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Mover o coração dos ouvintesManual da Escola do Ministério Teocrático
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prestados a ele devem ocupar o primeiro lugar tanto em nosso coração como em nossa mente. — Atos 17:25.
12-14. O que precisam os estudantes aprender sobre a motivação, e como pode a pessoa analisar sua própria motivação?
12 De vez em quando suscite a questão de que para Deus não só vale o que fazemos, mas também a nossa motivação de fazê-lo. Ele quer que tenhamos prazer em fazer a sua vontade. Igual ao pai, no livro de Provérbios, assim nosso Pai celestial nos convida: “Filho meu, presta deveras atenção às minhas palavras. Inclina teu ouvido às minhas declarações. Não se afastem elas dos teus olhos. Guarda-as no meio do teu coração. Porque são vida para os que as acham e saúde para toda a sua carne.” — Pro. 4:20-22.
13 Portanto, aqueles que instrui podem ser animados a analisar sua motivação de fazerem as coisas e a se perguntar: Por que quero fazer isto ou aquilo? O que me induz a preferir este proceder? Sei o que diz a minha mente, mas o que há realmente no meu coração? Estou procurando agradar a Deus ou satisfazer meus próprios desejos? É meu raciocínio deveras sincero? Ou procuro enganar a mim mesmo por meio de raciocínios falsos?
14 Os estudantes podem também ser advertidos contra os perigos e as ilusões que ameaçam os incautos. Por exemplo, alguém talvez fixe seu coração em determinado alvo, talvez bastante legítimo em si mesmo, mas que interfere de algum modo na adoração ou no serviço dele a Jeová. O provérbio inspirado diz especificamente: “Quem confia no seu próprio coração é estúpido, mas aquele que anda em sabedoria é o que escapará.” — Pro. 28:26.
15-17. De que proveito para o coração podem ser o exemplo de Jesus e a consideração da oração?
15 Por fim, é bom manter perante os estudantes o exemplo perfeito que temos no Senhor Jesus. Ele foi leal ao seu Pai celestial. Era porque ‘amava a justiça e odiava a iniqüidade que Jeová o ungiu com óleo de exultação mais do que a todos os outros’. (Sal. 45:7) Como conseguiu manter esta condição correta do coração? Estudava não apenas para conhecer a Deus, mas também para agradar a Deus. Sempre pensava na vontade do Pai. Jesus procurava regularmente seu Pai em oração. Por meio de suas orações ele pedia realmente a Deus que ‘o examinasse e o pusesse à prova, refinando-lhe os rins e testando-lhe o coração’. (Sal. 26:2) Não quis apenas estribar-se no seu próprio raciocínio ou nas instigações de seu próprio coração. “Pai, . . . não o que eu quero, mas o que tu queres”, foi a sua decisão em oração, quando se aproximava a sua predita morte sacrificial. — Mar. 14:36.
16 Não é este um bom exemplo a apresentar aos estudantes? Eles também podem ser ajudados a buscar a orientação de Deus na sua vida, por meio da oração — oração sincera e do coração, pedindo sabedoria para seguir o proceder aprovado por Deus. Leia para eles algumas das orações de Jesus. Quando Jesus veio para a Terra, ele orava a Deus como Filho Dele. Ensinando aos seus seguidores a orar, Jesus iniciou a oração-modelo: “Nosso Pai nos céus.” (Mat. 6:9) Portanto, quem ora deve ser como um filho que se dirige ao pai. As nossas orações, talvez mais do que qualquer outra coisa, mostram que espécie de relação temos com Jeová. É uma relação cordial, confiante e íntima, assim como a do filho ou da filha com o pai que é respeitado e amado de todo o coração? Ou é apenas a familiaridade que se tem com o vizinho ou com um amigo relativamente bom? Esforce-se a mover o coração daqueles a quem fala e com quem estuda, por considerar com eles a oração, o que pensam sobre ela e quais as coisas que pedem em oração. — Pro. 15:8, 29.
17 Em vista da importância que Deus dá ao coração, nós também precisamos dar muita consideração ao coração, quando ensinamos a sua Palavra. Quer profira um discurso público ou um de estudante, quer dirija um estudo bíblico domiciliar, não tome por objetivo principal abranger muita matéria. Tome o tempo necessário para ajudar outros a se achegarem a Jeová e a terem a sua Palavra firmemente implantada no coração.
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Palestra edificanteManual da Escola do Ministério Teocrático
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Estudo 16
Palestra edificante
1, 2. O que deve caracterizar nossas palestras?
1 Nas nossas palestras diárias temos a oportunidade de honrar o nosso Deus. “Em Deus ofereceremos louvor o dia inteiro, e elogiaremos o teu nome por tempo indefinido”,
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