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  • Construindo sobre o alicerce correto com materiais à prova de fogo
    A Sentinela — 1967 | 15 de junho
    • desconsiderar as especificações de Deus, que é o Principal Construtor e a quem pertencerá o edifício. Com respeito à base sobre a qual se apóia o edifício, Deus só aprova um alicerce para ele. O apóstolo Paulo sabia qual era esse alicerce. Quando fundou a congregação coríntia, este foi o alicerce que lançou a fim de trabalhar em harmonia com Deus e de ter a aprovação de Deus sobre seu trabalho. Todo outro co-trabalhador de Deus tinha de reconhecer esse alicerce que Paulo lançara e então construir sobre ele, ao invés de tentar lançar algum outro alicerce e transferir a superestrutura para esse outro alicerce. É por isso que Paulo avisou: “Nenhum homem pode lançar outro alicerce senão aquele que foi lançado, que é Jesus Cristo.” (1 Cor. 3:11) Esta era a rocha a que o Senhor Jesus se referiu ao dizer ao apóstolo Pedro: “Sobre esta rocha construirei a minha congregação, e os portões do Hades não a vencerão.” — Mat. 16:18.

      21. Com respeito ao batismo em água, como foi que Paulo lançou a Jesus Cristo como o alicerce?

      21 O pioneiro Paulo disse a respeito da congregação coríntia: “Lancei um alicerce.” (1 Cor. 3:10) Então, de que modo lançou Paulo a Jesus Cristo como o alicerce? Bem, quando Paulo veio pregar pela primeira vez em Corinto, não tornou o objeto de sua pregação a Simão Pedro ou Cefas, nem o eloqüente Apolo, nem mesmo a si próprio; nem batizou a qualquer pessoa ali em seu próprio nome. Em desafio, podia dizer-lhes: “Para que ninguém diga que fostes batizados no meu nome.” (1 Cor. 1:15) Pouco depois de partir de Corinto, relatou-se que Paulo estava em Éfeso e ali batizava em nome de Jesus. (Atos 19:1-7) Assim, batizava no mesmo nome em Corinto.

      22, 23. (a) Quando trabalhava junto aos judeus em Corinto, como foi que Paulo lançou a Jesus Cristo qual alicerce? (b) Por causa de Jesus Cristo ser o Alicerce, o que fez Deus que ele se tornasse para seus discípulos?

      22 O apóstolo Paulo lançou a Jesus Cristo como o alicerce, no sentido de que ensinou que Jesus Cristo é a base de nossa salvação do pecado e da morte. O registro da obra pioneira de Paulo em Corinto diz meridianamente: “Cada sábado, ele dava um discurso na sinagoga e persuadia judeus e gregos. Então, tendo descido tanto Silas como Timóteo da Macedônia, Paulo começou a ocupar-se intensamente com a palavra, testemunhando aos judeus para provar que Jesus é o Cristo.” (Atos 18:1-5) Até mesmo naquele país de filosofia grega pagã, Paulo não tentou misturar Jesus Cristo com os intelectuais pagãos ou a filosofia sábia segundo o mundo, mas pregou a Jesus Cristo pendurado numa estaca de tortura como sacrifício humano a Deus. Afirma Paulo:

      23 “Cristo não me mandou para estar batizando, mas para estar declarando as boas novas, não com sabedoria de palavra, a fim de que a estaca de tortura do Cristo não se torne inútil. Porque, tanto os judeus pedem sinais como os gregos procuram sabedoria; mas nós pregamos Cristo pendurado numa estaca, que é para os judeus causa de tropeço, mas para as nações [não-judaicas], tolice; no entanto, para os chamados, tanto judeus como gregos, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus. Porque uma coisa tola de Deus é mais sábia do que os homens, e uma coisa fraca de Deus é mais forte do que os homens. Mas, é devido a ele que estais em união com Cristo Jesus, que se tornou para nós sabedoria de Deus, também justiça e santificação, e livramento por meio de resgate; para que fosse assim como está escrito: ‘Quem se jactar, jacte-se em Jeová.”” — 1 Cor. 1:17, 22-25, 30, 31; Jer. 9:24.

