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  • Nazaré
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • as atividades sociais, religiosas e políticas daqueles tempos. — Compare com Lucas 4:23.

      A ATITUDE DO POVO

      À medida que Jesus crescia, progredia “no favor de Deus e dos homens”. (Luc. 2:52) Ele e seus irmãos e irmãs unilaterais eram conhecidos pelo povo de Nazaré, e era seu “costume” freqüentar cada semana a sinagoga local. (Mat. 13:55, 56; Luc. 4:16) Quando tinha cerca de 30 anos, Jesus deixou Nazaré e foi batizado por João. (Mar. 1:9; Luc. 3:23) Meses depois, perto do começo do seu ministério galileu, Jesus voltou a Nazaré e leu na sinagoga, em voz alta, o texto de Isaías 61:1, 2, aplicando-o a si mesmo. Entretanto, o povo mostrou falta de fé e tentou matá-lo, “mas ele passou pelo seu meio e seguiu caminho”, passando a morar em Cafarnaum. — Luc. 4:16-30; Mat. 4:13.

      Cerca de um ano mais tarde, Cristo visitou de novo Nazaré. (Mat. 13:54-58; Mar. 6:1-6) Embora alguns achem tratar-se da mesma ocasião mencionada em Lucas 4:16-30, a ordem dos acontecimentos registrados em Mateus, Marcos e Lucas indica que isto não se deu, bem como o fato de que as atividades de Jesus, e os resultados que obteve, eram um tanto diferentes. Sua fama talvez já tivesse crescido por volta dessa época, de modo que lhe foi dada uma acolhida mais hospitaleira. Embora muitos tropeçassem por ser ele um homem da localidade, não se faz nenhuma menção de as pessoas tentarem matá-lo desta vez. Ele realizou algumas obras poderosas, mas não muitas, por causa da falta de fé destas pessoas. (Mat. 13:57, 58) Jesus partiu então dali, e iniciou seu terceiro circuito ou giro pela Galiléia. — Mar. 6:6.

  • Nazareno
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    • NAZARENO

      [O texto grego de Westcott e Hort emprega as palavras Nazoraíos, e Nazarenós; provavelmente do hebraico nétser, que significa broto, rebento ou ramo, assim sendo, de forma figurada, descendência].

      Um epíteto descritivo aplicado a Jesus (por si mesmo e por outros), e, mais tarde, a seus seguidores. Não se deve confundir os nomes nazareno e nazireu, pois, embora sejam grafados de forma similar em português, procedem de palavras hebraicas totalmente diferentes, possuindo significados diferentes. — Veja Nazireu.

      Era natural, não sendo especialmente incomum, falar-se de Jesus como o Nazareno, visto que, desde a infância (com menos de três anos de idade), ele foi criado como filho do carpinteiro local na cidade de Nazaré, lugar situado a c. 100 km, em linha reta, ao N de Jerusalém. O costume de associar pessoas aos lugares dos quais vieram era comum naqueles dias. — 2 Sam. 3:2, 3; 17:27; 23:25-37; Naum 1:1; Atos 13:1; 21:29.

      Com freqüência, Jesus era mencionado, em lugares amplamente espalhados e por pessoas de todos os tipos, como o Nazareno. (Mar. 1:23, 24; 10:46, 47; 14:66-69; 16:5, 6; Luc. 24:13-19; João 18:1-7) O próprio Jesus aceitou e utilizou este nome. (João 18:5-8; Atos 22:6-8) Na placa que Pilatos colocou sobre a estaca de tortura, ele escreveu em hebraico, latim e grego: “Jesus, o Nazareno, o Rei dos Judeus.” (João 19:19, 20) A partir de Pentecostes de 33 EC, os apóstolos, bem como outros, muitas vezes mencionaram Jesus como o Nazareno, ou como sendo de Nazaré. — Atos 2:22; 3:6; 4:10; 6:14; 10:38; 26:9.

      PROFÉTICO

      Mateus indicou que o nome “Nazareno” foi predito profeticamente como outro sinal que identificaria Jesus Cristo como sendo o Messias prometido. Ele trouxe isto à atenção de seus leitores quando mencionou como José trouxe Maria e o filho dela de volta do Egito, depois da morte de Herodes. “Além disso”, escreveu Mateus, “recebendo em sonho um aviso divino, [José] retirou-se para o território da Galiléia e foi morar numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora falado por intermédio dos profetas: ‘Ele será chamado Nazareno’ ”. — Mat. 2:19-23.

      Nazaré não é mencionada nas Escrituras Hebraicas. Alguns supõem que Mateus pôde consultar alguns livros proféticos perdidos ou algumas tradições orais, mas sua expressão, “falado por intermédio dos profetas”, é usada por escritores das Escrituras Gregas Cristãs apenas para referir-se à mesma coleção canônica das Escrituras Hebraicas como a que possuímos hoje. Pelo visto, a chave para se entender isto reside em equiparar Nazareno com nétser, mencionado previamente como significando broto, rebento ou ramo.

      Tendo isto presente, torna-se evidente que Mateus se referia àquilo que Isaías (11:1) dissera a respeito do Messias: “Do toco de Jessé terá de sair um renovo; e das suas raízes frutificará um rebentão [nétser].“ Outra palavra hebraica, tsémahh, também significa rebento, e foi usada por outros profetas quando se referiam ao Messias. Mateus empregou o plural, dizendo que os “profetas” tinham mencionado este vindouro “Rebentão” ou “Renovo”. Para exemplificar, Jeremias escreveu sobre o “renovo justo” como sendo um ramo de Davi. (Jer. 23:5; 33:15) Zacarias descreve um rei-sacerdote “cujo nome é Renovo”, profecia que só se poderia aplicar a Jesus, o Nazareno, o grande construtor do Templo espiritual. — Zac. 3:8; 6:12, 13.

  • Nazireu
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    • NAZIREU

      [Heb., nazír, que significa dedicado, separado, escolhido]. Havia duas classes de nazireus: os voluntários, e os que se tornavam tais por designação divina. As disposições que governavam os nazireus voluntários se encontram no livro de Números,

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