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  • Onde se pode encontrar a liberdade?
    A Sentinela — 1976 | 1.° de novembro
    • A ATUAL LIBERDADE CRISTÃ

      Os que obtêm conhecimento de Jeová Deus e de seus propósitos, embora ainda não perfeitos, podem desde já agradar a Deus e usufruir grande liberdade, assim como o apóstolo prossegue dizendo: “para que a exigência justa da Lei se cumprisse em nós, os que andamos, não de acordo com a carne, mas de acordo com o espírito” de Deus. (Rom. 8:4) Seguem “a lei perfeita que pertence à liberdade”. — Tia. 1:25.

      Portanto, os verdadeiros cristãos usam de grande franqueza no falar ao informar outros sobre a liberdade que a humanidade pode obter por meio do arranjo de Deus. (Fil. 1:18-20) Mas, eles seguem o conselho do apóstolo Pedro: “Sede como livres, contudo, mantende a vossa liberdade, não como disfarce para a maldade moral, mas como escravos de Deus.” (1 Ped. 2:16) Têm grande consolo, paz e segurança mesmo já neste mundo escravizado pelo pecado. Comprovaram para si mesmos a veracidade das palavras de Jesus: “Achareis revigoramento.” — Mat. 11:29.

  • Houve realmente um nascimento virginal?
    A Sentinela — 1976 | 1.° de novembro
    • Houve realmente um nascimento virginal?

      PARA muitos, a crença de que Jesus Cristo nasceu duma virgem é lenda. Não a encaram em nada diferente dos antigos mitos dos gregos e de outros povos, que falam de humanos ser gerados por deuses.

      Há alguma base válida para tal opinião? Que dizer de tais mitos antigos? Os deuses gregos são representados como cobiçando mulheres e produzindo “semideuses” por intermédio delas. O Dicionário do Interpretador da Bíblia (Vol. 4, p. 791, em inglês), depois de tratar dos lendários “nascimentos virginais”, conclui razoavelmente: “O grande abismo entre estes mitos pagãos de promiscuidade politeísta e o elevado monoteísmo do nascimento virginal de Jesus é amplo demais para ser atravessado pela pesquisa cuidadosa.” A respeito da asserção de que a idéia do nascimento virginal de Jesus tenha suas raízes num mito oriental, a Enciclopédia de Religião e Ética (Vol. XII, p. 625, em inglês) observa que “não há nenhuma evidência” da existência de tal lenda. Portanto, a crença no nascimento virginal de Jesus de modo algum pode ser relacionada com quaisquer nascimentos sobrenaturais, mitológicos.

      Mas, ensina a Bíblia realmente que Jesus nasceu duma virgem? Muitos acreditam que não, porém, que ela apresenta a Jesus como sendo filho legítimo de José. Eles indicam o seguinte: Os habitantes de Nazaré chamaram Jesus de “filho do carpinteiro” e de “filho de José”. (Mat. 13:55; Luc. 4:22) Filipe disse a Natanael: “Achamos aquele de quem escreveram Moisés, na Lei, e os Profetas: Jesus, filho de José.” (João 1:45) Em certa ocasião, algumas pessoas, que tropeçaram por causa de Jesus, observaram: “Não é este Jesus, filho de José, cujo pai e mãe conhecemos?” — João 6:42.

      Não significam estas citações da Bíblia, na realidade, que Jesus, de fato, era filho de José? Não. Em cada caso, os que se manifestavam assim simplesmente expressavam uma opinião ou um conceito comum. Visto que Jesus foi criado por José e Maria, em Nazaré, era corretamente considerado como sendo filho deles. Não havia motivos para o povo em geral pensar outra coisa. Que o fato de Jesus ser chamado “Filho de José” era simples opinião corrente é confirmado em Lucas 3:23, onde lemos: “O próprio Jesus, ao principiar a sua obra, tinha cerca de trinta anos de idade, sendo, como era a opinião, filho de José.”

      Um exame do que a Bíblia diz sobre a concepção de Jesus revela claramente que Maria era de fato virgem. Quando foi informada pelo anjo Gabriel de que teria um filho, Maria ficou espantada. “Como se há de dar isso”, perguntou, “visto que não tenho relações com um homem?” Respondendo a esta pergunta, Gabriel explicou: “Espírito santo virá sobre ti e poder do Altíssimo te encobrirá. Por esta razão, também, o nascido será chamado santo, Filho de Deus.” Obviamente, seria um nascimento que exigiria uma intervenção divina, um milagre. Isto explica por que Gabriel acrescentou a garantia: “Para Deus nenhuma declaração será uma impossibilidade.” — Luc. 1:34-37.

      Em vista das palavras de Gabriel podemos também ver que o espírito santo havia de ser o meio pelo qual Jeová Deus realizaria algo humanamente impossível. Exatamente o que foi que Deus fez? A Bíblia não nos fornece os pormenores, mas ela diz o bastante para nos dar alguma idéia sobre o que estava envolvido nisso.

