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  • “Cada um no seu lugar”
    A Sentinela — 1982 | 1.° de dezembro
    • um tivesse resolvido por conta própria que havia outros pontos vantajosos em volta do acampamento do inimigo que eram preferíveis aos que lhes haviam sido designados? Há nisso tudo princípios vitais pelos quais nos devemos orientar hoje em dia, visto que ‘estas coisas lhes sobrevieram para que observássemos o exemplo e tirássemos proveito pessoal’. — 1 Coríntios 10:11.

      8. A quem precisamos recorrer para obter a vitória no nosso combate?

      8 No nosso combate cristão, temos de reconhecer a Jeová em todos os nossos caminhos. Temos de recorrer a ele e confiar nele como o Dador da vitória. Por outro lado, a estratégia esperta dos homens, as mais profundas ponderações de meros homens, não podem garantir a vitória. “Não por força militar, nem por poder, mas por meu espírito”, disse Jeová. (Zacarias 4:6) Portanto, ao travarmos dia a dia a luta em apoio à verdade e à justiça, nós, cristãos, evitaremos idéias e métodos mundanos que estejam em oposição aos princípios que Deus provê para orientar seu povo. Qualquer inclinação para o conselho de pessoas do mundo revela fraqueza de fé na capacidade de nosso Deus de ajudar-nos em tempo de necessidade. Nossa convicção deve ser tão forte quanto a do escritor bíblico Tiago (1:5): “Se alguém de vós tiver falta de sabedoria, persista ele em pedi-la a Deus, pois ele dá generosamente a todos, e sem censurar; e ser-lhe-á dada.”

      ‘APRENDAM POR OBSERVAR-ME’

      9, 10. (a) Quem é atualmente o nosso Comandante e Líder? (b) Sendo invisível, como é que podemos ‘observá-lo’?

      9 Cristo Jesus, o Gideão Maior, está agora no pleno comando de suas forças visíveis e invisíveis. Por meio dele, Jeová revela progressivamente seus propósitos e sua cronometragem dos acontecimentos que tem que ver com seu povo. Quão emocionante é saber que Cristo Jesus está ativamente empenhado em dirigir todas as atividades de seus “soldados” na terra, assegurando-lhes assim uma participação na vitória final! Fiel à sua promessa, está com eles “todos os dias, até à terminação do sistema de coisas”. — Mateus 28:20.

      10 Visto que Cristo Jesus é agora o entronizado Líder e Comandante de todos os que lutam a favor da verdade e da justiça, nós podemos unicamente ‘aprender por observá-lo’, assim como os 300 aprenderam por observar a Gideão. (Juízes 7:17) Mas, como é que podemos ‘observar’ hoje a Cristo, já que ele é invisível? Nós o ‘observamos’ no sentido de que discernimos os seus sinais conforme dados por intermédio do seu visível “escravo” designado sobre todos os interesses terrestres do seu reino. (Mateus 24:45-47) É por meio deste instrumento designado pelo espírito que suas diretrizes e sua estratégia são comunicadas a todos os seus “soldados”. Estes últimos não se podem dar ao luxo de avançar por conta própria ou de ficar impacientes porque seu ponto de vista sobre as coisas não se realiza. A cronometragem dos assuntos é provida pelo nosso Comandante invisível. O conceito dele é que importa, não os nossos conceitos pessoais.

      EQUIPAMENTO DIVINAMENTE PROVIDO

      11. Que tipo de equipamento usam hoje os servos de Deus?

      11 O Gideão Maior sabe de que equipamento seus soldados na terra necessitam. Não necessitamos de armas e armaduras literais, pois não estamos lutando contra os nossos semelhantes. Travamos uma guerra espiritual. Portanto, nossas armas são “poderosas em Deus para demolir as coisas fortemente entrincheiradas . . . demolindo raciocínios e toda coisa altiva levantada contra o conhecimento de Deus . . . [trazendo] todo pensamento ao cativeiro, para fazê-lo obediente ao Cristo”. (2 Coríntios 10:4, 5) Não importa a oposição que lhes possa sobrevir, os fiéis guerreiros cristãos tem de tornar-se peritos no uso do equipamento divinamente provido, para que possam fazer assim como o apóstolo Pau]o, a saber, ‘falar às pessoas todo o conselho de Deus’. — Atos 20:27.

      12. (a) O que tornou o pequeno grupo de Gideão tão eficiente? (b) O que torna os servos de Jeová hoje em dia tão eficientes?

