BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Como foi que os israelitas obtiveram peles de focas?
    A Sentinela — 1965 | 1.° de junho
    • Como foi que os israelitas obtiveram peles de focas?

      ● Associamos com freqüência as focas com as regiões ártica e antártica, mas a Bíblia diz que os israelitas, quando estavam na Península de Sinai, usaram peles de focas na edificação do Tabernáculo. (Êxo. 36:19) Como foi isso possível? Algumas focas gostam mais de climas mais quentes e até mesmo hoje em dia as focas monk vivem em parte do Mar Mediterrâneo, bem como em outras águas cálidas. Com o passar dos séculos, o homem reduziu grandemente o número de focas e baleias, de modo que, sem dúvida, nos tempos bíblicos, as focas eram mui abundantes no Mar Mediterrâneo e no Mar Vermelho. O antigo geógrafo grego, Strabo, é citado pela Cyclopcedia de M’Clintock e Strong, a fim de mostrar que as focas eram numerosas nas praias da península de Sinai. (Strabo, Geography, xvi. 776) Mesmo tão posteriormente quanto 1832, Calmet’s Dictionary of the Holy Bible declarava: “Em muitas das ilhotas do Mar Vermelho, por volta da península de Sinai, acham-se focas.”

      Os antigos egípcios transacionavam no Mar Vermelho e, por certo, recebiam mercadorias de muitas das regiões mediterrâneas. Assim, os egípcios teriam acesso às peles de focas, as quais, por causa de sua durabilidade, poderiam ser usadas para proteger coisas valiosas contra o mau tempo. Quando os israelitas saíram do Egito, deveriam ter levado consigo as peles de focas que já possuíam, e mais destas peles foram provavelmente adquiridas quando os egípcios entregaram nas mãos dos israelitas uma abundância de coisas valiosas. Mais tarde, foram usadas algumas destas peles de foca, segundo a orientação de Jeová, para a construção do Tabernáculo.

  • “Paz entre homens de boa vontade” ou Armagedom — qual?
    A Sentinela — 1965 | 1.° de junho
    • “Paz entre homens de boa vontade” ou Armagedom — qual?

      “Glória a Deus nas maiores alturas, e na terra paz entre homens de boa vontade.” — Luc. 2:14.

      1. Por que é interessante agora identificar-se como estando entre os “homens de boa vontade”?

      Considera-se homem ou mulher de boa vontade? Neste caso, então, é daqueles a respeito de quem certa milícia de anjos celestiais falaram em uníssono, há quase dois mil anos atrás. Por que foi que aqueles anjos surgiram e falaram? Porque havia ocorrido certo acontecimento que ainda virá a resultar na paz eterna para o próprio leitor, aqui mesmo na terra que está agora ameaçada de uma terceira guerra mundial.

      2. Qual foi este acontecimento de máxima importância, e por que podemos levar muito a sério, atualmente, aquilo que o Doutor Lucas escreveu a respeito dele?

      2 O acontecimento foi o nascimento de um menino, no Oriente Médio. O que aconteceu naquela ocasião não é conto de fadas, nenhuma fábula ou nenhum mito, mas foi testemunhado por certo número de homens trabalhadores que estavam na zona rural. Foi verificado como sendo verdadeiro por um médico que, em sua “declaração dos fatos que entre nós recebem pleno crédito”, diz que “tendo pesquisado todas as coisas com exatidão, desde o início, resolvi escrevê-los . . . em ordem lógica, . . . para que saibas plenamente a certeza das coisas que te foram ensinadas oralmente”. O escritor foi o Doutor Lucas. Escreveu há mais de dezenove séculos atrás e sua declaração acha-se preservada em milhares de manuscritos em bom número de línguas antigas, até a invenção da imprensa no século quinze. Por conseguinte, poderá levar muito a sério atualmente o que os anjos disseram a seu respeito como pessoa de boa vontade, há muito tempo atrás. — Lucas, capítulo um, versículos um a quatro.

      3. Por que foi o nascimento daquele menino de importância para a história da medicina? Como se deu testemunho público quanto à paternidade daquele menino?

