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  • Começa um novo sacerdócio
    A Sentinela — 1966 | 15 de julho
    • TEMOS DE RECONHECER O NOVO SACERDÓCIO

      14. (a) Qual era o entendimento do próprio Pedro quanto ao alicerce da congregação? (b) Por que devíamos ser muito cuidadosos de entender as palavras de Jesus em Mateus 16:18?

      14 Será que Pedro pensou que Jesus queria dizer que a igreja seria edificada sobre o próprio Pedro? Será que Pedro pensou que ele era um sacerdote maior que seu Mestre, o grande Sumo Sacerdote melquisedequiano de Deus, de quem Pedro era apenas subsacerdote? Escutemos as suas próprias palavras sobre o assunto: “O Senhor é benigno. Chegando-vos a ele, como a uma pedra vivente, rejeitada, é verdade, pelos homens, mas escolhida e preciosa para Deus, vós mesmos também, como pedras viventes, estais sendo edificados como casa espiritual, tendo por objetivo um sacerdócio santo, para oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus, por intermédio de Jesus Cristo. Pois isso está contido na Escritura: ‘Eis que ponho em Sião uma pedra, escolhida, uma pedra angular de alicerce, preciosa; e ninguém que nela exercer fé de modo algum ficará desapontado.’ É para vós, portanto, que ele é precioso, porque vós sois crentes; mas, para os que não crêem, ‘a mesma pedra que os construtores rejeitaram tem-se tornado a principal do ângulo’, e ‘uma pedra para tropeço e uma rocha [pétra] de ofensa’. Estes tropeçam porque são desobedientes à palavra.” (1 Ped. 2:3-8) É absurdo pensar que Pedro era o alicerce sobre o qual a igreja foi edificada, e devemos ser mui cautelosos de não nos tornarmos desobedientes à palavra, por não aceitarmos estas palavras de Pedro, pois talvez tropecemos para a nossa destruição.

      15. (a) O que constituirá o completo nôvo sacerdócio? (b) Que coisas melhores são realizadas por ele?

      15 Portanto, como argumenta tão eficazmente o apóstolo Paulo: “Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente há também mudança da lei.” (Heb. 7:12) Jesus era a cabeça dum novo sacerdócio, e seus seguidores, compostos dos apóstolos e de outros a quem selecionou durante os últimos mil e novecentos anos e que somarão, todos juntos, 144.000, sob a sua única cabeça, Cristo Jesus, são novo sacerdócio que serve em relação com o novo pacto. Por meio da bondade imerecida de Deus, ele trouxe um novo sistema de coisas, substituindo o anterior sistema de coisas judaico com seu sacerdócio imperfeito e seus sacrifícios animais. O novo sistema de coisas, baseado no próprio sacrifício de Cristo, opera sob o novo pacto. Este sacrifício torna possível o perdão de pecados da humanidade.

      16. (a) Por que não há necessidade de sacrifícios repetidos, tais como o de animais ou da missa? (b) Onde se localiza Jesus como Sumo Sacerdote melquisedequiano? (c) O que tem em reserva para a humanidade e quando é que o nôvo sacerdócio administrará os benefícios do sacrifício de Jesus à humanidade?

