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  • Vitória sobre o mundo sem conflito armado
    A Sentinela — 1974 | 1.° de junho
    • fim dos Tempos dos Gentios em 1914 E. C. e depois do fim da guerra no céu, ele viria montado triunfantemente e se apresentaria à organização teocrática de Jeová como seu Rei legítimo. — Luc. 21:24; Rev. 12:5-10.

      REIVINDICAÇAO JUSTA DA VITÓRIA SOBRE O MUNDO

      30. (a) De que modo não permitiu Jesus que o ódio do mundo afetasse sua disposição e atitude pessoal? (b) Como denunciou ele a hipocrisia religiosa com respeito ao Reno?

      30 O ódio do mundo não impediu Jesus nem de fazer milagres, em prova de seu messiado, nem de pregar as boas novas do reino messiânico de Deus. Nem o fez assimilar o espírito dele e encher-se de ódio maldoso da raça humana, que viera resgatar, nem deixou-se pressionar a se tornar rebelde contra Deus e a vontade divina. No templo, em expressão da pena que sentia das pessoas enganadas e oprimidas, denunciou abertamente a hipocrisia religiosa e disse: “Ai de vós, escritas e fariseus, hipócritas! porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois, vós mesmos não entrais, nem deixais entrar os que estão em caminho para entrar.” (Mat. 23:1-13) Três dias depois, sem qualquer espírito de rebeldia contra Deus, Jesus celebrou com seus apóstolos a Páscoa judaica em Jerusalém. Logo depois, iniciou uma nova observância, uma nova ceia, em comemoração de sua morte como sacrifício humano.

      31. Por que não negaram as palavras de Jesus, proferidas sobre o copo de vinho e relacionadas com o Reino, a sua afirmação posterior a respeito de obter a vitória sobre o mundo?

      31 Ao explicar o significado do copo de vinho que se devia beber nesta ceia comemorativa, Jesus disse aos seus apóstolos fiéis: “Bebei dele, todos vós; pois isto significa meu ‘sangue do pacto’, que há de ser derramado em benefício de muitos, para o perdão de pecados.” (Mat. 26:26-28) Estas palavras não evidenciavam nenhum ódio à raça humana, nem qualquer rebelião contra a vontade de Deus para ele, que envolvia uma morte sacrificial. Daí, no decorrer da palestra que se seguiu, Jesus disse aos apóstolos: “Vós sois os que ficastes comigo nas minhas provações; e eu faço convosco um pacto, assim como meu Pai fez comigo um pacto, para um reino, a fim de que comais e betais à minha mesa, no meu reino, e vos senteis em tronos para julgar as doze tribos de Israel.” (Luc. 22:28-30) Mais tarde, no fim da sua palestra e antes de fazer uma oração final a Deus, Jesus disse-lhes: “No mundo tereis tribulação. Mas, coragem! A vitória é minha; eu venci o mundo.” — João 16:33, NE.

      32. (a) Por que tinha Jesus o direito de reivindicar a vitória sobre o mundo, naquela hora noturna? (b) Como foi a sua afirmação apoiada pelo seu testemunho perante Pilatos?

      32 Naquela hora da noite de 14 de nisã, pôde Jesus de direito afirmar ter obtido a vitória sobre todo o mundo? Em vista de seu proceder fiel e amoroso na vida, até então, podemos responder que sim! Jesus não se estava ali apenas jactando para glorificar a si mesmo. Seu inabalável proceder de obediência a Deus, nas horas seguintes, provou isso. Quando estava perante o representante local mais elevado do César do Império Romano, Jesus recusou-se a negar que ele era o Rei ungido de Deus, mas disse ao Governador Pôncio Pilatos: “Meu reino não faz parte deste mundo. Se o meu reino fizesse parte deste mundo, meus assistentes teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas, assim como é, o meu reino não é desta fonte. . . . Tu mesmo estás dizendo que eu sou rei. Para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade.” Embora seu reinado messiânico fosse usado pelos seus odiadores para o acusarem legalmente, a fim de que os romanos o executassem, Jesus não renunciou ao reino de Deus. — João 18:36, 37.

