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  • Os formosos pés dos mensageiros
    A Sentinela — 1964 | 1.° de agosto
    • não mais deixando que a Grande Babilônia a conduzisse como a um escravo cativo. Levantando-se do pó da tibieza e da fraquíssima atividade, ela tomou assento numa cadeira ou trono. Estava determinada a ser uma “cidade santa”, através da qual as pessoas religiosamente impuras e incircuncisas de coração não mais passariam quais triunfantes invasores. Ela tirou a poeirenta roupa de escrava e vestiu as lindas roupas apropriadas para a organização desposada com o Rei da Eternidade, Jeová Deus. Era uma grande prova de que a Grande Babilônia tinha caído.

      “O TEU DEUS REINA!”

      13. (a) Quem foi que proveu esta libertação? (b) Como foi que Isaías descreveu a atitude de Jeová para com a libertação do seu povo?

      13 O restante dos filhos espirituais na terra não compraram a libertação com dinheiro nem se comprometeram com o inimigo. Foi o Todo-poderoso Deus, pelo seu Ciro Maior, o Rei Jesus Cristo, quem promoveu tal libertação, pois Deus e Cristo tinham saído vitoriosos sôbre a Grande Babilônia. Ao considerar Deus a situação do seu povo antes de o libertar, êle disse profèticamente: “Agora, que farei eu aqui, diz o SENHOR [Jeová], visto ter sido o meu povo levado sem preço? Os seus tiranos sôbre êle dão uivos, diz o SENHOR [Jeová]; e o meu nome é blasfemado incessantemente todo dia. Por isso o meu povo saberá o meu nome; portanto naquele dia saberá que sou eu quem fala: Eis-me aqui.” — Isa. 52:5, 6, ALA.

      14. Como demonstrou o libertado restante da semente de Sião a sua profunda apreciação?

      14 Assim como se deu no caso do antigo Israel, assim também, quando a Grande Babilônia mantinha no pó, sob seus pés, o restante espiritual da semente de Sião, ela gritava com êles e tratava com desrespeito o nome do Deus dêles. Em efeito, a Grande Babilônia gritava desdenhosamente com êles: “Onde está o seu Deus Jeová?” Mas, em 1919, em benefício dêles, Jeová deu ao seu nome a glória de Libertador, libertando-os do opressor religioso. Dali em diante êles aprenderam a conhecê-lo, bem como ao seu nome incomparável, de modo sem igual. Essa sua familiaridade com êle chegou a tal apreciação profunda que, em 1931, mediante resoluções adotadas em todo o mundo, o restante da semente de Sião adotou a designação de “testemunhas de Jeová”. Tinha declarado Jeová que isto se daria “naquele dia”. Desde 1919 vem se processando o dia em que isto deveria dar-se, pois foi Êle quem disse tal coisa.

      15, 16. O que consideramos a seguir na profecia de Isaías sobre a libertação, e por que é isto importante?

      15 Então, na profecia de Isaías, capítulo cinqüenta e dois, a nossa atenção é desviada da injúria contra seu povo em Babilônia para a condição desolada de Sião ou Jerusalém sobre o ex-santo monte. Lá longe alguém vem aproximando-se sôbre os montes. É um mensageiro à desolada Sião. Descrevendo-o em previsão profética, Isaías exclama: “Que formosos são sôbre os montes os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, que anuncia cousas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Isa. 52:7) É o mensageiro de Deus com as boas novas da libertação.

      16 As boas novas, a publicação da paz, as boas novas de algo melhor, a publicação da salvação, a publicação de que Deus reina, tudo isto era para a desolada Sião. Quão formosos devem ter parecido a Sião os pés daquele mensageiro! O anúncio de que o seu Deus reinava significou nada menos do que Babilônia, a ama dos escravos, tinha caído e que os cativos israelitas receberiam liberdade religiosa em 537 A. C., por intermédio de Ciro, o Grande.

