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  • Compareça perante Jeová com agradecimento
    A Sentinela — 1971 | 1.° de dezembro
    • de Jeová para com seu povo pactuado, permitindo que um restante deles fosse liberto do exílio e voltasse ao local de Jerusalém. Isto tinha por objetivo a reconstrução da cidade e do seu templo de adoração, para que subseqüentemente os servos de Deus pudessem comparecer perante ele ali com agradecimento. (2 Crô. 36:21-23) A fé daqueles que se empenhavam na adoração foi posta à prova por opositores. Houve empenho para se frustrar a campanha de construção, de modo que os servos de Deus tiveram de travar uma luta árdua. Por um tempo parou todo o trabalho de construção, por causa da conspiração dos inimigos. (Esdras, cap. 4; Nee. 4:15-18) Os servos de Deus, por apelarem para a autoridade mais elevada no império, conseguiram obter do Rei Dario uma ordem no sentido de que o trabalho de construção podia continuar, e no sexto ano do reinado de Dario, o templo estava pronto em Jerusalém. Jeová havia abençoado seus servos com bom êxito, e o clímax foi uma assembléia alegre de agradecimento na ocasião de se terminar o templo. “E os filhos de Israel, os sacerdotes e os levitas, bem como o resto dos anteriores exilados celebraram com regozijo a inauguração desta casa de Deus.” (Esd. 6:16) Estes foram servos fiéis de Jeová, que tiveram muitos motivos para agradecimento, nos tempos antigos. Mas, que dizer dos nossos tempos? Não deve haver ainda mais agradecimento da parte dos cristãos?

      NOS TEMPOS CRISTÃOS

      12. Como se reunia Jesus Cristo com outras pessoas?

      12 Jesus Cristo tinha por costume estar com grupos de pessoas para a adoração de Jeová. Ele guardava as leis de Deus com respeito às celebrações anuais, tais como a páscoa. Aproveitava a oportunidade para louvar a Jeová Deus e trazer à atenção os propósitos de Deus, na presença de grupos ou multidões de pessoas. Em Nazaré, seu costume era ir no sábado à sinagoga, e ali lia alto a Palavra de Deus. Ensinava nas sinagogas e no templo, o que devia ter dado ao povo razão para expressar agradecimento a Deus. — Luc. 4:16; João 7:14; 18:19, 20.

      13. De exemplos, mostrando quão benéfico era reunir-se com Cristo no monte.

      13 Além das sinagogas e do templo, Jesus achou outros lugares em que podia reunir pessoas para dar ensino e instrução. Logo cedo no seu ministério, quando as multidões o seguiam, ele subiu a um monte. O que ele disse aos seus discípulos está escrito em Mateus, capítulos 5 a 7. Hoje usufruímos a leitura das felicidades com que abriu seu sermão. Explicou como se convivia com outros, até mesmo com inimigos, e disse a um homem que devia amar os seus inimigos do mesmo modo como Deus mostra amor. Os reunidos ouviram-no dizer como se devia orar e o que realmente significava o perdão; também foi considerado o conceito correto sobre as coisas materiais, e deu-se ênfase a se buscar primeiro o reino do céu, acumulando tesouros no céu. Notável foi também a ilustração sobre uma árvore e seus frutos, e que os que fazem a vontade do pai entrarão no Reino. Quão maravilhoso deve ter sido a experiência de realmente ouvir este sermão no monte!

      14. Quais foram alguns dos pontos destacados mencionados por Jesus Cristo na sua assembléia de serviço descrita em Mateus, capítulo 10?

      14 Realizou-se uma pequena assembléia de serviço com os doze apóstolos quando Jesus os enviou a pregar o Reino. Ele descreveu as coisas que enfrentariam, as experiências que teriam ao irem de casa em casa, como se cuidaria deles e que sofreriam oposição. Mas, não deviam ter medo dos que podem matar o corpo, mas não podem destruir a alma. Ele disse que famílias ficariam divididas por causa do desejo de alguns de adorar a Deus e de outros que não concordavam com isso. — Mateus, cap. 10.