      33. (a) Como se completou a vitória de Jesus na estaca de tortura e como se provou isso menos de três dias depois? (b) Que vitória com respeito a este mundo aguarda ainda o glorificado Jesus?

      33 Pouco depois, quando Jesus estava pendurado pregado à estaca de tortura, no Calvário, quando seus odiadores passaram por ali e o vituperaram, não se fez semelhante a eles, nem lhes retribuiu na mesma moeda. Por volta das três horas da tarde, quando Jesus disse: “Está consumado!” e inclinou a cabeça e expirou, obtido a vitória sobre o mundo, e isso sem conflito armado. (João 19:30; 1 Ped. 2:22-24) O mundo o havia matado como homem, mas ele morreu sem ser derrotado. O mundo odioso não tirou satisfação de sua morte. Não pôde impedir, nem impediu que ele obtivesse o prêmio glorioso pela sua vitória sobre o mundo. Não se passaram inteiramente três dias antes de o Deus Todo-poderoso o ressuscitar dentre os mortos numa vitória estupenda sobre a morte, enaltecendo-o então à mão direita do trono de seu Pai celestial, muito além do alcance do mundo odioso aqui embaixo na terra, o mero escabelo de Deus. (Fil. 2:5-11; 1 Ped. 3:22) Espera-o outra espécie de vitória, e esta junto com seus santos anjos guerreiros, na vindoura “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon. — Rev. 16:14, 16; 19:11-21.

  • Co-vencedores sobre o mundo
    A Sentinela — 1974 | 1.° de junho
    • Co-vencedores sobre o mundo

      1. Para quem estabeleceu uma norma a vitória de Jesus sobre o mundo e como foi o idoso apóstolo João uma ilustração disso?

      A VITÓRIA de Jesus sobre o mundo, sem se empenhar num conflito com ele pelo uso de armas militares, estabelece a norma para seus discípulos. Seus fiéis apóstolos, do primeiro século E. C., seguiram esta norma. Todo o ódio do mundo, durante décadas, não conseguiu quebrantar sua devoção inabalável ao reino messiânico de Deus, nem silenciar sua pregação dela em todo o mundo. Apenas poucos anos antes do fim daquele século, o apóstolo cristão João, provavelmente o último dos apóstolos a sobreviver, escreveu a concristãos e disse: “Eu, João, vosso irmão e compartilhador na tribulação e no reino, e na perseverança em companhia de Jesus, vim a estar na ilha que se chama Patmos, por ter falado a respeito de Deus e ter dado testemunho de Jesus.” (Rev. 1:9) Iguais àqueles apóstolos fiéis, os verdadeiros discípulos de Jesus copiam sua norma para obter a vitória sobre este mundo do século vinte.

      2. Segundo a profecia de Jesus a respeito das dificuldades de seus seguidores, de que modo é ele alvo do ódio do mundo?

      2 Embora não esteja mais no cenário terrestre, Jesus Cristo é o alvo do ódio do mundo mesmo hoje em dia. Pode ser que os quase um bilhão de membros das igrejas da cristandade objetem a esta declaração, insistindo: “Nós não o odiamos!” Contudo, há uma prova pela qual podemos saber se hoje odiamos a Jesus. Numa profecia a respeito do que seus discípulos sofreriam, Jesus disse-lhes as seguintes palavras de aviso antecipado: “Vós sereis pessoas odiadas por todos, por causa do meu nome; mas aquele que tiver perseverado até o fim é o que será salvo.” “Então vos entregarão a tribulação e vos matarão, e sereis pessoas odiadas por todas as nações, por causa do meu nome.” (Mat. 10:22; 24:9) É lógico, pois, que o ódio aos discípulos de Cristo, por causa do seu nome, significa odiar ao mesmo tempo o próprio Cristo.

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