BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Restante
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • dos habitantes de Jerusalém e de Judá); os que viviam no Egito também foram incluídos. Em 607 AEC, quase todos que estavam na Judéia foram mortos ou exilados, na destruição final de Jerusalém por parte de Nabucodonosor. E, mais tarde, aqueles que estavam no Egito, incluindo os que fugiram para lã depois de 607 AEC, sofreram quando Nabucodonosor lançou uma incursão militar contra aquela terra. — Jer. 24:1-10; 44:14; 46:13-17; Lam. 1:1-6.

      Jeová prometeu ao fiel restante — aqueles que se arrependeram de seus pecados, que constituíam a causa de Ele permitir que fossem para o exílio — que Ele os ajuntaria como um rebanho no redil. (Miq. 2:12) Ele fez isto em 537 AEC, com a volta dum restante dos judeus sob Zorobabel. (Esd. 2:1, 2) Anteriormente ‘manquejavam’, mas Jeová os ajuntou, e (embora estivessem sob o domínio persa), graças a terem o governador Zorobabel sobre eles e a adoração verdadeira restabelecida no templo, Deus era novamente seu verdadeiro Rei. (Miq. 4:6, 7) Tornar-se-iam como o “orvalho da parte de Jeová”, que traz refrigério e prosperidade, e seriam corajosos e fortes como um “leão entre os animais da floresta”. (Miq. 5:7-9) Esta última profecia teve, pelo visto, um cumprimento durante o período dos Macabeus, resultando na preservação dos judeus em sua terra, e na conservação do templo, até a vinda do Messias.

      O nome do filho do profeta Isaías, Sear-Jasube, abrangia o substantivo sheár (verbo, sha’ár) e significava “Um mero restante retornará”. Tal nome era um sinal de que Jerusalém cairia e de que seus habitantes iriam para o exílio, mas de que Deus teria misericórdia e faria que um restante retornasse à terra. — Isa. 7:3; 10:21.

      NENHUM RESTANTE É DEIXADO PARA BABILÔNIA

      Babilônia foi utilizada por Deus para punir o seu povo, mas, ela foi além do que era necessário e se deleitou em oprimir e maltratar tal povo, e tencionava retê-lo no exílio para sempre. Isto aconteceu realmente porque Babilônia era o principal expoente da adoração falsa, e odiava a Jeová e sua adoração. Por tais motivos, Deus declarou: “E vou decepar de Babilônia o nome, e o restante, e a progênie, e a posteridade.” (Isa. 14:22) Por fim, Babilônia tornou-se uma desolação completa e permanente, sem nenhum restante para voltar para ela, a fim de reconstruí-la.

      UM RESTANTE DE ISRAEL ACEITA CRISTO

      Quando Jesus Cristo veio à nação de Israel, a maioria o rejeitou. Apenas um restante expressou fé e se tornou seguidor de Jesus. O apóstolo Paulo aplica certas profecias de Isaías (10:22, 23; 1:9) a este restante judaico quando escreve: “Além disso, Isaías clama acerca de Israel: ‘Embora o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, é o restante que será salvo. Pois Jeová fará uma prestação de contas na terra, concluindo-a e abreviando-a.’ Também, assim como Isaías dissera outrora: ‘Se Jeová dos exércitos não nos tivesse deixado descendente, teríamos ficado assim como Sodoma, e teríamos sido feitos iguais a Gomorra.’ ” (Rom. 9:27-29) Também, Paulo emprega o exemplo dos 7.000 que restavam, no tempo de Elias, que não tinham curvado os joelhos a Baal, e diz: “Deste modo, portanto, apresentou-se também na época atual um restante, segundo uma escolha devida à benignidade imerecida.” — Rom. 11:5.

      O RESTANTE ESPIRITUAL

      Em Revelação (capítulo 12), João registrou a sua visão duma mulher no céu, e de um dragão, e concluiu tal parte da visão dizendo: “E o dragão ficou furioso com a mulher e foi travar guerra com os remanescentes [loipón] da sua semente, que observam os mandamentos de Deus e têm a obra de dar testemunho de Jesus.” Estes “remanescentes” que “têm a obra de dar testemunho de Jesus” são os últimos, na terra, dentre os irmãos de Jesus Cristo, que vivem na terra depois da expulsão do Diabo para a terra e de ser feito o anúncio: “Agora se realizou a salvação, e o poder, e o reino de nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo.” (V. 10) O Diabo, o dragão, trava guerra contra este restante dos irmãos espirituais de Cristo por meio das ‘feras’ e da “imagem da fera”, descritas em Revelação, capítulo 13. Mas o restante é vitorioso, conforme revela o capítulo 14.

