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  • O tema central das boas novas — o Reino de Deus
    A Sentinela — 1978 | 15 de maio
    • 66:1; 60:13) Além disso, ao governar a sua própria terra por meio do Reino, Deus cuidará de que ela se torne de novo ecologicamente equilibrada, apagando os efeitos de cerca de 6.000 anos de empenhos mal aplicados e abusos do homem. A terra e seu clima, sua vegetação, sua vida animal e o homem, ficarão coordenados para uma vida agradável — todos dando crédito e louvor ao Criador. — Sal. 148.

      AJUDA FÍSICA, MORAL E EMOCIONAL

      8. (a) Além da administração régia, que outro serviço será prestado pelos 144.000 associados de Cristo? (b) Que espécie de sacerdotes serão? (Heb. 4:15)

      8 Podemos ver, assim, que há muito mais envolvido no reino de Deus do que usualmente esperamos dum governo. O reino de Deus obterá esses maravilhosos resultados porque seus reis também constituirão um sacerdócio celestial — não uma hierarquia de sacerdotes, na terra, a quem se façam confissões, e que dominem com rigor e por meio de superstição, a grandes custas para o povo. Esses reis, em número de 144.000, são por isso chamados de “sacerdócio real”, sob o seu Sumo Sacerdote, Jesus Cristo. (1 Ped. 2:9) Este sacerdócio não procurará os seus próprios interesses, nem riquezas materiais, porque será de sacerdotes celestiais e imitadores de seu grande e misericordioso Sumo Sacerdote. Terão a responsabilidade de administrar a educação espiritual do povo. Não haverá então nenhuma religião falsa, enganosa, na terra, nem organizações políticas para exercer pressão sobre o povo, nem exploração comercial. Tais organizações ruinosas terão elas mesmas sido arruinadas. — Rev. 11:18.

      9. Qual será o resultado das atividades do “sacerdócio real”?

      9 Ao passo que as pessoas progredirem em sentido espiritual, aplicando princípios corretos na sua vida diária, serão soerguidas à perfeição pelo poder do corpo celestial de reis-sacerdotes. Depois disso, nenhum homem terá mais de dizer: “O bem que quero, não faço, mas o mal que não quero, este é o que pratico.” (Rom. 7:19) Cada homem, em perfeição, terá pleno domínio sobre todos os seus poderes e faculdades, e será deveras à ‘imagem e semelhança de Deus’, refletindo a glória dele. — Gên. 1:26, 27; Rom. 3:23.

      10. Estará este “sacerdote real” sujeito à deterioração como os sacerdócios no passado? Por quê?

      10 Que certeza podemos ter de que podemos confiar neste reino de sacerdotes? Ficará no fim sujeito à deterioração, assim como governos e sacerdócios no passado? Não. Deus não faz nada sem primeiro ter uma base correta na justiça. “Justiça e direito são o fundamento do teu trono”, escreveu o salmista. (Sal. 89:14, Almeida, atualizada; Êxo. 34:6, 7) Por conseguinte, ao providenciar seu “sacerdócio real”, ele levou séculos para selecionar, treinar, provar e aperfeiçoar os membros individuais deste.

      O FILHO CELESTIAL DE DEUS TORNA-SE CARNE

      11. Descreva a vida do Rei do Reino até o tempo em que se tornou homem perfeito, plenamente desenvolvido.

      11 Em primeiro lugar e acima de tudo vem o Rei, Chefe do “sacerdócio real”. Ele é a primeira criação de Deus, o “Filho unigênito” de Deus. (1 João 4:9; Rev. 3:14) Em parte alguma diz a Bíblia que ele seja parte duma chamada “Trindade”, ou que ele esteja no mesmo nível de Jeová Deus. Ele chamava a Jeová de ‘meu Pai e meu Deus. (João 20:17) Este Filho, Jesus Cristo, quando na terra, admitiu que tivera existência pré-humana no céu, junto a seu Pai. (João 8:56-58) Para o Criador, Jeová Deus, não foi nenhum problema transferir a vida de seu Filho para o ventre duma virgem, chamada Maria. Por conseguinte, embora Jesus tivesse Pai celestial, nasceu duma mulher, como filho humano, perfeito, não sendo mais a pessoa espiritual que era antes. (Gál. 4:4; Luc. 1:35) Desenvolveu-se à plena e perfeita varonilidade — sendo o equivalente do perfeito Adão, o qual depois pecou e se tornou o pai de toda a humanidade. — João 1:14; 1 Cor. 15:45.