      12 Os soldados de Gideão tinham de agir como um só homem e usar seu equipamento para obter o resultado desejado. O destroçar dos 300 jarros de barro, o erguimento das 300 tochas, o alarme soado pelas 300 buzinas, e os brados de 300 vozes, lançados de todos os lados, em meio à calada da noite, contra os midianitas, certamente tiveram um efeito devastador sobre eles! De modo similar, não é verdade que mesmo agora a proclamação unida do reino de Deus e da Sua vingança induz o inimigo a exagerar o alcance e o perigo da mensagem proclamada a eles? Por que se dá isso? Porque a organização inteira do povo de Jeová obedece de bom grado aos tempos fixados para suas mensagens específicas ao mundo, de acordo com a orientação do Gideão Maior, dada por meio do seu “escravo” designado. Por outro lado, se cada Testemunha de Jeová agisse conforme seu agrado sobre quando e como proclamar a mensagem de Deus, como é que se conseguiria dar alguma vez o testemunho mundial? Certamente, torna-se claro que é da vontade de Jeová que ‘tenhamos entre nós próprios a mesma atitude mental que Cristo Jesus [o Gideão Maior] teve, para que, de comum acordo, com uma só boca, glorifiquemos o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo’. — Romanos 15:5, 6.

      13, 14. Que é que dá força à mensagem dos servos de Jeová hoje em dia?

      13 A força unificadora é o espírito de Jeová e Sua Palavra, a Bíblia. Felizmente, não saímos cada um ensinando a sua própria impressão da mensagem da Bíblia. Jeová tem provido uma boa quantidade de ajudas ao entendimento da Bíblia na forma de publicações, para que o nosso modo de pensar e o nosso ensino sejam harmoniosos. Evitamos assim a desastrosa falta de união e a multidão de doutrinas conflitantes da cristandade e do paganismo. Tampouco vacilamos em proclamar ou suavizamos a mensagem de Deus para as nações, que é de fato uma mensagem de grande esperança, mas também de vingança e de retribuição. Estamos bem apercebidos de que o toque da trombeta tem de ser alto e claro. — 1 Coríntios 14:8.

      14 Quão apropriado é, pois, que todos reconheçamos o valor do equipamento que Jeová nos provê para o combate cristão! Ele também nos instrui bem no seu uso, para que se dê o mais eficiente testemunho a pessoas e a nações. Não se trata da voz de uma só pessoa clamando no ermo, mas constitui um aviso alto e penetrante, que está sendo dado em todo o mundo. Deste modo, ‘Jeová certamente faz ouvir sua poderosa voz perante a sua força militar’. — Joel 2:9, 11.

      “CADA UM NO SEU LUGAR”

      15. Que atitudes teriam sido inimagináveis para qualquer dos homens de Gideão?

      15 No caso dos trezentos de Gideão, teria sido inimaginável que um deles, depois de ter sido designado ao seu posto, recusasse e quisesse trocar de posição com outro, ou mesmo escolher seu próprio ponto preferencial. Teria significado colocar seu próprio critério à frente do de Gideão, aquele que Jeová estava usando para comandar o ataque. Revelaria falta de humildade e displicência em aguardar o momento e a decisão de Jeová para fazer uma mudança. Como poderia tal atitude harmonizar-se com uma participação sincera no brado: “A espada de Jeová e de Gideão!”?

      16. Como nos ajudará a humildade na desincumbência de nossas obrigações?

      16 No atual arranjo de coisas de Jeová, cada um de nós precisa pensar primariamente no propósito de Jeová e nos interesses gerais do Seu reino. Precisamos nos desincumbir fielmente de nossos deveres designados, seja qual for o lugar dentro da organização que esteja envolvido. (1 Coríntios 4:2) Precisamos também demonstrar humildade, que não aprova a promoção pessoal. O princípio ensinado por Cristo Jesus aplica-se a todas as situações: “Quem se enaltecer, será humilhado, e quem se humilhar, será enaltecido.” (Mateus 23:12) E Tiago exortou: “Humilhai-vos [não apenas aos olhos dos homens, mas] aos olhos de Jeová, e ele vos enaltecerá.” — Tiago 4:10.

