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  • João vê o glorificado Jesus
    Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
    • última parte de 1914. O irrompimento da Primeira Guerra Mundial, naquele ano, assinalou “um princípio das dores de aflição”, que têm continuado a atormentar a humanidade. Quão notavelmente os acontecimentos nesta Terra ensanguentada têm confirmado desde 1914 que esse ano foi o começo do “dia” da presença de Jesus! — Mateus 24:3-14.a

      4. (a) O que indicam as palavras da própria Revelação sobre o tempo do cumprimento da primeira visão? (b) Quando termina o cumprimento da primeira visão?

      4 Portanto, esta primeira visão e o conselho que contém referem-se ao dia do Senhor, de 1914 em diante. A indicação desse tempo é apoiada pelo fato de que, mais adiante em Revelação, o registro descreve a execução dos verdadeiros e justos julgamentos de Deus — acontecimentos em que o Senhor Jesus desempenha um papel destacado. (Revelação 11:18; 16:15; 17:1; 19:2, 11) Se o cumprimento da primeira visão começou em 1914, quando é que termina? Conforme as próprias mensagens mostram, a organização a que se dirigem é a congregação de ungidos, de Deus, na Terra. O cumprimento desta primeira visão termina, portanto, quando o último membro fiel desta congregação ungida morre e é ressuscitado para a vida celestial. Não obstante, o Dia do Senhor, com bênçãos para as outras ovelhas terrestres, continua até o fim do Reinado milenar de Jesus Cristo. — João 10:16; Revelação 20:4, 5.

      5. (a) Uma voz manda João fazer o quê? (b) Por que o lugar onde ficavam as “sete congregações” era favorável para se lhes enviar o rolo?

      5 Nesta primeira visão, antes de ver algo, João ouve alguma coisa: “E ouvi atrás de mim uma forte voz, semelhante à duma trombeta, dizendo: ‘O que vês, escreve num rolo e envia-o às sete congregações, em Éfeso, e em Esmirna, e em Pérgamo, e em Tiatira, e em Sardes, e em Filadélfia, e em Laodiceia.’” (Revelação 1:10b, 11) Com autoridade e de modo dominante, igual ao toque duma trombeta, uma voz manda João escrever às “sete congregações”. Ele há de receber uma série de mensagens e divulgar as coisas que verá e ouvirá. Queira notar que as congregações mencionadas aqui existiam realmente nos dias de João. Todas elas se situavam na Ásia Menor, defronte de Patmos, do outro lado do mar. Tinham fácil acesso entre si por meio das excelentes estradas romanas que existiam naquela região. Um mensageiro não teria nenhuma dificuldade de levar o rolo de uma congregação para outra. Estas sete congregações se pareceriam a um setor dum atual circuito das Testemunhas de Jeová.

      6. (a) A que se referem “as coisas que são”? (b) Por que podemos estar certos de que as condições existentes hoje na congregação dos cristãos ungidos devem ser similares às existentes nos dias de João?

      6 A maioria das profecias em Revelação haviam de cumprir-se depois do tempo de João. Referiam-se às “coisas que hão de ocorrer depois dessas”. Mas o conselho dado às sete congregações trata de “coisas que são”, situações que realmente existiam nas sete congregações naquele tempo. As mensagens eram ajudas valiosas para os fiéis anciãos designados naquelas sete congregações, bem como em todas as outras congregações dos cristãos ungidos daquele tempo.b Visto que a visão tem sua aplicação principal no dia do Senhor, o que Jesus diz serve de aviso de que se deviam esperar condições similares na congregação dos cristãos ungidos dos nossos dias. — Revelação 1:10, 19.