      12. Como se demonstraram na carreira de Jesus a humanidade de Cristo e o amor de Jeová?

      12 A Bíblia diz sobre o Filho de Deus descer da vida superior, espiritual, para a natureza humana, em humilde obediência ao seu Pai e por amor à humanidade: “Ele se esvaziou e assumiu a forma de escravo, vindo a ser na semelhança dos homens. Mais do que isso, quando se achou na feição de homem, humilhou-se e tornou-se obediente até à morte, sim, morte numa estaca de tortura.” (Fil. 2:7, 8) Grande foi o amor do Pai em assim sacrificar seu Filho. O apóstolo João escreveu: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” — João 3:16.

      COMO O SOFRIMENTO DE JESUS AJUDOU A HUMANIDADE

      13. Por que era necessário que Cristo sofresse e morresse?

      13 Por que era necessário que o Filho de Deus sofresse todas essas provações e até mesmo a morte? Primeiro, o propósito de Deus, de ter um governo justo do Reino para expressar sua soberania, exigia isso. Ao mesmo tempo, a morte de Jesus era essencial para a salvação e a vida de toda a humanidade. Como?

      14. (a) O que garantiu para nós a carreira terrestre de Jesus? (b) Como são a carreira vitalícia de Jesus e seu resultado descritos pelo apóstolo Paulo?

      14 Em primeiro lugar, o proceder adotado por Jesus Cristo, segundo a vontade de Deus, magnifica a justiça e a minuciosidade de Deus, e garante um governo inabalável e incorruptível para a terra. Provê uma firme base para a nossa fé. Porque Jesus, para se habilitar como Rei e Sumo Sacerdote celestiais, teve de passar pela mais severa e mais esquadrinhadora prova. Sobre isso, o apóstolo Paulo disse:

      “Cristo, nos dias da sua carne, ofereceu súplicas e também petições aquele que era capaz de salvá-lo da morte, com fortes clamores e lágrimas, e ele foi ouvido favoravelmente pelo seu temor piedoso. Embora fosse Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu; e, depois de ter sido aperfeiçoado, tornou-se responsável pela salvação eterna de todos os que lhe obedecem, porque ele tem sido chamado especificamente por Deus como sumo sacerdote à maneira de Melquisedeque [um sacerdote dos tempos de Abraão, antes de se fazer o pacto da Lei, e que recebera sua designação diretamente de Deus].” — Heb. 5:7-10.

      15. (a) O que suplicava Cristo a Deus com fortes clamores e lágrimas? (b) Como aprendeu ele a obediência, e com que resultado?

      15 Jesus manteve a sua integridade de modo perfeito. Seus ‘clamores a Deus’ não eram para evitar sua morte como sacrifício para a humanidade, mas a morte devido ao desfavor de Deus por qualquer infidelidade ou falha de sua própria parte. Ele queria que sua carreira fosse coroada de êxito. “Aprendeu a obediência.” Havia sido obediente no céu, em condições totalmente favoráveis. Mas na terra a obediência a Deus trouxe perseguição e sofrimento, até mesmo situações esmagadoras. Jesus era perfeito e justo, sem falha de nascença, mas, no fim de sua carreira, ficou aperfeiçoado de maneira muito mais ampliada, como Rei-Sacerdote plenamente qualificado, provado e fiel.

      16. De que modo resultaram a prova e o sofrimento terrestres de Jesus na salvação da humanidade?

      16 De que modo resultaram a prova, o sofrimento e a morte terrestres de Jesus na salvação da humanidade? Novamente, o apóstolo responde:

      “Ele estava obrigado a tornar-se igual aos seus irmãos, em todos os sentidos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas referentes a Deus, a fim de oferecer sacrifício propiciatório pelos pecados do povo. Por ter ele mesmo sofrido, ao ser posto a prova, pode vir em auxílio daqueles que estão sendo postos à prova.” — Heb. 2:17, 18.