      15. (a) Conforme mostra o relato de Lucas, quais foram algumas das coisas aprendidas na ocasião em que os apóstolos estavam reunidos com Jesus na última páscoa? (b) Que ensinos notáveis registrou João em conexão com a mesma ocasião de assembléia?

      15 Em outra ocasião, conforme registrado em Lucas 22:19-30, após o término da páscoa, Jesus instituiu a refeição noturna do Senhor, com pão e vinho. Fez com eles um pacto para um Reino. De modo calmo e bondoso resolveu uma disputa acesa sobre quem seria o maior. Era um exemplo para copiarem. Os capítulos 13 a 17 de João contêm muitas coisas boas que Jesus disse aos seus seguidores reunidos, naquela ocasião. Ali foi dado o novo mandamento de se amarem uns aos outros. Incutiu-se neles a importância de darem frutos para a glória de Jeová Deus. Jesus mostrou que, ao passo que manifestassem amor e dessem frutos para a glória de Deus seriam odiados e perseguidos, assim como ele foi. Jesus explicou a atitude cristã de neutralidade, no capítulo 15, e deu-lhe novamente ênfase na sua oração no capítulo 17. Deveras, os presentes naquela reunião devem ter tido muitos motivos para expressarem agradecimentos a Jeová Deus.

      16. Que obra de edificação espiritual fez Jesus, que nos devia induzir a sermos gratos a Jeová?

      16 O que Jesus fez por ajuntar pessoas para ensino e instrução constituía a fundação da congregação cristã. Foi um trabalho de edificação. Ele mesmo é a grande pedra angular de alicerce, e os fiéis apóstolos também faziam parte do alicerce. “Fostes edificados sobre o alicerce dos apóstolos e profetas, ao passo que o próprio Cristo Jesus é a pedra angular de alicerce.” (Efé. 2:20) Cristo Jesus foi designado cabeça desta congregação ou assembléia. “Ele é a cabeça do corpo, a congregação. Ele é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para se tornar aquele que é primeiro em todas as coisas.” (Col. 1:18) Pensar na maravilhosa organização da congregação cristã e na grande obra de edificação que Jesus fez ao reunir pedras viventes para o edifício é motivo suficiente para induzir qualquer pessoa interessada em Deus e nos seus propósitos a sentir-se induzida a dar graças, expressas ao Deus no céu. Mas, alguém talvez pergunte: “Onde está hoje este edifício de ‘pedras viventes’?” Verá isto. Mas, queira ler o próximo artigo para saber o que aconteceu desde a morte de Cristo até os nossos dias.

  • Assembléias após a morte de Cristo
    A Sentinela — 1971 | 1.° de dezembro
    • Assembléias após a morte de Cristo

      1. (a) Impediu a morte de Jesus Cristo que seus seguidores se reunissem? (b) Que encorajamento deu Cristo nas reuniões deles em tempos difíceis?

      A FÉ daqueles que haviam sido treinados e selecionados por Jesus para fazerem parte da congregação cristã foi severamente provada pelos acontecimentos que cercaram a morte de Jesus e pela perseguição dos seguidores dele relacionada com ela. Embora naquele tempo estivessem em grande perigo, os fiéis não deixaram de se convidar uns aos outros a se reunirem para adoração e agradecimentos a Deus. Aconteceu, depois da ressurreição de Cristo Jesus, que ele participou em algumas das assembléias cristãs. Os discípulos se reuniam atrás de portas fechadas, por causa do temor dos judeus. Jesus apresentou-se para animá-los e edificá-los. Deve ter sido emocionante estar presente e ver Jesus entrar na sala, embora todas as portas estivessem fechadas, e ouvi-lo falar novamente. Esta e outras evidências da ressurreição de Jesus, que os cristãos tiveram, dificilmente podiam passar sem muitos agradecimentos da parte dos cristãos. Jesus realmente providenciou reuniões com seus discípulos

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