      17. Interessa-se Jeová pessoalmente em cada um de nós?

      17 Por estes motivos, podemos notar o pleno significado das palavras em Juízes 7:21: “Cada um no seu lugar.” Ao servirmos dentro da organização de Jeová, fiquemos contentes de servir onde quer que ele nos designe, e executemos o trabalho com a maior fidelidade possível. Estejamos convencidos de que Aquele que nota a queda até mesmo dum pequeno pardal tem muito mais interesse em nós, ao passo que trabalhamos realmente na tarefa que nos é designada. (Mateus 10:29-31) Ele sabe que instrução necessitamos e que trabalho é apropriado para nós, e por isso lida conosco em harmonia com isso. Podemos estar certos de que não estamos sendo despercebidos. — 1 Pedro 5:10.

      18. Por que temos hoje tão grande confiança em Jeová?

      18 Atualmente, todos os servos de Deus estão sob o comando do Gideão Maior, Cristo Jesus. Unidos, desejamos servir para a vindicação do nome de Jeová, permanecendo humildemente sujeitos aos seus regulamentos de batalha, “cada um no seu lugar”. Temos certeza de que a estratégia geral de Jeová assegurará a vitória final. E temos certeza também de que Jeová nota a nossa obediência leal e nos recompensará com a “verdadeira vida” em sua nova ordem, pois a Sua Palavra declara: “Tornai-vos constantes, inabaláveis, tendo sempre bastante para fazer na obra do Senhor, sabendo que o vosso labor não é em vão em conexão com o Senhor.” — 1 Timóteo 6:19; 1 Coríntios 15:58.

      Lembra-se Destes Pontos?

      □ Por que era a estratégia de Gideão tão diferente dos conceitos do mundo sobre táticas de guerra?

      □ O que tornou possível que Gideão tivesse uma vitória tão completa?

      □ Como se comunica Jeová com os seus servos hoje em dia?

      □ Qual é a atitude correta dos atuais ‘soldados de Cristo’ quanto às suas designações?

  • Avaliação do conhecimento humano segundo Einstein
    A Sentinela — 1982 | 1.° de dezembro
    • Avaliação do conhecimento humano segundo Einstein

      “A maior consecução de per si da ciência”, afirmou o famoso escritor científico Lewis Thomas, num ensaio publicado no Times de Nova Iorque, “é a descoberta de que somos profundamente ignorantes”. É essa declaração um exagero? Ao contrário, numa carta para o Times, Ely E. Pilchik escreveu: “Permita-me fornecer algum apoio [para a declaração de Thomas] duma fonte de razoável peso.” Explicou que em 20 de maio de 1954 ele havia dirigido a seguinte indagação ao professor Albert Einstein:

      “Relatou-se-me que por volta do mês passado o senhor travou conversações com um visitante, em que se considerou a questão do nosso conhecimento sobre as leis do universo. O senhor indicou que, apesar de todos os avanços, o nosso conhecimento permanece um tanto escasso. O senhor ilustrou isso com dois exemplos: Primeiro, nosso aumento em conhecimento é comparável ao que um homem, interessado em aprender mais sobre a lua, adquire quando sobe no telhado de sua casa para avistar mais de perto essa luminária.

      “De acordo com o relatório, sua segunda ilustração sobre o nosso ínfimo conhecimento do universo enfocou o momento em que o senhor completou sua fórmula da teoria geral da relatividade. [N]aquele momento, uma mosca comum pousou sobre seu papel. O senhor refletiu que ali havia assentado todas as principais leis físicas universais; por assim dizer, ali estava a chave para todos os segredos do universo, contudo o senhor não conhece realmente muito a respeito da natureza daquela pequena mosca.

      “Assim me foram transmitidas essas palavras. Gostaria, com sua permissão, de citá-las, caso estejam corretas. Do contrário, apreciaria muitíssimo que me corrigisse.”

      O indagador recebeu resposta datada de 21 de maio de 1954, que dizia: “A descrição de minha conversa com o seu informante está essencialmente correta e o senhor pode usá-la dessa forma. Com respeitosas saudações, Atenciosamente, (assinado) A. Einstein.” — Times de Nova Iorque, 1.º de setembro de 1981.

      Embora o homem continue a aumentar seu conhecimento sobre o universo, este ainda é relativamente escasso, fazendo lembrar as palavras de Jó a respeito de Deus e de sua criação: “Eis que estas são as beiradas dos seus caminhos, e que sussurro sobre o assunto se tem ouvido dele! Mas quem pode mostrar ter entendimento do seu poderoso trovão?” — Jó 26:14.

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