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    • do vinho junto com a refeição, antes, bebeu vinho junto com seus apóstolos, e depois disso, ofereceu um cálice a seus discípulos para que o bebessem, ao introduzir a Refeição Noturna do Senhor, a Comemoração de sua morte. — Luc. 22:15-18, 20.

      De acordo com fontes judaicas tradicionais, empregava-se o vinho tinto, e passavam-se quatro cálices, embora tal serviço não se restringisse a quatro cálices. Durante a refeição, entoavam-se os Salmos 113 a 118, concluindo com o Salmo 118. É provável que fosse um destes salmos que Jesus e seus apóstolos cantaram ao concluir a Refeição Noturna do Senhor. — Mat. 26:30.

      COSTUMES DA ÉPOCA DA PÁSCOA

      Em Jerusalém, faziam-se grandes preparativos quando tal festividade se aproximava, visto ser um requisito da Lei que todo varão israelita e todo varão dentre os residentes forasteiros circuncisos celebrassem a Páscoa. (Núm. 9:9-14) Isto significava que grandes números viajavam para a cidade com alguns dias de antecedência. Chegavam antes da Páscoa, a fim de se purificarem cerimonialmente. (João 11:55) Diz-se que se enviavam homens, com um mês de antecedência, para preparar as pontes e colocar as estradas em boas condições para a conveniência dos peregrinos. Visto que o contato com um cadáver tornava impura uma pessoa, tomavam-se precauções especiais para proteger o viajante. Por ser costumeiro enterrar pessoas em campos abertos, caso morressem ali, tornavam conspícuos os túmulos por caiá-los um mês antes. Isto fornece o fundo para as palavras de Jesus aos escribas e fariseus, de que eles se assemelhavam a “sepulcros caiados”. — Mat. 23:27.

      Para os que vinham a Jerusalém a fim de celebrar a Páscoa, ofereciam-se acomodações nas casas. Num lar oriental, podia-se dormir em todos os cômodos, e várias pessoas eram alojadas em um só aposento. Também, o terraço plano da casa podia ser utilizado. Adicionava-se a isto o fato de que muitos dos celebrantes obtinham alojamentos fora dos muros da cidade, especialmente em Betfagé e Betânia, dois povoados que se localizavam nas encostas do monte das Oliveiras. — Mar. 11:1; 14:3.

      QUESTÕES QUANTO À SEQÜÊNCIA DE TEMPO

      Foi uma questão de aviltamento que deu origem às palavras: “Eles mesmos não entraram no palácio do governador, para que não se aviltassem, mas pudessem comer a páscoa.” (João 18:28) Tais judeus consideravam um aviltamento entrar numa moradia de gentios. (Atos 10:28) Esta declaração, contudo, foi feita “de manhã cedo”, assim sendo, depois de a refeição da Páscoa já ter sido comida. Deve-se notar que, nessa época, o período inteiro, incluindo o dia da Páscoa e a Festividade dos Pães Não-Fermentados que se seguia, era às vezes mencionado como “Páscoa”. À luz deste fato, o bem-conhecido perito, Alfred Edersheim, oferece a seguinte explanação: Na Páscoa era feita uma oferta de paz, voluntária, e outra que era obrigatória, no dia seguinte, o dia de 15 de nisã, o primeiro dia da Festividade dos Pães Não-Fermentados. Era esta segunda oferta que os judeus tinham receio de não poder comer, caso se tornassem aviltados na sala de julgamentos de Pilatos.

