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Por que o Deus Todo-poderoso se ri das naçõesA Sentinela — 1969 | 15 de outubro
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fariseus religiosos ficaram ainda mais perturbados e disseram entre si: “Observais que não conseguis absolutamente nada. Eis que o mundo foi atrás dele”! — João 12:10-19.
21, 22. (a) De que modo envolveram os líderes religiosos o governo romano no julgamento e na execução de Jesus? (b) Como manejou Herodes Ântipas a questão de Jesus, quando o caso lhe foi apresentado?
21 Por isso, os líderes religiosos procuraram conseguir alguma coisa por fazerem Jesus, o Messias, ser morto no dia seguinte da Páscoa, 14 de nisã. Êles retiraram a acusação, para o fazerem ser executado, do domínio da religião e a lançaram no domínio da política. Envolveram assim os representantes políticos do governo imperial de Roma sobre a Palestina. Tendo-o eles mesmos primeiro condenado por razões religiosas, levaram-no então perante o governador romano da província da Judéia. Sob que acusação? A de sedição política. Interrogando o acusado Jesus, o governador romano, Pôncio Pilatos, lhe disse: “Será que eu sou judeu? A tua própria nação e os principais sacerdotes te entregaram a mim. O que fizeste” (João 18:12-35) Durante o julgamento, Pôncio Pilatos soube que Jesus era da província da Galiléia, que se achava então sob a jurisdição de Herodes Ântipas, assassino de João Batista. Procurando uma saída, Pôncio Pilatos enviou Jesus a Herodes, que estava então em Jerusalém.
22 Herodes Ântipas, pensando que Jesus fosse João Batista ressuscitado dentre os mortos, estava interessado em ver Jesus. Esperava divertir-se com um ou dois milagres de Jesus. Jesus negou-se a fazer-lhe a vontade e dizer ou fazer algo em sua própria defesa. Que os sacerdotes e escribas o acusassem quanto quisessem. Portanto, Herodes considerou isso como brincadeira. O registro bíblico diz: “Então Herodes, junto com os soldados de sua guarda, o desacreditava e se divertia às custas dele por vesti-lo com uma roupa vistosa, e o mandou de volta a Pilatos. Tanto Herodes como Pilatos tornaram-se assim naquele mesmo dia amigos mútuos; porque antes disso haviam mantido inimizade entre si.” — Luc. 23:1-12.
23. Como sofreu Jesus então zombaria da parte dos soldados de Roma?
23 Depois, quando Pôncio Pilatos cedeu à pressão religiosa e entregou Jesus aos seus soldados romanos, para ser morto numa estaca de execução, o Messias ou Cristo de Jeová Deus sofreu mais ridículo e zombaria. “Os soldados do governador”, conforme nos diz Mateus 27:27-31, “levaram então Jesus para o palácio do governador e ajuntaram em volta dele todo o corpo de tropa. E, tendo-o despido, puseram sobre ele um manto escarlate, e trançaram uma coroa de espinhos e a puseram na cabeça dele, e puseram uma cana na sua direita. E, ajoelhando-se diante dele, divertiam-se às custas dele, dizendo: ‘Bom dia, ó Rei dos judeus!’ E, cuspindo nele, tomaram a cana e começaram a bater-lhe na cabeça. Por fim, tendo-se divertido às custas dele, tiraram o manto e puseram nele sua roupagem exterior, e o levaram para ser pendurado numa estaca.”
24. Como se divertiram os líderes religiosos às custas de Jesus quando este estava pendurado na estaca?
24 Enquanto Jesus estava pendurado na estaca, os que passavam por ali falavam dele de modo ultrajante e sacudiam a cabeça diante dele, escarnecendo dele. “Do mesmo modo também os principais sacerdotes, junto com os escribas e os homens mais maduros, começaram a divertir-se às custas dele e a dizer: ‘A outros ele salvou; a si mesmo não pode salvar! Ele é Rei de Israel; desça agora da estaca de tortura, e nós acreditaremos nele. Depositou a sua confiança em Deus; que Ele o socorra agora, se Ele o quiser, pois este disse: “Sou Filho de Deus.”’” — Mat. 27:39-43.