  • Retidão
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • RETIDÃO

      Veja JUSTIÇA.

  • Reuel
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • REUEL

      Veja JETRO.

  • Reunião, Monte De
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • REUNIÃO, MONTE DE

      Veja MONTE DE REUNIÃO.

  • Revelação
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • REVELAÇÃO

      A palavra grega (apokálypsis) assim traduzida indica ‘uma revelação’, ou ‘um desvendamento’, e é amiúde utilizada com referência a revelações de assuntos espirituais ou da vontade e dos propósitos de Deus. (Luc. 2:32; 1 Cor. 14:6, 26; 2 Cor. 12:1, 7; Gál. 1:12; 2:2; Efé. 1:17; Rev. 1:1; Int) É a operação do espírito de Deus que torna possível tais revelações. A respeito da revelação do “segredo sagrado”, escreveu o apóstolo Paulo: “Em outras gerações, este segredo não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, assim como agora tem sido revelado aos seus santos apóstolos e profetas, por espírito, a saber, que os das nações haviam de ser co-herdeiros e membros associados do corpo, e co-participantes conosco da promessa, em união com Cristo Jesus, por intermédio das boas novas.” — Efé. 3:1-6; Rom. 16:25.

      O livro de Atos confirma pujantemente que esta revelação do segredo sagrado resultava da operação do espírito de Deus. Tinha sido por orientação do espirito que Pedro, Paulo e Barnabé pregaram aos não-judeus. Crentes não-judeus, “pessoas das nações”, receberam espírito santo enquanto se achavam em estado incircunciso, desta forma se tornando um povo para o nome de Deus. (Atos 10:9-48; 13:2-4) O profeta Amós, sob inspiração, havia predito isto e, no primeiro século EC, o cumprimento de sua profecia se tornou evidente por meio da operação do espírito de Deus. — Atos 15:7-20: compare com Amós 9:11, 12, LXX.

      A Bíblia também fala da “revelação do julgamento justo de Deus” (Rom. 2:5), a “revelação dos filhos de Deus” (Rom. 8:19), e a “revelação de Jesus Cristo” e “de sua glória”. (1 Ped. 1:13; 4:13) A consideração do contexto e dos textos relacionados auxilia a determinar quando ocorrem tais revelações ou desvendamentos. Em cada caso, o desvendamento ou revelação é uma ocasião para se fazer com que pessoas justas entrem no gozo de determinadas recompensas e bênçãos, e/ou para se trazer a destruição sobre os iníquos.

      DO JULGAMENTO JUSTO DE DEUS

      Em Romanos 2:5, a “revelação do julgamento justo de Deus” está associada com o ‘dia do furor de Deus’. Por conseguinte, o julgamento justo de Deus é revelado quando ‘ele dá a cada um segundo as suas obras’, a vida eterna para os que perseveram na obra que é excelente, e a destruição para os que obedecem à injustiça. — Rom. 2:6-8.

      DOS FILHOS DE DEUS

      Em sua carta aos Romanos, o apóstolo Paulo identificou os “filhos” de Deus como sendo aqueles que receberam um espírito de adoção. Sendo co-herdeiros de Cristo, tais filhos de Deus serão glorificados. (Rom. 8:14-18) O Senhor Jesus Cristo remodelará o corpo humilhado deles para ajustar-se ao seu glorioso corpo (Fil. 3:20, 21), e eles reinarão com ele quais reis. (2 Tim. 2:12) Assim, a “revelação dos filhos de Deus” aponta para o tempo em que se tornará evidente que eles foram deveras glorificados e estão reinando junto com Cristo Jesus. A glória que será revelada neles será tão grandiosa a ponto de fazer que todo o anterior sofrimento deles na terra pareça não ter sido nada. (Rom. 8:18, 19) Esta revelação é acompanhada por grandiosas bênçãos, pois o apóstolo Paulo escreve: “A própria criação será também liberta da escravização à corrupção e terá a liberdade gloriosa dos filhos de Deus.” — Rom. 8:21.