      3 Na história da medicina, o nascimento deste menino é de máxima importância, pois é o único nascimento, de que se tem registro, de uma criança de uma moça virgem. A sua concepção da criança, portanto, não foi proveniente de nenhum homem, mas sim de um pai celestial. Se tal não fosse realmente o caso, os anjos do céu não, se teriam interessado pelo nascimento da criança. Se fosse um bebê ilegítimo, cujo pai humano se tivesse ocultado por sentir vergonha, de modo a esquivar-se de sua responsabilidade, os santos anjos não se teriam rebaixado a dar testemunho do nascimento do bebê. Não haveria motivo de regozijo por causa do nascimento de tal menino não desejado, de quem não poderia vir bem algum para toda a humanidade. Como prova de que o nascimento do menino foi milagroso, honroso e benéfico, de uma virgem pura, a milícia dos anjos celestiais surgiu diante dos homens e tornou conhecido quem era o pai do menino recém-nascido. Os anjos deram glória a Deus, e assim revelaram o Pai celestial daquele notável bebê.

      4. Onde e debaixo de que circunstâncias locais nasceu o menino? Qual era a época do ano?

      4 Naquele tempo, o Império Romano tentava assegurar a paz no Oriente Médio. Os árabes ainda não se haviam tornado muçulmanos. Na Província da Judéia, romana, o menino nascera na cidade de Belém, e, por causa das apertadas condições de moradia na cidade, a mãe dele, Maria, precisara deitá-lo numa manjedoura. A época era cerca de meados do mês judaico de tisri, ou por volta de primeiro de outubro, época do ano em que as pessoas poderiam apresentar-se para registro de impostos e quando os pastores podiam permanecer nos campos por toda a noite, cuidando de suas ovelhas. O Doutor Lucas ajuntou interessantes pormenores do que aconteceu então. Para o benefício de todos os “homens de boa vontade”, ele escreve (Luc. 2:8-20, Tradução do Novo Mundo):

      5, 6. (a) Que informação trouxeram os anjos, e a quem? (b) Como foi que estes se tornaram testemunhas oculares do nascimento? Com que efeito sobre eles?

      5 “Havia também no mesmo país pastores vivendo ao ar livre e mantendo de noite vigílias sobre os seus rebanhos. E, repentinamente estava parado ao lado deles o anjo de Jeová, e a glória de Jeová reluzia em volta deles, e ficaram muito temerosos. Mas o anjo disse-lhes: ‘Não temais, pois, eis que vos declaro boas novas duma grande alegria que todo o povo terá, porque hoje vos nasceu na cidade de Davi um Salvador, que é Cristo, o Senhor. E este é um sinal para vós: achareis uma criança enfaixada e deitada numa manjedoura.’ E, repentinamente houve com o anjo uma multidão do exército celestial, louvando a Deus e dizendo: ‘Glória a Deus nas maiores alturas, e na terra paz entre homens de boa vontade.’ Assim, quando os anjos se afastaram deles para o céu, os pastores começaram a dizer uns aos outros: ‘Vamos de todos os modos até Belém e vejamos esta coisa que ocorreu, que Jeová nos fez saber.’ E foram apressadamente e acharam Maria, bem como José, e a criança deitada na manjedoura.

      6 “Quando a viram, fizeram saber a declaração que se lhes fizera a respeito desta criancinha. E todos os que ouviram maravilhavam-se com as coisas que os pastores lhes contavam; Maria, porém, começou a preservar todas essas declarações, tirando conclusões no seu coração. Os pastores voltaram então, glorificando e louvando a Deus por todas as coisas que ouviram e viram, exatamente como se lhes dissera.”

      7. Em harmonia com o que os anjos disseram, lá naquele tempo, o que não faltava naquela época?

      7 Naquela época, há quase dois mil anos atrás, os anjos deram glória nas maiores alturas a Deus, como o Altíssimo ou Supremo. Os fiéis pastores tornaram-se testemunhas oculares e também deram glória a Deus pelo que ele fazia a favor da humanidade, por enviar o prometido Messias

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar