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  • É guiado pela sensível consciência cristã?
    A Sentinela — 1975 | 1.° de outubro
    • entrar em conflito com a consciência dos que têm autoridade ou chefia sobre você, quer sejam seus pais, seu marido ou superintendentes cristãos, esteja disposto a fazer ajustes para que eles possam dar permissão ou fazer recomendação de “boa consciência”.

      CULTIVE A CONSCIÊNCIA SENSÍVEL

      25. O que significa ser algum assunto “caso de consciência”?

      25 Desenvolver e seguir uma consciência devidamente sensível exige constante atenção. É muito fácil ficar indevidamente influenciado pelos do mundo em volta de nós, cuja consciência é muito tolerante, ou está cauterizada ou mesmo aviltada. (Tito 1:15) Surgirão muitas questões que terá de resolver em harmonia com a sua própria consciência. Se tiver feito empenho para cultivar uma sensível consciência cristã, então isso o ajudará. Esteja disposto a escutar bem a voz da sua consciência, não pensando que, se “depender da sua consciência”, então não importa o que faça. Importa, sim. A decisão que fizer poderá afetar todo o seu conceito sobre a vida, sua reputação como cristão, sua espiritualidade, e, o que é mais importante, sua relação com Jeová Deus.

      26, 27. (a) De que modo lhe poderá ser de ajuda conversar com um ancião, mas o que não poderá fazer este? (b) Como nos ajudará a consciência sensível?

      26 Numa questão de séria preocupação, mas que ainda depender de sua consciência, não hesite em falar com cristãos maduros, tais como os anciãos na congregação. Naturalmente, eles não poderão fazer a decisão em seu lugar. (Um cristão sincero, indagando sobre certo assunto de família, perguntou: “É isso contra a consciência cristã?”) Não, o ancião não lhe poderá dizer como a sua consciência deverá reagir, mas poderá dar-lhe conselho bíblico, equilibrado, que poderá avaliar. E se a sua consciência tiver sido amoldada pelos modos e pela personalidade de Jeová, e acata os Seus princípios, então será ajudado a endireitar o seu caminho. (Sal. 25:4, 5) Sua consciência sensível ajudará a guiá-lo.

      27 Deveras, há satisfação em ter e poder usar a faculdade da consciência dada por Deus. É uma bênção. Quando é mantida devidamente sensível, equilibrada pela Palavra de Deus, pode ajudá-lo a andar sabiamente perante Deus e homens. (2 Cor. 4:2) Pode dar testemunho de que se comporta dum modo que provavelmente tenha a aprovação eterna de Jeová. — 2 Cor. 1:12.

  • Família altamente favorecida — por quê?
    A Sentinela — 1975 | 1.° de outubro
    • Família altamente favorecida — por quê?

      NÃO seria uma honra para a família ter por membro um homem que pudesse prover os meios de trazer alívio permanente de doença, dor, insegurança e violência? Há dezenove séculos atrás, havia tal família. Era a família em que nasceu Jesus, o Messias ou Cristo.

      Dentre todas as famílias então existentes, por que foi esta tão altamente favorecida? Foi por que ela tinha destaque, riquezas ou consecuções notáveis no mundo romano? Não devíamos esperar isso. Porque Jeová Deus não julga pela aparência externa, mas examina o coração — suas motivações e desejos. (1 Sam. 16:7) Portanto, a consideração do registro bíblico a respeito dos parentes humanos do homem Jesus pode ajudar-nos a entender o que o Criador procura naqueles que aprova como seus servos.

      MARIA

      O Messias havia de proceder da linhagem real de Davi. E foi uma moça modesta e humilde da linhagem davídica, Maria, filha de Eli,a que Jeová escolheu para ser a mãe de seu Filho. Quando foi informada disso, Maria respondeu com a devida modéstia: “Eis a escrava de Jeová!” Tornar-se ela grávida, sendo noiva virgem, poderia suscitar perguntas na mente dos outros a respeito de sua professa castidade. Não obstante, ela consentiu humildemente a acatar a vontade de Deus, dizendo ao anjo Gabriel: “Ocorra comigo segundo a tua declaração.” (Luc. 1:38) Evidentemente, forte fé em Jeová Deus lhe dava confiança em que a sujeição voluntária à vontade dele nunca causaria prejuízo.

      Maria estava devotada à verdadeira adoração. Embora, como mulher, não fosse obrigada pela lei mosaica a estar presente à festividade da páscoa, costumava assistir a esta festividade em Jerusalém junto com seu marido José. (Luc. 2:41; Êxo. 23:17; 34:23) Seu apreço de coisas espirituais não diminuiu com o passar dos anos. De fato, ela se tornou discípula leal de Jesus Cristo. Depois da ascensão de Jesus ao céu, ela continuou a reunir-se com os apóstolos, persistindo em oração com eles e outros. Estava evidentemente entre os cerca de 120 discípulos que receberam o espírito santo em Pentecostes de 33 E. C. — Atos 1:14; 2:1-4.