      DE JESUS CRISTO

      A “revelação de Jesus Cristo” e “de sua glória” é uma época de recompensar seus seguidores fiéis e de executar vingança sobre os ímpios. Ele é assim revelado como glorioso Rei, dotado de poder para recompensar e para punir. As Escrituras mostram que os cristãos ungidos pelo espírito que suportarem fielmente o sofrimento ficarão “cheios de alegria” durante a revelação da glória de Cristo. (1 Ped. 4:13) A qualidade provada de sua fé seria considerada uma causa para louvor, glória e honra por ocasião da revelação de Jesus Cristo, e estes cristãos se tornariam objetos de benignidade imerecida. (1 Ped. 1:7, 13) Por outro lado, aqueles que não conhecem a Deus e que não obedecem às boas novas a respeito do Senhor Jesus seriam destruídos sempiternamente, desta forma trazendo alívio aos que tinham sofrido tribulação às mãos deles. — 2 Tes. 1:6-10.

  • Revelação A João (Apocalipse)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • REVELAÇÃO A JOÃO (APOCALIPSE)

      [Gr. , apokálypsis, uma revelação]. O último livro da Bíblia (embora não fosse o último a ser escrito), segundo o arranjo que consta da maioria das traduções. É também chamado de Apocalipse de João, o Apóstolo.

      O apóstolo João cita a si mesmo como escritor deste livro, e indica o local de escrita como sendo a ilha de Patmos, onde João estava exilado, naquela época, por ser um pregador da Palavra de Deus, e uma testemunha de Jesus Cristo. (Rev. 1:1, 9) A época da escrita foi possivelmente c. 96 EC.

      O livro assume a forma duma carta, pormenorizando uma série de visões delineadas numa ordem apropriada, em progressão regular, atingindo por fim uma visão culminante. Provê uma conclusão adequada para a Bíblia inteira.

      Este livro parece desenvolver-se à base duma série de setes. Abrem-se sete selos, o que leva ao toque de sete trombetas, e, daí, a sete pragas. Há sete candelabros, sete estrelas, sete trovões, e muitas outras coisas em séries de sete, evidentemente porque o número sete representa inteireza, e o livro trata de se levar a término o segredo sagrado de Deus. — Rev. 10:7; veja SEGREDO SAGRADO

      Jeová Deus, o Todo-poderoso, é o autor do livro, e o canal de informações é Jesus Cristo, que as enviou e apresentou a João por meio de seu anjo. (Rev. 1:1) O espírito de Deus é representado como sendo sétuplo, atuando assim em sua capacidade máxima para transmitir esta revelação. João recebeu ordens divinas de escrever. — Rev. 1:4, 11.

      PROPÓSITO

      Ao passo que algumas das coisas vistas por João em sua visão pareçam aterrorizantes — os animais, os ais, as pragas — o livro foi redigido, não para aterrorizar, mas para confortar e encorajar aqueles que o lêem com fé. Pode conduzir o leitor a muitas bênçãos. Com efeito, o escritor do livro declara, logo de início: “Feliz [ou, “abençoado”] é quem lê em voz alta, e os que ouvem as palavras desta profecia e observam as coisas escritas nela.” (Rev. 1:3) João também diz que o propósito do livro é mostrar aos escravos de Deus as coisas que “têm de ocorrer em breve”. — Rev. 1:1, 2.

      O livro de Revelação é de capital importância, no sentido de que supre força e visão espirituais para o povo de Deus. Sublinha o interesse de Deus nas congregações do Seu povo, e o estrito e amoroso cuidado que Jesus demonstra com elas, como o pastor excelente. Ele sabe exatamente que condições prevalecem, e o que tem de ser feito. Isto se torna especialmente manifesto nos três primeiros capítulos deste livro.

      Alguns encaram o livro de Revelação (Apocalipse) como sendo tão altamente simbólico que não pode ser entendido, ou como não sendo prático. Mas Jeová Deus deseja que o Seu povo o entenda, e fez com que a Bíblia fosse escrita para ser entendida, e para lhe fornecer orientação. A chave para o entendimento de Revelação é a mesma que a chave para o entendimento de outras partes da Bíblia. O apóstolo Paulo indica tal chave. Depois de explicar que Deus revela, por meio de Seu espirito, a sabedoria oculta, Paulo afirma: “Destas coisas também falamos, não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com as ensinadas pelo espírito, ao combinarmos assuntos espirituais com palavras espirituais.” (1 Cor. 2:8-13) Se pesquisarmos as Escrituras (e, às vezes, os costumes e as práticas daqueles dias), encontraremos nelas muitas das coisas utilizadas como simbolismos em Revelação. Por compararmos tais textos das Escrituras podemos, com freqüência, entender o significado dum símbolo de Revelação. Deve-se notar, contudo, que um termo ou uma expressão pode referir-se a diferentes coisas, ou simbolizá-las, segundo o contexto em que aparece tal termo (ou expressão).

