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  • Manifestam-se os católicos preocupados com sua igreja
    Despertai! — 1981 | 22 de março
    • quanto a natureza global do problema envolvendo o clero, a revista italiana Avvenire veiculou que o Papa proferiu um discurso severo à Companhia de Jesus (os jesuítas). Ele disse a essa ordem mundial (27.700 membros, em 106 países): “Eu certamente não ignoro o fato . . . de que a crise que aflige a vida religiosa nestes dias não poupou sua Companhia.” Conclamou os jesuítas, que “criaram a reputação de terem estabelecido a base teórica para o envolvimento da igreja em assuntos políticos e sociais”, a não “cederem às tendências seculares”. — Times de Nova Iorque, 7 de dezembro de 1979.

      Um sacerdote americano, sediado no Vaticano, disse que o Papa está “contrariado com a diminuição generalizada dos padrões sexuais na vida religiosa, incluindo o homossexualismo”, e acrescentou que se relata que muitos jovens jesuítas nos Estados Unidos “não crêem na vida após a morte, não crêem ser Jesus o filho de Deus, e até mesmo passam por alto a Missa aos domingos”.

      A censura imposta pelo Vaticano ao teólogo Hans Küng, é outro exemplo da ‘descompostura’ do Papa, e outros teólogos também estão em vias de terem problema. Em dezembro de 1979, Edward Schillebeeckx, um teólogo liberal holandês, foi interrogado em Roma pela “Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé” (a C.D.F.). Esta comissão, que puniu Küng, é a versão moderna do Santo Ofício da Inquisição. Outros teólogos, tais como o brasileiro padre franciscano Leonardo Boff, também foram intimados pela C.D.F. a se explicarem.

      Durante suas viagens no outono de 1979 [hemisfério norte], o Papa fez eloqüente apelo mundial aos católicos, em favor da unidade. Enfatizou a necessidade de se aderir aos estritos padrões de moralidade — opondo-se ao adultério, homossexualismo e aborto. Por tal ação, recebeu muito louvor, mesmo de não-católicos.

      Ao mesmo tempo, contudo, o Papa falhou em moderar posições da Igreja Católica que são impopulares entre muitos católicos, incluindo a proibição do uso de anticoncepcionais e a exigência do celibato para os sacerdotes.

      Situação Irônica

      Tudo isto conduziu a uma situação irônica. Em sua oposição ao aborto e à ordenação de mulheres, ou em sua defesa da rígida moralidade sexual, o Papa invocou o apoio das Sagradas Escrituras. No ínterim — revelou-se ser muito sensível à crítica da doutrina da infalibilidade papal — uma doutrina não encontrada na Bíblia, como indicam seus críticos. Na realidade, Küng declara que ela representa um desenvolvimento bem contrário ao espírito da Bíblia.

      Os críticos do Papa afirmam que ele não está dando o devido peso às Escrituras ao se recusar permitir que os católicos usem sua própria consciência em assuntos tais como a contracepção. Por outro lado, estes mesmos críticos estão, geralmente, à frente da ‘nova onda’ de peritos que classificam grandes porções da Bíblia como “ficção inspirada”.

      A atitude de tais peritos para com as Escrituras foi ilustrada num artigo da revista Newsweek, intitulado “Quem Era Jesus?” Diz que “a maioria dos peritos do Novo Testamento crêem que pelo menos algumas declarações atribuídas a Jesus são genuinamente suas, e planeja-se uma conferência nacional, na qual os peritos tentarão obter um consenso quanto a que passagens qualificar como tais”. Quando tais pessoas citam a Bíblia como autoridade, é de se perguntar quão seriamente levam a sério seus próprios argumentos.

      “Examinai-vos”

      A católica Bíblia de Jerusalém aconselha a todos os cristãos: “Examinei-vos a vós mesmos, e vede se estais na fé; provai-vos.” (2 Cor. 13:5) É apropriado que os católicos sinceros examinem tanto a si mesmos quanto à situação espiritual de sua igreja.

      Naturalmente, a Igreja Católica não é, de modo algum, a única organização religiosa que passa por mudanças, atualmente. Várias denominações protestantes estão debatendo intensamente assuntos tais como a ordenação de mulheres ao sacerdócio, a admissão de homossexuais na igreja, o papel da Bíblia no ensino da igreja, e a aceitação de padrões de moralidade contemporâneos na congregação.

      Está a igreja a que pertence envolvida em tal debate? Se estiver, deve a si mesmo ficar bem informado quanto aos princípios bíblicos envolvidos. Não importa se é católico ou protestante, talvez ache útil a tabela de princípios bíblicos nesta página. Por que não os compara com o que dizem os líderes de sua igreja?

  • As questões debatidas pelas igrejas — o que dizem as escrituras?
    Despertai! — 1981 | 22 de março
    • As questões debatidas pelas igrejas — o que dizem as escrituras?

      É O PAPA INFALÍVEL?

      “Mas quando Cefas [o apóstolo Pedro] veio a Antioquia, eu o enfrentei abertamente, porque ele se tinha tornado digno de censura.” — Gál. 2:11, A Bíblia de Jerusalém, Novo Testamento.

      “Porque agora também temos demonstrado que judeus e gentios estão todos sob o império do pecado, como está escrito: ‘Não há um justo, nem um só’.” — Rom. 3:9, 10, Tradução do Pontifício Instituto Bíblico, Edições Paulinas.

      DEVE-SE PERMITIR QUE OS SACERDOTES SE CASEM?

      “Porque o bispo tem o dever de ser irrepreensível, casado uma só vez . . . deve saber governar bem a sua casa, educar os seus filhos na obediência e na castidade.” — 1 Tim. 3:2, 4, Centro Bíblico Católico.

      DEVEM HOMOSSEXUAIS IMPENITENTES SER BEM ACEITOS NA IGREJA?

      “Não vos iludais: nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas . . . terão parte no reino de Deus.” — 1 Cor. 6:9, 10, Tradução do Pontifício Instituto Bíblico, Edições Paulinas.

      DEVE A BÍBLIA SER A AUTORIDADE FINAL QUANTO AOS ENSINOS DA IGREJA?

      “Cada palavra que Deus fala é verdadeira. Defende todos os que lhe pedem proteção. Não acrescente nada as suas palavras, para que Ele não o repreenda e para que você não seja considerado um mentiroso.” — Pro. 30:5, 6, Salmos e Provérbios Vivos.

      “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, para convencer, para corrigir, para formar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja bem provido e preparado para todas as obras boas.” — 2 Tim. 3:16, 17, Tradução do Pontifício Instituto Bíblico, Edições Paulinas.

      DEVEM AS IGREJAS AFROUXAR OS PADRÕES DE MORALIDADE SEXUAL?

      “Ora, as obras da carne são estas: Prostituição impureza, . . . embriaguez, orgias e outras coisas semelhantes, contra as quais vos previno, como já antes preveni: Os que as praticarem não herdarão o Reino de Deus.” — Gál. 5:19-21, Missionários Capuchinhos, Lisboa.

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