      O “primeiro dia dos Pães não Fermentados”

      Surge também uma questão relacionada com a declaração de Mateus 26:17: “No primeiro dia dos Pães não Fermentados, os discípulos vieram a Jesus, dizendo: ‘Onde queres que preparemos para comeres a páscoa?’ ” A expressão “primeiro dia” aqui poderia ser traduzida como “o dia anterior”. A respeito do emprego da palavra grega aqui traduzida “primeiro”, uma nota de rodapé sobre Mateus 26:17, na Tradução do Novo Mundo (ed. 1950, em inglês), afirma: “Ou: ‘O dia anterior’. Esta tradução da palavra grega πρῶτος [prótos], seguida pelo genitivo da palavra seguinte, concorda com o sentido e a tradução de uma construção semelhante em João 1:15, a saber: ‘Ele existia antes [prótos] de mim.’ Em grego posterior, prótos, seguido pelo genitivo, é às vezes empregado quando seria de esperar próteros, antes ou anteriormente. [Greek-English Lexicon (Léxico Greco-Inglês), de Liddell-Scott, Reimpressão de 1948, sob πρῶτος.]” Nessa época, o dia da Páscoa viera a ser considerado, em geral, como o primeiro dia da Festividade dos Pães Não-Fermentados. Assim, então, o grego original, harmonizado com o costume judaico, permite que a pergunta tenha sido proposta a Jesus no dia anterior à Páscoa.

      ”Preparação”

      Em João 19:14, o apóstolo João, descrevendo a parte final do julgamento de Jesus perante Pilatos, afirma: “Ora, era a preparação da páscoa; era cerca da sexta hora [do período diurno, entre 11 e 12 horas].” Isto, por certo, se deu depois da hora da refeição pascal, que tinha sido comida na noite anterior. Expressões similares são encontradas nos versículos 31 e 42. Aqui o vocábulo grego paraskeué é traduzido “preparação”. Esta palavra parece assinalar, não o dia que antecedia 14 de nisã, mas o dia que precedia o sábado semanal, que, neste caso, era um “grande”, a saber, não só um sábado em virtude de ser 15 de nisã, o primeiro dia da Festividade dos Pães Não-Fermentados em si, mas também um sábado semanal. Isto é compreensível, uma vez que, conforme já expresso, o termo “Páscoa“ às vezes era empregado para referir-se à inteira festividade. — João 19:31; veja Preparação.

      SIGNIFICADO PROFÉTICO

      O apóstolo Paulo, ao instar com os cristãos a levar vidas limpas, atribui significado pictórico à Páscoa. Afirma ele: “Pois, deveras, Cristo, a nossa páscoa, já tem sido sacrificado.” (1 Cor. 5:7) Ele aqui assemelha Cristo Jesus ao cordeiro pascal. João, o Batizador, apontou para Jesus, dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29) É possível que João tivesse presente o cordeiro pascal, ou poderia estar pensando no cordeiro que Abraão ofereceu, em lugar de seu próprio filho, Isaque, ou no cordeiro que era oferecido cada manhã e noitinha sobre o altar de Deus, em Jerusalém. — Gên. 22:13; Êxo. 29:38-42.

      Certas modalidades da celebração da Páscoa foram cumpridas por Jesus. Um dos cumprimentos reside em que o sangue sobre as casas no Egito livrou os primogênitos israelitas da destruição às mãos do anjo destruidor. Paulo fala dos cristãos ungidos como sendo a congregação dos primogênitos (Heb. 12:23), e de Cristo como o seu libertador, mediante o seu sangue. (1 Tes. 1:10; Efé. 1:7) Não deviam ser quebrados quaisquer ossos do cordeiro pascal. Isto tinha sido profetizado sobre Jesus, e se cumpriu por ocasião de sua morte, que nenhum de seus ossos foi quebrado. (Sal. 34:20; João 19:36) Assim, a Páscoa comemorada pelos judeus, durante séculos, era uma daquelas coisas em que a Lei provia uma sombra das coisas vindouras, e apontava para Jesus Cristo, “o Cordeiro de Deus”. — Heb. 10:1; João 1:29.

  • Passarlnheiro (Caçador De Aves)
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    • PASSARlNHEIRO (CAÇADOR DE AVES)

      Alguém empenhado na captura de aves e de pássaros. (Pro. 6:5; Sal. 124:7) Entre os hebreus, isto parece ter sido feito primariamente por meio de armadilhas, laços e redes, embora outros meios talvez fossem empregados, tais como o arco e a flecha, a funda e, talvez, como no Egito, arremesso de Varas.