      A RAÇA HUMANA COMPRADA POR CRISTO

      17-19. (a) Em que situação má encontrava-se a raça humana? (Rom. 7:14; Sal. 49:6-9) (b) Como se tornou Jesus a solução para a situação calamitosa da humanidade?

      17 Quando Adão se rebelou contra Deus, tornou-se inimigo de Deus, perdendo assim sua vida e causando que sua descendência nascesse pecaminosa — vendida em escravidão ao pecado e à morte. (Gên. 3:17-19; Sal. 51:5) Portanto, os filhos não eram pecadores deliberados. Podiam ser remidos. (Rom. 8:20) Jesus Cristo, como Sacerdote, tinha de oferecer um sacrifício de valor e qualidade exigidos para expiar o pecado. Nenhum homem da descendência de Adão podia fazer isso com dinheiro, nem mesmo com o sacrifício de sua vida — o preço era alto demais, porque aquilo que se exigia era o equivalente de Adão, uma vida humana perfeita. Cristo proveu o necessário “resgate correspondente por todos”. (1 Tim. 2:5, 6) Veio para suprir o que a Lei havia prefigurado com os seus sacrifícios inferiores de animais.

      18 A respeito de Jesus dirigir-se a Deus por ocasião de seu batismo, o registro retrata Jesus como dizendo: “‘Sacrifício e oferta não quiseste, porém, preparaste-me um corpo [humano, perfeito]. Não aprovaste os holocaustos e as ofertas pelos pecados.’ Então disse eu: ‘Eis aqui vim (no rolo do livro [o rolo da Lei, especialmente para os reis, como em Deuteronômio 17:19, 20] está escrito a meu respeito) para fazer a tua vontade, ó Deus.”’ — Heb. 10:5-7; Sal. 40:7, 8.

      19 De modo que Deus tornou tudo o que havemos de receber — todas as nossas esperanças — dependentes de Jesus Cristo. O que este grandioso Rei tem feito e fará para o nosso bem será considerado no artigo que segue.

  • O que o Rei faz por nós
    A Sentinela — 1978 | 15 de maio
    • O que o Rei faz por nós

      “Será chamado pelo nome de Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz.” — Isa. 9:6.

      1, 2. Que sentimentos conflitantes têm as pessoas quando vêem a ma situação do mundo?

      É DIFÍCIL para os humanos imperfeitos entender por que Deus tem permitido que as mesmas condições imperfeitas prosseguissem por mais de 1.900 anos desde que Jesus Cristo esteve na terra. Dizem: ‘Por que não progrediram as coisas mais rapidamente?’ Daí, ao verem a confusão em que o mundo se encontra, costumam dizer: ‘Não vejo como isso poderá alguma vez ser endireitado.’ Ao examinarmos o programa para o Rei do governo de Deus, podemos entender a aparente demora, e talvez até mesmo fiquemos admirados do que realizará num tempo relativamente curto.

      2 No artigo precedente, vimos que Jesus foi transferido da vida espiritual, celestial, para a humana, a fim de dar esta vida humana em sacrifício, habilitando-se assim a ser Sumo Sacerdote da humanidade. Seu proceder obediente na terra o qualificou também para ser Rei. Como se desincumbirá ele destes cargos, em benefício da raça humana?

  • Os “filhos de Zeus”
    A Sentinela — 1978 | 15 de maio
    • Os “filhos de Zeus”

      ● Segundo as mitologias grega e romana, Castor e Pólux eram filhos gêmeos de Leda e descendentes do deus Zeus (Júpiter), sendo por isso chamados Dióscuros (em grego: dióskouroi) ou “Filhos de Zeus”. Entre outras coisas, eram considerados como protetores dos marujos, capazes de salvar marinheiros dos perigos do mar. O barco alexandrino em que o prisioneiro Paulo foi de Malta para Putéoli, em caminho para Roma, levava como figura de proa os “Filhos de Zeus”, talvez tendo a imagem ou símbolo, e possivelmente o nome de Castor num lado da proa, e o de Pólux, no outro. — Atos 28:11; Ajuda ao Entendimento da Bíblia, (ingl.), p. 1691.

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