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“Saí dela, povo meu”A Sentinela — 1980 | 15 de novembro
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Babilônia e a todos os habitantes da Caldéia toda a sua maldade que cometerem) em Sião diante dos vossos olhos’, é a pronunciação de Jeová.”
18. Por causa de todo o vitupério lançado sobre o nome divino, de que ponto de vista pode o restante expressar um desejo correto com respeito à violência e ao derramamento de sangue de Babilônia, a Grande?
18 Lembremo-nos de todo o vitupério que o babilônico sistema mundial de religião lançou sobre o nome do único Deus vivente e verdadeiro, especialmente por perseguir pessoas dedicadas que reverenciam e levam o nome Dele. Assim poderemos reconhecer por que é do próprio propósito de Jeová eliminar com justiça o instrumento terrestre que foi usado principalmente pelo principal adversário dele, Satanás, o diabo. Portanto, os que na terra representam a Sião celestial apenas estão adotando o ponto de vista do próprio Jeová sobre a questão e estão concordando com o seu propósito declarado, quando dizem: “‘A violência feita a mim e ao meu organismo esteja sobre Babilônia!’ dirá a moradora de Sião. ‘E meu sangue esteja sobre os habitantes da Caldéia!’ dirá Jerusalém.” — Jer. 51:35.
19. Como se compara a crueldade de tais orações, a que alguns objetam, com o que Jeová diz, falando por si mesmo, em Jeremias 51:36, 37?
19 Que nenhum objetor, que atribui crueldade a tais orações de Sião e Jerusalém, imagine que Jeová Deus seria injusto se respondesse a elas contra a atual Babilônia, a Grande. Ele não desconsidera o fato histórico de que ela tem recorrido à violência contra os adoradores de Jeová, até mesmo derramando o sangue inocente deles. Que fale por si mesmo, nas palavras de Jeremias 51:36, 37: “Portanto, assim disse Jeová: ‘Eis que pleiteio a tua causa e certamente tomarei vingança por ti. E vou drenar-lhe o mar [de intercâmbio comercial] e vou secar-lhe os poços. E Babilônia terá de tornar-se em montões de pedras.’”
20. O que atesta a situação atual do lugar da antiga Babilônia quanto à atuação de Jeová?
20 Essa profecia, conforme proclamada em 614 A. E. C., ou 75 anos antes de Babilônia ser capturada, parecia então impossível de se cumprir. Em 614 A. E. C., Babilônia atingia seu auge de poder e glória. Mas hoje, o lugar onde se erguia orgulhosamente a antiga Babilônia, à beira do rio Eufrates, atesta que Jeová não errou na profecia. Ali sobram apenas poucas das pedras originais de Babilônia. A garantia que Jeová deu ao seu maltratado povo mostrou ser veraz. Ele pleiteou mesmo a sua “causa” no tribunal do universo; executou por eles a vingança divina. Cuidou corretamente que as contas fossem ajustadas.
21, 22. Segundo o Salmo 137:8, 9, que felicidade terá o Ciro Maior no futuro próximo?
21 Feliz será o serviço oficial do antitípico Ciro, o glorificado Jesus Cristo, no futuro próximo, ao cuidar de que se ajustem as contas com a atual Babilônia, a Grande. Os adoradores de Jeová, que sofreram as mãos dela, adotam o conceito divino de justiça, e, por isso, podem juntar-se ao salmista inspirado em dizer:
22 “Ó filha de Babilônia, que és para ser assolada, feliz será aquele que te recompensar com o teu próprio tratamento com que nos trataste. Feliz será aquele que segurar e deveras espatifar tuas crianças contra o rochedo.” — Sal. 137:8, 9.
23. Usar-se-ão instrumentos terrestres na derrubada de Babilônia, a Grande, e, no entanto, quem assume a responsabilidade por isso?