      O caçador de aves dos tempos antigos tinha de estudar os vários hábitos e peculiaridades de cada espécie de ave, e utilizar métodos astutos de ocultação e de camuflagem ao colocar suas armadilhas. (Compare com Jó 18:10; Salmo 64:5, 6; 140:5.) Mesmo o pardal comum (Mat. 10:29) possui uma visão duas vezes mais aguçada que a do homem, ao passo que certas aves podem divisar objetos a uma distância que exigiría, da parte dos humanos, o emprego de binóculos. Esta visão aguçada, em adição à cautela natural das aves, indica a veracidade do provérbio: “É debalde que se estende á rede diante dos olhos de algo que tem asas.” — Pro. 1:17.

      Lastreado nos exemplos encontrados em antigos relevos egípcios, e também nos métodos utilizados nos tempos recentes, no Egito e nos países da Arábia, parece que certo tipo de armadilha possuía uma base de madeira, com duas redes alçadas ou com meias-armações ligadas por um eixo comum. Estas eram deitadas abertas, sendo armadas com uma espécie de trave. A armadilha podia ser disparada pelo caçador de aves, ou ser ativada quando a ave tocava na isca, no centro da armadilha, fazendo com que as redes se fechassem subitamente e enredassem a vítima. (Jó 19:6) Uma rede-alçapão egípcia, usada na Captura de gansos ou de outras aves aquáticas, podia ter até 3 m de comprimento e 1,5 m de largura, exigindo de quatro a cinco ajudantes para fechá-la rapidamente por puxarem uma corda, ao sinal do caçador de aves. As vítimas eram então colocadas em gaiolas, aguardando sua venda ou matança. — Compare com Jeremias 5:26, 27.

      Algumas redes também eram suspensas de forma frouxa, entre dois paus, próximo do ninho de várias aves, e, à noite, os caçadores assustavam as aves com gritos e lamparinas, fazendo com que abandonassem o ninho e ficassem enredadas na rede. Às vezes também se empregavam redes suspensas desse mesmo modo para capturar aves em pleno vôo, durante as migrações noturnas; outras eram lançadas como rede de arrasto sobre os arbustos em que as avés descansavam. — Osé. 7:11, 12.

      Outro método mui comum era a utilização duma armadilha, que consistia em um laço de corda, ligado a um galhinho flexível. O galho era recurvado até o chão e preso levemente, sendo a isca colocada de tal modo que, quando tocada pela ave, o galho voava no ar, prendendo o laço no pescoço ou nas pernas da ave, é erguendo-a do solo. Ao escrever aos cristãos, o apóstolo Paulo se refere, evidentemente, a um instrumento similar, quando confirma aos coríntios que seu conselho sobre o casamento não é para lhes “armar um laço [Gr., brókhon]”. — 1 Cor. 7:35.

      A vara de arremesso, que aparece nos murais egípcios, era um tipo de bumerangue, com c. 46 cm de comprimento. Era atirada nos pés das aves que se alimentavam em bandos no solo, tais como perdizes, codornizes e outras.

      — Compare com 1 Samuel 26:20.

  • Pássaros
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    • PÁSSAROS

      Veja AVES.

  • Pastagens(Pastios)
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    • PASTAGENS(PASTIOS)

      Em torno de cada uma das quarenta e oito cidades dos levitas, espalhadas em Israel, foram designados pastios (“pastagens”, Vozes; “subúrbios”, CBC; “arrabaldes”, Al). Estes jamais deviam ser vendidos, embora as casas nas cidades pudessem ser vendidas e ficassem sob os regulamentos do Jubileu. — Núm. 35:2-5; Lev. 25: 32-34; Jos. 21:41, 42.

      A área dos pastios devia estender-se “desde o muro da cidade para fora por mil côvados [c. 445 m], em todo o redor”. O versículo seguinte, porém, acrescenta: “E tendes de medir fora da cidade, do lado do leste, dois mil côvados”, e a mesma coisa em todas as quatro direções. (Núm. 35:4,  5) Têm-se oferecido

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