      17. Em que outros tempos foram os mensageiros da libertação grandemente apreciados?

      17 Séculos mais tarde, nos dias apostólicos, pareciam semelhantemente formosos os pés dos mensageiros cristãos enviados aos remanescentes filhos espirituais de Sião. (Rom. 10:15) Mas, mensageiros com tais pés formosos começaram a ser enviados de nôvo, especialmente desde 1919 em diante. Quão formosos êles pareceram ao restante da semente de Sião naquele ano! Era porque o restante amava o reino de Jeová, Deus dêle, e porque desejava ter a liberdade de anunciá-lo. Desejavam que a organização visível de Deus fôsse reedificada para anunciar o seu reino em todo o mundo.

      18. Descreva algumas das boas coisas que a mensagem da libertação contém hoje em dia.

      18 As boas novas aos do restante correspondiam às boas novas de outrora à Sião de então. As boas novas incluíam a informação de que a Grande Babilônia tinha caído; também, que o Ciro Maior, Jesus Cristo, que reina desde o fim dos tempos dos gentios em 1914, a tinha dominado e publicado o decreto de libertação dos remanescentes da semente de Sião, que tinham estado cativos à Grande Babilônia, mas que então vieram a estar sob nova regência vitoriosa. As boas novas anunciavam que algo melhor estava em reserva sôbre a terra; que a organização visível de Deus sôbre a terra seria reconstruída e colocada em melhor condição para o seu serviço, e que a classe do templo, as simbólicas “pedras vivas”, seria erigida para a adoração do único Deus vivo e verdadeiro, de modo mais puro do que tinham feito até então. O anúncio das boas novas de que Babilônia tinha caído era prova de que ela já não era Ama, pelo menos não para êles, mas que o Deus dêles, o Deus de Sião, era o que reinava sôbre êles. Êle se tornara Rei até mesmo sôbre o território que a Grande Babilônia dominava, e, então, o seu reino precisava ser pregado em tôda a terra habitada como mensagem de libertação para outros mais.

      JÚBILO

      19. Explique como a alegria dos atalaias de Sião reflete a alegria de todos os seus filhos exilados.

      19 Sião rejubila-se ao receber de volta seus filhos exilados e ao tornar-se de nôvo uma cidade cheia de adoradores do seu Deus Jeová, depois de ter estado desolada por setenta anos. O júbilo dela se reflete em seus atalaias, os que vigiam os seus interêsses espirituais. Quem traz de volta os exilados, sustentando-os pelo caminho? É Jeová. É tão evidente que Êle faz isto que é como se os atalaias de Sião encarassem a Jeová face a face, com seus olhos nos olhos dêle, quando os exilados que voltam de Babilônia sob a sua liderança invisível, se aproximam da cidade, ao alcance da vista dos atalaias. “Eis o grito dos teus atalaias!”, diz a profecia de Isaías (52:8, ALA) à desolada Sião: “Êles erguem a voz, juntamente exultam porque com seus próprios olhos distintamente vêem o retôrno do SENHOR [Jeová] a Sião [por reunir de volta os seus exilados].”

      20, 21. Visto que a libertação era claramente de Jeová, o que se tornou cada vez mais proeminente aos libertos e, assim, que ação tomaram em 1931?

      20 Foi claramente de Jeová, pelo Filho entronizado Jesus Cristo, o Ciro Maior, a obra de desde 1919 trazer de volta a Sião, a “mulher” livre de Deus, os “remanescentes de sua semente”. O corpo governante das testemunhas cristãs de Jeová tinha visão clara e suficientemente aguda para ver êste fato. Êstes atalaias espirituais se regozijaram unidamente e gritaram de júbilo ao verem a sempre crescente procissão de exilados que voltavam do cativeiro à Grande Babilônia. Vendo êles a parte de Jeová na libertação, tendo os olhos do discernimento espiritual fixos nos seus olhos piedosos, Jeová se tornou cada vez mais proeminente na organização visível do seu povo liberto. Seu nome tornou-se apropriadamente mais importante do que o do seu Filho Jesus. Êle precisava ser honrado acima do seu Filho Jesus Cristo. Era a Sua soberania universal que precisava ser vindicada, purificada de todo o vitupério; de fato, a sua soberania universal era a questão primordial ante todo o universo vivente.

      21 Foi por isso que, em 1931, quando Jeová tinha pràticamente reunido a Sião todo o restante da sua semente, êles adotaram o nome de testemunhas de Jeová para distingui-los de todos os que eram meramente cristãos de nome. — Isa. 43:10-12; 44:8.

