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  • Avance com a organização de Jeová
    A Sentinela — 1967 | 1.° de dezembro
    • 23 Algumas das formas pelas quais isto pode ser feito são: Quando a assistência às reuniões for boa, elogie a congregação. Fale a respeito das bênçãos, da alegria, dos benefícios quando tantas pessoas se reúnem. Se os comentários forem bons, expresse apreciação pela excelente participação e a evidência da boa preparação. Quando melhorarem certas fases de serviço, elogie a congregação e teça observações apreciativas a respeito disso.

      24. Como podem os servos ajudar as pessoas a avançar?

      24 Mostre interesse pessoal no progresso das pessoas. Dê a cada um maiores privilégios, ao se habilitar aos mesmos. Lembre-se dos três tipos de treinamento que os irmãos precisam: Primeiro, treinamento no serviço de campo; segundo, treinamento em organização; terceiro, treinamento em lidar amorosa e jeitosamente com os irmãos.

      25. Que proveito básico obtemos de avançarmos na forma correta?

      25 Se avançarmos da forma designada por Jeová para a sua organização, agradaremos, não aos homens, mas Aquele que conta, o nosso Deus. Seu sorriso significa felicidade e vida. Paulo disse aos cristãos hebreus: “Agora, [que] o Deus de paz . . . vos equipe com toda coisa boa, para fazerdes a sua vontade, realizando em nós, por intermédio de Jesus Cristo, aquilo que é bem agradável à sua vista.” — Heb. 13:20, 21.

      26. O que significa avançar com a organização quanto às perspectivas para o futuro?

      26 Fazendo isto, construiremos um forte baluarte de madureza contra as provas e dificuldades vindouras. Um maior testemunho será dado. Teremos o sentimento de realização e maior fé em Jeová para outras designações. Teremos abundante alegria, a alegria de ajudar outros a avançar, tendo a gloriosa esperança de vida na nova ordem de coisas, podendo ser úteis em uma posição muito maior, quando atingirmos a perfeição.

  • Um noivo vai à guerra
    A Sentinela — 1967 | 1.° de dezembro
    • Um noivo vai à guerra

      1. No antigo Israel, que consideração se demonstrava a um homem recém-casado?

      “TODO o mundo ama a alguém que ama” é um ditado comum em inglês. Quando um rapaz recém-casado é convocado para a guerra, usualmente granjeia a simpatia da inteira comunidade. Os governos levam em consideração e amiúde adiam o recrutamento dos homens recém-casados. No antigo Israel, o homem que se casasse pela primeira vez ficava isento por um ano do serviço militar, em consideração à esposa, e para que tivesse oportunidade de ter e ver um filho e herdeiro, pois em Israel cada homem tinha sua herança de terra e, se chamado à batalha, poderia morrer e então não teria filhos para levar o nome de sua família e herdar sua propriedade. A guerra não era tão importante que sobrepujasse os direitos da perpetuação da família. — Deu. 24:5.

      2. Por que o noivo que aqui consideramos vai à guerra, até mesmo como noivo?

      2 O noivo de que falamos aqui não é algum soldado comum. É um comandante. O dever de responder à convocação para a guerra é sua obrigação, visto que a guerra não é uma guerra comum. Ele é o único comandante que tem as habilitações necessárias para travá-la. Envolve a honra do nome da família, também. Quem é o comandante dotado de tais qualidades e que pode partir de sua própria cerimônia de casamento, sim, voluntária e alegremente? E como pode considerar uma guerra como sendo tão importante assim?

      RAZÕES PARA IR À GUERRA

      3. (a) Como pode o Noivo, Jesus Cristo, ir à guerra sem ter medo de não voltar para a sua Noiva? (b) Por que está ansioso em ir?

      3 O Comandante de que falamos não é outro senão Jesus Cristo. Sim, é verdade que as religiões da cristandade gostam de representá-lo como simples bebê em seu berço ou como uma criatura fraca, afeminada, tristonha e patética. Mas, este quadro é uma crassa distorção dos fatos, pois até mesmo os carolas da cristandade terão de admitir, se lerem a Bíblia, que Jesus Cristo não mais é um homem. É uma poderosa, glorificada e imortal criatura espiritual nos céus. (1 Tim. 6:16; Fil. 2:9-11) Não tem de temer não poder voltar da guerra. Não há perigo nem possibilidade de ser morto e não voltar para sua Noiva. A guerra é importante para ele primariamente porque envolve o nome de seu Pai, Jeová Deus, e, em segundo lugar, porque é necessária para a proteção de sua Noiva. A guerra não é apenas mais uma guerra, pois é a guerra final contra todos os inimigos terrestres de Deus e do homem e, por conseguinte, exige o melhor Comandante. Consideremos suas habilitações como tal:

      4. A que ponto das circunstâncias o Noivo vai à guerra?

      4 No livro bíblico de Revelação, capítulo 19, logo depois do anúncio da “refeição noturna do casamento do Cordeiro”, descreve-se Jesus Cristo como saindo para a guerra. Deus acaba de destruir Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, por meio dos reis representados pelos “dez chifres” da besta-fera cor de escarlate. (Rev. 17:16) A luta que Jesus Cristo trava é contra os inimigos de Deus ainda na terra, os governos políticos que se opõem ao reino de Deus e que tentam destruir os membros remanescentes da Noiva, os convidados para a “refeição noturna do casamento do Cordeiro”.

      QUALIDADES GUERREIRAS

      5. (a) O que é representado pelo cavalo branco que ele cavalga? (b) Como pode ser chamado de “Fiel e Verdadeiro”?

      5 A cena se inicia com o Comandante montado num cavalo branco. “E eu vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. E o sentado nele chama-se Fiel e Verdadeiro, e ele julga e guerreia em justiça.” (Rev. 19:11) Um cavalo subentende guerra, pois, há muito tempo atrás, Deus disse: “És tu que dás o vigor ao cavalo . . . de longe fareja a batalha.” (Jó 39:19, 25, CBC) A Bíblia também usa a ilustração de um cavalo que se lança à batalha. (Jer. 8:6) A brancura simboliza asseio, pureza. Jeová é limpo e o que está em harmonia com Sua vontade tem de ser limpo. Isto significa que a guerra que Jesus Cristo trava é justa, santa e está em harmonia com a vontade de Deus, sendo necessária e proveitosa para a humanidade. Ele é a Testemunha Fiel e Verdadeira. Na terra, provou sua integridade a Deus. Disse perante Pôncio Pilatos: “Todo aquele que está do lado da verdade escuta a minha voz.” Falou de si mesmo aos apóstolos como sendo “o caminho, e a verdade, e a vida”, e sua lealdade a seu Pai e seu Deus era firme, até à sua própria morte. A guerra que trava é um julgamento contra os inimigos de Deus e, em vista de seu registro passado, a luta contra estes por certo é com justiça. — João 18:37; 14:6.

      6. (a) Como é que os olhos do Noivo-Guerreiro reluzem com uma “chama ardente”? (b) O que é indicado pelos “muitos diademas” que usa?

      6 Ele está pronto a cavalgar contra o inimigo: “Seus olhos são chama ardente e na sua cabeça há muitos diademas. Ele tem um nome escrito que ninguém conhece, exceto ele mesmo.” (Rev. 19:12) Naturalmente, os reis da terra não o vêem com os olhos naturais, pois João diz que viu esta visão no céu. Mas, poderiam vê-lo, se quisessem,

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