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  • Benefícios do novo pacto de Deus que se espalham mundialmente
    A Sentinela — 1966 | 15 de agosto
    • língua, e povo, e nação, e fizeste deles um reino e sacerdotes para o nosso Deus, e reinarão sobre a terra.” — Rev. 5:8-10.

      16, 17. Como é que João, em Revelação, capítulo vinte, vê que o novo pacto não falha de produzir segundo o seu propósito?

      16 Que o novo pacto não falha em produzir este “reino de sacerdotes”, o apóstolo João vê mais tarde na revelação que lhe foi dada. Depois de ver a Satanás, o Diabo, amarrado e aprisionado no abismo durante os mil anos do domínio de Cristo qual rei, João diz:

      17 “E eu vi tronos, e havia os que se assentavam neles, e foi-lhes dado poder para julgar. Sim, vi as almas dos executados com o machado, pelo testemunho que deram de Jesus e por terem falado a respeito de Deus, e os que não tinham adorado nem a fera nem a imagem dela, e que não tinham recebido a marca na sua testa e na sua mão. E passaram a viver e reinaram com o Cristo por mil anos. . . . Esta é a primeira ressurreição. Feliz e santo é todo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes a segunda morte não tem autoridade, mas serão sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinarão com ele por mil anos.” — Rev. 20:4-6.

      18. Como é que a nação do Israel espiritual se compara com o sacerdócio do antigo Israel?

      18 De modo que a nação inteira do Israel espiritual se torna um “reino de sacerdotes” juntamente com Jesus Cristo, o Sumo Sacerdote de Deus. No Israel antigo, apenas a família de Aarão era designada para ser um grupo de sacerdotes sob Aarão, o primeiro sumo sacerdote. Não eram sacerdotes reais não eram um “reino de sacerdotes”, para governar sobre o resto de Israel.

      19. A quem foi concedido por fim poderes reais em todo o Israel, e que pacto foi feito com respeito a este privilégio?

      19 Séculos mais tarde, quando Jeová Deus concedeu à nação de Israel um rei humano, suscitou a Davi, de Belém, para ser o segundo rei de todo o Israel, sem lhe conferir poderes sacerdotais. Por causa da devoção de coração de Davi à adoração divina, Jeová Deus, de sua própria iniciativa, fez um pacto com Davi para um reino eterno dentro de sua família.

      O PACTO DO REINO COM DAVI

      20. Esse pacto do reino foi feito no âmbito de que outro pacto, e como é que o reino do Herdeiro Permanente foi retirado do outro pacto?

      20 Este pacto do reino foi feito com um homem que se achava sob o antigo pacto da lei e foi, por conseguinte, feito no âmbito do pacto da Lei. (2 Sam. 7:8-17; Deu. 17:14-20) O homem que provou ser o herdeiro permanente desse pacto do reino foi um homem nascido sob o pacto da Lei, a saber, Jesus, o descendente de Davi. (Gál. 4:4) Entretanto, Jesus cumpriu a Lei do antigo pacto, mesmo ao ponto de morrer qual sacrifício humano a Deus, e deste modo deixou de estar sob o pacto da Lei. Portanto, seu reino não está sob tal pacto da Lei. — Rom. 7:1-6; Mat. 5:17-19; Efé. 2:13-15; Col. 2:13, 14.

      21. (a) Quem era Melquisedeque, e será que Davi se tornou seu sucessor? (b) No entanto, no Salmo 110:1-6, o que jurou Jeová que tinha relação com Melquisedeque?

      21 Naturalmente, Jeová Deus tinha um rei anterior na terra, a saber, Melquisedeque, rei de Salém. Era também “sacerdote do Deus Altíssimo”, e como tal recebeu os dízimos religiosos do patriarca Abraão, a quem, como sacerdote, abençoou. (Gên. 14:18-20) Melquisedeque dominou por algum tempo na terra que mais tarde foi dada à nação de Israel, mas nunca esteve sob o pacto da Lei. O Rei Davi, de Israel, não era sucessor do Rei Melquisedeque, tampouco era semelhante a Melquisedeque. Todavia, no Salmo 110:1-6, o Rei Davi informa que Jeová Deus jurou que haveria um sacerdote eterno semelhante a Melquisedeque e que este sacerdote se sentaria num trono real, à destra de Deus no céu. O Rei Davi reconheceu que este vindouro Rei-Sacerdote celestial seria seu “Senhor”.

      22. (a) Será que o juramento afiançado de Deus a respeito de Melquisedeque era parte do antigo pacto da Lei, e será que foi jurado aos 144.000 israelitas espirituais no novo pacto? (b) Quando é que Deus jurou assim, em cumprimento do Salmo 110:4?

      22 Jeová Deus jurou concernente a este “sacerdote por tempo indefinido de acordo com a maneira de Melquisedeque”. Este juramento afiançado não tinha nada a ver com o antigo pacto da Lei com a nação de Israel. Não era parte daquele pacto, tampouco estava incluído nele, assim como o Rei Melquisedeque nunca esteve incluído no pacto da Lei de Israel. Jesus Cristo é aquele a quem Jeová Deus jurou que seria sacerdote para sempre semelhante ao Rei Melquisedeque. (Heb. 5:5-10) Mas Deus não jura isto aos 144.000 israelitas espirituais que seguem a Jesus e que estão no novo pacto. Portanto, o juramento de Deus relativo ao sacerdócio real, semelhante ao de Melquisedeque, é um pacto pessoal. Deus o fez unicamente com Jesus Cristo. Quando é que Deus lhe jurou neste respeito? Foi quando Deus ungiu Jesus com espírito santo depois de Jesus ser batizado em água. Jurar e ungir Deus a Jesus o habilitaram a ser Sacerdote, o Mediador do novo pacto. — Heb. 5:4-10.