      22. Que mandamento divino ordenado por Jeová, registrado por Isaías tornou-se agora a responsabilidade do povo liberto de Deus?

      22 Trazendo Jeová de volta seus filhos exilados, Sião e suas cercanias passaram a ter aparência diferente. Ela veio a estar num paraíso. Havia o maior dos motivos para tudo ao seu redor regozijar-se, passar a ter aparência bela e feliz. O divino mandamento em Isaías 52:9, 10 é para todo o seu povo confortado, tôda a sua redimida organização, mostrarem apreciação pelo que Deus tem feito: “Alegrai-vos, clamai alegremente em uníssono, vós, lugares devastados de Jerusalém, pois Jeová tem consolado o seu povo; êle tem comprado de volta a Jerusalém [para que ela fôsse de nôvo propriedade dêle]. Jeová desnudou o seu santo braço diante dos olhos de tôdas as nações, e todos os confins da terra têm de ver a salvação de nosso Deus.”

      23. Como tem provado o povo de Jeová que está livre do cativeiro à Grande Babilônia?

      23 Jeová desnudou seu santo e poderoso braço ante a Grande Babilônia e tôdas as nações, libertando em 1919 o seu contrito e alquebrado restante, confortando-o. O fiel restante publicou sua salvação de Babilônia, a Grande, indo dali em diante aos próprios confins da terra para servir quais testemunhas cristãs e pregar as boas novas do reino messiânico que imperava nos céus desde 1914. Se os do restante tivessem permanecido cativos à Grande Babilônia, não teriam podido fazer isto. Assim, neste ano de 1964, a mensagem do Reino está sendo pregada em 194 países sob a supervisão da confortada e redimida semente de Sião. A livre ação dêles em pregar por tôda a parte o reino de Deus é prova visível e audível de que Jeová os tem libertado. Desta maneira prática, “todos os confins da terra” têm visto a salvação do povo de Deus. Êle os usa como seus mensageiros da libertação.

      24, 25. (a) Para serem usados quais mensageiros da libertação, com que tiveram que romper os do povo de Jeová? (b) O que provou isto concernente à Grande Babilônia, e como foi feita a saída de Babilônia?

      24 Para serem usados como mensageiros da libertação a todos os que de fato amam a liberdade religiosa, os do restante da semente de Sião que ainda estão na terra desde 1919 foram obrigados a agir segundo a mensagem de libertação de Deus, mediante seu Ciro Maior, Jesus Cristo. Êles tinham que obedecer ao mandamento de Deus, em Isaías 52:11, 12: “Retirai-vos, retirai-vos, saí de lá, não toqueis cousa imunda; saí do meio dela, purificai-vos, os que levais os utensílios do SENHOR [Jeová]. Porquanto não saireis apressadamente, nem vos ireis fugindo; porque o SENHOR [Jeová] irá diante de vós, e o Deus de Israel será a vossa retaguarda.” — ALA.

      25 Para que tal mandamento fôsse decretado e obedecido, era preciso que a Grande Babilônia caísse e que seu conquistador, o Ciro Maior, publicasse seu decreto de libertação. Caiu a Grande Babilônia! Foi por isso que o restante da semente de Sião começou a sair dela desde 1919 e seu número completo está atualmente reunido. Não mais desejam tocar coisas imundas nem mais estar no meio delas. Querem conservar-se religiosamente puros para praticar a adoração pura, incontaminada e aceitável aos olhos de Jeová, o Deus dêles. Levam juntos, não as práticas religiosas babilônicas nem as tradições e doutrinas demoníacas, mas os utensílios puros da adoração de Jeová, prefigurados pelos utensílios sagrados que os babilônios roubaram do templo de Jeová em 607 A. C., quando Jerusalém foi destruída. Êles deixaram a Grande Babilônia, não frenèticamente e em confusão semelhantes aos elementos radicais dêste mundo, mas com a ordem teocrática, sob a orientação divina. Jeová, o Deus dêles, tem ido na frente! Embora o inimigo tenha ido ao encalço dêles, Jeová Deus guardava a retaguarda. É por isso que hoje estão fora de Babilônia, a Grande! Aqui estão, servindo quais mensageiros livres da libertação, aqui em 1964!

