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  • Quanto dependemos de Jesus Cristo?
    A Sentinela — 1978 | 15 de março
    • nada todo governo, e toda autoridade e poder”, e, “quando todas as coisas lhe tiverem sido sujeitas, então o próprio Filho também se sujeitará Aquele que lhe sujeitou todas as coisas, para que Deus seja todas as coisas para com todos”. (1 Cor. 15:24, 28) Quanta alegria Cristo deve ter na expectativa deste acontecimento!

      Assim, Jesus Cristo não terá nada de que se envergonhar, quando entregar o Reino a Deus, o verdadeiro Subjugador de todas as coisas. No entanto, mesmo depois de Jesus terminar seu reinado milenar, com a realização de seus julgamentos, ainda será veraz que “é Deus quem os declara justos”. (Rom. 8:33) Em harmonia com este fato básico, Jeová passará então a submeter à prova final aqueles que lhe foram entregues por Jesus Cristo na sua perfeição humana Para fazer esta prova decisiva, Satanás e seus demônios serão soltos do abismo, onde ficaram encarcerados por mil anos. Daí, aqueles que egoistamente sucumbirem na prova que os demônios lhes causarem serão aniquilados na “segunda morte”, da qual não há ressurreição. (Rev. 20:7-15) Por outro lado, os que mantiverem sua integridade e apoiarem lealmente a soberania universal de Jeová serão recompensados. Ele os justificará ou ‘declarará justos’, e conceder-lhes-á o dom da vida eterna na sua perfeição humana, na terra paradísica.

      A NECESSIDADE DE RECONHECER AGORA A POSIÇÃO DE CRISTO

      Agora, além de ser Sumo Sacerdote, Jesus é Cabeça da congregação cristã. (Col. 1:18) Embora haja anciãos e “dádivas em homens”, que são de grande ajuda para os membros da congregação, estes são apenas servos para ministrar as necessidades da organização que é como uma família. (Efé. 4:8; Luc. 22:26; 1 Cor. 3:5) É preciso lembrar que não são chefes, ‘amos de nossa fé’, aqueles de quem procede nosso alimento espiritual, mas apenas colaboradores sob Cristo. (2 Cor. 1:24) O apóstolo Paulo disse: “Não importa quantas sejam as promessas de Deus, elas se tornaram Sim [confirmadas, cumpridas, realizadas] por meio dele [Jesus Cristo].” (2 Cor. 1:20) Também, Cristo ‘tornou-se para nós sabedoria de Deus, também justiça e santificação, e livramento por meio de resgate’. — 1 Cor. 1:30.

      Portanto, temos de reconhecer que Cristo é real, não remoto, mas presente conosco, representante principal de Deus ao nosso lado, para cuidar de nós, fortalecer-nos e proteger-nos em todas as ocasiões Devemos reconhecer a sua proximidade. Ele nos ajudará em decisões difíceis. Quando nos virmos confrontados com severa oposição, ele ‘nos dará uma boca e sabedoria, à qual todos os nossos opositores juntos não poderão resistir, nem a disputar’. — Luc. 21:15.

      Em João 6:51, Jesus Cristo salienta que o mundo da humanidade depende dele, dizendo nas palavras que dirigiu aos judeus: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e, de fato, o pão que eu hei de dar é a minha carne a favor da vida do mundo.”

      Durante o reinado milenar de Cristo, todos os seus súditos terrestres, os que sobreviverem à vindoura “grande tribulação” e os que ressuscitarem dentre os mortos, terão o privilégio de se alimentar deste maná celestial, por exercerem fé no sacrifício da perfeita humanidade de Cristo, visando a vida eterna. — Rev. 7:14, 15; João 5:28, 29.

      Por conseguinte, devemos ter em mente a posição em que Jeová colocou seu Filho. Devemos estudar as suas palavras na Bíblia e observar cuidadosamente a sua orientação. Qualquer ancião deve sempre olhar para a liderança de Cristo, o exemplo dele, sua direção e suas palavras, como Cabeça da congregação. — Col. 1:18.