23 No tempo devido, instrumentos humanos, terrenos, terão rédeas soltas para destruir Babilônia, a Grande. (Rev. 17:15-18) Mas, Jesus Cristo será feliz em assumir a responsabilidade pela eliminação deste império mundial da religião falsa. A profecia bíblica atribui a ele, como sendo o Ciro Maior, a derrubada merecida de Babilônia, a Grande. Ele, quando esteve como homem na terra, e também os seguidores de seus passos haviam sofrido às mãos violentas dela. — Rev. 18:24.
24. (a) Como mostra Babilônia, a Grande, a sua presunção quanto ao domínio? (b) “Filha” de quem é ela, e que coisas calamitosas lhe sobrevirão em breve? Como?
24 Babilônia, a Grande, tem sido a personificação da Presunção. (Jer. 50:31, 32) Não é a atual Jerusalém ou Sião terrestre, onde se ergue o islâmico “Zimbório da Rocha”, mas o Monte Sião celestial que ela considera como seu rival, porque é ali que rege o Ciro Maior como Rei. Para mostrar essa rivalidade, ela diz: “Estou sentada como rainha.” (Rev. 18:7) Ser ela chamada de “filha”, assim como foi a antiga Babilônia, é porque realmente é tal para Satanás, o diabo. (João 8:44; Jer. 50:42; 51:33) Para esta fornicadora religiosa se predisseram duas coisas desastrosas como sobrevindo-lhe velozmente: “A perda de filhos e a viuvez.” (Isa. 47:9; Rev. 18:7, 8; Jer. 50:9) Os membros de sua organização religiosa ou serão mortos na vindoura “grande tribulação”, ou se tornarão como mortos para ela por renunciarem a ela, não professando ter religião nenhuma. Isto a fará prantear!
25. Se não quisermos ser classificados entre esses “filhos” babilônicos, que hão de ser espatifados “contra o rochedo”, o que temos de fazer sem demora?
25 Será que gostaríamos de ser contados entre os “filhos” religiosos de Babilônia, a Grande, quando chegar o tempo designado de Deus para estes serem espatifados “contra o rochedo”? Se não quisermos ser classificados assim, especialmente se afirmarmos estar entre os que Deus chama de “povo meu”, então devemos fazer o quê? Nada menos do que aproveitar-nos do tempo restante e obedecer à ordem misericordiosa de Deus por meio de sua Palavra: “Saí dela, povo meu, se não quiserdes compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber parte das suas pragas.” — Rev. 18:4; Jer. 50:8.
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A calamidade que defronta todos os religionários do mundoA Sentinela — 1980 | 15 de novembro
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A calamidade que defronta todos os religionários do mundo
1. Em quanto se calcula a população religiosa, e que impacto causará nas nações a queda desse império religioso?
A POPULAÇÃO religiosa do mundo é enorme. O Almanaque Mundial de 1980 (ed. ingl.) calcula-a como ascendendo a 2.511.417.750. Este número inclui os que afirmam ser cristãos, judeus, muçulmanos, budistas, hindus, e outros. Quando este internamente dividido império religioso cair, a maior parte da humanidade sobrevivente ficará abismada. O impacto desconcertante disso foi predito nas seguintes palavras: “Diante do ruído, quando Babilônia tiver sido tomada, certamente se fará tremer a terra e entre as nações se ouvirá um clamor.” “Escuta! Há um clamor procedente de Babilônia e uma grande derrocada da terra dos caldeus, porque Jeová está assolando Babilônia e ele certamente destruirá do meio dela a grande voz, e suas ondas serão realmente turbulentas como muitas águas. Certamente se dará vazão ao barulho da sua voz. Porque terá de vir sobre ela, sobre Babilônia, o assolador, e seus poderosos hão de ser capturados. Os arcos deles terão de ser fragmentados, porque Jeová é um Deus de recompensas. Ele retribuirá impreterivelmente.” — Jer. 50:46; 51:54-56.
2. (a) Com que espécie de “voz” falava a antiga Babilônia com as nações, mas como foi sua “voz” sufocada? (b) Revelação retrata o equivalente hodierno dela como montada em que, e o que lhe fará esta?
2 O cumprimento disso constituirá um evento que mudará o mundo, como nunca
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