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  • Um governo que libertará a humanidade
    Despertai! — 1975 | 22 de outubro
    • A maneira em que as pessoas atingem uma posição de regência nesse Reino é inteiramente diversa da que se tem dado nos governos do mundo. A Bíblia mostra meridianamente que a posição social, a educação, a categoria, a fama mundana, o dinheiro e coisas semelhantes não comprarão um lugar nesse governo. (1 Cor. 1:26, 27) Ninguém pode fazer campanha para a posição. A pessoa tem de ser provada para o cargo. Sob circunstâncias difíceis, tem de provar que é pessoa de integridade e mais preocupada com o bem-estar dos outros do que com o seu próprio. (Atos 14:22; 1 João 3:16-18) Jeová Deus, que pode ler as motivações do coração, é Aquele que determina se a pessoa satisfaz as habilitações necessárias. — 1 Sam. 16:7; João 6:44; 2 Tes. 1:11; Rev. 22:11-15.

      Considere o que o principal deste corpo regente, Jesus Cristo, teve de passar. Como Filho unigênito de Deus nos céus, tinha tudo. “Embora fosse rico”, diz a Bíblia, “tornou-se pobre”. (2 Cor. 8:9) Voluntariamente deixou sua alta posição nos céus para tornar-se homem, e aprendeu a obedecer a seu Pai sob circunstâncias desfavoráveis. Sofreu muito, por fim morrendo numa estaca de execução como criminoso da pior espécie. (Fil. 2:5-8; Heb. 5:7, 8) Devido ao que provou quando na terra, Jesus Cristo realmente compreende as necessidades dos humanos e pode lidar compassivamente com eles. — Heb. 2:17, 18.

      Qual homem, Jesus Cristo demonstrou profundeza de interesse e de amor pelas pessoas. Disposta e ansiosamente ajudava os afligidos. (Mat. 14:14; Mar. 6:34) Também provou que era plenamente capaz de equacionar os graves problemas que confrontam a humanidade. Pelo poder de Deus, curou os doentes, aleijados e deformados; restaurou a visão aos cegos; desimpediu os ouvidos dos surdos; abriu as bocas dos mudos; forneceu milagrosamente alimento para milhares, e até mesmo levantou os mortos. Tais coisas realmente aconteceram. Acham-se registradas por testemunhas oculares. — Mat. 11:5; 14:16-21.

      Quanto aos associados com Jesus Cristo na regência, não podem ser como homens que prometem, mas, uma vez no cargo governamental, deixam de cumprir suas promessas. A Bíblia diz sobre os que estarão nos céus com Cristo: “Não se achou falsidade na sua boca; não têm mácula.” (Rev. 14:5) Como Jesus Cristo, têm de provar-se altruístas e dispostos a sacrificar-se, até mesmo dispondo-se a morrer pelos seus irmãos cristãos. — 1 João 3:15-18.

      No caso dos governos humanos, os regentes amiúde não compreendem realmente os problemas de seus súditos. Mas, isto não se dá com os homens e as mulheres a quem Jeová Deus escolheu nos últimos mil e novecentos anos. Como grupo, vieram de todas as formações e rodas da vida. Não existe nenhuma provação ou problema comum aos humanos que alguns deles não tiveram de encarar. Experimentaram maus tratos verbais e físicos, difamações, ódios, e até mesmo a morte violenta. (João 15:19, 20) Apesar de suas próprias fraquezas e imperfeições, tiveram êxito em manter uma posição aprovada perante Deus. Sabendo o que significa sofrer como homens e mulheres, podem, verdadeiramente, condoer-se dos humanos imperfeitos e render-lhes a ajuda necessária.

      Quais pessoas espirituais imortais, também terão o poder de ajudar o gênero humano. A morte não conseguirá abreviar os serviços proveitosos de qualquer deles. Terão amplo tempo para conduzir a raça humana à perfeição. A Bíblia mostra que Deus reservou um período de mil anos para esta tarefa. — Rev. 20:6.

      Segundo a Palavra de Deus, Jesus Cristo e seus reis-sacerdotes associados usarão representantes terrestres para ajudá-los em seu trabalho vital. (Sal. 45:16) Que tipo de pessoas serão? O Rei Jesus Cristo certamente jamais usaria homens arrogantes e interesseiros. Ele morreu voluntariamente pela humanidade em expressão de seu profundo amor e, por conseguinte, jamais toleraria como representante seu alguém que procurasse explorar outros em benefício próprio. A atitude de Jesus será como a do antigo Rei Davi, que disse: “Não tolerarei alguém soberbo e arrogante. Procuro os dignos de confiança no país para serem meus associados. Aquele que anda na vereda da integridade, ele trabalhará para mim.” — Sal. 101:5, 6, New Berkeley Version.