      16 Não há, portanto, nenhuma necessidade de sacrifícios repetidos tais como o sacerdócio levítico da linhagem de Aarão costumava oferecer no templo, nem um sacrifício repetido da missa, como é feito pelo sacerdócio da cristandade, mas o sacrifício único de Cristo Jesus já foi oferecido e agora não é questão de sacrifício repetido. Antes, sua obra sacrificial já está feita e Cristo Jesus está empossado na Sião celeste, sendo lançado ali como pedra provada, pedra preciosa de esquina de seguro alicerce, em cumprimento da profecia de Isaías 28:16. Foi rejeitado há dezenove séculos pela Sião terrestre, mas é na Sião espiritual, a Sião celeste, que agora reside, e tem pleno suprimento do pão da vida para a humanidade, como resultado de seu sacrifício, que está pronto a administrar. Como Paulo diz em Hebreus 9:28: “Assim também foi oferecido o Cristo uma vez para sempre, para levar os pecados de muitos; e, na segunda vez que ele aparecer, será à parte do pecado e para os que seriamente o procuram para a sua salvação.” Em 1918, começou a ressuscitar sua congregação fiel para que estivesse junto com ele. Alguns ainda estão na terra, com perspectivas de se unirem a ele no futuro próximo. Durante o reinado milenar de Cristo, sua congregação de subsacerdotes servirá junto com ele nos céus quais reis e sacerdotes e terá o glorioso privilégio de administrar os benefícios do sacrifício de Cristo à humanidade fiel na terra. Portanto, não é a nenhum pontífice ou nem mesmo a um Sumo Pontífice, mas ao Sumo Sacerdote melquisedequiano, Jesus Cristo, na Sião celeste, que todas as pessoas com fé têm de vir. — Rev. 20:6.

  • Enquadrando-se no propósito de Deus
    A Sentinela — 1966 | 15 de julho
    • Enquadrando-se no propósito de Deus

      Conforme narrado por Juan Muniz

      QUÃO evidente é que o Arquiteto Mestre deste universo maravilhoso é um Deus de propósito! Quando rememoro minha longa vida, regozijo-me de ter tido o privilégio de obter conhecimento de Seus propósitos, e ser movido a harmonizar minha vida com eles. Permita-me partilhar com o leitor algumas das experiências que me convenceram de que temos de enquadrar individualmente nossa vida nos propósitos de Deus.

      Minha vida começou em 29 de outubro de 1885, como membro duma modesta família em Astúrias, Espanha. Depois de assistir a uma escola comum do interior, fui para uma escola dirigida por monges, onde recebi instrução teológica. Mas, era-me difícil harmonizar o que ensinavam com o que praticavam, de modo que decidi abandonar meus estudos e fazer alguma coisa no mundo — talvez algum bem para a humanidade. Na fábrica em que trabalhava entrei no partido socialista. Tinha então dezenove anos.

      Mas, não demorou muito até que reconheci que era uma causa perdida. Fiquei surpreso com a ignorância dos operários, suas constantes lutas entre si e sua linguagem baixa. Não só percebi deveras contradições nas reuniões deles, mas vi a hipocrisia nos seus líderes. Assim, em 1909, decidi abandonar o partido. Decidi ir para os Estados Unidos a fim de morar ali, de modo a me afastar da política e da religião.

      ENCONTRANDO A VERDADE

      Junto com meu irmão, estabeleci-me em Filadélfia, Pensilvânia, em 1910. Depois de trabalhar dois anos em construções, decidimos montar juntos pequena loja. Foi ali que se me abriu a oportunidade de aprender a verdade.

      Um bom dia certo homem veio pregando a Bíblia. Não me lembro do que êle disse, mas renovou meu desejo de ler a Bíblia. Como lojista, tinha tempo de ler quando não havia fregueses. Comecei a lê-la e, quando cheguei ao livro de Jó, fiquei profundamente emocionado. Apesar da aparência dura, sou homem de grandes sentimentos. Lágrimas escorriam dos meus olhos ao ler a respeito do sofrimento daquele homem justo.

      Mas, ler não basta, e a ajuda necessária veio quando alguém do povo de Jeová visitou a minha loja. Comprei-lhe o livro O Plano Divino das Eras. Quando voltou, obtive os outros volumes da série de “Estudos das Escrituras”.

      Em 1916 comecei a assistir às reuniões na única congregação em Filadélfia, que, naquele tempo, tinha por volta de trezentos membros. Observei que ninguém fumava. Eu era fumante inveterado. Ora, somente na minha loja havia trinta e sete marcas de charutos! Mas, cada vez que acendia um, sentia-me incomodado, especialmente na presença de outros. Então, arrazoei comigo mesmo: “Esta é a verdade, não é? Se desejo ficar nesta organização, algum dia terei de dizer aos outros o que é correto. Então, por que não começar dizendo isso a mim

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