      JOSÉ

      O marido de Maria, o carpinteiro José, era homem justo, que aceitava prontamente a orientação divina. Antes de se unir com Maria em casamento, soube que ela estava grávida. Ainda não sabendo dos plenos fatos, quis tratar da situação do modo mais misericordioso possível. Por isso, tentou evitar fazer com que Maria se tornasse espetáculo público ao formalmente dissolver o noivado, que naquele tempo era considerado tão obrigatório como o casamento. No entanto, ao saber da verdadeira situação e receber em sonho orientação divina, José não hesitou em tomar Maria por esposa. — Mat. 1:19-24

      A comparação de Lucas 2:22-24 com Levítico 12:8 mostra que José era materialmente pobre. Contudo, levava anualmente sua família inteira a Jerusalém, para a celebração da páscoa. (Luc. 2:41) Sem dúvida, seu apreço das coisas sagradas contribuiu para um ambiente bem apropriado para Jesus ‘continuar a crescer e a ficar forte, estando cheio de sabedoria’. (Luc. 2:40) José evidentemente ensinou também a Jesus a carpintaria. — Mat. 13:55; Mar. 6:3.

      A Bíblia não menciona nada sobre o que José pensava da pregação de Jesus. Talvez já estivesse morto na ocasião em que seu filho adotivo foi imerso por João Batista. José, sem dúvida, não viveu para ver Jesus pendurado numa estaca. Se tivesse vivido, não é provável que Jesus, pendurado na estaca, confiasse Maria aos cuidados do apóstolo João. — João 19:26, 27.

      MEIOS-IRMÃOS E MEIAS-IRMÃS

      Jesus foi o filho “primogênito” de Maria, mas não foi o filho único na família de José e Maria. (Luc. 2:7) As Escrituras citam os que conheciam Jesus como dizendo: “Onde obteve este homem tal sabedoria e tais obras poderosas? Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama a sua mãe Maria e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas? E suas irmãs, não estão todas elas aqui conosco? Onde obteve, então, este homem todas essas coisas?” — Mat. 13:54-56.

      Ter sido Jesus filho numa grande família explica um acontecimento quando ele tinha cerca de doze anos de idade. A família estava retornando a Nazaré, depois da celebração da Páscoa em Jerusalém. Embora Jesus estivesse faltando, José e Maria só descobriram isso depois de um dia de viagem. Haviam presumido que estivesse na companhia de parentes ou conhecidos. Se tivessem tido apenas um filho para cuidar, seria difícil de imaginar como tal coisa podia ter acontecido. — Luc. 2:42-45.

      Durante os primeiros três anos do ministério terrestre de Jesus, seus meios-irmãos não exerceram fé nele. (João 7:5) Mas, por volta do tempo de Pentecostes do ano 33 E. C., isto havia mudado. Depois de sua ressurreição, Jesus “apareceu a Tiago”, evidentemente seu meio-irmão. Sem dúvida, isto contribuiu para aumentar a convicção não só de Tiago, mas também dos outros meios-irmãos de Jesus, de que Jesus era o Messias. Depois disso, os meios-irmãos de Jesus reuniram-se com os onze apóstolos fiéis e outros num sobrado em Jerusalém e estavam evidentemente entre os que receberam o espírito santo. — 1 Cor. 15:7; Atos 1:14-26; 2:1-4.

      Evidentemente, foi o meio-irmão de Jesus, Tiago, quem serviu como ancião na congregação de Jerusalém e pelo visto foi ele quem escreveu a inspirada “Carta de Tiago”. (Atos 12:17; Tia. 1:1) O Judas que escreveu a carta que se tornou parte do cânon bíblico era provavelmente o irmão de Tiago. Nenhum destes escritores se aproveitou da sua relação carnal com Jesus, mas reconheceu humildemente ser “escravo de Jesus Cristo”. — Tia. 1:1; Judas 1.

      OUTROS PARENTES

      Maria, mãe terrestre de Jesus, estava aparentada com Elisabete da tribo de Levi e da linhagem sacerdotal de Arão. Esta Elisabete e seu marido, o sacerdote Zacarias, eram os pais tementes a Deus de João Batista, precursor de Jesus Cristo. (Luc. 1:36-40) Segundo a tradição, a mãe de Maria e a mãe de Elisabete eram irmãs carnais da tribo de Levi. Isto significa que Maria e Elisabete eram primas co-irmãs, e João Batista e Jesus eram primos de segundo grau. A Bíblia, porém, não revela exatamente qual o parentesco entre Maria e Elisabete.