25. Por terem tomado que precauções para com o enterrado Jesus podiam os líderes religiosos então rir-se satisfeitos?
25 Assim, Jesus, o Messias, o Filho de Deus, morreu como alvo de riso. No dia após a sua morte e seu enterro numa sepultura próxima, os principais sacerdotes e fariseus demonstraram seu desprezo e também seu objetivo de impedir qualquer possível desaparecimento do corpo de Jesus da sepultura, dizendo a Pôncio Pilatos: “Senhor, lembramo-nos de que esse impostor dizia, enquanto ainda estava vivo: ‘Depois de três dias eu hei de ser levantado.’ Portanto, ordena que o sepulcro seja feito seguro até o terceiro dia, para que não venham os seus discípulos e o furtem, e digam ao povo: ‘Ele foi levantado dentre os mortos!’ e esta última impostura seja pior do que a primeira.” O governador romano fez novamente o jogo deles e ordenou-lhes que selassem a sepultura e postassem ali uma guarda. (Mat. 27:62-66) Como os líderes religiosos podiam então rir-se satisfeitos!
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Homens e nações feitos alvo de riscoA Sentinela — 1969 | 15 de outubro
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Homens e nações feitos alvo de risco
1. (a) Riu-se o Deus Todo-poderoso de todo o vitupério e desonra lançados sobre o seu Filho que sofria, ou de que se riu? (b) Quando se fez uma tentativa para suprimir a notícia da ressurreição de Jesus, quem foi que se riu?
QUE dizer do Deus Todo-poderoso, quando observou o desprezo e a desonra lançados sobre o seu Filho, a quem ungira para pregar o “reino dos céus” e para ser o Rei reinante naquele governo messiânico? Riu-se Deus? Podia rir-se? Sim! Naturalmente, não por causa de todo o vitupério que recaiu sobre o seu próprio nome e que recaiu sobre o seu representante régio, seu Filho Jesus, o Messias, que sofria terrivelmente, mas diante das medidas e dos esforços extremos de meras criaturas humanas insignificantes para derrotar a vontade e o propósito do Todo-poderoso, do Supremo do universo. No terceiro dia, quando seu anjo desceu em glória, rompeu o selo e rolou a pedra de diante do túmulo de Jesus, fazendo a guarda de soldados quase que morrer de medo, a vez de quem era então para se rir? Os principais sacerdotes e seus associados religiosos não se riram diante do relato feito pela guarda de soldados. Subornaram os soldados para dizer: “Seus discípulos vieram de noite e o furtaram, enquanto estávamos dormindo.” (Mat. 28:2-4, 11-15) Mas, os verdadeiros fatos sobre a ressurreição de Jesus Cristo, de qualquer modo, tornaram-se públicos, pelo testemunho de testemunhas verdadeiras, mais de quinhentas delas. Ora, quem é que se riu então o Deus Todo-poderoso!
2, 3. (a) Quando e como levou o Deus Todo-poderoso os fatos do caso ao conhecimento do público em geral? (b) Que disse Pedro para atestar que o Deus Todo-poderoso frustrara a trama contra Jesus?
2 Cinqüenta e um dias depois dos esforços religioso-políticos combinados para impedir o reino messiânico com a morte de Jesus Cristo, o Deus Todo-poderoso começou a tornar públicos os fatos do caso. Foi no dia festivo de Pentecostes, 6 de sivã (no calendário judaico) do ano 33 E .C., que o Deus Todo-poderoso derramou seu espírito santo sobre cento e vinte seguidores fiéis de Jesus Cristo, que o haviam visto por meio de suas materializações visíveis a eles desde a sua ressurreição dentre os mortos. Mais de três mil celebrantes de Pentecostes se ajuntaram para ouvir estas cento e vinte testemunhas
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