      7. A quem João vê nesta primeira visão, e por que é isso tão importante e emocionante para nós hoje?

      7 Nesta primeira visão, João vê o radiante Senhor Jesus Cristo na Sua glória celestial. O que poderia ser mais apropriado para um livro de profecias relacionadas com o grande dia deste Senhor, comissionado pelo céu? E o que poderia ser mais importante para nós, os que agora vivemos neste período e damos muita atenção a cada ordem sua? Além disso, quão emocionante é os apoiadores da soberania de Jeová serem assegurados de que o Descendente messiânico, depois de ter suportado todas as provas e perseguições causadas por Satanás e de ter sofrido uma morte agonizante, quando se lhe machucou o “calcanhar” há quase 2.000 anos, está agora vivo no céu, autorizado a levar o grandioso propósito de Deus ao seu triunfante término! — Gênesis 3:15.

      8. Jesus está agora pronto para tomar que ação?

      8 É evidente que Jesus está agora pronto para entrar em ação como Rei entronizado. Ele foi nomeado por Jeová como seu Executor-Chefe para efetuar os julgamentos finais de Jeová contra este velho e iníquo sistema de coisas, e seu diabólico deus, Satanás. Também está presente para julgar os da sua congregação de ungidos e os da grande multidão dos associados dela, bem como para julgar o mundo. — Revelação 7:4, 9; Atos 17:31.

      9. (a) Como João descreve o glorificado Jesus Cristo no meio dos candelabros de ouro? (b) O que indicam o ambiente semelhante a um templo e a longa veste que Jesus usa? (c) O que significa seu cinto de ouro?

      9 João volta-se ao ouvir o som da alta voz e vê o seguinte: “Eu me voltei para ver a voz que falava comigo, e, tendo-me voltado, vi sete candelabros de ouro.” (Revelação 1:12) Mais tarde, João fica sabendo o que estes sete candelabros simbolizam. Mas o que atrai seu olhar é a pessoa no meio dos candelabros. Havia “no meio dos candelabros alguém semelhante a um filho de homem, vestido duma roupa que chegava até os pés e cingido pelo peito com um cinto de ouro”. (Revelação 1:13) Jesus, o “filho de homem”, apresenta-se aqui perante a testemunha pasmada, João, como figura magnífica, fulgurante. Aparece em glória brilhante no meio de chamejantes candelabros de ouro. Este ambiente semelhante a um templo incute em João o fato de que Jesus está presente no papel de grande Sumo Sacerdote de Jeová, com poderes para julgar. (Hebreus 4:14; 7:21-25) Sua longa veste impressionante se harmoniza com o seu cargo sacerdotal. Igual aos sumos sacerdotes judeus da antiguidade, usa um cinto — um cinto de ouro sobre o peito, onde cobre o coração. Isto significa que cumprirá de todo o coração a comissão divina que recebeu de Jeová Deus. — Êxodo 28:8, 30; Hebreus 8:1, 2.

      10. (a) O que é indicado pelo cabelo branco como neve e pelos olhos chamejantes de Jesus? (b) Qual é o sentido de os pés de Jesus serem como cobre resplandecente?

      10 A descrição feita por João prossegue: “Além disso, sua cabeça e seus cabelos eram brancos como lã branca, como neve, e os seus olhos como chama ardente.” (Revelação 1:14) Seu cabelo, branco como a neve, indica sabedoria devido à longura de vida. (Veja Provérbios 16:31.) E seus olhos ardentes mostram que está atento, alerta, ao perscrutar, provar, ou expressar indignação. Até mesmo os pés de Jesus atraem a atenção de João: “E os seus pés eram semelhantes a cobre excelente quando se escandesce na fornalha; e a sua voz era como o som de muitas águas.” (Revelação 1:15) Na visão, os pés de Jesus são como cobre, resplandecentes, brilhantes — e isso é próprio de alguém que anda com zelo e tem uma excelente posição na presença de Jeová Deus. Além disso, ao passo que na Bíblia as coisas divinas frequentemente são retratadas por ouro, as coisas humanas são às vezes representadas por cobre.c Assim, os resplandecentes pés de Jesus, iguais a cobre excelente, lembram-nos quão “lindos” seus pés eram quando andava na Terra, pregando as boas novas. — Isaías 52:7; Romanos 10:15.