      Lembramo-nos sempre de que Jeová é Aquele que deve ser adorado, mas que Deus escolheu dar honra ao seu Filho. (João 5:23) O próprio objetivo de Jesus, de fazer seu sacrifício e sua obra, era voltar a humanidade para a verdadeira adoração de Jeová e para restabelecê-la na perfeição, tudo para a glória de Deus. Tudo isso resulta na felicidade do gênero humano, a quem Deus e seu Filho amam e por quem Deus e seu Filho amam e por quem Deus entregou seu Filho. O Filho voluntariamente cooperou por padecer, a fim de que nós vivêssemos. — João 3:16.

  • O que o sábio queria dizer?
    A Sentinela — 1978 | 15 de março
    • O que o sábio queria dizer?

      A SABEDORIA pode ter um efeito sadio sobre quem a possui. “Quem é igual ao sábio?” escreveu o Rei Salomão. “E quem sabe a interpretação duma coisa? A sabedoria do próprio homem lhe faz brilhar a face, e até mesmo a severidade da sua face muda para melhor.” — Ecl. 8:1.

      O verdadeiramente sábio destaca-se na sociedade humana, não tendo igual. Além de outro sábio, não há ninguém igual a ele. Sabe “a interpretação duma coisa”, quer dizer, possui a necessária perspicácia para resolver problemas desconcertantes da vida.

      Mesmo o semblante do sábio é agradável. Sua face irradia alegria e satisfação íntimas. Em resultado, o que de outro modo poderia parecer como rosto severo e carrancudo, assume uma expressão atraente.

      Como Lidar com Governo Humano Imperfeito

      Salomão, como rei, estava em boa situação para dar conselho sobre como se age sabiamente para com os governantes. Ele declarou: “Guarda a própria ordem do rei, e isso de consideração para com o juramento de Deus. Não te precipites, para que não saias de diante dele Não fiques de pé numa coisa má. Pois fará tudo o que se agradar de fazer, porque a palavra do Rei é o poder do controle; e quem lhe pode dizer: ‘Que estás fazendo?’” — Ecl. 8:2-4.

      No antigo Israel, os anciãos representativos da nação talvez entrassem num pacto com o rei, concordando em permanecer leais a ele. Por exemplo, lemos sobre Davi: “Vieram, pois, todos os [anciãos] de Israel ao Rei em Hébron e o Rei Davi concluiu com eles um pacto em Hébron, perante Jeová.” (2 Sam. 5:3) Por conseguinte, a desobediência à ordem do Rei significava infidelidade ao juramento de lealdade feito perante Jeová. Por outro lado, a obediência era ter respeito para com o verdadeiro Deus, em cuja presença se celebrara o pacto. De modo similar, por respeito a Jeová, os verdadeiros cristãos permanecem submissos aos governos deste mundo, reconhecendo que estes existem por permissão de Deus. — Rom. 13:1, 2.

      O conselho de Salomão, sobre não se precipitar em deixar a presença do rei, é ampliada em Eclesiastes 10:4: “Se o espírito dum governante se levantar contra ti, não deixes o teu próprio lugar, pois a própria calma aquieta grandes pecados.” Alguém talvez seja corrigido ou castigado por outro em autoridade. Ele talvez se ressinta da correção e esteja pronto para renunciar a um cargo, ou mesmo a mudar de atitude para com o governante. Salomão, porém, recomenda que se evite a ação precipitada da troca de lealdade ou da renúncia a um cargo. O mesmo princípio pode ser aplicado hoje às relações entre patrões e empregados.

      O sábio Rei Salomão aconselha adicionalmente contra ‘ficar de pé numa coisa má’, quer dizer, contra ficar envolvido em algo que o governante considera mau. Em

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