      24. Quando ia a uma fortaleza da filosofia pagã, tal como era Corinto, a quem persistia Paulo em pregar, e por quê?

      24 Quando Paulo veio pregar as boas novas em Corinto, não estava receoso demais da sabedoria mundana dos gregos pagãos. Não tentou demonstrar grande intelectualidade de forma mundana, a fim de competir com a filosofia grega e mostrar que era mais sabido do que os filósofos gregos e, assim, granjear seguidores. Não tentou causar comichão nos ouvidos dos homens que procuravam a sabedoria mundana, as teorias e filosofias humanas. Foi ali para lançar a Jesus Cristo como alicerce para uma congregação cristã. “E assim”, diz ele em 1 Coríntios 2:1-5, “quando fui ter convosco, irmãos, não fui com extravagância de linguagem ou de sabedoria, declarando-vos o segredo sagrado de Deus. Pois decidi não saber coisa alguma entre vós, exceto Jesus Cristo, e este pendurado numa estaca. E fui ter convosco em fraqueza, e em temor, e com muito tremor; e a minha linguagem e aquilo que preguei não foram em palavras persuasivas de sabedoria, mas numa demonstração de espírito e de poder, para que a vossa fé não fosse na sabedoria de homens, mas no poder de Deus”.

      25. Em similar situação à de Paulo em Corinto, como poderá sentir-se o cristão que age como pioneiro, mas, o que pode fazer?

      25 Assim, como Paulo, o apóstolo, o cristão que age como pioneiro, atualmente, talvez trema e se sinta bem fraco ao ir a uma fortaleza de sabedoria filosófica humana. Todavia, ele pode fazer uma demonstração do espírito e do poder de Deus e firmar a fé que outros têm em Deus.

      26. (a) Como foi que o Senhor encorajou a Paulo em Corinto, e, assim, o que fez este? (b) Por que a congregação de Corinto ainda existia anos depois disso, segundo verificado?

      26 Não é de admirar que foi necessário que o Senhor encorajasse a Paulo em Corinto, assim como lemos: “O Senhor disse de noite a Paulo, por intermédio duma visão: ‘Não temas, mas persiste em falar e em não ficar calado, porque eu estou contigo e nenhum homem te assaltará para fazer-te dano; porque tenho muito povo nesta cidade.’ Destarte, demorou ali um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus.” (Atos 18:9-11) A palavra de Deus não foi posta em debandada pela filosofia pagã, sábia segundo o mundo. A congregação que Paulo fundou em Corinto ainda existia ali e florescia anos depois, quando Paulo escreveu sua primeira e segunda cartas aos cristãos coríntios. Fora erigida sobre o alicerce correto. Podia permanecer firme.

  • A necessidade de materiais ininflamáveis
    A Sentinela — 1967 | 15 de junho
    • A necessidade de materiais ininflamáveis

      1. Quando foi fundada a congregação cristã, e sobre que alicerce, e como foi que o discurso de orientação geral de Pedro mostrou esse fato?

      O ÚNICO alicerce permitido para o “edifício de Deus” é seu Filho, Jesus Cristo. A verdadeira congregação cristã, e não a cristandade, foi erigida sobre esse alicerce há dezenove séculos atrás, no dia de Pentecostes, de 6 de sivã do ano 33 E. C., em Jerusalém. Servindo como ‘co-trabalhador de Deus’, o apóstolo Pedro corajosamente anunciou o alicerce de Deus para o edifício de Deus e concluiu seu discurso de orientação geral aos judeus ali reunidos, dizendo: “Portanto, que toda a casa de Israel saiba com certeza que Deus o fez tanto Senhor como Cristo, a este Jesus, a quem pendurastes numa estaca.”

      2. Para que alicerce apontou o conselho de Pedro aos judeus afligidos pela consciência, e onde é que os membros do edifício de Deus se acham nesta era espacial?

      2 Então, quando os judeus de consciência afligida perguntaram o que deveriam fazer, segundo a provisão de Deus, Pedro ainda se apegou ao único alicerce de Deus, aconselhando-os: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado no nome de Jesus Cristo, para o perdão de vossos pecados, e recebereis a dádiva gratuita do espírito santo.” (Atos 2:1-38) Tal alicerce ali lançado tem suportado as tempestades assoladoras dos séculos. Hoje em dia, nesta era materialista, modernista, adoradora da ciência, nuclear e espacial, os membros do edifício de Deus permanecem imóveis, sobre esse mesmo alicerce imperecível.