      ESBOÇO DO CONTEÚDO

      I. Introdução (1:1-3)

      II. Cartas às sete congregações (1:4 a 3:22)

      A. Autor, canal e veículo usados para dar a revelação (1:4-19)

      B. Explicação das sete estrelas e dos sete candelabros (1:20)

      C. Descrição das condições nas congregações, elogios, conselhos e avisos (2:1 a 3:22)

      III. Acontecimentos diante do trono de Deus (4:1 a 11:19)

      A. Visão do trono de Deus (4:1-11)

      B. Rolo selado, e o Cordeiro, o único habilitado a abri-lo (5:1-14)

      C. Abertura de seis dos sete selos do rolo (6:1-17)

      1. Guerra, fome, praga mortífera e Hades (6:1-8)

      2. Almas sob altar clamam por vingança (6:9-11)

      3. Terremoto; homens procuram escapar do furor de Deus (6:12-17)

      D. Selagem dos 144.000, e grande multidão em pé diante do trono (7:1-17)

      E. Aberto o sétimo selo, sete trombetas devem soar (8:1 a 11:19)

      1. Silêncio no céu, anjo junto ao altar (8:1-6)

      2. Seis trombetas proclamam ais para a terra (8:7 a 9:21)

      3. Sete trovões falam, João recebe rolo para comer (10:1-11)

      4. Medido o santuário do templo; duas testemunhas são mortas, trazidas à vida, entram no céu; terremoto (11:1-14)

      5. Sétima trombeta anuncia Reino de Deus e de Cristo; nações iradas; aberto santuário no templo (11:15-19)

      IV. Sinais no céu — a mulher e seu principal inimigo, o dragão (12:1-17)

      A. Mulher pronta para dar à luz (12:1, 2)

      B. Dragão procura devorar filho recém-nascido, mas Deus arrebata menino para Seu trono (12:3-6)

      C. Guerra no céu resulta em Satanás ser lançado para a terra; regozijo no céu, ai para a terra; luta continuada de Satanás, a serpente, contra mulher e sua semente (12:7-17)

      V. Feras — inimigos terrestres dos santos de Deus (13:1-18)

      A. Fera de sete cabeças, que ascende do mar, fica com uma das cabeças ferida, que então é curada (13:1-10)

      B. Fera de dois chifres que ascende da terra (13:11-13)

      C. Faz-se imagem da fera de sete cabeças; marca da fera (13:14-18)

      VI. O Cordeiro e seus 144.000 fiéis selados; proclamação das boas novas eternas; colheita da terra, e colheita e pisar da videira da terra (14:1-20)

      VII. Últimas sete pragas (15:1 a 16:20)

      A. Cântico do Cordeiro, e anjos das sete pragas (15:1 a 16:1)

      B. Seu efeito sobre terra, mar, rios, sol, trono da fera, Eufrates e ar (16:2-18)

      C. Abalada Babilônia, a Grande, vem o tempo do julgamento dela (16:19-21)

      VIII. Babilônia, a Grande, e a destruição dela (17:1 a 18:24)

      A. Ela embriaga os habitantes da terra; cavalga uma fera escarlate de sete cabeças (17:1-11)

      B. Chifres da fera combatem sem êxito o Cordeiro; voltam-se contra a meretriz e a desnudam e queimam (17:12-18)

      C. Pranteadores da destruição dela (18:1-24)

      IX. Casamento do Cordeiro e sua guerra contra fera, falso profeta e exércitos da terra (19:1-21)

      X. Acorrentado Satanás por 1.000 anos; luta e fracasso dele no fim do reinado milenar de Cristo (20:1-10)

      XI. Modalidades do Dia do Juízo de 1.000 anos (20:11 a 22:5)

      A. Juízo, inclusive dos mortos que foram ressuscitados (20:11-15)

      B. Nova Jerusalém, a cidade de Jeová e do Cordeiro (21:1-27)

      C. Rio de água da vida (22:1-5)

      XII. Conclusão (22:6-21)

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar