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  • Gideão — lutador modesto e valente a favor de Jeová
    A Sentinela — 1966 | 15 de outubro
    • por fim a meros 15.000 dos 135.000. Até mesmo estes remanescentes foram apanhados desprevenidos por Gideão e seus homens, que os dispersaram, capturando seus reis Zeba e Salmuna, a quem Gideão executou como criminosos de guerra. Assim terminou a invasão de Midiã e suas coortes. O crédito da vitória pertencia a Jeová! — Juí. 8:10-12, 21; 7:2, 22.

      Os midianitas foram derrotados de modo tão completo e devastador que Gideão pode julgar a Israel por quarenta anos, sem necessidade de recorrer de novo à guerra. Apreciando o que Gideão fizera, os homens de Israel lhe pediram que estabelecesse a sua família como dinastia governante: “Domina sobre nós, tanto tu, como teu filho e o filho de teu filho; porquanto nos livraste da mão dos midianitas.” Mas, não, Gideão, modesto guerreiro como ele era, não queria nada da pompa e da adoração de criaturas que acompanhava a realeza feita pelo homem: “Sobre vós eu não dominarei, nem tão pouco meu filho sobre vós dominará: o Senhor [Jeová] sobre vós dominará.” Contentava-se de permanecer juiz, servo de Deus e do povo, conforme necessitassem dele. — Juí. 8:22, 23, Al.

      No entanto, Gideão realmente sugeriu que contribuíssem parte das jóias de ouro que haviam ganho como despojo de guerra, o que fizeram, e com o que fez um éfode. Embora, sem dúvida, fizesse este éfode com boas intenções, no fim se mostrou um laço para todo o Israel, inclusive Gideão e sua família. Aparentemente os israelitas o idolatraram como o fizeram com a serpente de cobre que Moisés erguera no deserto. Assim, o registro de Gideão não deixa de ter uma falha séria — de novo um testemunho eloqüente do candor dos escritores bíblicos. — Juí. 8:24-27; 2 Reis 18:4.

      LIÇÕES PARA NÓS ATUALMENTE

      Há muito proveito a obter de se considerar o registro bíblico do Juiz Gideão. Assim como Gideão era homem de fé, confiando em Jeová Deus, embora confrontado com tremendas possibilidades, assim os cristãos hodiernos devem ter forte fé, pois também se acham em grande disparidade numérica para com um mundo descrente e hostil. Assim como Gideão se mostrou modesto desde o começo até o fim, assim os cristãos hodiernos têm de ser sempre modestos, ‘não pensando mais sobranceiramente de si mesmo do que é necessário pensar’. (Rom. 12:3) E assim como Gideão se mostrou cauteloso do início ao fim, assim os cristãos têm de ser cautelosos. Desejam assegurar-se das coisas que crêem, assim como fizeram os antigos bereanos; e, quando confrontados com os que gostariam de interferir em sua adoração, acatam as palavras de Jesus, de serem ‘cautelosos como as serpentes’. — Mat. 10:16; Atos 17:11; 1 Tes. 5:21.

      O registro de Gideão e seus 300 é também de significação profética para os cristãos, pois dele podemos tirar paralelos em nossos dias. De modo que, assim como Israel veio a estar cativo por causa de relaxamento em sua adoração a Jeová, assim o povo de Jeová nos tempos modernos, por certo tempo, veio a estar em escravidão aos agentes de Satanás por causa de relaxamento quanto à adoração pura. E, assim como Gideão, lá naquele tempo, mostrou-se quebrador de ídolos, assim os cristãos hodiernos expõem a idolatria na cristandade, literal e simbólica, tanto as estátuas de santos como tais ídolos-organizações como as Nações Unidas.