      11. (a) De que nos fazem lembrar os gloriosos pés de Jesus? (b) O que é indicado pelo fato de que a voz de Jesus “era como o som de muitas águas”?

      11 Jesus, como humano perfeito, de fato tinha um brilho que era evidente a anjos e a homens. (João 1:14) Seus gloriosos pés nos lembram também que ele está pisando em solo sagrado na organização de Jeová, na qual é Sumo Sacerdote. (Veja Êxodo 3:5.) Além disso, sua voz retumba como uma gigantesca catarata. É impressionante, atemorizante, assim como é próprio de quem oficialmente é chamado de a Palavra de Deus, aquele que vem para “julgar em justiça a terra habitada”. — Atos 17:31; João 1:1.

      12. Qual é o significado da “longa espada afiada de dois gumes”?

      12 “E ele tinha na sua mão direita sete estrelas, e da sua boca se estendia uma longa espada afiada de dois gumes, e o seu semblante era como o sol quando brilha no seu poder. E quando o vi, caí como que morto aos seus pés.” (Revelação 1:16, 17a) O próprio Jesus explica um pouco mais tarde o significado das sete estrelas. Mas veja o que sai da sua boca: “uma longa espada afiada de dois gumes”. Que particularidade apropriada! Pois é Jesus quem foi designado para proferir os julgamentos finais de Jeová contra os inimigos Dele. Os proferimentos decisivos da sua boca resultam na execução de todos os iníquos. — Revelação 19:13, 15.

      13. (a) O semblante brilhante, resplandecente, de Jesus nos faz lembrar o quê? (b) Que impressão geral obtemos da descrição que João fez de Jesus?

      13 O semblante resplandecente, brilhante, de Jesus nos lembra que o rosto de Moisés emitia raios brilhantes depois de Jeová ter falado com ele no monte Sinai. (Êxodo 34:29, 30) Lembre-se também de que, quando Jesus foi transfigurado diante de três dos seus apóstolos, há quase 2.000 anos, “o seu rosto brilhava como o sol, e a sua roupagem exterior tornou-se brilhante como a luz”. (Mateus 17:2) Agora, numa representação visionária de Jesus durante o dia do Senhor, seu rosto reflete similarmente o esplendor radiante de alguém que esteve na presença de Jeová. (2 Coríntios 3:18) De fato, a impressão geral transmitida pela visão de João é a de um fulgor de glória. Desde o cabelo branco como a neve, os olhos como chama ardente e o semblante brilhante, até os pés resplandecentes, é uma visão superlativa Daquele que agora “mora em luz inacessível”. (1 Timóteo 6:16) O realismo deste espetáculo é extremamente vívido! Como reagiu o pasmado João? O apóstolo nos conta: “E quando o vi, caí como que morto aos seus pés.” — Revelação 1:17.

      14. Como deve influir em nós ler sobre a visão que João teve do glorificado Jesus?

      14 Hoje, esta descrição viva e detalhada da visão de João enche os do povo de Deus de apreço de coração. Já passamos por mais de 90 anos do dia do Senhor, durante o qual a visão continua a ter seu emocionante cumprimento. O Reinado de Jesus é para nós uma realidade viva e presente, não uma esperança futura. Portanto, é correto que nós, como súditos leais do Reino, examinemos ainda mais, com admiração, aquilo que João descreveu nesta primeira visão e que escutemos com obediência as palavras do glorificado Jesus Cristo.