      23, 24. (a) O que diremos quanto a se o novo pacto é um pacto pessoal? (b) Para o que pactua Jesus Cristo com aqueles que estão no novo pacto, e que pacto faz Deus primeiro com Jesus Cristo?

      23 Mas, no tocante ao novo pacto, não ê um pacto pessoal. É um pacto que Deus faz, por meio de um mediador, com um povo, uma nação inteira, com o objetivo de se tornarem todos um reino de sacerdotes. Mas, junto com quem será esta nação, no novo pacto, um “reino de sacerdotes”, um “sacerdócio real”? Isto foi indicado pelo Mediador do novo pacto na noite que instituiu a Ceia do Senhor e mencionou o novo pacto. Mais tarde, quando seus fiéis apóstolos começaram a discutir sobre “qual deles parecia ser o maior”, Jesus disse: “Vós sois os que ficastes comigo nas minhas provações; e eu faço convosco um pacto, assim como meu Pai fez comigo um pacto, para um reino, a fim de que comais e bebais à minha mesa, no meu reino, e vos senteis em tronos para julgar as doze tribos de Israel.” — Luc. 22:24-30, NM; Rotherham, em inglês.

      24 Notem que Jesus Cristo fala aqui sobre o que ele chama de “meu reino”. É ele quem faz o pacto com seus discípulos para um reino, a saber, para estarem com ele no seu reino. Mas, primeiro, Jeová Deus faz o Seu próprio pacto para o Reino com uma só pessoa, Jesus Cristo. Depois, Jesus Cristo leva seus 144.000 discípulos ao seu reino junto com ele. Para esse fim, serve de mediador do novo pacto entre Deus e seus 144.000 discípulos, e é este novo pacto que inclui o sacerdócio, cargo que Jesus não mencionou quando falou a respeito de fazer um pacto com seus discípulos para um reino. Como sacerdote semelhante a Melquisedeque, Jesus reina no céu.a

      “REINO DE SACERDOTES”

      25. A quem se limita o novo pacto, e, todavia, quem obterá benefícios deste, e especialmente quando?

      25 O novo pacto se limita apenas à “nação santa” de 144.000 israelitas espirituais. Contudo, os benefícios resultantes deste pacto serão mundiais. De que modo? Porque produz um “reino de sacerdotes”, um “sacerdócio real”, para servir sob o Sumo Sacerdote real, Jesus Cristo, o Rei-Sacerdote semelhante a Melquisedeque. Mediante o novo pacto, Deus produz um “sacerdócio real” sob Jesus Cristo, para o benefício de todo o mundo. Os benefícios provenientes deste “reino de sacerdotes”, produzido pelo novo pacto, se tornarão especialmente manifestos durante os mil anos em que “serão sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinarão com ele”. — Rev. 20:4-6.

      26. A quem trouxeram benefícios nos seus dias Paulo e Timóteo como “ministros dum novo pacto”, e a quem o restante dos mesmos traz benefícios atualmente?

      26 Todavia, os benefícios do novo pacto já começaram a se espalhar em todo o mundo. Há dezenove séculos atrás, o apóstolo Paulo escreveu aos israelitas espirituais, na cidade de Corinto, Grécia, e disse: “Estarmos adequadamente qualificados procede de Deus, quem deveras nos qualificou adequadamente para sermos ministros dum novo pacto, não dum código escrito, mas de espírito; pois o código escrito [por meio de Moisés] condena à morte, mas o espírito vivifica.” (2 Cor. 3:5, 6) Lá naquele tempo, Paulo e seu companheiro Timóteo agiram quais “ministros dum novo pacto”. Trouxeram benefícios somente aos israelitas espirituais, que foram levados ao novo pacto pelo ministério de Paulo e de Timóteo. Mas, hoje, o restante dos “ministros do novo pacto” está também trazendo benefícios à humanidade em geral.

  • Identificando os beneficiários dos tempos atuais
    A Sentinela — 1966 | 15 de agosto
    • Identificando os beneficiários dos tempos atuais

      1. Segundo Revelação, capítulo sete, quem em especial, recebe benefícios do ministério do restante, e o que mostra se estão no novo pacto?

      ATUALMENTE, neste ano de 1966, o ministério do restante dos “ministros dum novo pacto” é conhecido entre todas as nações. Todavia, as pessoas beneficiadas de modo especial mediante o seu ministério são as que o último livro da Bíblia chama de “grande multidão, que nenhum homem podia [então] contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, em pé diante do trono [de Deus] e diante do Cordeiro [Jesus Cristo]”. O apóstolo João teve a visão desta “grande multidão” depois de ver os 144.000 membros das doze tribos do Israel espiritual serem selados. (Rev. 7:4-9) Por conseguinte, esta “grande multidão” não está no novo pacto, contudo, recebe benefícios antecipados dele, por estar associada atualmente com o restante do Israel espiritual, que são “ministros dum novo pacto”.

      2, 3. (a) Quando foi que A Torre de Vigia de Sião trouxe à atenção esta “grande multidão” pela primeira vez? (b) Do que se pensava que se compunha a “grande multidão” e qual era o seu destino?

      2 Quem é esta “grande multidão”? Isto foi por muito tempo um mistério. Bem no primeiro ano em que se publicou a revista A Torre de Vigia de Sião (em inglês), trouxe-se à atenção dos leitores esta “grande multidão”. (Rev. 7:9) Mas, julgava-se que fosse uma classe espiritual de cristãos com destino celestial. Os

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