      26. Quem se uniu agora ao restante liberto e o que faz para mostrar o seu desejo de servir livremente a Deus?

      26 Mas não estão sós! Vindo pregando destemidamente as boas novas do reino de libertação de Deus, “todos os confins da terra” têm visto a salvação de Deus em favor de Sião e do restante de seus filhos espirituais. Assim como em 537 A. C. havia mais de 7.537 escravos e cantores profissionais que saíram de Babilônia com o restante israelita, assim também há algo similar hoje em dia. Uma “grande multidão” de pessoas de “todos os confins da terra” tem observado Jeová salvar o restante de israelitas espirituais e, em adoração, ela se volta para honrar êste Deus de gloriosa libertação. Ela seguiu o restante dos israelitas espirituais para fora da Grande Babilônia e se purificou de tôda a sua contaminação, dedicando-se corajosamente à pura e santa adoração de Jeová Deus. (Esd. 2:64, 65; Nee. 7:66, 67; Apo. 7:9-17) Entrou então no gôzo de sua liberdade religiosa. Ela se ofereceu para servir com o restante quais mensageiros da libertação, e Deus se agradou de enviá-la.

      27. Por quanto tempo mais continuará a obra de libertação e por causa de quem é ela feita?

      27 A derrubada Babilônia, a Grande, está aproximando-se de sua terrível destruição. Os que permanecem nela serão acusados de participar da responsabilidade dos seus pecados e serão destruídos com ela. Até à sua destruição às mãos de Jeová Deus, contra quem ela vem pecando, há uma obra de libertação a ser feita por causa das pessoas que ainda estão nela e que desejam liberdade religiosa para servir ao único Deus verdadeiro e vivo. Seus olhos anseiam ver os formosos pés dos mensageiros das boas novas. O tempo é pouco. Mãos à obra, pois, todos os livres mensageiros da libertação!

  • Um clérigo sensato elogia as Testemunhas de Jeová
    A Sentinela — 1964 | 1.° de agosto
    • Um Clérigo Sensato Elogia as Testemunhas de Jeová

      Um ministro de tempo integral, numa cidade do interior de São Paulo, relatou a seguinte experiência, numa assembléia de circuito:

      “Encontrei, no meu ministério de pregação, uma família muito católica, que ouviu bem as boas novas do Reino. Deixei com êles uma revista. Passados três dias, voltei para revisitar a família. Sòmente uma pessoa da família mostrou interêsse nas boas novas. Daí em diante, eu ia sempre falar com esta pessoa, o filho mais velho da família, e que logo depois ficou cego. No entanto, sempre tinha interêsse em aprender mais, até que se batizou, indo também pregar de casa em casa.

      “Seus pais eram sempre frios quanto à verdade e iam todos os domingos à missa, além de serem muito amigos de certo Frei Rodolfo, da Igreja Católica.

      “Chegou o tempo em que a Sociedade publicou o livro Paraíso. O pai da família, vendo êste livro tão bonito e ilustrado, começou a se interessar em examiná-lo. Certo domingo de manhã, quando abria o livro e começava a ler, chegou de surprêsa o frei. Vendo êle que era o frei, jogou o livro na gaveta com tôda a pressa. Mas, o frei disse: ‘Eu já vi! Não adianta mais esconder, Sr. Antônio!’ Êle ficou pálido e perguntou: ‘O que o frei acha das Testemunhas de Jeová?’ O frei respondeu com outra pergunta: ‘Estuda com elas?’ O pai da família respondeu que não. ‘Por curiosidade apenas estava lendo o livro’ — e tirou da gaveta o livro, pondo-o nas mãos do frei. Frei Rodolfo disse: ‘Eu vim aqui para me despedir. Vou para Campos de Jordão, tratar-me dos pulmões, mas vou dizer-lhes a verdade sobre as testemunhas de Jeová. Não sou contra elas, porque sòmente elas ensinam a verdade e pregam a única esperança para tôda a humanidade, as boas novas do Reino, o maior trabalho do cristão.’ E concluiu: ‘Estude com elas, seja uma delas!’“ O bom conselho foi seguido. Tôda a família é feliz, tornando-se testemunhas de Jeová.

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