  • Descerrado um segredo sagrado
    Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
    • Capítulo 6

      Descerrado um segredo sagrado

      1. Qual deve ser nossa reação diante do quadro brilhante registrado em Revelação 1:10-17?

      A VISÃO do enaltecido Jesus é deveras impressionante! Se nós tivéssemos sido espectadores junto com o apóstolo João, sem dúvida também teríamos ficado pasmados com aquela resplandecente glória, prostrando-nos assim como ele o fez. (Revelação 1:10-17) Esta superlativa visão inspirada foi preservada para estimular-nos hoje à ação. Iguais a João, devemos mostrar apreço humilde por tudo o que a visão significa. Que sempre tenhamos respeito reverente pela posição de Jesus como Rei entronizado, Sumo Sacerdote e Juiz. — Filipenses 2:5-11.

      “O Primeiro e o Último”

      2. (a) Com que título Jesus se apresenta? (b) O que significa Jeová dizer: “Sou o primeiro e sou o último”? (c) O que traz à atenção o título de Jesus, de “o Primeiro e o Último”?

      2 No entanto, nosso espanto não precisa dar lugar a um temor mórbido. Jesus tranquilizou João, conforme o apóstolo relata a seguir. “E ele pôs a sua mão direita sobre mim e disse: ‘Não temas. Eu sou o Primeiro e o Último, e o vivente.’” (Revelação 1:17b, 18a) Em Isaías 44:6, Jeová descreve legitimamente sua própria posição como o único e exclusivo Deus todo-poderoso, dizendo: “Sou o primeiro e sou o último, e além de mim não há Deus.”a Quando Jesus se apresenta pelo título de “o Primeiro e o Último”, ele não está reivindicando igualdade com Jeová, o Grandioso Criador. Usa um título que lhe foi devidamente dado por Deus. Em Isaías, Jeová fez uma declaração sobre a Sua posição exclusiva de verdadeiro Deus. Ele é o Deus eterno, e além dele, de fato, não há Deus assim. (1 Timóteo 1:17) Em Revelação, Jesus fala sobre o título que lhe foi dado, trazendo à atenção sua extraordinária ressurreição.

      3. (a) Em que sentido é Jesus “o Primeiro e o Último”? (b) O que significa ter Jesus “as chaves da morte e do Hades”?

      3 Jesus foi deveras “o Primeiro” humano a ser ressuscitado para a vida espiritual, imortal. (Colossenses 1:18) Além disso, ele é “o Último” ressuscitado assim pelo próprio Jeová. Torna-se assim ‘o vivente que vive para todo o sempre’. Ele usufrui a imortalidade. Neste respeito, é semelhante ao seu Pai imortal, que é chamado de o “Deus vivente”. (Revelação 7:2; Salmo 42:2) Para todos os outros da humanidade, o próprio Jesus é “a ressurreição e a vida”. (João 11:25) Em harmonia com isso, ele diz a João: “Fiquei morto, mas, eis que vivo para todo o sempre, e tenho as chaves da morte e do Hades.” (Revelação 1:18b) Jeová concedeu-lhe a autoridade de ressuscitar os mortos. É por isso que Jesus pode dizer que ele tem as chaves para abrir os portões para aqueles que a morte e o Hades (o domínio da sepultura) mantêm presos. — Veja Mateus 16:18.

      4. Que ordem repete Jesus, e visando a quem?

      4 Jesus repete aqui a sua ordem de registrar a visão, dizendo a João: “Escreve  . . . as coisas que viste, e as coisas que são, e as coisas que hão de ocorrer depois dessas.” (Revelação 1:19) Que coisas emocionantes divulgará João ainda para a nossa instrução?

      As Estrelas e os Candelabros

      5. Como explica Jesus “as sete estrelas” e “os sete candelabros”?

      5 João vê Jesus no meio de sete candelabros de ouro, com sete estrelas na mão direita. (Revelação 1:12, 13, 16) Jesus explica isso agora: “Quanto ao segredo sagrado das sete estrelas que viste sobre a minha mão direita, e dos sete candelabros de ouro: As sete estrelas significam os anjos das sete congregações, e os sete candelabros significam sete congregações.” — Revelação 1:20.