      Salomé, esposa de Zebedeu e mãe de dois dos apóstolos de Jesus, Tiago e João, talvez fosse irmã de Maria. Há algum apoio bíblico (embora não conclusivo) para este conceito tradicional. João 19:25 reza: “Junto à estaca de tortura de Jesus . . . estavam paradas a sua mãe e a irmã de sua mãe; Maria, esposa de Clopas [Alfeu], e Maria Madalena.” Em Mateus 27:56 e Marcos 15:40 menciona-se Salomé, mãe dos filhos de Zebedeu, relacionada com o mesmo incidente. Portanto, caso a referência seja às mesmas mulheres que em João 19:25, então Salomé era irmã de Maria. Isto significaria que Tiago e João, fiéis apóstolos de Jesus, eram seus primos.

      A tradição afirma que Jesus estava aparentado com mais outra família. O marido da “outra Maria”, Clopas ou Alfeu, mencionado em João 19:25, supostamente era irmão de José. Isto faria com que outro apóstolo, Tiago, filho de Alfeu, fosse primo de Jesus. — Mat. 10:3; 27:56, 61; Atos 1:13.

      Quer a tradição esteja certa, quer não, entre os que as Escrituras definitivamente identificam como parentes de Jesus havia homens e mulheres de notável fé e devoção. Seu principal objetivo não era glorificarem a si mesmos, mas sim honrarem a Deus. Sua atitude era similar à de Maria, quando ela disse a Elisabete: “Minha alma magnifica a Jeová e meu espírito não pode deixar de estar cheio de alegria por Deus, meu Salvador; pois ele tem olhado para a situação humilde de sua escrava. Porque, eis que doravante todas as gerações me proclamarão feliz; visto que o Poderoso tem feito grandes ações para comigo, e santo é o seu nome; e sua misericórdia é de geração em geração sobre os que o temem. Ele tem agido valorosamente com o seu braço, tem espalhado os que são soberbos na intenção dos seus corações. Tem derrubado de tronos homens de poder e tem enaltecido humildes; tem plenamente saciado os famintos com coisas boas e tem mandado embora, de mãos vazias, os que tinham riqueza. Ele tem vindo em socorro de Israel, seu servo, para fazer lembrar a misericórdia, assim como disse aos nossos antepassados, a Abraão e a seu descendente, para sempre.” — Luc. 1:46-55.

      Deveras, a escolha que Deus fez da família na qual seu Filho nasceu revela que o apreço de coração de coisas sagradas é de real valor aos seus olhos. Está desenvolvendo tal apreço de coração?

      [Nota(s) de rodapé]

      a Conforme se mostra em Mateus 1:16, José era filho de Jacó; é evidente, pois, que ser ele mencionado em Lucas 3:23 como filho de Eli deve ser entendido como significando que era genro de Eli.

      [Tabela na página 605]

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      PARENTES DE JESUS

      TRIBO DE LEVI TRIBO DE JUDÁ

      Pai de Mãe de Mãe de Eli Jacó Mãe de

      Elisabete Elisabete Maria José

      Zacarias Elisabete Zebedeu Salomé Maria José

      João Batista Tiago João JESUS Tiago José Simão Judas [irmãs]

      (Alistam-se apenas aqueles para os quais há pelo menos algum apoio bíblico [embora nem sempre conclusivo].)

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1975 | 1.° de outubro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Se um cristão é preso, por adotar um proceder em harmonia com as Escrituras e depois é sentenciado por autoridades mundanas a pagar uma multa, constitui o pagamento desta um ato de transigência? Se ele recebe a opção entre o pagamento da multa e cumprir a sentença na cadeia, altera isso a questão?

      Jesus Cristo predisse que seus seguidores seriam ‘entregues a tribunais locais’ e ‘postos diante de governadores e reis por causa dele, em testemunho para eles’. (Mar. 13:9) Tal ação oficial contra os cristãos talvez se deva à pregação deles das boas novas do Reino ou por outra ação que envolva a consciência cristã deles. (Veja Atos 4:1-3, 18-21; 5:27-40; 1 Ped. 4:15, 16.) O tribunal talvez decida contra eles e a sentença talvez exija o pagamento duma multa. Talvez seja a única penalidade, ou talvez seja uma alternativa para a cadeia, ou então pode ser parte duma penalidade conjunta, envolvendo tanto ir para a cadeia como pagar uma multa.

      No passado, as testemunhas de Jeová, em geral, têm adotado uma atitude adversa quanto a pagar multas, quando estava envolvida sua atividade de pregação. Achava-se que pagar a multa poderia ser encarado como admissão de se ter cometido realmente algo de errado. Achava-se também que a recusa do pagamento e sofrer em vez disso encarceramento talvez contribuísse melhor para “defender e estabelecer legalmente as boas novas”. (Fil. 1:7) Em muitos casos, isto conseguiu muita coisa boa, impressionando as autoridades com a firmeza de nossa determinação de servir a Deus, e evidentemente teve a bênção de Jeová. E em alguns casos hoje em dia, por causa das circunstâncias prevalecentes, talvez seja encarado como proceder sábio a seguir. A questão que principalmente nos interessa

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