      Certa a Libertação dos Graves Problemas

      As habilitações de Jesus Cristo, seus reis-sacerdotes associados e os representantes terrestres do Reino garantem que o bem-estar de todos os que amam a justiça será salvaguardado. Eles não tolerarão o desenvolvimento dum sistema comercial ganancioso, baseado na competição pela obtenção de lucros. Nem permitirão que alguém interfira na distribuição equilibrada de alimentos e de outras necessidades. Toda a humanidade, e não apenas alguns poucos, gozará da liberdade da penúria. Com referência à abundância que então será partilhada por todos, a Bíblia diz: “Jeová dos exércitos há de fazer para todos os povos . . . um banquete de vinhos guardados com a borra, de pratos bem azeitados, cheios de tutano.” — Isa. 25:6.

      O que dizer da poluição e da má administração atual dos recursos da terra por parte do homem? A Bíblia nos conta que Jesus Cristo, em sua existência pré-humana, trabalhou junto de seu Pai na criação. (João 1:3; Col. 1:15, 16) Assim, ele entende os vários ciclos responsáveis pela sustentação da vida vegetal e animal. Como Rei, portanto, poderá transmitir o conhecimento que impeça a poluição, bem como a má gerência dos recursos terrestres. Também poderá fornecer ao homem a orientação necessária para a transformação da terra num estado de beleza paradísica e para se fazer o melhor uso de sua produtividade. — Veja Gênesis 1:28; 2:15.

      Graves problemas, incompreensões e feridas familiares devido às fraquezas e às imperfeições chegarão ao fim à medida que Jesus Cristo e seus reis-sacerdotes associados ajudam os humanos a crescer à perfeição. Isto também resultará na de todos os outros problemas provenientes do pecado herdado, inclusive a velhice, a doença e a morte. Por meio do Reino às mãos de seu Filho, Deus “enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor”. — Rev. 21:4.

      Ninguém precisará então temer tornar-se vítima do crime, da guerra, da injustiça ou da opressão. Em toda a parte as pessoas aprenderão os caminhos da paz. (Isa. 2:4) Todos serão tratados com justiça. Falando de modo profético sobre o manejo das coisas por Jesus Cristo, a Bíblia nos diz: “Não julgará pelo que meramente parece aos seus olhos, nem repreenderá simplesmente segundo a coisa ouvida pelos seus ouvidos. E terá de julgar com justiça os de condição humilde e terá de dar repreensão com retidão em benefício dos mansos da terra.” — Isa. 11:3, 4.

      Nunca a humanidade enfrentará de novo a ardente competição, as frustrações ou a monotonia que não raro acompanham o trabalho neste velho sistema. As pessoas derivarão prazer do trabalho produtivo, sabendo que não correm perigo de ver tudo ser reduzido a nada pela adversidade. A linguagem usada pelo profeta Isaías revela que há uma base dada por Deus para esta convicção. Lemos: “Hão de construir casas e as ocuparão; e hão de plantar vinhedos e comer os seus frutos. Não construirão e outro terá morada; não plantarão e outro comerá. Porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore; e meus escolhidos usufruirão plenamente o trabalho das suas próprias mãos. Não labutarão em vão.” — Isa. 65:21-23.

      O reino de Deus por Cristo é deveras a solução para os muitos problemas do homem. Somente ele pode trazer condições de paz, segurança e justiça para todos. Mas, quando é que tal reino assumirá o controle completo dos assuntos da terra?

  • Quando a solução se tornará realidade
    Despertai! — 1975 | 22 de outubro
    • Quando a solução se tornará realidade

      NÃO pode haver dúvida de que a inteira raça humana precisa ser unificada, de modo que todos possam trabalhar juntos para o bem comum, e vencer dificuldades que tiram o prazer da vida. Felizmente, Jeová Deus tem um tempo para harmonizar todas as coisas com Ele mesmo por meio de seu Filho, Jesus Cristo. Sobre isto, lemos na Bíblia: “É segundo o . . . beneplácito [de Deus], que ele se propôs em si mesmo, para uma administração [uma gerência, uma mordomia] no pleno limite dos tempos designados, a saber, ajuntar novamente todas as coisas no Cristo, as coisas nos céus e as coisas na terra.” — Efé. 1:9, 10.

      Note que este ajuntamento numa união com Cristo começou “no pleno limite dos tempos designados”, isso é, um. tempo designado de antemão por Deus. Este resultou ser o ano 33 de nossa Era Comum. Foi então, no dia de Pentecostes, que Jeová Deus começou a unificar homens e mulheres destinados aos céus, como co-regentes de seu Filho. (Atos 2:1-4, 14-21; 2 Cor. 1:20-22; Efé. 2:4-7) Mas, seu propósito não se limita a isto. Ele também deseja ajuntar todas as “coisas na terra” em perfeita união com seu Filho.

      Por Que em Nossa Geração

      Visto que o estágio inicial desta unificação sob Jesus Cristo começou no tempo

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