulos, pois sou de temperamento brando e humilde de coração e achareis revigoramento para as vossas almas.” (Mat. 11:28, 29) Quão eficaz deve ter sido o ensino de Jesus por causa de suas maneiras dotadas de temperamento brando! Com ardor, as pessoas que nem ovelhas o procuravam, a fim de escutá-lo expor as verdades de Deus! Não tinham medo dele, como tinham de seus líderes políticos e religiosos duros, opressivos, que as dominavam sem se preocuparem com o bem-estar delas.

      5 Jesus sentia ternura por estas pessoas comuns que se achavam em tão penosa condição, espiritual e fisicamente. “Vendo as multidões, sentia compaixão delas, porque andavam [sendo] esfoladas e empurradas dum lado para outro como ovelhas sem pastor.” (Mat. 9:36) Jesus, com maneiras brandas, sentindo piedade destas pessoas pisoteadas e maltratadas, seria deveras uma fonte de revigoramento para as almas delas. Quão diferente era ele das pessoas com que estavam acostumadas! Que experiência edificante era estar em sua presença! Jesus não era semelhante a seus duros capatazes, mas era brando, bondoso, generoso, compreensivo e amoroso.

      6. Será que as maneiras brandas de Jesus atrairiam a todos?

      6 As maneiras brandas de Jesus não atrairiam a todos. Os que não eram que nem ovelhas e que não tinham verdadeiro amor à verdade provavelmente veriam a maneira dele como sendo tola e imprática num mundo duro. Nem a acolheriam bem os iníquos. Mas, Jesus não desejava atrair qualquer tipo de pessoas para o novo sistema de coisas de Deus. Não chamava os que amavam o que era errado e odiavam o que era certo. Suas maneiras brandas atrairiam as pessoas da espécie correta, as que amavam a justiça. Era a estas que Jesus procurava. Buscava as “ovelhas” e não os “cabritos”.

      7. Que cuidado tem de ser exercido quando se reprova a outros, conforme Jesus fez?

      7 Era quando lidava com pessoas perversas, que nem cabritos, que vemos Jesus usar linguagem e ações mais fortes. Jesus era brando, mas não era fraco. Quando necessário, denunciava outros, especialmente os hipócritas lideres religiosos, os escribas e os fariseus. Repetidas vezes, disse-lhes: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!” (Mat. 23:13-36) Às vezes, alguns dos servos de Deus talvez precisam reprovar a outros, mas têm de exercer cuidado enorme quanto a como fazer isso, pois não têm a visão que Jesus tinha. Por isso, às vezes, não ser brando tem de ser a exceção, e deve ser ponderado mui cuidadosamente. Nisto, Jesus estabeleceu o exemplo, mas ele possuía autoridade e discernimento que as criaturas humanas imperfeitas não possuem, atualmente.

      PAULO INSTRUÍA COM BRANDURA

      8. Como foi que Paulo mostrou que se deveria instruir com brandura?

      8 O apóstolo Paulo sabia que o método de ensino de Jesus, usando a brandura, era o melhor, e era a norma a ser seguida, pois disse: “Ora, eu mesmo, Paulo, suplico-vos pela brandura e benignidade do Cristo:” (2 Cor. 10:1) Note, também, o que ele declarou em Primeira Tessalonicenses 2:5-8, em relação com sua maneira de lidar com os outros: “Nunca nos apresentamos quer com palavras lisonjeiras (conforme sabeis), quer com fingimento para cobiça; Deus é testemunha! Nem estivemos buscando glória dos homens, não, nem de vós, nem de outros, embora, como apóstolos de Cristo, pudéssemos ser um fardo dispendioso. Ao contrário, tornamo-nos meigos entre vós, como a mãe lactante que acalenta os seus próprios filhos. Tendo assim terna afeição por vós, de bom grado não só vos conferimos as boas novas de Deus, mas também as nossas próprias almas, porque viestes a ser amados por nós.” Para ser gentil, para ter afeição terna, Paulo tinha de ser brando. E era mesmo.

      9, 10. Como foi que outros acolheram a brandura de Paulo?

      9 Como foi que os irmãos na congregação cristã acolheram este apóstolo de maneiras brandas? Bem, em certa ocasião, quando Paulo disse aos homens

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