      Muito antes de ele nascer como homem, Jesus havia usufruído uma existência celestial junto com o seu Pai. Ele mesmo disse: “Desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. Que seria, portanto, se observásseis o Filho do homem ascender para onde estava antes?” — João 6:38, 62.

      A descida de Jesus do domínio celestial exigiu que renunciasse à sua existência como pessoa espiritual. A Bíblia nos diz sobre isso: “Ele se esvaziou e assumiu a forma de escravo, vindo a ser na semelhança dos homens.” — Fil. 2:7.

      Depois de Jesus se esvaziar assim da glória celestial, era preciso que sua vida, com os traços distintivos de sua personalidade, fosse transferida para o ventre da virgem Maria. Isto foi realizado por intermédio do espírito santo de Deus. Não constituiu nenhum problema para o Deus Altíssimo. Como Criador, entende plenamente a constituição de todas as suas criaturas inteligentes. Nada a respeito da concepção humana e do desenvolvimento dum bebê no ventre é mistério para ele. — Jó 31:15; Sal. 139:16; Ecl. 11:5.

      Realmente, não deve ser difícil de entender que tal transferência de vida e personalidade podia ser e foi realizada invisivelmente por meio do espírito de Deus. No caso dos humanos, a célula resultante da junção do espermatozóide e do óvulo é menor do que o pontinho no fim desta sentença. Contudo, apenas uma minúscula fração desta célula contém o código completo para a produção dum menino ou duma menina, com particularidades físicas e constituição de personalidade distintivas. Por conseguinte, não se precisava mais do que uma partícula microscópica para tornar Maria grávida do Filho perfeito de Deus.

      Quando Maria ficou mesmo grávida por espírito santo, seu noivo José ficou num dilema quanto a que devia fazer. Isto se deu porque ainda não havia tido relações sexuais com ela. Sua preocupação com a gravidez de Maria foi acalmada quando o anjo de Jeová lhe revelou os fatos, dizendo: “José, filho de Davi, não tenhas medo de levar para casa Maria, tua esposa, pois aquilo que tem sido gerado nela é por espírito santo. Ela dará à luz um filho, e terás de dar-lhe o nome de Jesus.” (Mat. 1:18-21) Depois disso, José e Maria foram unidos em casamento. “Mas”, diz a Bíblia, ele “não teve relações com ela até ela ter dado à luz um filho; e deu-lhe o nome de Jesus”. — Mat. 1:25.

      Jesus, portanto, de modo algum pode ser chamado de filho natural de José. Nasceu deveras duma virgem. Mas, por que era isso necessário?

      A Bíblia nos informa de que o primeiro homem Adão, pela desobediência, perdeu a vida humana perfeita para todos os seus descendentes. Lemos: “Por intermédio de um só homem entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado.” (Rom. 5:12) Sim, Adão, na realidade, vendeu toda a raça humana ao pecado e à morte. (Veja Romanos 7:14.) Portanto, precisava-se dum preço de resgate para conseguir o livramento dos descendentes de Adão. Segundo as normas de perfeita justiça, de Deus, conforme reveladas na lei mosaica, este preço tinha de corresponder exatamente ao que se perdeu. A lei mosaica declarava: “Terás de dar alma por alma.” (Êxo. 21:23) Visto que Jesus foi concebido por espírito santo, sem ajuda dum pai humano, imperfeito, ele possuía exatamente aquilo que Adão perdera — uma vida humana inteiramente livre de todas as fraquezas e imperfeições. Por isso Jesus pôde entregar-se como “resgate correspondente por todos”. — 1 Tim. 2:6.

      A evidência bíblica indica assim apenas uma conclusão: Que realmente houve um nascimento virginal. Somente por meio deste milagre podia nascer alguém que seria filho humano perfeito de Deus, sem os mínimos traços de imperfeição. Damos graças a Deus por este milagre, que preparou o caminho para os homens ficarem livres do pecado e da morte!

  • Abra generosamente a mão para com os necessitados
    A Sentinela — 1976 | 1.° de novembro
    • Abra generosamente a mão para com os necessitados

      NOSSO Deus Jeová está na dianteira no que se refere a ser generoso. E isso não se dá só porque ele é o Dono de todas as coisas e assim tem os meios para ser generoso. Dá-se porque ele é a própria personificação do amor e de todo sentimento generoso. Conforme declarou o meigo cantor de Israel: “Abres a tua mão [Jeová] e satisfazes o desejo de toda coisa vivente.” (Sal. 145:16) Ele faz a chuva cair e o sol brilhar mesmo sobre os que menos os merecem. (Mat. 5:45) Quanta atenção e consideração ele tem com todos nós, criaturas ínfimas, neste pequeníssimo planeta!

      Quanto aos que se aproximam dele para adorá-lo, ensina-lhes a esforçar-se a ser semelhantes a ele nos seus tratos com os outros. Lá naquele tempo, numa

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