      6. O que representam as sete estrelas, e por que se dirigiam as mensagens especificamente a elas?

      6 As “estrelas” são os “anjos das sete congregações”. Em Revelação, estrelas às vezes simbolizam anjos literais, mas Jesus dificilmente usaria um escrevente humano para escrever a criaturas espirituais invisíveis. Portanto, as “estrelas” devem significar os superintendentes humanos, ou anciãos, nas congregações, encarados como mensageiros de Jesus.b As mensagens são dirigidas às estrelas, porque estas são responsáveis pela supervisão do rebanho de Jeová. — Atos 20:28.

      7. (a) O que indica que, dirigir-se Jesus apenas a um anjo em cada congregação, não significa que cada congregação tem apenas um ancião? (b) Na realidade, quem é representado pelas sete estrelas na mão direita de Jesus?

      7 Visto que Jesus se dirige apenas a um “anjo” em cada congregação, significa isso que cada congregação tem apenas um ancião? Não. Já nos dias de Paulo, a congregação efésia tinha diversos anciãos, não apenas um. (Revelação 2:1; Atos 20:17) Portanto, nos dias de João, quando se enviaram as mensagens às sete estrelas, para serem lidas às congregações (inclusive à de Éfeso), as estrelas devem ter representado todos os que serviam nos corpos de anciãos dentro da congregação ungida de Jeová. De maneira similar, os superintendentes leem hoje às suas congregações as cartas recebidas do Corpo Governante, composto de superintendentes ungidos que servem sob a chefia de Jesus. Os corpos locais de anciãos têm de certificar-se de que o conselho de Jesus seja aplicado pelas suas congregações. Naturalmente, o conselho é em benefício de todos os associados nas congregações, não apenas dos anciãos. — Veja Revelação 2:11a.

      8. O que é indicado por estarem os anciãos na mão direita de Jesus?

      8 Visto que Jesus é o Cabeça da congregação, os anciãos são corretamente mencionados como estando na sua mão direita, quer dizer, sob seu controle e sua direção. (Colossenses 1:18) Ele é o Pastor Principal, e eles são subpastores. — 1 Pedro 5:2-4.

      9. (a) O que representam os sete candelabros, e por que são candelabros um símbolo apropriado para tais? (b) O que a visão lembraria provavelmente ao apóstolo João?

      9 Os sete candelabros são as sete congregações às quais João dirige o livro de Revelação: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia. Por que são as congregações simbolizadas por candelabros? Porque os cristãos, quer individual quer coletivamente como congregações, têm de ‘deixar brilhar a sua luz perante os homens’ neste mundo em trevas. (Mateus 5:14-16) Além disso, havia candelabros entre os utensílios do templo de Salomão. Serem as congregações chamadas de candelabros provavelmente lembraria a João que, em sentido ilustrativo, cada congregação local dos ungidos é “templo de Deus”, morada para o espírito de Deus. (1 Coríntios 3:16) Além disso, no antítipo do arranjo do templo judaico, os membros da congregação de ungidos servem qual “sacerdócio real” no arranjo do grande templo espiritual de Jeová, do qual Jesus é o Sumo Sacerdote e onde Jeová habita pessoalmente no Santíssimo celestial. — 1 Pedro 2:4, 5, 9; Hebreus 3:1; 6:20; 9:9-14, 24.

      A Grande Apostasia

      10. O que aconteceu ao sistema judaico e a seus apoiadores impenitentes em 70 EC?

      10 Quando João escreveu Revelação, o cristianismo já tinha mais de 60 anos. No começo, havia sobrevivido a 40 anos de constante oposição por parte do judaísmo. Daí, o sistema judaico sofreu um golpe mortal, em 70 EC, quando os judeus impenitentes perderam sua identidade nacional e aquilo que para eles virtualmente era um ídolo — o templo em Jerusalém.

      11. Por que era bem oportuno que o Pastor Principal advertisse as congregações contra as tendências que se desenvolviam?

      11 Todavia, o apóstolo Paulo predissera que

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