      3, 4. (a) Que sacrifício temos de aceitar como estando situado à base de nossa salvação, e por quê? (b) Ao se construir, será suficiente construir sobre ele apenas como o sacrifício de resgate, e o que mostrou o discurso de Pedro em Pentecostes?

      3 Construir sobre Jesus Cristo como o Alicerce significa mais do que construir sobre ele como o sacrifício de resgate pelos nossos pecados. É verdade que seu sacrifício humano jaz à base de nossa salvação para a vida eterna. Temos de aceitar em seu sentido estrito as palavras de Jesus: “O Filho do homem não veio para que se lhe ministrasse, mas para ministrar e dar a sua alma como resgate em troca de muitos.” (Mat. 20:28) Temos de aceitar em seu sentido exato as palavras do apóstolo Paulo: “Nosso Salvador, Deus, cuja vontade é que toda sorte de homens sejam salvos e venham a ter um conhecimento exato da verdade. Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, um homem, Cristo Jesus, o qual se entregou como resgate correspondente por todos.” (1 Tim. 2:3-6) Mas, temos de aceitá-lo como sendo mais do que nosso Resgatador.

      4 ‘Temos de ter fé e esperança nele como o ressuscitado Jesus Cristo, exaltado à glória nos céus. Foi assim que Pedro o pregou aos judeus no dia de Pentecostes. Ele o apresentou como o ressuscitado Jesus, a quem Deus exaltara à sua própria mão direita e o fizera o Rei-Sacerdote prefigurado pelo antigo Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo.

      5. A aplicação feita por Pedro do Salmo 110:1 demanda que aplicação do Salmo 110:4, e, assim, temos de aceitar Jesus em que posição?

      5 Assim, Jesus subiu para o céu, em cumprimento do Salmo 110:1, conforme escrito pelo Rei Davi. Por isso Pedro, depois de falar de Jesus ser exaltado à mão direita de Deus, refere-se ao Salmo 110:1 e afirma: “Realmente, Davi não ascendeu aos céus, mas ele mesmo diz: ‘Jeová disse a meu Senhor: “Senta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos como escabelo para os teus pés.”’” E, por conseguinte, ao exaltado Senhor Jesus Cristo, à mão direita de Deus no céu, que se dirige o verso quatro do Salmo 110, nas seguintes palavras: “Jeová jurou (e ele não se lastimará): ‘Tu és sacerdote por tempo indefinido de acordo com a maneira de Melquisedeque!’ Este fato é repetidas vezes confirmado mais tarde nas inspiradas escrituras dirigidas aos hebreus cristianizados. (Atos 2:32-35; Heb. 1:1-4, 13; 5:5-10; 6:19 a 7:22; 10:12, 13) Como cristãos, temos de aceitar a Jesus em tal posição oficial.

      6. (a) Na atualidade, como mudaram as condições a respeito de Deus e seu Cristo desde as descritas no discurso de Pedro? (b) Como têm tratado a Cristo as nações gentias, mas, como temos de aceitá-lo agora?

      6 Entretanto, desde que o apóstolo Pedro fez seu discurso de Pentecostes, as circunstâncias têm mudado radicalmente com respeito a Deus e a seu Cristo. Apenas dez dias antes do discurso de Pedro, Jesus subira para o céu, para sentar-se à mão direita de Deus, e somente 638 anos dos Tempos dos Gentios, de 2.520 anos de duração, haviam passado. Mas, agora, tais Tempos dos Gentios já findaram. O outono de 1914 (hemisfério norte) marcou o seu fim. O tempo de Jesus esperar à mão direita de Deus já findou. Naquele tempo, Deus o trouxe como seu Rei entronizado e coroado, com autorização plena de começar a dominar no meio dos seus inimigos. Deus enviou então a vara de seu Rei empossado, Jesus Cristo, desde a Sião celeste, com a ordem de dominar no meio de seus inimigos. Desde então, ele tem reinado. Ele foi rejeitado pelos homens, pelas nações gentias que preferiram a Liga das Nações

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