      Ademais, assim como Jeová proveu Gideão lá naquele tempo para livrar Seu povo, proveu o Gideão Maior, Jesus Cristo, para livrar Seu povo atualmente. Daí, de novo, assim como naquele tempo as provas revelaram aqueles que mereciam participar na vitória notável inicial por eliminar os que eram medrosos e não mantinham a vigilância, assim, nos tempos modernos, Jeová tem permitido provas que fizeram que os medrosos e os negligentes caíssem pelo caminho. E, por fim, assim como as forças combinadas de Israel foram usadas por Jeová para destruir as hostes invasoras de Midiã e suas coortes, assim Jesus Cristo e todas as suas forças celestes, inclusive as do Israel espiritual, destruirão todos os inimigos de Jeová Deus e de seu povo, em consonância com a inspirada oração do salmista: “Faze-lhes como fizeste a Midiã . . . Faze aos seus nobres como a Orebe, e como a Zeebe; e a todos os seus príncipes como a Zebá e como a Zalmuna; . . . Para que saibam que tu, a quem só pertence o nome de Jeová, és o Altíssimo sobre toda a terra.” — Sal. 83:9-18, Al.

      Na verdade, o relato de Gideão e seus 300 é parte de ‘toda a Escritura inspirada por Deus’, e é ‘proveitoso para nos ensinar, de modo que, como cristãos, possamos ser competentes, ficando completamente equipados para toda boa obra’; e, em especial, para que possamos ser fortes na fé e vigilantes, ainda assim, modestos e cautelosos! — 2 Tim. 3:16, 17.

  • A história desastrosa de Masada
    A Sentinela — 1966 | 15 de outubro
    • A história desastrosa de Masada

      OS JUDEUS no tempo de Cristo que aceitaram Jesus como o Messias podiam olhar para o futuro com confiança, sabendo que tinham a aprovação de Jeová. Em contraste, as profecias imutáveis da Bíblia deram ao restante do povo boa razão de olhar com ansiedade para o seu futuro sombrio.

      Séculos antes, o profeta Daniel predissera que algum tempo depois de o Messias ser cortado na morte haveria guerra e desolação. (Dar. 9:26) João Batista apontou para o “vindouro furor” de destruição ardente. (Mat. 3:7, 11, 12) Os “dias para se executar a justiça” viriam em breve, Jesus até mesmo dizendo às filhas de Jerusalém que ‘chorassem por elas mesmas e pelos seus filhos’ por causa do que lhes sobreviria. (Luc. 21:22; 23:28) Tais avisos tratavam especialmente da destruição ardente que veio sobre Jerusalém em 70 E. C., quando foi assolada por um dilúvio de romanos, sob a liderança do general romano, Tito.

      Ao passo que Jerusalém é amiúde considerada o foco da história judaica durante os anos turbulentos que seguiram à sua revolta em 66 E. C., outra localidade em Judéia teve importância trágica, naquele terrível período. Tal localidade era a fortaleza de rocha maciça chamada Masada. Pois ali, no ano 66 E. C., um grupo de patriotas fanáticos se apoderou do destacamento romano e o massacrou. O historiador Flávio Josefo chamou a matança de “o verdadeiro começo de nossa guerra com os romanos”. Tal grupo de Zeladores, chamados de Sicarii, por causa das adagas curtas (sicae) que portavam, desafiou os poderosos romanos até que sofreu o desastre em 73 E. C.

      O ESPLENDOR DE MASADA

      Recentes expedições arqueológicas estão retirando do pó e dentre as pedras muitos dos segredos da história e do esplendor de Masada, nome que significa “fortaleza”. De especial interesse para os estudantes da Bíblia é que foram encontrados ali rolos de Salmos, Gênesis e Levítico, obviamente escritos antes da queda de Masada.

      Viajando do sul de Jerusalém para a margem ocidental deserta do Mar Morto, a pessoa pode ver a colina de cume achatado ou mesa elevando-se a mais de 300 metros acima das ravinas circundantes. Pouco difere da descrição que Josefo fez há mais de 1.800 anos:

      “Havia uma rocha, não pequena em circunferência, e elevadissima. Estava rodeada de vales

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